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	<title>Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
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	<item>
		<title>&#8220;Hiperativo&#8221; ou &#8220;Imperativo&#8221;??? &#8211; Descubra a seguir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/hiperativo-ou-imperativo-descubra-a-seguir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente ao falarmos em TDAH, encontramos ainda, muitas pessoas com dúvidas em relação à criança ou ao aluno que não para quieto e que não tem limites no dia a dia; seja na escola, na família ou na sociedade. Para responder a essas questões, uma forma bem objetiva e direta de se responder logo abaixo: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="115" class="elementor elementor-115">
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<p>Atualmente ao falarmos em TDAH, encontramos ainda, muitas pessoas com dúvidas em relação à criança ou ao aluno que não para quieto e que não tem limites no dia a dia; seja na escola, na família ou na sociedade.</p>



<p>Para responder a essas questões, uma forma bem objetiva e direta de se responder logo abaixo:</p>



<p><em>Sintomas relacionados à desatenção:</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>não prestar atenção a detalhes;</li>



<li>ter dificuldade para concentrar-se;</li>



<li>não prestar atenção ao que lhe é dito;</li>



<li>ter dificuldade em seguir regras e instruções;</li>



<li>desvia a atenção com outras atividades;</li>



<li>não terminar o que começa;</li>



<li>ser desorganizado;</li>



<li>evitar atividades que exijam um esforço mental continuado;</li>



<li>perder coisas importantes;</li>



<li>distrair-se facilmente com coisas alheias ao que está fazendo;</li>



<li>esquecer compromissos e tarefas.</li>



<li>Problemas financeiros,</li>



<li>Tarefas complexas se tornam entediantes e ficam esquecidas</li>



<li>Dificuldade em fazer planejamento de curto ou de longo prazo</li>
</ul>



<p><em>&nbsp;Os sintomas relacionados à hiperatividade/impulsividade</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;</li>



<li>não permanecer sentado por muito tempo;</li>



<li>pular, correr excessivamente em situações inadequadas;</li>



<li>sensação interna de inquietude;</li>



<li>ser barulhento em atividades lúdicas;</li>



<li>ser muito agitado;</li>



<li>falar em demasia;</li>



<li>responder às perguntas antes de concluídas;</li>



<li>ter dificuldade de esperar sua vez;</li>



<li>intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.</li>
</ul>



<p>Para se diagnosticar um caso de TDAH é necessário que o indivíduo em questão apresente pelo menos seis dos sintomas de desatenção e/ou seis dos sintomas de hiperatividade; além disso os sintomas devem manifestar-se em pelo menos dois ambientes diferentes e por um período superior a seis meses.</p>



<p>Se ainda persistirem dúvidas procure seu fonoaudiólogo!!!</p>
								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Um norte em Dislexia – A visão da fonoaudiologia aos professores, pais e pacientes</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/um-norte-em-dislexia-a-visao-da-fonoaudiologia-aos-professores-pais-e-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 22:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A dislexia é caracterizada como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, com maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica. Como critério de exclusão, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A dislexia é caracterizada como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, com maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.</p>



<p>Como critério de exclusão, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.</p>



<p>Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar que inclui inúmeros profissionais;dentre eles: Neurologista, oftalmologista, Fonoaudiólogo, psicólogo.         </p>



<p><strong><em>Existem alguns critérios que nos mostram a probabilidade de um indivíduo ser portador de Dislexia, em diferentes etapas de sua vida. Segue-se a seguir:</em></strong> </p>



<p><strong><em>Pré-Escola, pré-alfabetização: </em></strong>Criança que demorou para falar e ainda apresenta algumas trocas na fala.Pronunciação constantemente errada de algumas sílabas. Crescimento lento do vocabulário, falando poucas palavras, por aprender novas palavras mais lentamente que as demais crianças.Dificuldade em aprender cores, números e copiar seu próprio nome. Falta de habilidade para tarefas motoras finas (abotoar, amarrar sapato, &#8230;) Não conseguir narrar uma história conhecida em sequência correta (início, meio e fim)<strong><em> </em></strong></p>



<p><strong><em>Dificuldades encontradas no início da Alfabetização: </em></strong>Dificuldades em aprender o alfabetoparar e seqüenciar, verbalmente ou auditivamente, os sons (ex: p – a – t – o )Dificuldades para discriminar fonemas de sons semelhantes: t /d; &#8211; g / j; &#8211; p / b.,Dificuldades na diferenciação de letras com orientação espacial: d /b ;- d / p; &#8211; n /u; &#8211; m / u pequenas diferenças gráficas: e / a;- j / i;- n / m;- u /v</p>



<p>Apresenta dificuldades nas habilidades auditivas – rimas (Cantar músicas em seqüências com início,meio e final). Não possui ou possui orientação temporal incompleta (ontem – hoje – amanhã, dias da semana, meses do ano; aprender o alfabeto)Não consegue obter orientação espacial de forma natural (lateralidade difusa, confunde a direita e esquerda, embaixo, em cima) execução da letra cursiva.Sempre com déficits significativos. Dificuldades na preensão e pressão do lápis, favorecendo o desenvolvimento da disgrafia. <strong><em>  </em></strong></p>



