<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Audição &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<atom:link href="https://fonoaudiologia.med.br/audicao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
	<lastBuildDate>Sun, 09 Feb 2025 15:29:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.2</generator>

<image>
	<url>https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/blessclinica-150x150.png</url>
	<title>Audição &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Treinando o ouvido&#8230; Parte 1</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/treinando-o-ouvido-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 14:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[Performance Musical]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=289</guid>

					<description><![CDATA[Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas. Por este motivo faz-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas.</p>



<p>Por este motivo faz-se importante o diagnóstico precoce, o qual possibilita a identificação de qualquer tipo de alteração auditiva ainda no período ideal de estimulação. O déficit sensorial auditivo pode comprometer a aprendizagem dos indivíduos acometidos, devido especialmente ao prejuízo na aquisição e desenvolvimento da linguagem oral, que varia conforme o tipo e grau da perda auditiva.</p>



<p>Para que a fala se desenvolva adequadamente, faz se extremamente importante o desenvolvimento das habilidades auditivas regadas de atividades estimulatórias auditivas.</p>



<p>Abaixo, algumas atividades muito importantes no desenvolvimento auditivo e que propiciarão um bom desenvolvimento da fala, cognição, audição e do indivíduo em todas as suas esferas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização Auditiva: Utilização dos instrumentos (tambor, reco–reco, agogô, como por exemplo.).Algumas atividades são muito importantes e fazem a diferença, como:  Bater na porta quando o paciente estiver distraído. Chamar o nome do paciente. Batidas fortes na mesa quando ele estiver distraído, deixar cair livro no chão. Fazer um passeio, para sabermos, por exemplo, se o paciente consegue localizar algum som de alta intensidade, também os sons distantes do ouvido dele. Chame sempre a atenção dele para os sons que aparecerem, também provoque os sons.</li>



<li>Atenção Auditiva: Colocar gravação de sons de animais, de instrumentos para o paciente escute aquele determinado som e depois pegar a figura correspondente ao som.  Com música, associando a uma atividade que tenha como objetivo de o parar a música, para o aluno ficar atento quando a música parar.   Cantar no microfone, primeiro com música e depois sem música, para o paciente ficar atento quando tem música e quando a música acabou. Colocar com sons de alta intensidade, pedindo que quando o aluno escutar levantar a mão.</li>



<li>Memória Auditiva: Contar história e pedir para o paciente depois recontar, ou tirar xerox do livro e pedir para colocar a história na sequência.  Estimular com onomatopeia (sons dos animais). Estimular ampliando o vocabulário, com outros animais/ figuras /objetos. Estimular com números, pedindo que o paciente coloque na ordem que indicar. Estimular a noção de temporalidade (dias da semana, meses do ano).</li>



<li>Discriminação Auditiva: Fazer treino auditivo com palavras, ex: dizer au, au e depois ficar calado para que o paciente discrimine a ausência e a presença do som. Estimular ritmo corporal, ou seja, dá característica ao movimento. Ex: pá (forte – abrir os braços) e ba (fraco – trabalhar com os dedos) no tambor; fazendo também com outros instrumentos musicais. Com sílabas diferentes sem dá a pista visual para a criança dizer se é igual ou diferente, ex: te x de / pe x pe. Colocar um som de cachorro e um de gato, para o paciente dizer qual é o som do gato.</li>



<li>Sensação Sonora: Ir aumentando e diminuindo a intensidade uma música, para o paciente perceber quando um som é fraco e forte. Fazer letras prolongadas, por exemplo, e, e, e, / demais vogais; passar para sílabas mais adiante; para a criança saber qual é o mais longo e o mais curto. Com instrumentos, por exemplo, o tambor e os pratos para saber qual é o mais grave e o mais agudo. Ligar e desligar o som para a criança saber quando tem som e quando não tem. Colocar o som sem ela ver e perceber se escutou.</li>



