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	<title>Fala e Linguagem &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>Fala e Linguagem &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Fonoaudiologia aperfeiçoando a TV!!!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fonoaudiologia-aperfeicoando-a-tv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[oratória]]></category>
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					<description><![CDATA[Já dizia Pedro Bloch, importante dramaturgo e fonoaudiólogo: “a voz revela o estado de nossos pensamentos e sentimentos. Revela muito mais do que as palavras”. Que o digam os jornalistas que dependem essencialmente dela como meio de trabalho. Os meios de comunicação exercem grande influência em nossa cultura. Refletem, recriam e disseminam um conteúdo que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já dizia Pedro Bloch, importante dramaturgo e fonoaudiólogo: “a voz revela o estado de nossos pensamentos e sentimentos. Revela muito mais do que as palavras”. Que o digam os jornalistas que dependem essencialmente dela como meio de trabalho.</p>



<p>Os meios de comunicação exercem grande influência em nossa cultura. Refletem, recriam e disseminam um conteúdo que passa a ser relevante para a sociedade, seja em termos de informação, seja em termos de entretenimento. Hoje, a TV representa uma importante ferramenta de comunicação.</p>



<p>Dentro desse contexto, cada vez mais, jornalistas, procuram o atendimento fonoaudiológico sem queixas específicas, com o objetivo de desenvolver o melhor padrão de emissão profissional. A atuação também ganhou maior abrangência, tratando da comunicação como um todo, adequando-se a postura, a expressão facial, uso de gestos, e privilegiando os cuidados com a voz em termos de saúde vocal e expressividade. Um dos exemplos a serem citados na fonoaudiologia telejornalística; é em relação ao sotaque; ele foi “proibido” nos telejornais, pois se tornava grotesco e tirava a atenção do ouvinte para a informação. Hoje se bem trabalhado e, não caricato, o sotaque é bem-visto, como a linguagem coloquial que está sendo muito usada com a função de aproximar o ouvinte do jornalista.</p>



<p>A informação tem que ser entendida do agricultor ao intelectual. Precisa ter um padrão vocal estável e expressivo, para oferecer credibilidade à matéria e obter a confiança de seus telespectadores. Nesse contexto, podemos afirmar que o Telejornalismo e a Fonoaudiologia atuam com o mesmo objetivo: a expressão fonoarticulatória.</p>



<p>Em telejornalismo, algumas das características positivas que mais chamam atenção no meio jornalístico são: Voz grave, intensidade média, ressonância difusa, articulação precisa, regionalismo minimizados, velocidade de fala média, uso de pausas expressivas, harmonia entre voz e expressão facial. Andréa disse que estas são algumas das características mais apreciadas para se trabalhar com TV. Também orientamos em relação aos cuidados com a voz no que se diz respeito aos cuidados com a voz, manutenção e aquisição de uma boa impressão vocal, aquecimento e desaquecimento de seu instrumento de trabalho.</p>



<p>A voz também qualifica e identifica certos profissionais. Para o jornalista de TV é marcante a inserção da voz como seu principal instrumento de trabalho.</p>



<p>Muitas vezes, por não possuir nenhum conhecimento mais específico para utilização da sua fala, o telejornalista acaba por imitar um padrão de articulação de um profissional notadamente conhecido. Usam uma qualidade vocal voltada para frequências mais graves, tentando coordenar respiração, fonação e articulação, o que nem sempre é realizado de maneira saudável.</p>



<p>Atualmente, emissoras de TV adotam o dito “padrão” de jornalismo, adequando conteúdo e forma para a universalização de um padrão. Entretanto, nem todos os profissionais de jornalismo que atuam na televisão estão preparados para esta transmissão, utilizando muitas vezes a fala de forma inadequada, configurando assim um fator de risco para o desenvolvimento de patologias vocais empecilhos durante o processo de comunicação.</p>



<p>A fidelidade da comunicação do jornalista, depende dos padrões de articulação, pronúncia e impostação vocal, visto que a credibilidade é em grande parte garantida pela expressividade vocal durante a transmissão da informação.</p>