<p><strong><em>Ensino fundamental e principais dificuldades mais encontradas:  </em></strong>Leitura silábica, decifratória. Nível de leitura abaixo do esperado para sua série e idade. Dificuldades na soletração de palavras.Leitura em voz alta diante da turma. Substituições, trocas, omissões ,distorções e adições na leitura e escrita. Fragmentação incorreta: o menino joga bola no campo de futebol &#8211; omeninojo gabolaetubol. Planejamento, organização e conseguir terminar as tarefas dentro do tempo. Elaboração de textos escritos, como redação. Dificuldades na interpretação de enunciados de problemas matemáticos e figuras geométricas.Dificuldades em copiar do quadro.</p>



<p><strong><em>Ensino médio e principais dificuldades encontradas</em></strong>: Dificuldade em aprender outros idiomas. Dificuldade em planejar e fazer redações. Dificuldade nas habilidades de memória. Dificuldade de prestar atenção em detalhes ou, ao contrário, atenção demasiada a mínimos detalhes. Criação de subterfúgios para esconder sua dificuldade. Leitura lenta e interpretação pobre. Dificuldade de entender conceitos abstratos.<br><br><strong><em>Ensino Superior / Universitário e  principais dificuldades encontradas:</em></strong> Disgrafia ou ‘letra feia’ diante de letras cursivas. Horários (adiantam-se, chegam tarde ou esquecem). Falta do hábito de leitura. Normalmente tem talentos espaciais (engenheiros, arquitetos, artistas). <em>Mas, as dificuldades e características não param por aí. Consulte seu fonoaudiólogo e veja como poderá te ajudar.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hiperatividade (TDAH)</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/hiperatividade-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 21:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.</p>



<p>É um transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.</p>



<p><em>O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas: </em></p>



<p><em>1) Desatenção<br>2) Hiperatividade-impulsividade</em></p>



<p>O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como &#8220;avoadas&#8221;, &#8220;vivendo no mundo da lua&#8221; e geralmente &#8220;estabanadas&#8221; e com &#8220;bicho carpinteiro&#8221; ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.</p>



<p>Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos (&#8220;colocam os carros na frente dos bois&#8221;). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São frequentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande frequência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.</p>



<p>Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.</p>



<p>O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios). Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.</p>



<p>Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais frequente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).</p>



<p>Mas existem inúmeras supostas causas, desde problemas na gestação até exposição ao chumbo. Todas em estudo. Mas uma coisa é certa, o tratamento deve ser sempre multidisciplinar envolvendo neurologistas, psiquiatras, fonoaudiólogos, psicólogos, escola e família.</p>



<p>A fonoaudiologia auxiliará o paciente na organização do sujeito em si e das atividades que o mesmo irá desenvolver. O trabalho fonoaudiológico enfocará as dificuldades do sujeito no processo de aprendizagem da linguagem escrita e os processos que envolvem atenção e concentração.</p>



<p>Sendo assim, procure o profissional mais perto de você!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dislexia: Ter ou não ter &#8211; Eis a questão!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/dislexia-ter-ou-nao-ter-eis-a-questao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 16:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
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					<description><![CDATA[A dislexia não é o resultado de má alfabetização, métodos de ensino inadequados, desatenção, desmotivação, problemas psicológicos gerados por uma situação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico. Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A dislexia não é o resultado de má alfabetização, métodos de ensino inadequados, desatenção, desmotivação, problemas psicológicos gerados por uma situação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.</p>



<p>Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais,por receberem informações sobre o caso; à escola para adotar a melhor conduta e saber conviver melhor com o problema e à própria criança.</p>



<p>Se a criança &nbsp;apresentar alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional e escolar</p>



<p>Abaixo, alguns indícios que poderão chamara atenção para o quadro da dislexia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);</li>



<li>Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;<br>Desatenção e dispersão;</li>



<li>Dificuldade em copiar de livros e da lousa;<br>Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);</li>



<li>Desorganização geral, podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;</li>



<li>Confusão entre esquerda e direita;</li>



<li>Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas;</li>



<li>Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;</li>



<li>Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados;</li>



<li>Dificuldades em decorar seqüências, como meses do ano, alfabeto, tabuada;</li>



<li>Dificuldade na matemática e desenho geométrico;</li>



<li>Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias)</li>



<li>Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;</li>



<li>Problemas de conduta como: depressão, timidez excessiva ou o ‘’palhaço’’ da turma;</li>



<li>Bom desempenho em provas orais.</li>
</ul>



<p>O diagnóstico e o tratamento envolvem uma equipe formada em sua base por: Neurologistas, fonoaudiólogos, geneticistas, psicólogos; dentre outros.</p>



<p>Já na pré-escola já é possível à observação de indícios que nos direcionem a existência da dislexia. Portanto, o diagnóstico preciso e com certeza, apenas na fase escolar.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teste de TDAH</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/teste-de-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 16:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
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		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[Se os itens de desatenção da parte A (1 a 9) E/OU os itens de hiperatividade-impulsividade da parte B (1 a 9) tiver várias respostas marcadas como Frequentemente ou Muito Frequentemente, existem chances do indivíduo ser portador de TDAH (pelo menos 4 em cada uma das partes). Não podemos esquecer que outros critérios são necessários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se os itens de desatenção da parte A (1 a 9) E/OU os itens de hiperatividade-impulsividade da parte B (1 a 9) tiver várias respostas marcadas como Frequentemente ou Muito Frequentemente, existem chances do indivíduo ser portador de TDAH (pelo menos 4 em cada uma das partes).</p>