<li>Análise &#8211; sintese: Chamar o nome, para observarmos se atende. Colocar dois tipos de sons, por exemplo, batida na porta e palmas, para o paciente reconhecer qual é, perguntando para ele, se é um ou outro. Colocar dois tipos de sons de animais, e pedir para o aluno dizer qual é. Gravar/ produzir a voz da mãe e do pai, para o aluno reconhecer de quem é a voz. Colocar uma música que ela gosta, para observarmos se irá reconhecer.  Colocar em sequência as ações da história a qual foi contada. Com ritmo musical, ou seja, lento, rápido, entonação e intensidade, para perceber os tipos de sons. Contar uma história, estipulando sons a determinadas ações, por exemplo, o cachorro comeu (am,am,am), o cachorro latiu (au,au,au), para que perceba que os sons são diferentes. Fazer com que perceba a presença e ausência de som, através da música colocando a mão do aluno no som. Utilizar onomatopeia para perceber os diferentes tipos de sons dos animais. Estabelecer uma atividade lúdica que exija da frequência de emissão de sons, para observar se a criança percebeu o som que foi produzido, por exemplo, jogar a bola na parede emitindo o pá, pá, pá. Brincar de diversas maneiras de dar bom dia, boa noite, cantar cantigas de roda, utilizar o mundo ao redor como estímulo auditivo.</li>
</ul>



<p>Para maiores informações, marque um horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Neuropatia auditiva &#8211; como lidar com ela</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/neuropatia-auditiva-como-lidar-com-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=282</guid>

					<description><![CDATA[As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central. O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central.</p>



<p>O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema auditivo periférico e após o nascimento a maturação das vias auditivas ao longo do sistema nervoso central, completando-se aproximadamente aos dezoito meses de idade.</p>



<p>Há não muitos anos um grupo especial de pacientes, principalmente crianças, tem chamado a atenção de estudiosos devido à “incompatibilidade” entre os resultados obtidos nos exames (Potenciais Evocados Auditivos, de forma combinada a anamnese com os seguintes exames para um diagnóstico preciso: medidas de imitância acústica, audiometria tonal, logoaudiometria, audiometria de observação comportamental, emissões otoacústicas (EOAs) transitórias e por produto de distorção e audiometria de tronco encefálico (ABR).</p>



<p>A audição é importante na comunicação humana. Perda auditiva na criança pode acarretar distúrbios na aquisição da fala, linguagem e no desenvolvimento emocional, educacional e social. O diagnóstico precoce de deficiência auditiva permite a intervenção e o ideal é que ambos ocorram nos primeiros 6 meses de vida.</p>



<p>A triagem auditiva neonatal universal é recomendada pois avalia todos os recém-nascidos e não apenas aqueles com indicadores de risco para perda auditiva. Embora existam testes comportamentais para a avaliação auditiva, os exames ideais são os objetivos, tais como as emissões otoacústicas e os (EOA) potenciais evocados auditivos de tronco cerebral, pois são exames eletrofisiológicos que não dependem da participação da criança, sendo úteis em recém-nascidos e crianças pequenas.</p>



<p>As emissões otoacústicas avaliam a função coclear e o potencial auditivo evocado avalia a função auditiva até o tronco cerebral. Ambos são usados na triagem auditiva neonatal embora o registro das EOA seja o mais comum por ser de aplicação mais fácil e rápida.</p>



<p>Crianças portadoras de “a neuropatia auditiva, que, é uma condição que pode ser encontrada em pacientes de todas as idades, adultos e crianças, que apresentem funcionamento normal de células ciliadas externas e função neural alterada”. Existem&nbsp; alguns possíveis locais de alterações como: células ciliadas internas, sinapse das células ciliadas internas com o VIII nervo craniano, VIII nervo craniano (vestíbulo coclear), aferência e eferência das fibras do VIII nervo craniano, neurônios do gânglio espiral e/ ou anormalidades bioquímicas dos neurotransmissores destaca como fatores etiológicos a prematuridade, herança genética (recessiva/dominante), neuropatia sensorial motora hereditária,<br>neuropatias periféricas e hiperbilirrubinemia.</p>



<p>A icterícia, por exemplo, destaca-se por ser um acometimento frequente em recém-nascidos a termo e pré-termo, ocorrendo em 60% dos neonatos, mas somente 10% evoluem para hiperbilirrubinemia. A captação reduzida ou a incapacidade de captar a bilirrubina causa inibição da síntese mitocondrial e síntese proteica, interfere na síntese de DNA, impede a condução nervosa interferindo nos sinais neuroexitatórios, diminui níveis de glicose celular e impede o metabolismo da glicose cerebral.</p>



<p>A estimulação precoce, após a realização dos exames complementares auditivos, consultas médicas e fonoaudiológicas / detecção da perda auditiva objetivam a&nbsp; se evitar ou minimizar os distúrbios do desenvolvimento neuropsicomotor e possibilitar à criança desenvolver-se em todo o seu potencial.</p>



