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	<title>Neurologia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>Neurologia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
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	<item>
		<title>Síndrome de Guillain-Barré: conhecer para agir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sindrome-de-guillain-barre-conhecer-para-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré??? A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&#160;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, [&#8230;]]]></description>
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<p>Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré???</p>



<p>A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&nbsp;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, diminuição do tônus muscular e consequentemente, também dos reflexos e da funcionalidade da musculatura envolvida.</p>



<p>O início da doença é antecedido por uma infecção de vias respiratórias altas (nariz, faringe, laringe), de gastroenterite aguda até uma perda de sensibilidade e força dos membros e posteriormente podendo atingir a musculatura de expressões faciais, mastigação, deglutição e voz.</p>



<p>Paciente queixa e não ter  coordenação dos músculos durante a articulação dos fonemas, (ficando os mesmos mais lentos em execução, musculatura pesada, sem ritmo) dificuldade para mastigar, (cansaço, lentidão, incoordenação dos movimentos, diminuição da sensibilidade, resíduo alimentar em cavidade oral) deglutição com alterações, (tosses, engasgos, dificuldades para determinados alimentos) alterações na voz, (perda de potência, projeção e cansaço ao falar) alterações na mímica facial (dificuldades para expressar sentimentos, emoções).</p>



<p>O objetivo da terapia fonoaudiológica é restabelecer o tônus e a mobilidade da musculatura orofacial, adaptação da válvula de fala quando necessária; auxiliar no desmame da ventilação mecânica também quando ele possui, restabelecimento da comunicação e das funções estomatognáticas e acima mencionadas.</p>



<p>Por isso, a avaliação fonoaudiológica para o auxílio nas dificuldades acima mencionadas são fundamentais.</p>



<p>• O prognóstico é favorável com reversibilidade completa ocorre em 60% dos casos, mas, 10% chegam a óbito A maioria das pessoas acometidas se recuperam em três meses após iniciados os sintomas. por isso, a intervenção precoce é muito importante multiplicativamente falando.</p>



<p>Se você foi diagnosticado com Guillain-Barré, não espere, a intervenção assim que se descobre é fundamental para a melhora do paciente.</p>



<p>Quer saber mais?  Estamos ao seu lado. Agende conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doença de Huntington &#8211; A doença da idade adulta</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/doenca-de-huntington-a-doenca-da-idade-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 22:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos [&#8230;]]]></description>
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<p>A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos citosina, adenina e guanina (CAG), responsáveis pela codificação da glutamina. Na pessoa sã a sequência CAG é encontrada com repetições menores que 20; já em pessoas portadoras da doença de Huntington há sempre mais de 36 repetições, tornando assim o gene defeituoso. Os primeiros sintomas surgem em decorrência da perda progressiva de células nervosas que ficam em uma parte específica do cérebro, os gânglios de base.</p>



<p>Por ser uma doença neurológica, as principais características apresentadas pelos pacientes são os problemas motores e mentais. Além da coréia, são desenvolvidos problemas como rigidez muscular, disartria e disfagia. Outro sintoma importante é a letargia no raciocínio, sendo que os momentos de instabilidade emocional se tornam constantes. A depressão, pode surgir também. Não possui cura. Entretanto, os sintomas podem ser controlados, por meio de medicamentos neurolépticos e antidepressivos e terapias complementares como: Fono, Fisio. To. e Psicologia. Os principais sintomas que necessitarão de suporte contínuo da equipe terapêutica de estimulação são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Impulsividade</li>



<li>Falta de consciência em relação aos próprios comportamentos e capacidades</li>



<li>Lentidão de pensamento e, muitas vezes, dificuldade em estabelecer uma linha de raciocínio e exprimi-la</li>



<li>Dificuldade de aprendizagem e de guardar novas informações.</li>



<li>Irritabilidade</li>



<li>Tristeza</li>



<li>Apatia emocional</li>



<li>Retraimento social</li>



<li>Insônia</li>



<li>Fadiga e perda de energia</li>



<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Espasmos e outros movimentos involuntários (coreia)</li>



