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	<title>Disfagia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
	<lastBuildDate>Sun, 09 Feb 2025 14:34:32 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Disfagia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS)… Doença rara de meia idade &#8211; como a fonoaudiologia pode ajudar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atrofia-de-multiplos-sistemas-ams-doenca-rara-de-meia-idade-como-a-fonoaudiologia-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS é considerada uma doença rara, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando. A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS</em></strong> <strong>é <em>considerada uma doença rara</em></strong>, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando.</p>



<p><em>A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala</em>.</p>



<p>O tratamento farmacológico é limitado, e a resposta à levodopa (fármaco usado no tratamento das síndromes parkinsonianas), conforme algumas pesquisas demonstram, quando acontece, só é observada nos estágios iniciais da doença. O tratamento também aponta para a necessidade de apoio multidisciplinar ao paciente, com fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e enfermeiros.</p>



<p><br>A AMS é também conhecida como degeneração estriatonigral, atrofia olivopontocerebelar ou síndrome de Shy-Dragger. Não é considerada uma doença hereditária e geralmente afeta homens e mulheres de meia idade. A falta de conhecimento sobre a doença leva a falhas no diagnóstico e tratamentos incorretos.</p>



<p>Os sintomas podem aparecer em várias combinações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de equilíbrio e coordenação,</li>



<li>problemas na marcha,</li>



<li>dificuldades na alimentação*,</li>



<li>tosse,</li>



<li>engasgos,</li>



<li>*riscos de aspiração/ *pneumonia aspirativa e *até levar a óbito, e , se após um determinado período;</li>
</ul>



<p>Caso o paciente não seja assistido adequadamente por equipe médica</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>(neurologista, fisiologista, pneumologista, geriatra),</li>



<li>fonoaudiólogo, (atuando nos aspectos *alimentares/ *deglutição, respiração, manutenção de secreção não produtiva no tudo laríngeo, fala, voz e organização destes sistemas)</li>



<li>fisioterapeuta (respiratório inferior/ pulmão, marcha/ membros inferiores, superiores, etc.)</li>



<li>psicólogo (suporte emocional)</li>



<li>terapeuta ocupacional (manutenção das atividades diárias do paciente).</li>
</ul>



<p>A atrofia de múltiplos sistemas (AMS) é caracterizada pela presença de sinais parkinsonianos, cerebelares, autonômicos e piramidais, em várias combinações. O aparecimento de disartria e disfagia no primeiro ano de manifestação de parkinsonismo, sugere o diagnóstico de AMS.</p>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico.</p>



<p>O grau de conhecimento de uma doença rara determina tanto a rapidez com que é diagnosticada como a qualidade das coberturas médica e social. A percepção do doente da sua qualidade de vida está mais ligada à qualidade dos cuidados do que à gravidade da doença ou ao grau das deficiências associadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Ajude ao próximo, se ajude!! Se ame, ame ao outro!! Seja multiplicador do saber!!!</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico</p>



<p>Se você conhece alguém que possui sintomas como: diminuição da mímica facial/ capacidade para se expressar por meio da musculatura facial, expressando sentimentos; dificuldades na mastigação, deglutição/dificuldades para engolir alimentos (sólidos , líquidos, pastosos), fala robotizada, voz áspera, ou pastosa; lentificada, diferente da habitual, dificuldades na linguagem gestual ,(como escovar os dentes, pentear o cabelo, fazer o sinal da cruz) respiração com dificuldades, tremor em mãos; dentre outros&#8230; É hora de procurar suporte médico&#8230; É hora de procurar por seu fonoaudiólogo!!!</p>



<p>A qualidade de vida e o atendimento precoce garantirá uma melhor qualidade de vida para o paciente que necessita do suporte multidisciplinar de caso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disfagia &#8211; Dúvidas frequentes</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-duvidas-frequentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é disfagia? É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago. O que é pneumonia aspirativa? Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&#160;deglutido engolido; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O que é disfagia?</h2>



<p>É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é pneumonia aspirativa?</h2>



<p>Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&nbsp;deglutido engolido; entra na via aérea (via respiratória). Ou quando o alimento que vem do estomago por meio do refluxo e vômito é aspirado no pulmão. Ambos podem ocasionar pneumonia aspirativa e levar o paciente à óbito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as causas mais comuns da disfagia?</h2>