<p>Quanto mais imediata for a intervenção, preferencialmente antes dos 3 anos de idade, maiores as chances de prevenir e/ou minimizar a instalação de padrões posturais e movimentos anormais de linguagem/ comunicação/ expressão, cognitivo e comportamental/ motor. A intervenção precoce baseia-se em exercícios<br>que visam ao desenvolvimento da criança de acordo com a fase em que ela se encontra.</p>



<p>Onde, um conjunto de atividades estimulatórias; destinadas a proporcionar à criança desenvolvimento, nos primeiros anos de vida, são montadas de modo a se promover o pleno alcance do&nbsp; desenvolvimento da criança em si, na escola e em todas as áreas de sua vida. E todo o universo que rodeia a criança é trabalhado de modo a inserir a criança em sociedade, desenvolvendo todas as suas potencialidades.</p>



<p>Quer saber mais?? Marque uma consulta conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o melhor da tecnologia por sua audição</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/conhecendo-o-melhor-da-tecnologia-por-sua-audicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=280</guid>

					<description><![CDATA[O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&#160;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente. O componente interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&nbsp;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente.</p>



<p>O componente interno possui uma antena interna com um ímã, um receptor estimulador e um feixe de eletrodos, envolvido por um tubo de silicone fino e flexível. uma cirurgia, o dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas, mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células.</p>



<p>A cirurgia efetuada, ocorre por meio da introdução do dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. Um mês após a cirurgia de implante, o paciente recebe o componente externo e o dispositivo é ativado. A partir de então, a pessoa ouve pela primeira vez ou volta a ouvir.</p>



<p>Atualmente existem no mundo, mais de 60.000 usuários de implante coclear.</p>



<p>O funcionamento do implante coclear difere do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) mais comumente chamada como prótese auditiva ou aparelhinho auditivo pela população em geral. O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.</p>



<p>O implante coclear é visto como uma boa opção aos portadores de deficiência auditiva neurossensorial de severa a profunda, para os quais o ganho do AASI não é suficiente para compreensão dos sons da fala, ou mesmo que escutando alguns sons, essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Critérios básicos de indicação do implante coclear:</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pré-linguais (que não desenvolveram a linguagem oral):</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo, com reabilitação fonoaudiológica efetiva há pelo menos 3 meses (<strong>crianças de 0 a 18 meses</strong>) ou desde a realização do diagnóstico (<strong>crianças maiores de 18 meses</strong>), que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual (AASI). De preferência, em crianças, a idade ideal é até 2 anos de idade, sendo que quanto mais precocemente o paciente é implantado, mais satisfatórios serão os resultados obtidos.</p>



<p><strong>Entre 2 e 5 anos</strong> os resultados também podem ser bons, porém são inferiores e não tão satisfatórios quanto aos pacientes implantados até 2 anos.</p>



<p><strong>De 5 anos em diante</strong> , os pacientes também podem ser implantados, porém os resultados dependerão de outros fatores como o grau de desenvolvimento da linguagem já adquirida e do trabalho de estimulação auditiva desenvolvida anteriormente, bem como o  como uso de prótese auditiva e capacidade de realização de leitura orofacial e/ou  linguagem de sinais, caso tenha sido trabalhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pós-linguais:</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual/ prótese auditiva (AASI), ou seja, apresentarem escores inferiores a 50% em testes de reconhecimento de sentenças (IRF) em testes logoaudiométricos em cabine / com o uso da melhor propetização bilateral possível.</p>



<p>Sendo assim, não existe limite de tempo para a realização do implante coclear neste grupo, no entanto, quanto maior o tempo de surdez, piores serão os resultados.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, ele será sempre seu melhor amigo! Visite também seu otorrino frequentemente&#8230; Cuide de sua audição!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa de Conservação Auditiva</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/programa-de-conservacao-auditiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 19:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[PCA]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=225</guid>

					<description><![CDATA[Programa de Conservação Auditiva &#8211; O PCA é um conjunto de medidas que tem por finalidade impedir que ocorra uma deterioração dos limiares auditivos em trabalhadores. Com a implantação do PCA, a empresa só tende a adquirir benefícios como: Com amplo conhecimento em acústica, efeitos dos ruídos,&#160;Drª. Thais Diniz de Carvalho está&#160;habilitada para prestar total [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Programa de Conservação Auditiva &#8211; </strong>O PCA é um conjunto de medidas que tem por finalidade impedir que ocorra uma deterioração dos limiares auditivos em trabalhadores. Com a implantação do PCA, a empresa só tende a adquirir benefícios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução das consultas médicas</li>