<li>Problemas musculares, como rigidez e contração muscular (distonia)</li>



<li>Movimentos oculares lentos ou anormais</li>



<li>Anormalidades da marcha, problemas de postura e de equilíbrio</li>



<li>Dificuldade para engolir ou falar.</li>
</ul>



<p>Para a disartria, alterações de concentração, memória o Fonoaudiólogo se faz necessário, assim como nas questões que estão relacionadas à disfagia; que melhoram a qualidade de vida do paciente acometido, fazendo com que as funções que o mesmo executa , relacionados à comunicação, memória, alimentação, voz e fala melhorem consideravelmente; após estimulação contínua fonoaudiológica. Exercícios cognitivos diários ajudam a preservar as habilidades mentais reduzindo a perda de memória, percepção e orientação em terapia fonoaudiológica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Emoções como uma das prováveis causas do mal de Parkinson</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/emocoes-como-uma-das-provaveis-causas-do-mal-de-parkinson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 20:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal de Parkinson, doença que&nbsp;<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/Mal-de-Parkinson" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>atinge, em geral, pessoas com idade acima dos 55 anos e tem como causa principal problemas de origem emocional, pessoas que sofrem com ansiedade e angústia, que passam por intensos&nbsp; sofrimentos/ traumas/ dores na alma.</p>



<p>Não adianta apenas tratar os sintomas com remédios. O ideal é saber a causa do problema<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/sofrimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>e agir sobre ela, só assim os sintomas sentidos pelo paciente serão amenizados.</p>



<p>O Tratamento tem seu início com diagnóstico neurológico após exame clínico e exames específicos como tomografias, ressonância magnética; (dentre outros que se fizerem necessários) onde dentre vários achados clínicos, onde a substância negra do cérebro será analisada e verificada se há perda ou não da mesma (relacionando com o quadro de Parkinson).</p>



<p>Após ser diagnosticado o quadro de Parkinson, o paciente deverá entrar com medicamentos específicos para o caso e, também, com o principal; tratamento de reabilitação: Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia ocupacional e Psicologia para melhor suporte de caso. A equipe cuidará para que o paciente não perda suas funções normais de: Falar, andar, organização e expressão de discurso / comunicação vocal, respiração, mímica facial / tiques faciais / disfagia; (Fono), Terapia ocupacional (atividades de vida diária, como por exemplo: paciente que não consegue mais executar tarefas finas como dirigir, pentear cabelo, dirigir, escovar os dentes, dentre outros. A TO cuidará destas funções para que o paciente no venha a perder) Fisioterapia (marcha / andar/ força muscular; dentre outros) e aspectos Psicológicos (depressão, ansiedade do paciente e familiares).</p>



<p>No que se diz respeito aos aspectos emocionais, devemos lembrar que:</p>



<p>&#8220;A dor emocional provoca um aumento na produção de salsolinol, substância que mata as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos. Situações traumáticas, angústia, ansiedade, cobrança excessiva e pessimismo aumentam a produção dessa substância e são grandes indicadores de um possível paciente com Mal de Parkinson&#8221;, conforme descreve o Dr. Cícero Coimbra neurologista da Unifesp, autoridade no assunto.</p>



<p>Agende seu horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um norte para as miopatias mitocondriais&#8230;</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/um-norte-para-as-miopatias-mitocondriais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 14:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[As miopatias mitocondriais formam um grupo de desordens clinicamente heterogêneas que podem afetar múltiplos sistemas além do músculo esquelético. A oftalmoplegia externa crônica progressiva (CPEO) é um tipo de miopatia mitocondrial que tem como características alterações nos movimentos oculares, ptose, podendo ter acometimento da musculatura facial, além de atrofia muscular de membros. A fatigabilidade precoce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As miopatias mitocondriais formam um grupo de desordens clinicamente heterogêneas que podem afetar múltiplos sistemas além do músculo esquelético. A oftalmoplegia externa crônica progressiva (CPEO) é um tipo de miopatia mitocondrial que tem como características alterações nos movimentos oculares, ptose, podendo ter acometimento da musculatura facial, além de atrofia muscular de membros. A fatigabilidade precoce pode ser a queixa principal e claramente desproporcional ao grau de fraqueza e atrofia muscular detectada.</p>



