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	<title>Escolar &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>Escolar &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Orientações ao professor que possui um aluno que gagueja</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-ao-professor-que-possui-um-aluno-que-gagueja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 14:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[professor e aluno]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das maiores preocupações para a maioria dos professores é com relação às reações da criança diante de sua gagueira em sala de aula. Que tipo de participação deve-se exigir dela durante as aulas? &#8211; Ela deve ser cobrada para fazer apresentações orais, ler em voz alta ou responder perguntas? Para orientar melhor o principal agente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> Uma das maiores preocupações para a maioria dos professores é com relação às reações da criança diante de sua gagueira em sala de aula. Que tipo de participação deve-se exigir dela durante as aulas? &#8211; Ela deve ser cobrada para fazer apresentações orais, ler em voz alta ou responder perguntas?</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O professor deve comentar com a criança a respeito de sua fala ou simplesmente ignorar?</li>



<li>O que deve ser feito se outras crianças começam a caçoar dela? </li>
</ul>



<p>Para orientar melhor o principal agente transformador da educação, o professor, preparamos algumas orientações para melhor direciona-los no que fazer em relação ao aluno que gagueja.Abaixo, algumas das principais orientações.</p>



<p>O professor, ao fazer perguntas em sala de aula, para seu aluno que apresenta gagueira,é  indicado a adoção de algumas atitudes , por parte do professor,para tornar a situação mais fácil para uma criança que gagueja:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inicialmente, até que o aluno com dificuldades,se ajuste à turma, faça perguntas que possam ser respondidas com poucas palavras.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se for direcionar uma pergunta a criança, chame a no início, porque a tensão e a ansiedade podem aumentar enquanto ela espera sua vez e ela poderá gaguejar ainda mais caso seja deixada para o final.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A maioria das crianças que gaguejam são fluentes quando lêem em grupo. Ao invés de simplesmente evitar chamar a criança que gagueja, permita que ela leia em dupla ou junto com toda a sala.<br>Gradualmente, ela pode se tornar mais confiante e conseguir ler em voz alta por conta própria. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>As &#8216;piadinhas&#8217; por parte dos colegas podem ocorrer e tal atitude pode interferir negativamente na fluência da fala. Nestes casos, ajude a criança a entender por que os outros reagem assim e mostre à ela, novas  formas de responder prontamente às provocações.</li>
</ul>



<p>Se alguma criança insistir em provocar, fale com ela e explique que esse tipo de atitude é inaceitável.Faça dinâmicas e envolva a sala no problema da criança. Tente conquistar a ajuda da classe. Explique aos alunos que quando falamos, às vezes cometemos erros atrapalhamos com os sons, repetimos palavras e nos confundimos com elas e com a prática, melhoramos. Explique que você está lá para ajudá-la sempre que precisar.   </p>



<p>Professor, se a criança estiver sendo acompanhada por um fonoaudiólogo , pergunte a ele sobre qual seria a atitude mais adequada a tomar. A criança deve ser envolvida na programação escolar, sendo assim, pergunte  à criança sobre como ela gostaria de participar. As exigências de participação devem se tornar parte de um programa de educação individualizado da criança.</p>



<p>Se você não tiver certeza sobre a presença de um fonoaudiólogo em sua escola, fale com o diretor de sua instituição. Sugira também aos pais que procurem um fonoaudiólogo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dificuldades escolares de A a Z:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/dificuldades-escolares-de-a-a-z/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[discalculia]]></category>
		<category><![CDATA[disgrafia]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
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		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas. É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas.</p>



<p>É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem há algum tempo.</p>



<p>As dificuldades podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo se estão associadas à preguiça, cansaço, sono, tristeza, agitação, desordem, dentre outros, considerados fatores que também desmotivam o aprendizado.</p>



<p>A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dificuldades na fala, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).</p>



<p>O que podemos observar, de modo geral, em alunos com dificuldades de aprendizagem incluem problemas mais localizados nos campos da conduta e da aprendizagem, dos seguintes tipos (exemplos mais comuns):</p>



<p>Atividade motora: hiperatividade ou hipoatividade, dificuldade de coordenação…,</p>



<p>Atenção: baixo nível de concentração, dispersão…,</p>



<p>Área matemática: problemas em seriações, inversão de números, reiterados erros de cálculo …,</p>



<p>Área verbal: problemas na codificação/ decodificação simbólica, irregularidades na lectoescrita, disgrafias …,</p>



<p>Emoções: desajustes emocionais leves, baixa autoestima …,</p>



<p>Memória: dificuldades de fixação …,</p>



<p>Percepção: reprodução inadequada de formas geométricas, confusão entre figura e fundo, inversão de letras …,</p>



<p>Sociabilidade: inibição participativa, pouca habilidade social, agressividade.</p>



<p>Fala: Troca de sons na fala, distorção de sons ; dentre outros.</p>



<p>Audição: perda auditiva, alteração no processamento auditivo central com dificuldades em compreender o que é falado, sem perda auditiva.</p>



<p>A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dislalia, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).</p>



<p>Abaixo, um breve resumo do que vem a ser estas alterações:</p>



<p><strong>&#8211; Dislexia:</strong> é a dificuldade que aparece na leitura, impedindo o aluno de ser fluente, pois faz trocas ou omissões de letras, inverte sílabas, apresenta leitura lenta, dá pulos de linhas ao ler um texto, etc. Estudiosos afirmam que sua causa vem de fatores genéticos, mas nada foi comprovado pela medicina.</p>