<li>Redução dos níveis de acidente de trabalho</li>



<li>Redução das ações trabalhistas (por danos á audição)</li>
</ul>



<p>Com amplo conhecimento em acústica, efeitos dos ruídos,&nbsp;Drª. Thais Diniz de Carvalho está&nbsp;habilitada para prestar total auxílio a sua empresa, na implantação do PCA.</p>



<p>Realizamos todos os protocolos para a implantação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Análise do Processo de Trabalho;</li>



<li>Estabelecimento de diagnósticos;</li>



<li>Análise e Desenvolvimento Epidemiológico da Saúde Auditiva da Empresa;</li>



<li>Análise de Desencadeamento e Agravamentos de Perdas Auditivas Ocupacionais;</li>



<li>Medidas de Controle Ambientais e Administrativas;</li>



<li>Indicação de Equipamentos de Proteção Auditiva (EPA&#8217;s);</li>



<li>Treinamento em Audiologia;</li>



<li>Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP);</li>



<li>Organização da Documentação Legal.</li>
</ul>



<p>Brasil possui as Normas Regulamentadoras, hábeis na identificação de riscos aos quais os trabalhadores estão expostos, assim como maneiras eficientes no controle desses riscos.</p>



<p>O Ministério do Trabalho exige que as empresas que possuam no mínimo um (um) trabalhador mantenham um quadro (próprio ou terceirizado) de prestadores de serviços na área de Medicina Ocupacional.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento Auditivo da criança &#8211; 0 a 5 anos.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/desenvolvimento-auditivo-da-crianca-0-a-5-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=124</guid>

					<description><![CDATA[Do nascimento aos 3 meses: Entre 4 a 6 meses: Entre 7 meses a 1 ano Entre 1 a 2 anos Entre 2 a 3 anos Entre 3 a 4 anos Entre 4 a 5 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Do nascimento aos 3 meses:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cala-se ao reconhecer sua voz;</li>



<li>Sorri ou fica calado quando conversam com ele;</li>



<li>Se assusta com ruídos fortes, piscando os olhinhos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Produz sons de balbucio;</li>



<li>Sorri quando vê familiares em seu cotidiano;</li>



<li>Cada choro tem um significado e conforme sua necessidade;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 4 a 6 meses:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem uma melhor percepção;</li>



<li>Presta atenção a sons;</li>



<li>Olha em direção dos som;</li>



<li>Responde a mudanças no tom de voz;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na fala aparece muitos sons de p, b e m;</li>



<li>Emite expressão de alegria ou tristeza com a fala;</li>



<li>Emite sons quando está brincando ou sozinha;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 7 meses a 1 ano</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem atenção quando alguém lhe fala, olhando em direção do som;</li>



<li>Responde a perguntas simples, como &#8220;vem cá&#8221; e &#8220;quer mais&#8221;;</li>



<li>Tem interesse em  canções e rimas acompanhadas de gestos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Começa a aparecer os sons curtos, como &#8220;baba&#8221;, &#8220;tata&#8221;;</li>



<li>Utiliza os sons para chamar a atenção imitando diferentes sons da fala;</li>



<li>Surgem as primeiras palavras &#8220;mamãe&#8221;, &#8220;papai&#8221;;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 1 a 2 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diferencia as diferentes partes do próprio corpo;</li>



<li>Já entende perguntas simples;</li>



<li>Indica as figuras em um livro quando as nomeiam;</li>



<li>Presta atenção em canções;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Conforme o decorrer dos meses utilizam mais palavras;</li>



<li>Fazem perguntas com uma ou duas palavras;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 2 a 3 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obedece a ordens como &#8220;coloque a bola no chão&#8221;;</li>



<li>Começa a entender o significado de algumas palavras como &#8220;Vem/vai&#8221;, &#8220;Entra/Sai&#8221;;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoas mais próximas já entendem a sua fala;</li>



<li>Pede objetos indicando ou chamando pelo nome;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 3 a 4 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escuta ser chamado mesmo estando em outro cômodo da casa;</li>



<li>Escuta sons no mesmo volume que o resto de sua família;</li>



<li>Relata seu dia, como as atividades  que desenvolveu na escola;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 4 a 5 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escuta e entende a maior parte do que se é falado;</li>



<li>Faz perguntas simples referente as historinhas que ouve;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunica-se com facilidade com adultos e outras crianças;</li>



<li>Utiliza o mesmo vocabulário que o resto da família;</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tontura corporal, Vertigem e o Envelhecimento</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tontura-corporal-vertigem-e-o-envelhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 21:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[tontura]]></category>
		<category><![CDATA[vertigem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=72</guid>