<p>Podemos observar, do ponto de vista&nbsp; fonoaudiológico: alteração na musculatura da mímica facial (expressões faciais), musculatura da mastigação e da deglutição; que se detectadas em conjunto com alterações de fala, linguagem e/ou atraso na escola; estas primeiras (alteração na musculatura da mímica facial &#8211; expressões faciais- , musculatura da mastigação e da deglutição;) serão trabalhadas com maior prioridade; garantindo a qualidade de vida do paciente , reduzindo os riscos de aspiração e óbito do paciente.</p>



<p>Procure seu fonoaudiólogo diante dessas alterações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Miopatia Mitocondrial &#8211; você já ouviu falar?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/miopatia-mitocondrial-voce-ja-ouviu-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 14:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Na miopatia mitocondrial as alterações miopáticas podem ir de mínimas a intensas. A forma mais benigna de miopatia mitocondrial pode causar só fraqueza proximal leve, que tende a ser mais intensa nos membros superiores. Há intolerância ao exercício em quase metade dos pacientes. A progressão é extremamente lenta e o paciente pode levar vida praticamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na miopatia mitocondrial as alterações miopáticas podem ir de mínimas a intensas. A forma mais benigna de miopatia mitocondrial pode causar só fraqueza proximal leve, que tende a ser mais intensa nos membros superiores. Há intolerância ao exercício em quase metade dos pacientes. A progressão é extremamente lenta e o paciente pode levar vida praticamente normal.</p>



<p>No músculo normal, as mitocôndrias estão distribuídas de modo mais ou menos regular entre as miofibrilas, que são os feixes de actina e miosina, de uma fibra muscular.</p>



<p>Na miopatia mitocondrial há aumento do tamanho e/ou do número das mitocôndrias, mais frequentemente de ambos. Basicamente, as mitocôndrias aumentam de tamanho e número por serem funcionalmente ineficientes. Trata-se, de certa forma, de hipertrofia e hiperplasia vicariantes.&nbsp; As causas mais comuns são mutações no DNA mitocondrial.</p>



<p>O diagnóstico de doenças mitocondriais é efetuado observando- se os sinais neurológicos mais característicos de doenças mitocondriais; dividindo-se em três categorias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>combinação de ataxia, convulsões e mioclonias (como no MERRF)</li>



<li>episódios tipo AVC recidivantes, enxaquecas e convulsões (como no MELAS)</li>



<li>retinite pigmentosa com oftalmoplegia e polineuropatia, + atrofia óptica (Leber) ou + surdez (Kearns-Sayre).</li>
</ul>



<p>Achados adjuvantes incluem: demência, acidose láctica, baixa estatura, defeitos de condução cardíaca (como na síndrome de Kearns-Sayre), múltiplos lipomas simétricos, alterações na medula óssea com anemia sideroblástica (síndrome de Person), defeitos nos túbulos renais, endocrinopatias (diabetes, hipotiroidismo, deficiência de hormônio do crescimento).</p>



<p>Na investigação familial, procurar história de doenças na infância, inclusive morte no período neonatal, e de convulsões.&nbsp; Atualmente há testes comerciais para as mutações pontuais mais comuns (3243 e 8344). Dosagem de lactato e piruvato no sangue em repouso e após exercício. Biópsia muscular – ragged red fibers, aspecto do músculo no SDH, COX (citocromo-oxidase) e microscopia eletrônica.&nbsp; Na síndrome de Leigh e em MELAS – TC e RM podem mostrar lesões cerebrais.</p>