<p>Não podemos esquecer que outros critérios são necessários para se fazer o diagnóstico. Por isso é muito importante saber que não podemos fazer diagnóstico de TDAH apenas com os sintomas descritos no ASRS-18.</p>



<p>Outros critérios precisam ser levados em conta como:</p>



<p>Critério A: Sintomas do questionário.</p>



<p>Critério B: Alguns desses sintomas devem estar presentes desde precocemente (para adultos, antes dos 12 anos).</p>



<p>Critério C: Existem problemas causados pelos sintomas acima em pelo menos 2 contextos diferentes (por ex., no trabalho, na vida social, na faculdade e no relacionamento conjugal ou familiar).</p>



<p>Critério D: Há problemas evidentes por conta dos sintomas.</p>



<p>Critério E: Se existe um outro problema (tal como depressão, deficiência mental, psicose, etc.), os sintomas não podem ser atribuídos exclusivamente a ele.</p>



<p>Entretanto, existem outros sintomas comuns observados com freqüência na prática clínica diária e que não constam na lista de sintomas do DSM-IV, como os listados abaixo:</p>



<p>1- Baixa auto-estima.</p>



<p>É comum adolescentes e adultos com TDAH terem uma impressão muito ruim sobre si mesmos. Eles têm a impressão correta de que não desenvolveram todo o seu potencial. Notam que são diferentes, que não conseguem acompanhar o grupo na escola pela desatenção, inquietude, irritabilidade e impulsividade, sendo geralmente vítimas de retaliação ou apelidos. Eles geralmente têm depressão, o que aumenta mais a baixa auto-estima. Muitos adultos não têm uma capacidade bem desenvolvida de perceber a si mesmos, com uma impressão que não condiz com a realidade.</p>



<p>2- Sonolência diurna.</p>



<p>Mesmo após uma boa noite de sono. É visto em crianças, jovens e adultos e a família fica surpresa como pessoas tão agitadas conseguem dormir como pedra , até no banco de trás do carro, por exemplo.</p>



<p>3- Pavio curto.</p>



<p>A capacidade de não explodir ou de não engolir sapo mesmo quando estas atitudes seriam necessárias, fica muito diminuída pela impulsividade e irritabilidade que o TDAH acarreta.</p>



<p>4- Necessidade de ler mais de uma vez para fixar o que leu.</p>



<p>Fazem uma leitura automática , ou seja, lêem sem entender a idéia global ou sem memorizar os temas importantes, apesar de compreenderem as palavras.</p>



<p>5- Dificuldade em levantar e se ativar para começar o dia.</p>



<p>6- Adiamento crônico das coisas.</p>



<p>7- Mudança de interesse o tempo todo. No início, as coisas são muito empolgantes e interessantes e logo se tornam chatas.</p>



<p>8- Intolerância a situações monótonas ou repetitivas.</p>



<p>9- Busca freqüente por coisas estimulantes, diferentes (buscadores crônicos)</p>



<p>10- Variações freqüentes de humor.</p>



<p>Russell Barkley, pesquisador de referência mundial em TDAH, descreve em seu recente livro as queixas mais freqüentes de adultos portadores de TDAH :</p>



<p>1) Desempenho escolar/ocupacional fraco relacionado com:</p>



<p>Deficiências na atenção prolongada para leitura, trabalho burocrático, palestras, etc.</p>



<p>Pouca compreensão da leitura</p>



<p>Aborrecimento fácil com tarefas ou materiais tediosos Pouca organização, planejamento e preparação Procrastinação até iminência de prazos Impaciência subjetiva Pouca capacidade de iniciar e manter esforços em tarefas desinteressantes Distração fácil quando o contexto exige concentração Dificuldade para permanecer em um espaço ou contexto confinado, como reuniões prolongadas Impulsividade nas decisões Grande dificuldade para trabalhar sem supervisão Grande dificuldade para escutar instruções com cuidado Pouca capacidade de seguir instruções ou tarefas Mudanças de trabalho impulsivas e freqüentes, demissões freqüentes Baixas notas acadêmicas envolvendo habilidade Atraso freqüente para o trabalho/compromissos Sentido fraco de tempo, uso do tempo deficiente Dificuldade para pensar de forma clara e para usar julgamento sensato Auto-disciplina geralmente fraca Menos capacidade de perseguir objetivos do que outras pessoas</p>



<p>2) Poucas habilidades interpessoais</p>



<p>Dificuldades para fazer amigos.</p>



<p>Problemas maritais significativos, maior probabilidade de se divorciar Comentários impulsivos a outras pessoas Sentimento súbito de raiva ou frustração Abuso verbal para com outras pessoas Descumprimento de compromissos Considerado autocentrado e imaturo pelos outros Não costuma considerar importantes as necessidades ou atividades de outros Pouca capacidade de ouvir Dificuldade para manter amizades ou relacionamentos íntimos</p>



<p>3) Problemas emocionais:</p>



<p>Auto estima baixa Distimia Temperamento impaciente Propensão a perturbação emocional Desmoralização com fracassos crônicos, geralmente desde a infância Transtorno de ansiedade generalizada Pouca regulação das emoções</p>



<p>4) Comportamento anti-social:</p>



<p>Transtorno de personalidade anti-social pleno Dependência/abuso de substâncias Mente e furta com mais freqüência Histórico de agressão física contra outras pessoas Maior probabilidade de realizar atividades ilícitas</p>