<p>Sendo assim, transmitir a notícia mantendo aspectos mínimos de ressonância, frequência e intensidade, articulação, ritmo e velocidade de fala, ênfase, inflexão e uso adequado das pausas se tornam fundamentais para garantir que essa notícia seja transmitida mantendo parâmetros mínimos de qualidade. Desta forma, facilita-se a compreensão da mensagem e mantêm-se a atenção do espectador.</p>



<p>O trabalho fonoaudiológico inserido neste ambiente tem se difundido pelo Brasil e a manutenção deste tipo de serviço dentro das emissoras de TV, mostra como este trabalho pode ser extremamente proveitoso e apresentar resultados excepcionais na audiência e qualidade final do trabalho jornalístico.</p>



<p>Conte com seu fonoaudiólogo durante sua expressão!! Conte conosco para se aperfeiçoar!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quatro dicas principais a se fazer quando uma pessoa estiver gaguejando</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quatro-dicas-principais-a-se-fazer-quando-uma-pessoa-estiver-gaguejando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
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					<description><![CDATA[Em primeiro lugar devemos nos concentrar no conteúdo da mensagem e não na forma em que a pessoa está falando. Tentar completar, mostrar tensão ou impaciência, pedir para respirar, são atitudes que só dificultam a fala de fluir. A melhor forma é nos mantermos tranquilos e atentos, demonstrando&#160;serenidade no olhar e fazendo alguns comentários em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em primeiro lugar devemos nos concentrar no conteúdo da mensagem e não na forma em que a pessoa está falando. Tentar completar, mostrar tensão ou impaciência, pedir para respirar, são atitudes que só dificultam a fala de fluir.</p>



<p>A melhor forma é nos mantermos tranquilos e atentos, demonstrando&nbsp;serenidade no olhar e fazendo alguns comentários em relação ao que é falado para demonstrar interesse ao tema.</p>



<p>Dê preferência a pessoa que fala, deixe-a falar.</p>



<p>E por último, fale com tranquilidade com a pessoa que tem dificuldades, reduzindo levemente a velocidade de fala e assim, a fala do outro tenderá a fluir como a sua fala.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento direcionado a Taquifemia (Fala acelerada)</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratamento-direcionado-a-taquifemia-fala-acelerada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[A taquifemia é um distúrbio de fala onde o&#160;paciente tende a falar muito rápido, tropeçando nas palavras, perdendo o controle. Este assunto é muito pouco divulgado devido aos poucos profissionais que trabalham com o tema e pesquisas na área em andamento. &#160;&#160;&#160;&#160; O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A taquifemia é um distúrbio de fala onde o&nbsp;paciente tende a falar muito rápido, tropeçando nas palavras, perdendo o controle. Este assunto é muito pouco divulgado devido aos poucos profissionais que trabalham com o tema e pesquisas na área em andamento.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo com o mundo em que vive, priorizando a redução da velocidade, a diminuição das disfluências e o aumento da inteligibilidade da fala.&nbsp;A complexidade dos sintomas apresentados, a motivação do taquifêmico em se tratar, sua determinação em seguir ao que é proposto, sua frequência no tratamento;&nbsp;bem como a compreensão e colaboração da família influenciam no prognóstico terapêutico (positivamente ou negativamente).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No&nbsp;início de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados: a motivação do paciente,&nbsp;a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade/ clareza&nbsp;da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo, propiciando a compreensão dos objetivos propostos pelo fonoaudiólogo&nbsp;e estratégias que serão trabalhados na intervenção,&nbsp;bem como o favorecimento&nbsp;do automonitoramento da fala, que, por sua vez, deve ser enfatizado desde o início do processo de intervenção, para que o paciente consiga transferir e manter a fala obtida na terapia para o ambiente domiciliar, escolar e social. Os registros auditivos e audiovisuais de sua fala podem ser utilizados como estratégias terapêuticas visando a identificação de trechos da fala no qual o taquifêmico não conseguiu manter o monitoramento.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O trabalho de redução, regularização e controle da velocidade da fala pode ser realizado junto com a precisão e amplitude articulatória, assim como a coordenação pneumo-fono-articulatória. Devemos trabalhar em conjunto; o controle respiratório, a velocidade da fala e a articulação, além de facilitar o monitoramento da fala, aumentará a inteligibilidade dela. Vale ressaltar que o taquifêmico apresenta muita dificuldade em reduzir e manter uma nova velocidade de fala. Portanto, o terapeuta deve utilizar vários recursos com o paciente, como a gravação e a apresentação da fala registrada, a transcrição desta amostra, mostrando as consequências da velocidade de fala aumentada, entre outros. O metrônomo também é um instrumento que tem sido utilizado com sucesso para alcançar estes objetivos relacionados a uma fala melhor. Fala compassada, prolongamento das vogais, atenção aos finais de palavras, vogais e sílabas não tônicas, bem como o uso do mascaramento e feedback auditivo atrasado são outras estratégias terapêuticas.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A prosódia e a naturalidade da fala devem ser enfatizadas para obter como resultado uma fala próxima do normal em termos de velocidade, articulação, fluência e prosódia.&nbsp; Deve-se evitar a fala robotizada e programada. A prosódia da fala é trabalhada de acordo com cada paciente, podendo enfocar tanto o estresse silábico das palavras, como também a curva melódica das frases. Neste trabalho, assim como no anterior, é necessário seguir uma hierarquia de complexidade das dificuldades (aumento gradual do tamanho e da complexidade das emissões e diminuição gradativa das pistas oferecidas).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nos casos de alteração da linguagem, frequentemente enfatizamos a organização das frases, a sequência dos eventos, o ater-se ao tema e a realização adequada de trocas de turnos. Narrativas coerentes e sentenças sintaticamente aceitáveis podem ser eliciadas inicialmente com frases mais simples e curtas, progredindo para sentenças maiores e mais complexas. O trabalho de linguagem escrita, quando necessário, deve ser realizado com a utilização de técnicas específicas. A experiência clínica tem mostrado que este trabalho de linguagem oral e escrita deve ser associado, visando maior eficácia terapêutica (técnica muito eficaz).</p>