<p>O diagnóstico final é clínico e baseado nos antecedentes familiares, testes laboratoriais, e biópsia muscular. Sinais e sintomas isolados como demência, fraqueza muscular, epilepsia, surdez neural, enxaqueca com AVCs, epilepsia mioclônica, cardiomiopatia e baixa estatura devem levantar hipótese de doença mitocondrial no diagnóstico diferencial.</p>



<p>A atuação multidisciplinar torna-se peça-chave para o processo de manutenção e qualidade de vida do paciente portador de miopatia mitocondrial. A atuação fonoaudiológica nas funções neurovegetativas de: mastigação, deglutição/ aspectos relacionadas a disfagia/ aspectos relacionados a aspiração / treinamento de cuidadores, respiração, além dos aspectos de voz, linguagem (oral/ expressão e escrita são fundamentais nestes casos).</p>



<p>Uma boa avaliação, orientação e trabalho contínuo; são fundamentais nestes casos. Procure seu fonoaudiólogo e saiba a melhor conduta a ser adotada para seu caso!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já passou dos 50? Melhor conhecer sobre a Atrofia de Múltiplos Sistemas &#8211; veja como a fonoaudiol</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ja-passou-dos-50-melhor-conhecer-sobre-a-atrofia-de-multiplos-sistemas-veja-como-a-fonoaudiol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A AMS (sigla em inglês) Atrofia de Múltiplos Sistemas, é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala; do ponto de vista fonoaudiológico. Atrofia de múltiplos sistemas (MSA) é uma desordem neurodegenerativa rara, causada pela perda celular em certas áreas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A AMS (sigla em inglês) Atrofia de Múltiplos Sistemas, é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala; do ponto de vista fonoaudiológico.</p>



<p>Atrofia de múltiplos sistemas (MSA) é uma desordem neurodegenerativa rara, causada pela perda celular em certas áreas do cérebro e da medula espinal, provocando uma variedade de sintomas que afetam especialmente as funções do sistema nervoso autónomo e no sistema motor.</p>



<p>Pouco se sabe sobre a patogênese da MSA até os últimos 5 anos. Sabe-se agora a ser caracterizado por amplas gliais inclusões citoplasmáticas (GCIS), que são a marca registrada da doença. Mais recentemente, a misfolded, hiperfosforilada fibrilar α-sinucleína foi identificado como o principal componente de GCIS. A densidade de GCI contendo α-sinucleína correlaciona-se significativamente com a deterioração neuronal e duração da doença. Outra proteína importante, p25α foi encontrado para estimular α-sinucleína in vitro. Pensa-se que pode haver dois processos genéticos e ambientais que contribuem para estes processos patológicos.</p>



<p>A presença de GCIS está associada à perda neuronal nos gânglios da base, cerebelo, ponte, núcleos olivares inferior e da medula espinhal, por conseguinte, dando origem ao espectro de sintomas e resultados clínicos. A doença é muitas vezes definida no momento da manifestação inicial de qualquer motor ou recursos autonômicos, embora subclínica neuropatologia é provável que comece vários anos antes que a doença manifesta.</p>



<p>A fala tende a ficar mais lenta, mais baixa, menos precisa na articulação e há maior de esforço para comunicar-se, na AMS Normal Também podemos encontrar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Face: hipomímica, com movimento simétrico, lento e de amplitude diminuída.</li>



<li>Mandíbula: movimentação lenta, de amplitude diminuída no sentido vertical e horizontal.</li>



<li>Língua: presença de tremor em repouso e posturas sustentadas, movimento lentificado e de amplitude reduzida em movimento.</li>



<li>Velofarínge: sem escape nasal na emissão.</li>
</ul>



<p>As caraterísticas vocais mais encontradas e com mais necessidades de se trabalhar nestes pacientes são: audiologicamente chamada de monopitch e monoloudness), flutuação de intensidade, ressonância laríngea com compensação nasal, jatos de fala, pausas inadequadas, imprecisão articulatória e diadococinesia da fala alterada em ritmo e precisão.</p>