<p>5) Problemas com o comportamento adaptativo</p>



<p>Dificuldades crônicas no emprego Geralmente, menos formação educacional do que outras pessoas em seu nível de capacidade cognitiva Dificuldades financeiras, não quitação de contas no prazo, compras impulsivas e dívidas excessivas Maus hábitos na direção, acidentes de trânsito, multas, suspensões carteira com freqüência Considera-se menos adequado na paternidade/maternidade quando tem filhos Dificuldade para organizar/manter a casa.</p>



<p>Pouca capacidade para cuidar do lar</p>



<p>Rotinas pessoais e familiares mais caóticas Menos preocupações com a saúde, descuido com exercícios, dieta, controle peso Estilo de vida sexual mais arriscado Menor chance de usar contraceptivo no ato sexual, maior % gravidez precoce e DST Mais parceiros sexuais que pessoas não portadoras de TDAH (Russell A. Barkley &amp; cols, 2008)</p>



<p>Vemos como são abrangentes os sintomas do TDAH no adulto, o que torna o seu diagnóstico um desafio, exigindo a presença de profissionais experientes para tanto.</p>



<p>Em 2011, talvez já tenhamos os critérios oficiais para o diagnóstico do TDAH em adultos, com o lançamento da DSM-V.</p>



<p>Conclusão:</p>



<p>A investigação científica sugere que os sintomas de TDAH podem persistir na idade adulta, com um impacto significativo nas relações interpessoais, na carreira profissional e mesmo na segurança pessoal dos indivíduos que apresentam esse transtorno. Por ser esse transtorno frequentemente mal compreendido, muitos portadores não são corretamente tratados e, como consequência, nunca chegam a atingir seu potencial máximo.</p>



<p>Em parte, isso se deve ao fato de que esta doença é de difícil diagnóstico, especialmente em adultos. A Escala de Auto-Avaliação de TDAH em Adultos (ASRS V1.1) e seu sistema de classificação foram desenvolvidos em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Grupo de Trabalho sobre TDAH em Adultos, que incluiu a seguinte equipe de psiquiatras e pesquisadores: Lenard Adler, Médico Professor Associado de Psiquiatria e Neurologia Escola Médica da Universidade de Nova York Ronald Kessler, PhD Professor, Departamento de Planejamento de Cuidados de Saúde (Health Care Policy) Escola Médica da Universidade de Harvard Thomas Spencer, Médico Professor Associado de Psiquiatria Escola Médica da Universidade de Harvard A ASRS pode ser usada como um instrumento de diagnóstico de pacientes adultos com TDAH.</p>



<p>As informações provenientes deste diagnóstico poderão indicar a necessidade de uma avaliação clínica mais aprofundada. As perguntas da ASRS V1.1 são compatíveis com os critérios diagnósticos do DSM-IV e referem-se às manifestações dos sintomas de TDAH em adultos. O conteúdo do questionário reflete a importância que o DSM-IV atribui aos sintomas, incapacitação e história clínica para o correto diagnóstico.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como saber se meu filho tem sinais de TDA/H?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/como-saber-se-meu-filho-tem-sinais-de-tda-h-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 16:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[O transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDA/H) vem ocupando espaços importantes, tanto na literatura científica como na literatura leiga. A considerável prevalência do TDA/H entre crianças, adolescentes e adultos, aliada à sutileza com que por vezes se manifesta e aos prejuízos no desempenho individual que pode causar, requer identificação compulsória de seus portadores, uma vez [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDA/H) vem ocupando espaços importantes, tanto na literatura científica como na literatura leiga. A considerável prevalência do TDA/H entre crianças, adolescentes e adultos, aliada à sutileza com que por vezes se manifesta e aos prejuízos no desempenho individual que pode causar, requer identificação compulsória de seus portadores, uma vez que o tratamento é eficaz, melhorando comportamentos e prevenindo comorbidades.</p>



<p>O DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria) dita os parâmetros clínicos para a caracterização do TDA/H. Nele são listados sinais de desatenção e de hiperatividade/impulsividade. Para que possam ser considerados como válidos no indivíduo em análise, tais sinais devem aparecer de forma constante, com duração mínima de 6 meses e não devem estar limitados a uma situação apenas (se ocorre só na escola, por exemplo, um sinal não tem validade). Também é necessário que eles venham trazendo algum prejuízo considerável no desempenho acadêmico/social do indivíduo, prejuízo esse que não possa ser justificado por outra causa médica ou psicológica.</p>



<p>Sinais elencados no DSM-IV:</p>



<p>No <strong>tipo desatento</strong> devem ser encontrados 6 ou mais dos seguintes sinais:<br><br>1. Não enxerga detalhes e faz erros por falta de cuidado<br>2. Tem dificuldade em manter a atenção<br>3. Parece não ouvir quando se fala com ela<br>4. Tem dificuldade em organizar-se<br>5. Não gosta de tarefas que exigem esforço mental prolongado<br>6. Frequentemente perde objetos<br>7. Distrai-se com facilidade<br>8. Apresenta esquecimentos nas atividades rotineiras<br><br>No <strong>tipo hiperativo/impulsivo</strong> devem ser encontrados 6 ou mais dos seguintes sinais:<br><br>1. Inquietação, mexendo as mãos e os pés ou não parando quieta na cadeira<br>2. Tem dificuldade em permanecer sentada<br>3. Corre sem destino (em adultos, sentimento de inquietação)<br>4. Dificuldade em fazer uma atividade quieta ou em silêncio<br>5. Fala excessivamente<br>6. Responde a perguntas antes delas serem formuladas<br>7. Age como se fosse movida a motor<br>8. Tem dificuldade em esperar sua vez<br>9. Interrompe conversas e se intromete<br></p>