<p>Dúvidas?? Entre em contato conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratando as disfluências &#8211; Gagueira, taquifemia, outros</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratando-as-disfluencias-gagueira-taquifemia-outros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas. Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&#160;o terapeuta deve tornar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas.</p>



<p>Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&nbsp;o terapeuta deve tornar o ambiente profissional acolhedor. Ele é o mediador, o facilitador do tratamento em que o paciente terá, bem como&nbsp;de sua fala, de suas relações de comunicação e das técnicas a serem empregadas, promovendo, ou facilitando, a fluência (fala sem bloqueios).</p>



<p>No processo terapêutico, torna-se importante trabalhar com a propriocepção, o relaxamento psicofísico, a coordenação pneumo-fono-articulatória, a lentificação da fala, o aumento da amplitude articulatória, o contato de olho, entre outros. Estratégias como o cancelamento, o pull-out, o de redução gradativa de tensão, gagueira voluntária, início de fonação suave, fala ritmada ou silabada, fala sob mascaramento, atraso do feedback auditivo associado à alteração da frequência da fala, são excelentes aliados no trabalho de promoção de fluência e/ou modificação da gagueira.</p>



<p>O paciente deverá ser estimulado a participar ativamente, executando as atividades prescritas pelo terapeuta no seu dia a dia. O terapeuta levará o paciente a compreender melhor a gagueira, a sentir como ela acontece em seu corpo. Leva-o a tomar consciência de seus sentimentos em relação à sua fala e à gagueira. Durante todo o processo, o terapeuta irá orientar e acolher, tendo sempre em mente que ali as pessoas estão tratando de um ponto de dor para elas: a gagueira.</p>



<p>A terapia fonoaudiológica promove mudanças lentas e gradativas&nbsp;na maneira como o cérebro processa a fala. Em outras palavras, após a terapia fonoaudiológica, algumas regiões cerebrais estão mais ativadas e outras menos ativadas. Na verdade, as melhoras obtidas (tanto na fluência em si, como na forma de lidar com a gagueira) são devidas às mudanças funcionais no cérebro desencadeadas pelas técnicas terapêuticas fonoaudiológicas.</p>