<p>Os sintomas de fala e voz aparecem por volta de 1 ano após o início dos sintomas motores; a disartrofonia apresentada é do tipo mista, mesclando os componentes hipocinético, atáxico e espástico, com predomínio do componente hipocinético; e deste modo diferenciando-se da disartrofonia parkinsoniana, principalmente quanto à gravidade em relação ao tempo de doença e o tipo de disartrofonia.</p>



<p>Disfagia causada por atrasos nas fases oral e faríngea da deglutição, em combinação com distúrbios do esfíncter laringe (via aérea e sensorial) e esofágica pode levar tanto pneumonia por aspiração e aspiração aguda, caso não tratada, por fonoaudiólogo, podendo levar a óbito.</p>



<p>Como percebemos, muito há o que se trabalhar em múltiplos sistemas. O paciente necessita ser avaliado e uma conduta/ planejamento individual e contínua deve ser aplicado em cada caso, para uma boa evolução de caso/ qualidade de vida e evitarmos ao máximo uma progressão negativa de caso a curto prazo.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, marque um horário, aguardamos por você e temos sempre o melhor pelo seu caso!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS)… Doença rara de meia idade &#8211; como a fonoaudiologia pode ajudar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atrofia-de-multiplos-sistemas-ams-doenca-rara-de-meia-idade-como-a-fonoaudiologia-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS é considerada uma doença rara, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando. A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS</em></strong> <strong>é <em>considerada uma doença rara</em></strong>, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando.</p>



<p><em>A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala</em>.</p>



<p>O tratamento farmacológico é limitado, e a resposta à levodopa (fármaco usado no tratamento das síndromes parkinsonianas), conforme algumas pesquisas demonstram, quando acontece, só é observada nos estágios iniciais da doença. O tratamento também aponta para a necessidade de apoio multidisciplinar ao paciente, com fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e enfermeiros.</p>



<p><br>A AMS é também conhecida como degeneração estriatonigral, atrofia olivopontocerebelar ou síndrome de Shy-Dragger. Não é considerada uma doença hereditária e geralmente afeta homens e mulheres de meia idade. A falta de conhecimento sobre a doença leva a falhas no diagnóstico e tratamentos incorretos.</p>



<p>Os sintomas podem aparecer em várias combinações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de equilíbrio e coordenação,</li>



<li>problemas na marcha,</li>



<li>dificuldades na alimentação*,</li>



<li>tosse,</li>



<li>engasgos,</li>



<li>*riscos de aspiração/ *pneumonia aspirativa e *até levar a óbito, e , se após um determinado período;</li>
</ul>



<p>Caso o paciente não seja assistido adequadamente por equipe médica</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>(neurologista, fisiologista, pneumologista, geriatra),</li>



<li>fonoaudiólogo, (atuando nos aspectos *alimentares/ *deglutição, respiração, manutenção de secreção não produtiva no tudo laríngeo, fala, voz e organização destes sistemas)</li>



<li>fisioterapeuta (respiratório inferior/ pulmão, marcha/ membros inferiores, superiores, etc.)</li>



<li>psicólogo (suporte emocional)</li>



<li>terapeuta ocupacional (manutenção das atividades diárias do paciente).</li>
</ul>



<p>A atrofia de múltiplos sistemas (AMS) é caracterizada pela presença de sinais parkinsonianos, cerebelares, autonômicos e piramidais, em várias combinações. O aparecimento de disartria e disfagia no primeiro ano de manifestação de parkinsonismo, sugere o diagnóstico de AMS.</p>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico.</p>



<p>O grau de conhecimento de uma doença rara determina tanto a rapidez com que é diagnosticada como a qualidade das coberturas médica e social. A percepção do doente da sua qualidade de vida está mais ligada à qualidade dos cuidados do que à gravidade da doença ou ao grau das deficiências associadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Ajude ao próximo, se ajude!! Se ame, ame ao outro!! Seja multiplicador do saber!!!</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico</p>