<p>Câncer, acidentes automobilísticos, derrame (acidente vascular cerebral), doenças neurológicas infantis e do adulto, doenças gástricas do recém-nascido, criança ou adulto e até mesmo a retirada de estruturas responsáveis pela deglutição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe apenas um tipo de disfagia?</h2>



<p>Não, existem mais tipos. De acordo com a classificação geral, podemos ter:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>Disfagia preparatória oral</em></strong>: dificuldade de obter o alimento, mastigá-lo, misturá-lo com saliva e formar o bolo alimentar.</li>



<li><strong><em>Disfagia oral: </em></strong>dificuldade em controlar o bolo e transportar para região posterior da boca.</li>



<li><strong><em>Disfagia faríngea</em></strong>: dificuldade na deglutição quando o alimento está na região posterior da boca e região superior da faringe (garganta). Dificuldade em fechar a aérea (respiração) à deglutição.</li>



<li><strong><em>Disfagia esofágica:</em></strong> é caracterizada por dificuldade da deglutição quando o alimento já entrou no esôfago.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como é tratado a disfagia?</h2>



<p>Dependendo do grau de comprometimento se fará as escolhas de tratamento. Os seguintes profissionais estão envolvidos no tratamento: fonoaudiólogo, neurologista, pediatra, otorrinolaringologista, gastroenterologista, pneumologista, cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista, radioterapeuta, dentista, nutricionista, enfermeiro, psicólogo; entre outros. O pneumologista, gastro e fono; geralmente participam de todo o processo terapêutico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Fonoaudiologia trata a disfagia?</h2>



<p>Realizando o Gerenciamento dos distúrbios da deglutição e da alimentação via oral por meio de exercícios terapêuticos, manobras facilitadoras e protetoras das vias respiratórias. Também pode participar na realização dos exames complementares dos transtornos da deglutição (videofluoroscopia – exame dinâmico de imagem e nasofibroscopia de deglutição).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é alimentação terapêutica?</h2>



<p>Quando a disfagia é severa e faz utilização de sondas, o paciente poderá deglutir em situações controladas, geralmente pela fonoaudióloga ou enfermeira treinada pela fonoaudióloga. A alimentação oral será ministrada em quantidade e consistência específica de acordo com a habilidade do paciente. A necessidade nutricional será suprida através da alimentação alternativa (sondas enterais ou gástricas). À medida que o paciente melhora, os membros da família e/ou cuidadores auxiliam nos treinos.</p>



<p>Se você se identificou com essas dúvidas e possui um conhecido nesta situação; mande suas dúvidas ou marque uma consulta conosco!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disfagia &#8211; Saber é poder, poder é tratar!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-saber-e-poder-poder-e-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica). A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica).</p>



<p>A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme sua localização.</p>



<p>A disfagia alta é a nível de cavidade oral e “início da garganta” e é caracterizada por inúmeras características; dentre elas:&nbsp;mastigação lenta, diminuição dos movimentos mastigatórios, bolo alimentar não bem formado, resíduos alimentares após a deglutição.</p>



<p>A disfagia esofágica também pode ser denominada disfagia &#8220;baixa&#8221;, referindo-se a uma provável localização no esôfago, (canal por onde passa a comida, localizado na garganta). Esta suspeita é reforçada quando uma disfagia intermitente para sólidos e líquidos estiver associada a dor torácica. A Disfagia que ocorre apenas para sólidos, mas nunca para líquidos, sugere a possibilidade de uma dificuldade alimentar a nível de esôfago; uma obstrução, como por exemplo.</p>



<p>A disfagia é um problema comum, sua incidência pode chegar a 33% nos atendimentos de urgência, e estudos em asilos de idosos tem mostrado que de 30 a 40% dos pacientes tem distúrbios de deglutição, resultando em alta incidência de complicações por aspiração. Mas se não tratada adequadamente, pode levar o paciente a óbito.</p>



<p>Há poucas opções de tratamento para a disfagia orofaríngea, pois os distúrbios neuromusculares e neurológicos que a produzem dificilmente podem ser corrigidos por tratamento clínico ou cirúrgico, sondas.</p>