<p>É possível que alguns indivíduos apresentem uma combinação de características dos dois grupos, é o chamado <strong>tipo combinado.</strong></p>



<p>Sendo o TDA/H um transtorno dimensional, ou seja, sua expressão individual pode ser desde muito discreta até muito evidente, foram desenvolvidas escalas com pontuação, baseadas nos sinais do DSM-IV. Uma delas, bastante utilizada, é conhecida como SWAN:</p>



<p>Escala de Pontuação SWAN: comparado com seus pares, o quanto seu filho (marque a opção que represente sua impressão)</p>



<p>&nbsp;1. Da bastante atenção para os detalhes e comete poucos erros.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>2. Mantém a atenção em atividades do tipo tarefa ou brincadeira.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>3. Ouve quando falam diretamente com ele.&nbsp;</p>



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<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>4. Segue as instruções e finaliza o trabalho escolar ou o tema de casa.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>5. Organiza suas tarefas e outras atividades.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>6. Engaja-se em tarefas que exigem esforço mental sustentado.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>7. Não esquece dos objetos necessários para suas atividades diárias.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>8. Ignora estímulos não relevantes ao contexto em que se encontra.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>9. Não esquece compromissos rotineiros.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>10. Senta-se e fica parado (controla movimentos de mãos ou pés, ou de torcer-se).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>11. Permanece em sua cadeira (quando as regras da sala de aula ou convenções sociais assim exigem).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>12. Modula sua atividade motora (inibe correrias ou escaladas desnecessárias).</p>



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<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>13. Brinca silenciosamente (mantém aceitável nível de ruídos).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>14. Acomoda-se e descansa (controla atividade constante).</p>



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<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>15. Modula sua atividade verbal (controla fala excessiva).</p>



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<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>16. Em situações de questionamentos, reflete e controla respostas intempestivas.</p>



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<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
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<p>17. Aguarda sua vez (mantém-se no lugar e aceita esperar).</p>



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<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
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<p>18. Participa de conversas e jogos sem interromper ou intrometer-se.</p>



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<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
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<p>Muito menos = 3, Menos = 2, Pouco menos = 1, Igual = 0, Pouco mais = -1, Mais = -2, Muito mais = -3<br>TDA/H combinado (somar itens 1 a 18 e dividir por 18): média = -0,57; DP = 1,63; cutoff para casos severos = 2,11<br>TDA/H desatento (somar itens 1 a 9 e dividir por 9): média = -0,43; DP = 1,76; cutoff para casos severos = 2,48<br>TDA/H hiperativo (somar itens 10 a 18 e dividir por 9): média = -0,72; DP = 1,65; cutoff para casos severos = 2,00<br>Escores: 0,5 = 69,7%; 1,0 = 10,1%; 1,5 = 10,7%; 2,0 = 5,2%; 2,5 = 2,4% e 3,0 = 1,8% dos casos.</p>



<p>Fonte: Definições categorial e dimensional e avaliações dos sintomas do TDA/H: as escalas de SNAP e SWAN. James Swanson et al.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você tem TDAH?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voce-tem-tdah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 17:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[Em adultos, a tabela elaborada pela Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva é bastante apropriada para estabelecer uma hipótese de que você possui TDAH, não dispensa a avaliação multidisciplinar com os profissionais que trabalham com o transtorno. Ela recomenda que sejam consideradas a frequência e a intensidade com as quais as situações ocorrem, devendo-se pensar em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em adultos, a tabela elaborada pela Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva é bastante apropriada para estabelecer uma hipótese de que você possui TDAH, não dispensa a avaliação multidisciplinar com os profissionais que trabalham com o transtorno. Ela recomenda que sejam consideradas a frequência e a intensidade com as quais as situações ocorrem, devendo-se pensar em TDA/H se pelo menos 35 das opções forem positivas:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1° Grupo: Instabilidade da atenção</strong></h3>



<p>1. Desvia facilmente sua atenção do que está fazendo, quando recebe um pequeno estímulo. Um assobio do vizinho é suficiente para interromper uma leitura.</p>



<p>2. Tem dificuldade em prestar atenção à fala dos outros. Numa conversa com outra pessoa tende a captar apenas &#8220;pedaços&#8221; soltos do assunto.</p>



<p>3. Desorganização cotidiana. Tende a perder objetos (chaves, celular, canetas, papéis), atrasar-se ou faltar a compromissos, esquecer o dia de pagamento das contas (luz, gás, telefone, seguro).</p>



<p>4. Freqüentemente apresenta &#8220;brancos&#8221; durante uma conversa. A pessoa está explicando um assunto e no meio da fala esquece o que ia dizer.</p>



<p>5. Tendência a interromper a fala do outro. No meio de uma conversa lembra de algo e fala sem esperar o outro completar seu raciocínio.</p>



<p>6. Costuma cometer erros de fala, leitura ou escrita. Esquece uma palavra no meio de uma frase ou pronuncia errado palavras longas como &#8220;cineangiocoronariografia&#8221;.</p>