<p>O tempo total&nbsp;de terapia depende de uma série de fatores, tais como: intensidade da gagueira, presença de outros distúrbios de fluência e/ou de linguagem, presença de outros distúrbios neurológicos ou psiquiátricos, idade do paciente, aderência do paciente ao tratamento e grau de especialização do fonoaudiólogo. Em média, os tratamentos duram de seis meses (casos mais leves) até dois anos (casos mais graves). Lembrando que cada caso é único e seu tempo varia também.</p>



<p>A participação de paciente, família, social é muito importante durante todo o tratamento. Quanto maior a participação de todos nós, menor o tempo de tratamento. Não quebrar o tratamento é muito importante em todo e qualquer caso. Faltar ao tratamento é quebrar todo o processo de reabilitação e retardar a alta do paciente.</p>



<p>O fato de ter feito um tratamento fonoaudiológico para&nbsp;as dificuldades de fala&nbsp;não implica nunca mais cogitar um outro tratamento: a gagueira pode se modificar ou se agravar com o passar do tempo devido ao surgimento de outras doenças, traumas e a novas experiências estressantes que foram vivenciadas ao longo da vida ou ao próprio envelhecimento.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esteja sempre em contato com seu fonoaudiólogo e siga sempre suas orientações!!! Ainda restam dúvidas? Entre em contato e agende sua consulta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>20 atitudes proibidas de se praticar com o gago (disfluente de fala):</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/20-atitudes-proibidas-de-se-praticar-com-o-gago-disfluente-de-fala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias são as atitudes que dificultam ou até mesmo chegam a impedir que uma pessoa fale normalmente. Tais atitudes devem ser abolidas de nossas atitudes diárias, são elas: Pare de fingir que a gagueira não existe! Que ela vai passar&#8230;procure seu fonoaudiólogo antes que piore!!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Várias são as atitudes que dificultam ou até mesmo chegam a impedir que uma pessoa fale normalmente. Tais atitudes devem ser abolidas de nossas atitudes diárias, são elas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Dizer para ela relaxar, acalmar-se, respirar ou pensar antes de falar.</li>



<li>Chama-la de gaga.</li>



<li>Criticar ou corrigir a fala à sós ou na frente dos outros.</li>



<li>Completar o que está falando ou interrompê-la enquanto fala.</li>



<li>Apressa-la enquanto estiver tentando falar.</li>



<li>Preocupar-se demasiadamente com a gagueira, mostrando tensão.</li>



<li>Falar muito rápido e de forma “difícil”.</li>



<li>Gritar, ficar bravo, quando ela gaguejar.</li>



<li>Tornar as atividades do dia a dia desagradáveis e tensas.</li>



<li>Fazer sentir-se envergonhada ou diminuída.</li>



<li>Forçar a falar em público.</li>



<li>Comparações desnecessárias com pessoas que falam corretamente.</li>



<li>Pressionar com muitas atividade ou tarefas ao mesmo tempo.</li>



<li>Superproteger o problema.</li>



<li>Exigir mais que a pessoa possa dar no momento.</li>



<li>Responder pela pessoa ou completar suas frases</li>



<li>Demonstrar estar constrangido ou com pena</li>



<li>Mandar a pessoa parar de falar e começar de novo.</li>



<li>Sugerir que evite ou substitua palavras “difíceis” de se pronunciar (a disfluência não está diretamente associada à produção de alguns fonemas ou ao conteúdo semântico).</li>



<li>E o pior: fingir que a disfluência não existe.</li>
</ol>



<p>Pare de fingir que a gagueira não existe! Que ela vai passar&#8230;procure seu fonoaudiólogo antes que piore!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atitudes práticas ao ajudar um disfluente (gago) a falar melhor:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atitudes-praticas-ao-ajudar-um-disfluente-gago-a-falar-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem algumas atitudes que podem auxiliar o indivíduo que apresenta dificuldades na fala (gago), contribuindo assim, para que sua fala fique fluente; são as seguintes: E o mais importante: Tenha sempre o suporte de um fonoaudiólogo!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem algumas atitudes que podem auxiliar o indivíduo que apresenta dificuldades na fala (gago), contribuindo assim, para que sua fala fique fluente; são as seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prestar mais atenção ao conteúdo do que a pessoa está falando do que à forma com que ela o faz, ou seja: seu nervosismo, sua gagueira, seu piscar de olhos; dentre outras características referentes a mesma.</li>