<p>Se você conhece alguém que possui sintomas como: diminuição da mímica facial/ capacidade para se expressar por meio da musculatura facial, expressando sentimentos; dificuldades na mastigação, deglutição/dificuldades para engolir alimentos (sólidos , líquidos, pastosos), fala robotizada, voz áspera, ou pastosa; lentificada, diferente da habitual, dificuldades na linguagem gestual ,(como escovar os dentes, pentear o cabelo, fazer o sinal da cruz) respiração com dificuldades, tremor em mãos; dentre outros&#8230; É hora de procurar suporte médico&#8230; É hora de procurar por seu fonoaudiólogo!!!</p>



<p>A qualidade de vida e o atendimento precoce garantirá uma melhor qualidade de vida para o paciente que necessita do suporte multidisciplinar de caso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações para melhorar a fala prejudicada pós AVC</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-para-melhorar-a-fala-prejudicada-pos-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção gramatical. É difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. &#8220;É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse &#8216;surda&#8217; para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas&#8221;, que, conforme a extensão e localização da lesão cerebral, o paciente pode apresentar um ou mais sintomas, entre eles a perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras.&nbsp;</p>



<p>A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também pode se manifestar. O paciente pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. &#8220;Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer, fazer o nome do pai ao rezar, dentre outros.&#8221;</p>



<p>Para melhor auxiliar o paciente em casa, o familiar deverá&nbsp;escolher as tarefas, do grau de dificuldade mais simples e assim ir-se aumentando gradativamente o número de itens a serem oferecidos ou o grau de dificuldade, de acordo com o tipo de afasia que se está tratando.</p>



<p>Abaixo, algumas orientações primordiais que promoverão melhora do paciente a curto tempo:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Usar uma gravura, foto ou ilustração de uma cena do cotidiano / dia a dia  do paciente; utilizando frases que contenham a estrutura SVP (sujeito-verbo-predicado) &#8211; Ex.: João bebe água. Quanto mais simples e clara a foto / desenho / ilustração mais fácil para o paciente, ou seja, fotos onde a cena que se quer trabalhar esteja muito cheia de detalhes poderão confundir o paciente e dificultar o processo terapêutico. Articular claramente de modo que haja compreensão do paciente todo o tempo. Certifique que esteja olhando para você sempre que for dar uma ordem de ação.</li>



<li>Mudar de figura sempre que os objetivos da figura anterior forem concluídas.</li>
</ol>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Técnicas de Auxílio em casa:</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A) Compreensão de linguagem</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão auditiva</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Usar desenhos, pictogramas ou figuras</li>



<li>Usar objetos reais</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Dizemos /demonstramos a função do objeto (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Ajudar o Paciente dizendo o artigo correspondente, fazendo o debloqueamento</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão de leitura</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso de pictogramas, desenhos ou figuras + palavra escrita</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Usar objetos reais + palavra escrita</li>



<li>No treino de uma frase, marcar as palavras-chaves ou substantivos ou verbos de uma cor diferente (frases tipo SVP)</li>



<li>No treino de um texto, dividir o texto em frases curtas e claras</li>



<li>Usar figuras ou desenhos como feedback visual</li>



<li>Marcar as passagens mais importantes</li>



<li>Marcar os verbos com um rotulador verde (ou de outra cor)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">B) Produção verbal</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falar junto com o terapeuta</li>



<li>Leitura labial</li>



<li>Cantar com o Paciente para fazer o desbloqueamento (canções infantis ou conhecidas)</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia da palavra ou frase</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do Paciente e com ele falar a palavra ou frase de forma melódica</li>



<li>Repetição</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia das palavras ou frases, cantando a palavra</li>



<li>Leitura labial (nós  só fazemos os movimentos da boca, sem voz)</li>



<li>Paciente procura repetir</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do P e com ele falar de forma melódica a palavra ou frase </li>



<li>Nós repetimos com o Paciente , depois o Paciente sozinho</li>



<li>Nomear objetos (usando gravuras, desenhos ou objetos reais)</li>



<li>Dizer ao Paciente o número de letras que tem a palavra<br>Mostrar ao Paciente o número de sílabas no papel (o número de lacunas correspondentes)</li>