<p>7. Presença de hiperfoco (concentração intensa em um único assunto num determinado período). Um TDA/H pode ficar horas a fio no computador sem se dar conta do que acontece ao seu redor.</p>



<p>8. Dificuldade de permanecer em atividades obrigatórias de longa duração. Participar como ouvinte de uma palestra em que o tema não seja motivo de grande interesse e não o faça entrar em hiperfoco.</p>



<p>9. Interrompe tarefas no meio. Um TDA/H freqüentemente não lê um artigo de revista até o fim, ou ouve um CD inteiro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2° Grupo: Hiperatividade física e/ou mental</strong></h3>



<p>10. Dificuldade em permanecer sentado por muito tempo. Durante uma palestra ou sessão de cinema costuma mexer-se o tempo todo na tentativa de permanecer em seu lugar.</p>



<p>11. Está sempre mexendo com os pés ou as mãos. São os indivíduos que têm os pés &#8220;nervosos&#8221;, girando suas cadeiras de trabalho, ou que estão sempre com suas mãos ocupadas, pegando objetos, desenhando em papéis ou ainda ajeitando suas roupas ou seus cabelos.</p>



<p>12. Constante sensação de inquietação ou ansiedade. Um TDA/H sempre tem a sensação de que tem algo a fazer ou pensar, de que alguma coisa está faltando.</p>



<p>13. Tendência a estar sempre ocupado com alguma problemática em relação a si ou com os outros. São as pessoas que ficam &#8220;remoendo&#8221; sobre suas falhas cometidas, ou ainda sobre os problemas de amigos ou conhecidos.</p>



<p>14. Costuma fazer várias coisas ao mesmo tempo. É a pessoa que lê e vê TV ou ouve música simultaneamente.</p>



<p>15. Envolve-se em vários projetos ao mesmo tempo. Um exemplo é a pessoa que tem várias ideias simultaneamente e acaba por não levar a cabo nenhuma delas em função desta dispersão.</p>



<p>16. Às vezes se envolve em situações de alto risco em busca de estímulos fortes, como dirigir em alta velocidade.</p>



<p>17. Frequentemente fala sem parar, monopolizando as conversas em grupo. É a pessoa que fala sem se dar conta de que as outras estão tentando emitir suas opiniões (além de não se dar conta do impacto que o conteúdo do seu discurso pode estar causando a outras pessoas).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3° Grupo: Impulsividade</strong></h3>



<p>18. Baixa tolerância à frustração. Quando quer algo não consegue esperar, se lança impulsivamente numa tarefa, mas, como tudo na vida requer tempo, tende a se frustrar e desanimar facilmente.</p>



<p>19. Costuma responder a alguém antes que este complete a pergunta. Não consegue conter o impulso de responder ao primeiro estímulo criado pelo início de uma pergunta.</p>



<p>20. Costuma provocar situações constrangedoras, por falar o que vem à mente sem filtrar o que vai ser dito. Durante uma discussão, um TDA/H pode deixar escapar ofensas impulsivas.</p>



<p>21. Impaciência marcante no ato de esperar ou aguardar por algo. Filas, telefonemas, atendimento em lojas ou restaurantes podem ser uma tortura.</p>



<p>22. Impulsividade para comprar, sair de empregos, romper relacionamentos, praticar esportes radicais, comer, jogar etc. É aquela pessoa que rompe um relacionamento várias vezes e volta logo depois, arrependida.</p>



<p>23. Reage irrefletidamente às provocações, críticas ou rejeição. É o tipo de pessoa que explode de raiva ao sentir-se rejeitada.</p>



<p>24. Tendência a não seguir regras ou normas preestabelecidas. Um exemplo seria o trabalhador que teima em não usar equipamentos de segurança, apesar de saber da importância destes.</p>



<p>25. Compulsividade. Na realidade a compulsão ocorre pela repetição constante dos impulsos, os quais, com o tempo, passam a fazer parte da vida dessas pessoas, como as compulsões por compras, jogos, alimentação etc.</p>



<p>26. Sexualidade instável. Tende a apresentar períodos de grande impulsividade sexual alternados com fases de baixo desejo.</p>



<p>27. Ações contraditórias. Um TDA/H é capaz de ter uma explosão de raiva por causa de um pequeno detalhe (por mexerem em sua mesa de trabalho, por exemplo) numa hora, e poucos momentos mais tarde, ser capaz de uma grande demonstração de afeto, através de um belo cartão, flores ou um carinho explícito. Ou ainda ser um homem arrojado e moderno no trabalho e, ao mesmo tempo, tradicional e conservador no âmbito familiar e afetivo.</p>



<p>28. Hipersensibilidade. O TDA/H costuma melindrar-se facilmente. Uma simples observação desfavorável sobre a cor de seus sapatos é suficiente para deixá-lo internamente arrasado, sentindo-se inadequado.</p>



<p>29. Hiper-reatividade. Essa é uma característica que faz com que o TDAH se contagie facilmente com os sentimentos dos outros. Pode ficar profundamente triste ao ver alguém chorar, mesmo sem saber o motivo, ao mesmo tempo que pode ficar muito agitado ou irritado em ambientes barulhentos ou em presença de multidão.</p>