					<description><![CDATA[A expectativa de vida humana aumentou de 50 para 74,5 anos desde o início do século passado. Acompanhando esse crescimento, o Brasil possui uma população idosa cada vez maior devido às melhorias de condições da saúde pública e os avanços da medicina. O Brasil é considerado o 6º país no mundo em número de idosos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A expectativa de vida humana aumentou de 50 para 74,5 anos desde o início do século passado. Acompanhando esse crescimento, o Brasil possui uma população idosa cada vez maior devido às melhorias de condições da saúde pública e os avanços da medicina. O Brasil é considerado o 6º país no mundo em número de idosos, em torno de 32 milhões, de acordo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a OMS, em 2025 serão dois bilhões de pessoas com mais de 60 anos em todo o mundo (Jornal Gazeta do Povo, 2004).</p>



<p>O envelhecimento populacional é um processo natural, manifesta-se por um declínio das funções de diversos órgãos que caracteristicamente tende a linear em função do tempo, não se conseguindo definir um ponto exato de transição, como nas demais fases. Tem início relativamente precoce, ao final da segunda década de vida, até que surjam, no final da terceira década, as primeiras alterações funcionais e/ou estruturais atribuídas ao envelhecimento (Guccione, 2002).</p>



<p>Sabe-se que o envelhecimento diminui a vitalidade favorecendo o aparecimento de doenças, sendo as mais prevalentes as alterações de origem vestibular, sensoriais, disfunções cerebrovasculares, cardiovasculares, doenças metabólicas, alterações cervicais, neurológicas (nas doenças degenerativas as síndromes demenciais são as mais evidentes), doenças ósseas, e outras (Nadol e Schuknecht, 1989; Zeigelboim et al., 2001).</p>



<p>O equilíbrio corporal depende da integridade do sistema vestibular (labirinto, nervo vestibulococlear, núcleos, vias e inter-relações no sistema nervoso central), do sistema somatossensorial (receptores sensoriais localizados em tendões, músculos e articulações) e da visão. O labirinto é responsável pelo equilíbrio e posição do corpo no espaço. Tonturas e/ou desequilíbrio surgem quando algo interfere no funcionamento normal do sistema de equilíbrio corporal podendo ser de origem periférica e/ou central (Jurkiewicz et al., 2002).</p>



<p>O envelhecimento compromete a funcionalidade do sistema nervoso central em realizar o processamento dos sinais vestibulares, visuais e proprioceptivos, responsáveis pela manutenção do equilíbrio corporal, bem como diminui a capacidade de modificação dos reflexos adaptativos (Nadol e Schuknecht, 1989).</p>



<p>Com relação às queixas auditivas e vestibulares observa-se uma maior ocorrência do zumbido, da hipoacusia, da vertigem postural e do equilíbrio. Essas queixas também foram evidenciadas por Gushikem (2001). Existe um consenso na literatura de que a ocorrência destes sintomas é considerada freqüente na população geriátrica. Observa-se nesta população um aumento crescente dos distúrbios das funções sensoriais, da integração das informações periféricas e centrais, bem como a senescência dos sistemas neuromusculares e da função esquelética (Simoceli et al., 2003).</p>



<p>Os exercícios de RV visam melhorar a interação vestibulovisual durante a movimentação cefálica, ampliar a estabilidade postural estática e dinâmica nas condições que produzem informações sensoriais conflitantes e diminuir a sensibilidade individual à movimentação cefálica (Ganança e Ganança, 2001; Rezende et al., 2003). A RV pode promover a cura completa em 30% dos casos e diferentes graus de melhora em 85% dos indivíduos (Ganança e Ganança, 2001). É importante ressaltar que esse problema atinge um número significativo de idosos, que vem aumentando gradativamente em todo o mundo. Sendo a tontura um dos sintomas sensoriais de maior incidência nos idosos, o objetivo desta pesquisa foi verificar os benefícios dos exercícios de RV por meio da avaliação pré e pós-aplicação do questionário Dizziness Handicap Inventory (DHI) &#8211; adaptação brasileira.</p>



<p>A ocorrência de alterações auditivas e vestibulares na população geriátrica justifica a realização sistemática da avaliação otoneurológica. O sucesso do tratamento da reabilitação labiríntica necessita da cooperação do paciente e de sua participação de forma ativa, causando um efeito psicológico positivo com a recuperação da segurança física e psíquica e conseqüente melhora da qualidade de vida.</p>



<p><em>Caso tenha se identificado com esse artigo, procure seu fonoaudiólogo!!</em></p>