<li>Dizer o artigo da palavra (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Usar gestos e mímica, mostrando a função pragmática do objeto</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Toda manhã eu tomo&#8230;&#8221; a palavra desejada é, no caso, café/banho etc. Dizemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o P possa dizê-la</li>



<li>Dizer ao P a primeira letra da palavra</li>



<li>Mostrar a gravura/foto ao Paciente<br>Dar a ele 2 ou 3 palavras, relacionadas semanticamente</li>



<li>Ex.: a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o terapeuta diz então manteiga &#8211; queijo &#8211; mel e &#8212;&#8211;</li>



<li>Mostrando a gravura dizer 2 palavras rimadas dando ao P uma ideia de como a palavra &#8220;soa&#8221;. Ex. a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o T diz então chão &#8211; mão e &#8230; (pão)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">C) Leitura em voz alta</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Numa frase cobrir todas as palavras e só deixar uma palavra visível e com fácil acesso (no caso, a última) para que o P possa ler. Ex: Paulo toma /café/. Lemos: &#8220;Paulo toma&#8230;&#8221; e o Paciente completa lendo a palavra-chave</li>



<li>Usar palavras escritas na forma maiúscula ou de imprensa</li>



<li>Tocar com a ponta dos dedos na mesa acompanhando o número de sílabas da palavra, enfatizando a sílaba tônica</li>



<li>Começamos pronunciando a primeira sílaba da palavra, o Paciente continue a ler</li>



<li>Usar frases tipo : &#8220;Eu penteio os &#8230; (a palavra desejada é , no caso, cabelos)</li>



<li>Lemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o Paciente possa ler</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">D) Escrita</h2>



<p>Cópia &#8211; O Paciente deve formar/copiar a palavra que mostramos a ele:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Colocamos na mesa todas as letras que a palavra contém, o paciente as coloca na ordem certa.</li>



<li>O paciente deve ele mesmo procurar as letras que precisa, escolhendo aquelas que constam da palavra (se a palavra tem 5 letras, dá-se ao P um total de 8 letras para que ele escolha as que ele necessita)</li>



<li>O Paciente escolhe sozinho as letras que ele precisa (da caixa de letras do alfabeto)</li>



<li>Mostramos a palavra e a soletramos, o Paciente deve escrever/pintar ou desenhar a palavra no papel</li>



<li>O Paciente copia a palavra &#8220;outra vez&#8221; &#8211; a palavra já está escrita com letras recortadas em papel lixa, o P apenas &#8220;copia&#8221; a palavra novamente passando o/os dedo/os sobre a palavra (estímulo tátil e visual)</li>



<li>Copiar letra por letra da palavra ( cobrimos as outras letras enquanto o P copia uma após outra)</li>



<li>Mostramos um objeto/foto/desenho com a palavra escrita &#8211; o Paciente copia a palavra no papel ou pinta com o dedo/pincel, etc</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Ditado</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O paciente escreve/pinta ou desenha a letra que o terapeuta lhe diz</li>



<li>O Paciente forma a palavra dita pelo terapeuta com as letras na mesa (ver acima opções com 3 graus de dificuldade)</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a sílaba dita pelo terapeuta</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a palavra dita pelo terapeuta</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nomear de forma escrita</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mostramos ao Paciente 2 ou 3 desenhos de objetos da mesma área semântica</li>



<li>O Paciente deve escrever/pintar ou desenhar o nome do objeto descrito por nós</li>



<li>Usamos gestos e mímica mostrando a função da palavra que está sendo procurada &#8211; o P escreve/pinta ou desenha a palavra</li>



<li>Escrevemos a primeira sílaba da palavra &#8211; o P completa escrevendo/desenhando ou pintando a palavra</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Eu penteio o &#8230;&#8221;a palavra desejada é , no caso, cabelo. O terapeuta lê a frase e deixa a última palavra em aberto para que o P possa escrevê-la</li>