<p>30. Tendência a culpar os outros. Um TDAH muitas vezes poderá culpar outra pessoa por seus fracassos e erros, como o aluno que culpa o colega de turma por ter errado em uma questão da prova, já que este colega estava cantarolando baixinho na hora.</p>



<p>31. Mudanças bruscas e repentinas de humor (instabilidade de humor). O TDAH costuma mudar de humor rapidamente, várias vezes no mesmo dia, dependendo dos acontecimentos externos ou ainda de seu estado cerebral, uma vez que o cérebro do TDAH pode entrar em exaustão, prejudicando a modulação do seu estado de humor.</p>



<p>32. Tendência a ser muito criativo e intuitivo. O impulso criativo do TDAH é talvez a maior de suas virtudes. Pode se manifestar nas mais diversas áreas do conhecimento humano.</p>



<p>33. Tendência ao &#8220;desespero&#8221;. Quando um TDAH se vê diante de uma dificuldade, seja ela de qualquer ordem, ele tende a vê-la como algo impossível de ser transposto e com isso sente-se tomado por uma grande sensação de incapacidade. Sua primeira reação é o &#8220;desespero&#8221;. Só mais tarde consegue raciocinar e constatar o verdadeiro &#8220;peso&#8221; que o problema tem. Isso ocorre porque seu cérebro apresenta dificuldades em acionar uma parte da memória chamada funcional, cujo objetivo é trazer à mente situações vividas no passado e utilizá-las como instrumentos capazes de ajudar a encontrar saídas para as mais diversas problemáticas. Essa memória funcional parece ser bloqueada pela ativação precoce da impulsividade que, nesse tipo de pessoa, encontra-se hiperacionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4° Grupo: Sintomas secundários</strong></h3>



<p>34. Tendência a ter um desempenho profissional abaixo do esperado para sua real capacidade.</p>



<p>35. Baixa auto-estima. Em geral o TDA/H sofre desde muito cedo uma grande carga de repreensões e críticas negativas. Sem compreender o porquê disso, ele tende, com o passar do tempo, a ver-se de maneira depreciativa e passa a ter como referência pessoas externas e não ele próprio.</p>



<p>36. Dependência química. Pode ocorrer como conseqüência do uso abusivo e impulsivo de drogas durante vários anos.</p>



<p>37. Depressões freqüentes. Ocorrem em geral por uma exaustão cerebral associada às frustrações provenientes de relacionamentos malsucedidos e fracassos profissionais e sociais.</p>



<p>38. Intensa dificuldade em manter relacionamentos afetivos, conforme será visto na parte referente à dificuldade afetiva dos TDA/Hs.</p>



<p>39. Demora excessiva para iniciar ou executar algum trabalho. Tais fatos ocorrem pela combinação nada produtiva de desorganização aliada a uma grande insegurança pessoal.</p>



<p>40. Baixa tolerância ao estresse. Toda situação de estresse leva a um desgaste intenso da atividade cerebral. No caso de um cérebro TDA/H, esse desgaste apresentar-se-á de maneira mais marcante.</p>



<p>41. Tendência a apresentar um lado &#8220;criança&#8221; que aparecerá, por toda a vida, na forma de brincadeiras, humor refinado, caprichos, pensamentos mágicos e intensa capacidade de fantasiar fatos e histórias.</p>



<p>42. Tendência a tropeçar, cair ou derrubar objetos. Isso ocorre em função da dificuldade do TDA/H de concentrar-se nos atos e de controlar ou coordenar a intensidade de seus movimentos.</p>



<p>43. Tendência a apresentar uma caligrafia de difícil entendimento.</p>



<p>44. Tensão pré-menstrual muito marcada. Ao que tudo indica, em função das alterações hormonais durante esse período, que intensificam os sintomas do TDA/H. A retenção de líquido que ocorre durante os dias que antecedem a menstruação parece ser um dos fatores mais importantes.</p>



<p>45. Dificuldade em orientação espacial. Encontrar o carro no estacionamento do shopping quase sempre é um desafio para um TDA/H.</p>



<p>46. Avaliação temporal prejudicada. Esperar por um TDA/H pode ser algo muito desagradável, pois em geral sua noção de tempo nunca corresponde ao tempo real.</p>



<p>47. Tendência à inversão dos horários de dormir. Em geral adormece e desperta tardiamente, por isso alguns deles acabam viciando-se em algum tipo de hipnótico.</p>



<p>48. Hipersensibilidade a ruídos, principalmente se repetitivos.</p>



<p>49. Tendência a exercer mais de uma atividade profissional, simultânea ou não.</p>



<p>E, finalmente, o último critério, que não se enquadra em nenhum dos quatro grupos de sintomas, mas tem sua relevância confirmada pelos estudos que apontam participação genética marcante na gênese do TDA/H:</p>



<p>50. História familiar positiva para TDA/H.</p>



<p>Fonte: http://www.neurosapiens.com/ache.htm</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como saber se meu filho tem sinais de TDA/H?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/como-saber-se-meu-filho-tem-sinais-de-tda-h/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 14:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[O transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDA/H) vem ocupando espaços importantes, tanto na literatura científica como na literatura leiga. A considerável prevalência do TDA/H entre crianças, adolescentes e adultos, aliada à sutileza com que por vezes se manifesta e aos prejuízos no desempenho individual que pode causar, requer identificação compulsória de seus portadores, uma vez [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDA/H) vem ocupando espaços importantes, tanto na literatura científica como na literatura leiga. A considerável prevalência do TDA/H entre crianças, adolescentes e adultos, aliada à sutileza com que por vezes se manifesta e aos prejuízos no desempenho individual que pode causar, requer identificação compulsória de seus portadores, uma vez que o tratamento é eficaz, melhorando comportamentos e prevenindo comorbidades.</p>