<p>Referências Bibliográficas</p>



<p>GANANÇA, F. F.; GANANÇA, C. F. Reabilitação vestibular: princípios e técnicas. In: GANANÇA, M. M.; MUNHOZ, L. S. M.; CAOVILLA, H. H.; SILVA, M. L. G. Estratégias terapêuticas em otoneurologia. São Paulo: Atheneu, 2001. p. 33-54. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>GUCCIONE, A. A. Fisioterapia geriátrica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>GUSHIKEM, P. Avaliação otoneurológica em idosos com tontura. 2001. 84 f. Tese (Mestrado em Distúrbios da Comunicação Humana) – Departamento de Otorrinolaringologia e Distúrbios da Comunicação Humana da Universidade Federal de São Paulo, São Paulo. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>HAIN. T. C.; RAMASWAMY, T. S.; HILLMAN, M. A. Anatomia e fisiologia do sistema vestibular normal. In: HERDMAN, S. J. Reabilitação vestibular. 2. ed. São Paulo: Manole, 2002. p. 3-24. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>JACOBSON, G. P.; NEWMAN, C. W. The development of the dizziness handicap inventory. Arch. Otolaryngol. Head. Neck. Surg., Chicago, v. 152, n. 6, p. 386-391, apr., 1990. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>JAUHAR, S. Life out of balance. New York Mag., New York, v. 6, p. 1-7, dec. 2001. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>JORNAL GAZETA DO POVO. O crescimento da população idosa no Brasil. JORNAL GAZETA DO POVO. Curitiba. Saúde. Disponível em: &lt;<a href="http://www.gazetadopovo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.gazetadopovo.com.br</a>&gt; Acesso em: 28 mar. 2005. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>JURKIEWICZ, A. L.; ZEIGELBOIM, B. S.; MANGABEIRA-ALBERNAZ, P. L. Alterações vestibulares em processos infecciosos do sistema nervoso central. Dist. Comun., São Paulo, v. 14, n. 1, p. 27-48, dez. 2002. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>NADOL, J. B.; SCHUKNECHT, H. J. The pathology of peripheral vestibular disorders in the elderly. Ear. Nose. Throat. J., New York, v. 68, n. 12, p. 930-934, mar., 1989. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>O&#8217;REILLY, R. C.; ELFORD, B.; SLATER, R. Efectiveness of particle repositioning maneuvers in subtypes of benign paroxysmal positional vertigo. Laryngosc., St. Louis, v. 110, n. 8, p. 1385-1388, aug. 2000. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>



<p>REZENDE, C.R.; TAGUCHI, C.K.; ALMEIDA, J.G. et al.</p>



<p>SIMOCELI, L.; BITTAR, R.M.S.; BOTTINO, M.A.; BENTO, R.F. Perfil diagnóstico do idoso portador de desequilíbrio corporal: resultados preliminares. R. Bras. Otorrinolaringol., São Paulo, v. 69, n. 6, p. 772-777, nov-dez., 2003. [ <a href="javascript:void(0);">Links</a> ]</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grávidas, atenção: Efeitos do ruído sobre o feto</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/gravidas-atencao-efeitos-do-ruido-sobre-o-feto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 21:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[feto]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=65</guid>

					<description><![CDATA[A audição é um dos sistemas mais elaborados e sensíveis do organismo humano. Um estudo publicado durante a 1ª Semana Nacional de Prevenção da Surdez comprovou que o brasileiro está perdendo a audição cada vez mais cedo. Nas últimas décadas, os estudos sobre a perda induzida pelo ruído (PAINPSE) foram ampliados, colaborando para descobertas em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A audição é um dos sistemas mais elaborados e sensíveis do organismo humano. Um estudo publicado durante a 1ª Semana Nacional de Prevenção da Surdez comprovou que o brasileiro está perdendo a audição cada vez mais cedo. Nas últimas décadas, os estudos sobre a perda induzida pelo ruído (PAINPSE) foram ampliados, colaborando para descobertas em diversos setores, envolvendo inclusive análises específicas, como a de trabalhadoras gestantes. Entre a 23ª e 28ª semana gestacional, o feto saudável, é capaz de reagir a estimulação sonora.</p>



<p>O desenvolvimento da audição inicia por volta do 5º mês de gestação, mas o feto não parece estar preparado para os estímulos sonoros externos ao corpo da mãe.</p>



<p>Neste estágio, o feto pode ouvir e diferenciar vozes, distinguir tipos de sons, intensidade e altura, sons familiares e estranhos e podem até determinar a direção do som.</p>