<p><strong>&#8211; Disgrafia:</strong> normalmente vem associada à dislexia, porque se o aluno faz trocas e inversões de letras consequentemente encontra dificuldade na escrita. Além disso, está associada a letras mal traçadas e ilegíveis, letras muito próximas e desorganização ao produzir um texto.</p>



<p><strong>&#8211; Discalculia:</strong> é a dificuldade para cálculos e números, de um modo geral os portadores não identificam os sinais das quatro operações e não sabem usá-los, não entendem enunciados de problemas, não conseguem quantificar ou fazer comparações, não entendem sequencias lógicas e outros.</p>



<p><strong>&#8211; Dificuldades na fala:</strong> é a dificuldade na emissão da fala, apresenta pronúncia inadequada das palavras, com trocas de fonemas e sons errados, tornando-as confusas. Manifesta-se mais em pessoas com problemas no palato, flacidez na língua ou lábio leporino.</p>



<p><strong>&#8211; Disortografia:</strong> é a dificuldade na linguagem escrita e também pode aparecer como consequência da dislexia. Suas principais características são: troca de grafemas, desmotivação para escrever, aglutinação ou separação indevida das palavras, falta de percepção e compreensão dos sinais de pontuação e acentuação.</p>



<p><strong>&#8211; TDAH:</strong> O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema de ordem neurológica, que trás consigo sinais evidentes de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade. Hoje em dia é muito comum vermos crianças e adolescentes sendo rotulados como DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção), porque apresentam alguma agitação, nervosismo e inquietação, fatores que podem advir de causas emocionais. É importante que esse diagnóstico seja feito por equipe multidisciplinar.</p>



<p>Dúvidas?? Agende sua consulta ou convoque nossa consultoria.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Escola e a Hiperatividade &#8211; Uma Luz!!!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-escola-e-a-hiperatividade-uma-luz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
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		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[O sucesso educacional e do aprendizado de crianças portadoras de TDAH (Transtorno Defict de Atenção e Hiperatividade) não envolve&#160; apenas um tratamento multidisciplinar que assiste o paciente, mas, também o complemento familiar e escolar. O TDAH é considerado uma deficiência educacional de base biológica tratável, mas não curável. Exemplificando, o TDAH assemelha-se ao diabetes: os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O sucesso educacional e do aprendizado de crianças portadoras de TDAH (Transtorno Defict de Atenção e Hiperatividade) não envolve&nbsp; apenas um tratamento multidisciplinar que assiste o paciente, mas, também o complemento familiar e escolar.</p>



<p>O TDAH é considerado uma deficiência educacional de base biológica tratável, mas não curável. Exemplificando, o TDAH assemelha-se ao diabetes: os objetivos da intervenção escolar são de conter e controlar os sintomas de modo a impedir  ou reduzir a ocorrência de riscos secundários que ocorrem com crianças cujo transtorno não é controlado adequadamente. No caso do TDAH, esses riscos incluem repetência, rejeição por parte dos colegas, suspensão, expulsão, desempenho baixo, dentre outros aspectos.</p>



<p>O transtorno não se deve à falta de habilidade ou conhecimento, mas consiste em uma dificuldade para manter a atenção, o esforço e a motivação em inibir o comportamento ao longo do tempo.</p>



<p>No contexto escolar os professores devem estar envolvidos de forma ativa e voluntária, de uma administração escolar que apoie a identificação, conscientização e intervenção no TDAH. Esses componentes são o carro chefe do tratamento, pois, dentre os muitos aspectos a serem trabalhados, estão as modificações curriculares que deverão ser aplicadas dentro da sala de aula. Sendo assim, o conhecimento e a postura de mudança dos professores são fundamentais; lembrando sempre que &#8216;toda mudança gera incomodo e alguns desajustes no início. Neste estágio, a compreensão sobre o transtorno e suas implicações são fundamentais.</p>



<p>As intervenções mais efetivas para melhorar o desempenho escolar são aplicadas de forma coerente dentro e fora do ambiente escolar. Nestes casos, devemos considerar o uso dos colegas, computadores e demais ferramentas no aprendizado facilitador.</p>



<p>Professores que são treinados para o trabalho com alunos portadores de TDAH, sem resistência fazem o transtorno ser compreendido sem dificuldades e ainda colaboram para o desenvolvimento de metodologia eficaz e sucesso no aprendizado por parte dos alunos.</p>



<p>Venha fazer parte dessa equipe de sucesso, procure seu fonoaudiólogo!!</p>
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		<title>Material de Apoio &#8211; Livro sobre dislexia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/material-de-apoio-livro-sobre-dislexia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 12:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Abaixo, livro indicado e citado pela Associação Brasileira de Dislexia. Observação: Não é a única forma de se trabalhar com a Dislexia, apenas um material de apoio que aborda o tema da Dislexia, de forma bem fácil e lúdica para que o Disléxico e público geral possam compreender o problema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Abaixo, livro indicado e citado pela Associação Brasileira de Dislexia. Observação: Não é a única forma de se trabalhar com a Dislexia, apenas um material de apoio que aborda o tema da Dislexia, de forma bem fácil e lúdica para que o Disléxico e público geral possam compreender o problema.</p>



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