<p>O DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria) dita os parâmetros clínicos para a caracterização do TDA/H. Nele são listados sinais de desatenção e de hiperatividade/impulsividade. Para que possam ser considerados como válidos no indivíduo em análise, tais sinais devem aparecer de forma constante, com duração mínima de 6 meses e não devem estar limitados a uma situação apenas (se ocorre só na escola, por exemplo, um sinal não tem validade). Também é necessário que eles venham trazendo algum prejuízo considerável no desempenho acadêmico/social do indivíduo, prejuízo esse que não possa ser justificado por outra causa médica ou psicológica.</p>



<p>Sinais elencados no DSM-IV:</p>



<p>No <strong>tipo desatento</strong> devem ser encontrados 6 ou mais dos seguintes sinais:<br><br>1. Não enxerga detalhes e faz erros por falta de cuidado<br>2. Tem dificuldade em manter a atenção<br>3. Parece não ouvir quando se fala com ela<br>4. Tem dificuldade em organizar-se<br>5. Não gosta de tarefas que exigem esforço mental prolongado<br>6. Frequentemente perde objetos<br>7. Distrai-se com facilidade<br>8. Apresenta esquecimentos nas atividades rotineiras<br><br>No <strong>tipo hiperativo/impulsivo</strong> devem ser encontrados 6 ou mais dos seguintes sinais:<br><br>1. Inquietação, mexendo as mãos e os pés ou não parando quieta na cadeira<br>2. Tem dificuldade em permanecer sentada<br>3. Corre sem destino (em adultos, sentimento de inquietação)<br>4. Dificuldade em fazer uma atividade quieta ou em silêncio<br>5. Fala excessivamente<br>6. Responde a perguntas antes delas serem formuladas<br>7. Age como se fosse movida a motor<br>8. Tem dificuldade em esperar sua vez<br>9. Interrompe conversas e se intromete<br></p>



<p>É possível que alguns indivíduos apresentem uma combinação de características dos dois grupos, é o chamado <strong>tipo combinado.</strong></p>



<p>Sendo o TDA/H um transtorno dimensional, ou seja, sua expressão individual pode ser desde muito discreta até muito evidente, foram desenvolvidas escalas com pontuação, baseadas nos sinais do DSM-IV. Uma delas, bastante utilizada, é conhecida como SWAN:</p>



<p>Escala de Pontuação SWAN: comparado com seus pares, o quanto seu filho (marque a opção que represente sua impressão)</p>



<p>&nbsp;1. Da bastante atenção para os detalhes e comete poucos erros.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>2. Mantém a atenção em atividades do tipo tarefa ou brincadeira.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>3. Ouve quando falam diretamente com ele.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>4. Segue as instruções e finaliza o trabalho escolar ou o tema de casa.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>5. Organiza suas tarefas e outras atividades.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>6. Engaja-se em tarefas que exigem esforço mental sustentado.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>7. Não esquece dos objetos necessários para suas atividades diárias.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>8. Ignora estímulos não relevantes ao contexto em que se encontra.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>9. Não esquece compromissos rotineiros.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>10. Senta-se e fica parado (controla movimentos de mãos ou pés, ou de torcer-se).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>11. Permanece em sua cadeira (quando as regras da sala de aula ou convenções sociais assim exigem).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>12. Modula sua atividade motora (inibe correrias ou escaladas desnecessárias).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>13. Brinca silenciosamente (mantém aceitável nível de ruídos).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>14. Acomoda-se e descansa (controla atividade constante).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>15. Modula sua atividade verbal (controla fala excessiva).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>16. Em situações de questionamentos, reflete e controla respostas intempestivas.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>17. Aguarda sua vez (mantém-se no lugar e aceita esperar).</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>18. Participa de conversas e jogos sem interromper ou intrometer-se.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Muito menos do que a média</li>



<li>Menos do que a média</li>



<li>Pouco menos do que a média</li>



<li>Como a média</li>



<li>Pouco mais do que a média</li>



<li>Mais do que a média</li>



<li>Muito mais do que a média</li>
</ol>



<p>Muito menos = 3, Menos = 2, Pouco menos = 1, Igual = 0, Pouco mais = -1, Mais = -2, Muito mais = -3<br>TDA/H combinado (somar itens 1 a 18 e dividir por 18): média = -0,57; DP = 1,63; cutoff para casos severos = 2,11<br>TDA/H desatento (somar itens 1 a 9 e dividir por 9): média = -0,43; DP = 1,76; cutoff para casos severos = 2,48<br>TDA/H hiperativo (somar itens 10 a 18 e dividir por 9): média = -0,72; DP = 1,65; cutoff para casos severos = 2,00<br>Escores: 0,5 = 69,7%; 1,0 = 10,1%; 1,5 = 10,7%; 2,0 = 5,2%; 2,5 = 2,4% e 3,0 = 1,8% dos casos.</p>



<p>Fonte: Definições categorial e dimensional e avaliações dos sintomas do TDA/H: as escalas de SNAP e SWAN. James Swanson et al.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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