<p>Estudos recentes revelaram que ruídos de 60 db a 80 db produzem estresse no concepto, e acima de 80 db são nocivos à saúde fetal.</p>



<p>Atualmente, pesquisas afirmam que é de 3 a 4 vezes maior a possibilidade de perda auditiva significativa em crianças cujas mães foram expostas durante a gestação a níveis de ruído maiores que 85 dbA, quando comparadas às crianças cujas mães foram expostas a intensidades menores.</p>



<p>O ruído ocupacional em um nível aproximado de 85 dbA ou mais, por oito horas diárias, pode resultar em bebês com baixo peso ao nascer, e até mesmo em interrupção da gestação. Não descartando-se é claro, a possibilidade de a exposição a altos níveis de ruído ser um dos fatores envolvidos na etiologia da infertilidade humana.</p>



<p>Sendo assim, atenção mamães em relação aos ambientes que vocês estão querendo ir e o tempo em que irão permanecer. Lembrem-se sempre, da saúde dos pequeninos; ao final da gestação e durante toda a suas vidas, eles agradecerão.</p>



<p>Qualquer dúvida procure seu fonoaudiólogo e saiba como cuidar melhor do desenvolvimento de seu bebê!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A música influenciando a estimulação de fala e audição de seu filho</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-musica-influenciando-a-estimulacao-de-fala-e-audicao-de-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[estilos]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[ritmo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=54</guid>

					<description><![CDATA[A prática musical melhora a habilidade de reconhecimento da fala diante de ruído competitivo. Sendo assim, quando uma pessoa estiver em meio a ruído ambiental, ela terá maiores condições de reconhecer o que estiver sendo falado. Da mesma forma, acredita-se que diversas atividades musicais podem vir a contribuir para o bom desenvolvimento da criança nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A prática musical melhora a habilidade de reconhecimento da fala diante de ruído competitivo. Sendo assim, quando uma pessoa estiver em meio a ruído ambiental, ela terá maiores condições de reconhecer o que estiver sendo falado.</p>



<p>Da mesma forma, acredita-se que diversas atividades musicais podem vir a contribuir para o bom desenvolvimento da criança nas funções de: fala, audição, cognição e linguagem. Tendo a aquisição de fala total dos sons da língua portuguesa, sendo terminada com idade mais precoce que as demais crianças.</p>



<p>Um dos exemplos de estimulação infantil que podemos citar, diz respeito às cantigas populares, para desenvolver os aspectos relacionados à inteligência, que fazem a criança completar sequencias {Ex: ‘Fui morar em uma casi..(criança): nhá, nhá;(adulto): enfeita..(Criança):dá, dá; de cupim.</p>



<p>Músicas clássicas (Strauss, Beethoven) são ideais para crianças agitadas.</p>



<p>Nesse contexto, verificamos relações positivas entre habilidades auditivas e o tempo que as crianças estudam música, e também em relação ao estudo de música e a aquisição fonética das crianças.</p>



<p>Para saber mais, procure seu fonoaudiólogo para saber como poderá trabalhar o desenvolvimento infantil por meio da música e qual o melhor ritmo a ser trabalhado com a criança.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A intensidade do som e os prejuízos em seu ouvido:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-intensidade-do-som-e-os-prejuizos-em-seu-ouvido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 14:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[dB-SPL]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão sonora]]></category>
		<category><![CDATA[tabela]]></category>
		<category><![CDATA[volume]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=26</guid>