<li>Ajude-o a falar mais suavemente, deixe sua voz mais calma, intensidade mais baixa; evitando ansiedade para que ele termine logo de falar.</li>



<li>Parar um segundo ou mais antes de responder, isso contribui para uma melhor organização do seu pensamento e da outra pessoa, diminuindo a ansiedade e consequentemente, a disfluência.</li>



<li>Reservar um tempo, diariamente, para dar atenção exclusiva a pessoa. Conversar sobre seu dia, suas ansiedades, expectativas, ou, até mesmo, jogar conversa fora</li>



<li>Encoraje-o a falar sobre sua gagueira com vocês: medos, dificuldades, frustrações, evoluções e progressos.</li>



<li>Fazer atividades com a pessoa disfluente ou propor situações de distração e relaxamento.</li>



<li>Promover um ambiente familiar de conversação não competitivo.</li>



<li>Lembrar que as disfluências são naturais à fala de qualquer pessoa, utilizando-se de exemplos do dia a dia.</li>



<li>Manter contato de olho natural enquanto está falando, não ignore ou transmita ansiedade a pessoa.</li>



<li>Encorajar o a falar.</li>
</ul>



<p>E o mais importante: Tenha sempre o suporte de um fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gagueira na infância é normal?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/gagueira-na-infancia-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 17:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[lúdico]]></category>
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					<description><![CDATA[Na faixa etária de dois a&#160;três anos e meio de idade, muitas crianças gaguejam, mas com o passar dos anos, com a aquisição completa da fala, a gagueira desaparece. A gagueira tende a desaparecer até os 4 anos de idade. No entanto, alguns casos devem ser avaliados precocemente, principalmente, quando há casos de gagueira na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na faixa etária de dois a&nbsp;três anos e meio de idade, muitas crianças gaguejam, mas com o passar dos anos, com a aquisição completa da fala, a gagueira desaparece. A gagueira tende a desaparecer até os 4 anos de idade. No entanto, alguns casos devem ser avaliados precocemente, principalmente, quando há casos de gagueira na família ou gagueira repentina em função de um acontecimento na vida da criança, que marque negativamente sua vida ou trague alguma ansiedade para ela.</p>



<p>No entanto, uma porcentagem dessas crianças que gagueja na infância não recupera a fluência. Muitas crianças possuem disfluência normal quando estão na aquisição da fala, entretanto a maioria delas a supera. No caso das crianças que não superam, é necessária a terapia de gagueira, que é feita com os fonoaudiólogos.</p>



<p>Essa desordem não possui cura, mas existem tratamentos eficazes que promovem a fluência da fala, ou seja, um controle na execução da fala/comunicação em situações de vida diária.</p>



<p>Para o tratamento da gagueira procure um fonoaudiólogo. Atualmente, existem inúmeros recursos e abordagens para o tratamento da gagueira: Desde o lúdico até a utilização de equipamentos eletrônicos para controle dela.</p>



<p>A terapia de gagueira&nbsp;possui uma grande importância&nbsp;no dia a dia e nas vivências das crianças; sendo também de fundamental base para a criação de estratégias de comunicação, permitindo a amenização da desordem e não a cura. Sendo assim, pais e professores precisam compreender sobre o impacto da gagueira na vida delas.</p>



<p>Abaixo, algumas dicas para pessoas que convivem com esse problema:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Falar com a criança devagar, pausando frequentemente. Esperar alguns segundos quando a criança termina de falar para você iniciar.</li>



<li>Reduzir o número de perguntas.</li>



<li>Usar expressão facial e outras linguagens corporais para conduzir a conversa.</li>



<li>Separe alguns minutos para você dar uma atenção individual e especial para a criança.</li>