<p>Na atualidade, o tratamento que tem se mostrado mais eficaz e sem contraindicação, quando ministrado por especialistas no assunto, é o tratamento ministrado por um fonoaudiólogo em consoante com equipe médica (gastroenterologistas, neurologistas, nutricionistas; dentre outros).&nbsp;</p>



<p>Em fonoaudiologia, uma investigação minuciosa é realizada e várias técnicas terapêuticas têm sido empregadas&nbsp;para ajudar na deglutição&nbsp;saudável e funcional do paciente, contribuindo, dentre outras,&nbsp;para a não colocação da sonda quando ele não consegue se alimentar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Podemos detectar a disfagia, levando-se em consideração alguns sinais que o paciente dá; tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em iniciar a deglutição</li>



<li>Regurgitação nasal</li>



<li>Tosse</li>



<li>Fala anasalada</li>



<li>Redução no reflexo de tosse</li>



<li>Engasgamento (note que a aspiração e penetração laríngeas podem ocorrer sem tosse ou tosse).</li>



<li>Disartria e diplopia (podem acompanhar condições neurológicas que causam disfagia orofaríngea).</li>



<li>A halitose pode estar presente em pacientes com presença de resíduos alimentares e na presença de patologias específicas.</li>
</ul>



<p>Em síntese, o paciente precisa ser avaliado sempre que houver a suspeita de qualquer um dos sinais/sintomas acima. Cuidadores, familiares, acompanhantes; todos devem estar atentos a qualquer um desses sintomas.</p>



<p>Quer certificar a presença da disfagia ou tem dúvidas???</p>



<p>Procure por um&nbsp;especialista, o fonoaudiólogo mais próximo de você!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atuação da Fonoaudiologia na Disfagia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atuacao-da-fonoaudiologia-na-disfagia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 22:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
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					<description><![CDATA[Disfagia é um distúrbio da deglutição, em diferentes fases: preparatória oral, faríngea e esofágica, afetando crianças e adultos. A deglutição acontece de forma imprecisa e lenta, com diferentes alimentos. Não é uma doença e sim um sintoma de um AVC ou um traumatismo craniano, como por exemplo. Os principais sintomas são: A Reabilitação Fonoaudiológica trata-se de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Disfagia é um distúrbio da deglutição, em diferentes fases: preparatória oral, faríngea e esofágica, afetando crianças e adultos. A deglutição acontece de forma imprecisa e lenta, com diferentes alimentos. Não é uma doença e sim um sintoma de um AVC ou um traumatismo craniano, como por exemplo. <em>Os principais sintomas são</em>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>» tosse, durante ou após deglutição ou &#8220;voz molhada&#8221;;</li>



<li>» pigarro durante ou após deglutição;</li>



<li>» modificação na dieta (consistência, quantidade);</li>



<li>» presença de sialorréia;</li>



<li>» variação de peso;</li>



<li>» incoordenação respiratória enquanto dorme;</li>



<li>» mudança na postura de cabeça durante alimentação;</li>



<li>» utilização de algum medicamento.<em>As causas mais comuns da disfagia são problemas neurológicos como:</em></li>



<li>» AVC (acidente vascular cerebral) e TCE (traumatismo crânio encefálico);</li>



<li>» doença de Parkinson;</li>



<li>» mal de Alzheimer;</li>



<li>» miastenia grave;</li>



<li>» disfagia muscular;</li>



<li>» esclerose lateral amiotrófica (ELA);</li>



<li>» paralisia cerebral.</li>
</ul>



<p><em>A Reabilitação Fonoaudiológica t</em>rata-se de restabelecer a função normal, ou compensatória, fazendo com que o paciente consiga se alimentar normalmente e reduzindo a probabilidade da utilização ou indicação do uso de sondas para a alimentação; acontecendo em 2 níveis: </p>



<p>1. A reabilitação propriamente dita, pode ser feita através das técnicas passivas e ativas </p>



<p>2. O gerenciamento das alterações de deglutição e treinamento junto ao paciente e familiares.</p>



<p>Conheça mais, converse com seu fonoaudiólogo!!<br><br>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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