					<description><![CDATA[A exposição a ambientes barulhentos como danceterias, shows de rock, salas de aulas barulhentas constantemente, martelo pneumático (usado para abrir buracos nas ruas), oficina de teste de motores, pode causar perda auditiva. Abaixo, uma tabela real de prejuízos reais pra sua audição: Nível do Barulho e Efeito nas PessoasFonte científica: www.abelard.org/hear/hear.htm Fonte do Barulho Pressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td colspan="4">A exposição a ambientes barulhentos como danceterias, shows de rock, salas de aulas barulhentas constantemente, martelo pneumático (usado para abrir buracos nas ruas), oficina de teste de motores, pode causar perda auditiva. Abaixo, uma tabela real de prejuízos reais pra sua audição: Nível do Barulho e Efeito nas Pessoas<br>Fonte científica: <a href="http://www.abelard.org/hear/hear.htm" target="_blank" rel="noopener">www.abelard.org/hear/hear.htm</a><br><br></td></tr><tr><td>Fonte do Barulho</td><td>Pressão Sonora em dB-SPL</td><td>Volume do som,<br>em SONES<br>( número de vezes<br>o volume de referência<br>de 40 dB-SPL )</td><td>Efeito nas Pessoas</td></tr><tr><td>Lançamento de foguete da NASA</td><td>180</td><td>16 384</td><td>Destruição instantânea do sistema auditivo.</td></tr><tr><td>Limiar da dor.<br>Tiro de arma de fogo<br>Avião a jato decolando</td><td>140</td><td>1 024</td><td>Destruição do sistema auditivo em pouco tempo.</td></tr><tr><td>Avião a jato militar<br>Sirene de alerta aéreo<br>Tiro de arma de fogo<br>Prensa hidráulica a 3 metros</td><td>130</td><td>512</td><td>Dificuldade para ouvir conversas em voz alta. O barulho pode fazer doer o ouvido.<br>Danifica o sistema auditivo depois de uns 3 minutos por dia.</td></tr><tr><td>Buzina de carro<br>Avião a hélice Sirene de alarme aéreo</td><td>120</td><td>256</td><td>Danifica o sistema auditivo depois de uns 7 minutos por dia.</td></tr><tr><td>Jato de areia<br>Porcos gritando<br>Motor de barco<br>Boate noturna<br>Motocicleta sem silenciador no escapamento a 7 metros</td><td>110</td><td>&gt; 128</td><td>Voz mais alta possível. Danifica o sistema auditivo depois de 30 minutos por dia.</td></tr><tr><td>Música de Rock em som alto.</td><td>110-130</td><td>De 128 a 512</td><td>Danifica o sistema auditivo depois de 3 a 30 minutos por dia (dependendo da pessoa)</td></tr><tr><td>Helicóptero<br>Cortador de grama motorizado</td><td>105</td><td>90.5</td><td>Danifica o sistema auditivo depois de 1 hora por dia.</td></tr><tr><td>Avião a jato decolando a 500 metros<br>Buzina de trem a 30 metros<br>Caminhão a diesel<br>Martelo hidráulico, britadeira</td><td>100</td><td>64</td><td>Danifica o sistema auditivo depois de 2 horas por dia.</td></tr><tr><td>Caminhão pesado a 15 metros<br>Rua movimentada<br>Motocicleta passando<br>Cortador de grama elétrico<br>Crianças brincando, gritaria</td><td>90</td><td>32</td><td>Muito irritante. Danifica o sistema auditivo depois de 8 horas por dia.</td></tr><tr><td>Fábrica típica<br>Barbeador elétrico</td><td>85</td><td>22.6</td><td><br></td></tr><tr><td>Cruzamento agitado de ruas<br>Construção de estrada<br>Barco com motor de popa<br>Despertador com campainha<br>Trem de carga a 15 m</td><td>80</td><td>16</td><td>Irritante.</td></tr><tr><td>Tráfego de rua a 15 m<br>Tráfego em marginais<br>Buzina de trem a 500m<br>Aspirador de pó<br>Liquidificador<br>Máquina de costura elétrica<br>Restaurante barulhento<br>Conversa em voz alta</td><td>70</td><td>8</td><td>Dificuldade para ouvir ao telefone.</td></tr><tr><td>Máquina de lavar pratos e louça</td><td>65</td><td>5.7</td><td><br></td></tr><tr><td>Tráfego leve a 15m<br>Áreas comerciais<br>Escritório barulhento<br>Conversação normal<br>Secador de roupas<br>Música de fundo</td><td>60</td><td>4</td><td>Atrapalha a audição.</td></tr><tr><td>Escritório silencioso</td><td>50</td><td>2</td><td>Audição confortável</td></tr><tr><td>Geladeira</td><td>45</td><td>1.4</td><td>Audição confortável</td></tr><tr><td>Área residencial quieta<br>Cozinha ou banheiro<br>Biblioteca pública</td><td>40</td><td>1</td><td>Quieto, tranqüilo.<br>Nível de referência em SONES.</td></tr><tr><td>Folhas balançando<br>Música bem baixo<br>Estúdio de gravação<br>Sala de estar ou de jantar, quarto de dormir</td><td>30</td><td>1 / 2</td><td>Bem quieto.</td></tr><tr><td>Deserto</td><td>10</td><td>1 / 8</td><td>Quase inaudível.</td></tr><tr><td>Limiar da audição</td><td>0</td><td>&#8212;&#8212;&#8211;</td><td>Inaudível.</td></tr></tbody></table></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