<li>Ajudar os membros da família a ter paciência para escutá-la.</li>



<li>Observar a sua interação com a criança, evitando crítica, interrupções, falar rápido e muitas questões.</li>



<li>Sobretudo, buscar aceitar a criança e investir para que ela se aceite.</li>
</ol>



<p>Não se esqueça do mais importante: Procure seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estimulando a criança de 0 a 4 meses: Para todo tipo de crianças!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/estimulando-a-crianca-de-0-a-4-meses-para-todo-tipo-de-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[É importante que os pais tenham conhecimento da necessidade da criança brincar, porque é através do brinquedo que ela vai desenvolver a percepção de espaço, formas e os conceitos que futuramente usará na escola. O brinquedo favorece o relacionamento da criança com o ambiente, a criatividade e a autoconfiança. A criança de 0 a 4 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É importante que os pais tenham conhecimento da necessidade da criança brincar, porque é através do brinquedo que ela vai desenvolver a percepção de espaço, formas e os conceitos que futuramente usará na escola. O brinquedo favorece o relacionamento da criança com o ambiente, a criatividade e a autoconfiança.</p>



<p>A criança de 0 a 4 meses, se interessam por brinquedos no berço e constituem uma fonte de estímulo visual.&nbsp;Uma dica é trocar&nbsp;a posição dos brinquedos de tempos em tempos (três em&nbsp;três&nbsp;semanas), o bebê reclinado (4 meses), ele poderá tocar com as mãos ou pés brinquedos que produzam sons. A criança pouco a pouco aprenderá que o som acontece quando ela encosta no objeto. Nesta fase sons contínuos como o de uma caixinha de música, são estimulantes para o desenvolvimento de novas conexões no cérebro da criança.</p>



<p>Se seu filho apresenta pouco movimento e aparentemente é mais &#8220;paradinho&#8221; que a maioria das crianças; você poderá praticar algumas atividades que poderão fortalecer sua postura e seu equilíbrio. Mas, lembrando, tenha sempre o suporte se sua equipe de estimulação para estar sempre ao seu lado. as dicas são:</p>



<p>Chame sua atenção com um som, fazendo-o virar a cabeça para um lado e depois para o outro. Como o bebê ainda está desenvolvendo a visão, brinquedos de cores fortes, como vermelho e amarelo, são os mais indicados.</p>



<p>Outra forma de estimulá-lo nesta posição, é passar uma esponja de textura macia e outra mais áspera na nuca do bebê. Assim ele sentirá melhor os músculos do pescoço que têm que contrair para mover a cabeça</p>



<p>Com seu bebê de barriga para cima, faça-a rolar lentamente para um lado e outro, olhando objetos coloridos que foram colocados dos dois lados.</p>



<p>Durante todo esse período fale sobre os objetos, cante, converse com seu filho, calmamente. Procure sempre o ouvir e não somente falar. Com certeza seu filho agradecerá.</p>



<p>Dúvidas??? Procure sua fonoaudióloga!!</p>
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		<title>Até que ponto falar rápido é normal?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ate-que-ponto-falar-rapido-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 22:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Rotineiramente nos deparamos com pessoas que falam rápido e nos perguntamos se podem apresentar ou não algum problema em sua fala e  se indicamos que procure ajuda do fonoaudiólogo ou não. Por essas e outras indagações, conversaremos neste artigo, sobre o assunto.      Primeiramente, precisamos saber o que é normal e o que é patológico, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Rotineiramente nos deparamos com pessoas que falam rápido e nos perguntamos se podem apresentar ou não algum problema em sua fala e  se indicamos que procure ajuda do fonoaudiólogo ou não. Por essas e outras indagações, conversaremos neste artigo, sobre o assunto.</p>



<p>     Primeiramente, precisamos saber o que é normal e o que é patológico, ou seja, o que foge do normal e é indicação para terapia fonoaudiológica. Falar rápido não é problema desde que não afete a inteligibilidade da mensagem, isto é, a compreensão da mensagem pelo interlocutor.    </p>



<p>        Quando a pessoa é frequentemente solicitada a repetir o que falou, porque os interlocutores não compreenderam, é possível ser um caso de taquifemia. O taquifêmico não se dá conta de sua locução acelerada, por isso não sofre com seu processo de fluência.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A taquifemia além de apresentar uma fala acelerada, é caracterizada também por supressão de sílabas e até mesmo de palavras, podendo manifestar esses traços na escrita.&nbsp;Conforme o radical grego “taqui”, que significa aceleração, rapidez, geralmente descreve o comportamento do paciente taquifêmico. “Essas alterações, chamadas omissões fonológicas, podem revelar um comportamento no dia-a-dia mais acelerado. Além de tudo, o taquifêmico também transfere essa característica para a escrita, o que torna a letra e o texto também incompreensíveis”.</p>



<p>     Para o diagnóstico da taquifemia, avalia-se a fluência da fala em si, a existência de alterações fonéticas, distorções ou substituições na articulação, o processo de respiração junto à fala, alteração de deglutição e da linguagem. O tratamento é realizado com exercícios locutórios, para que ele passe a falar dentro de um padrão de locução normal, e que, dessa forma, as pessoas possam compreendê-lo. “Para isso, é necessário um acompanhamento frequente de fonoaudiologia, com sessões de uma a duas vezes por semana.</p>



<p>Quer saber mais? Procure seu fonoaudiólogo!!</p>
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			</item>
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		<title>Fala acelerada: Conheça um pouco mais sobre esta alteração</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fala-acelerada-conheca-um-pouco-mais-sobre-esta-alteracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio na velocidade de fala.</p>



<p>A taquifemia é caracterizada pela velocidade  aumentada de fala, prejudicando a compreensão da mensagem falada .</p>



<p>Codificada na &#8220;Classificação Internacional de Doenças&#8221; (CID-10) com os caracteres F98.6; é considerada  um distúrbio ou transtorno de fluência.</p>



<p>A maioria das pessoas com taquifemia refere outros familiares que também apresentam fala rápida (pais, irmãos, tios, primos e/ou avós). Desta forma, há indícios de que a taquifemia seja transmitida geneticamente de geração em geração. As mutações genéticas relacionadas à taquifemia ocasionariam mau funcionamento de áreas do cérebro relacionadas à fala e, principalmente, ao ritmo da fala.</p>



<p>A taquifemia ocorre quatro vezes mais em homens do que em mulheres.Podem ser observadas as seguintes características:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Velocidade muito rápida de fala;</li>



<li>Uma frase emenda na outra no discurso, ao falar, sem respirações ou pausas maiores.</li>



<li>Evita falar e diferentes situações.Evitando situações de leitura, apresentações orais, seminários, responder a lista de presença; dentre outros. Também observamos presença de interjeições, sons de preenchimento, repetições de palavras no sentido de auto correção. Ex: É, é eu fui lá na cidade de Sã &#8211; São Leopoldo, é São Leopolpoldo sim.</li>



<li>Pouca percepção das dificuldades de fala, não reconhecendo o que faz na fala.</li>
</ol>



<p>Entretanto, dois outros sintomas também são obrigatórios para o diagnóstico de taquifemia: aumento considerável no número de hesitações/disfluências comuns e pouca ou nenhuma consciência do distúrbio de fluência. Apesar de não serem sintomas obrigatórios, costumam estar presentes na taquifemia, os seguintes pontos positivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Genético /Hereditário favorável para alterações na linguagem</li>



<li>Troca de letras na fala e/ou na escrita</li>



<li>Dificuldade para encontrar as palavras ao falar e ao escrever</li>



<li>Dificuldades na construção do discurso, coerência e coesão baixa, discurso confuso</li>



<li>Dificuldades de leitura e escrita</li>



<li>Atraso no desenvolvimento de linguagem</li>



<li>Desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade (TDAH).</li>
</ul>



<p>No início do processo de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados,tais como: a motivação, a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo e uma melhor atuação conjunta entre fonoaudiólogo, paciente, família e social.</p>



<p>       O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo, priorizando a redução da velocidade de fala, a diminuição da disfluência e o aumento da inteligibilidade da da mesma. A continuidade do trabalho em casa é fundamental e de suma importância.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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