<li>Soletramos a palavra e o P escreve/pinta ou desenha letra por letra no papel</li>



<li>Mostrar ao Paciente a figura de um objeto.</li>



<li>Também mostramos os nomes de 2 ou 3 palavras que se relacionam de forma semântica com a palavra procurada (ou palavras rimadas) O Paciente então escreve/pinta ou desenha a palavra que está sendo procurada.</li>
</ul>



<p>FAMILIARES: Sempre estejam em contato com sua Fonoaudióloga!! Ela será sempre sua melhor companhia!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Melhorar a Sua Memória:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/como-melhorar-a-sua-memoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar a sua memória, entre as quais o uso de determinadas técnicas mentais, e os cuidados com a nutrição e os medicamentos. Daí a importância de vários profissionais envolvidos com o paciente portador de dificuldades com a memória. Neurologistas, geriatras, fonoaudiólogos e psicólogos. A fonoaudiologia pode auxiliar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar a sua memória, entre as quais o uso de determinadas técnicas mentais, e os cuidados com a nutrição e os medicamentos. Daí a importância de vários profissionais envolvidos com o paciente portador de dificuldades com a memória. Neurologistas, geriatras, fonoaudiólogos e psicólogos.</p>



<p>A fonoaudiologia pode auxiliar o paciente ao resgate ou ampliação de sua memória. Uma vez que para utilizarmos a comunicação para com o mundo, a memória é fundamental.</p>



<p>Abaixo, algumas dicas para você do outro lado do monitor:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A contínua atividade intelectual como a leitura, exercícios de memória, palavras cruzadas e jogo de xadrez auxiliam a manutenção da memória.</li>



<li>O estilo de vida ativo com atividade física feita com regularidade e uma dieta saudável são básicas para a manutenção da memória.</li>



<li>Exercícios cerebrais feitos de maneira rotineira apresentam efeitos muito positivos sobre a memória. Semelhante ao que ocorre com exercícios musculares realizados para se manter a forma física, a atividade cerebral também deve ser realizada com frequência, sempre procurando estimular nossos principais sentidos: olfato, paladar, tato, visão e audição, bem como nossa memória e inteligência. Esse tipo de exercício pode ser denominado &#8220;Fitness&#8221; Cerebral, que é a capacidade de se manter um estado adequado, em forma. Todo dia procure observar um objeto ou pessoa e desenhe suas principais características. No fim de semana procure recordar as figuras. É um tipo de exercício de memória.</li>



<li>Procure identificar ingredientes dos alimentos pelo gosto e pelo cheiro. Faça isto diariamente e depois procure recordar dos mesmos.</li>



<li>Memorize os preços das coisas sempre que possível e procure recordá-las mais tarde.</li>



<li>Procure identificar as pessoas pela voz ao usar o telefone, por exemplo.</li>



<li>Memorize números de telefones.</li>



<li>Memorize no fim do dia as pessoas com quem falou. Depois, procure lembrar-se do mesmo para toda semana.</li>



<li>Utilize sempre de anotações para consultas posteriores.</li>



<li>Praticar jogos de xadrez, palavras cruzadas, exercícios simples como recordar fatos do dia a dia (o que comeu no almoço, o que leu no jornal do dia, o que ocorreu no último capítulo da novela, etc.)</li>



<li>Aprender novas habilidades: computador, pintura, música, etc.</li>



<li>Ater-se aos fatos mais importantes dos que ocorreram durante o dia e procurar guardá-los; exercitar-se com objetos simples mantendo a concentração (pegue um relógio, por exemplo, e procure concentrar-se no mesmo, observando suas características, etc); exercitar-se com um texto e procurar refletir somente sobre o mesmo (um poema, um salmo, etc).</li>



<li>Associar fatos a imagens e procurar guardá-los na memória. Imaginar um alimento suculento e imaginar todas as suas características a ponto de sentir prazer.</li>
</ul>



<p>O repouso cerebral é muito importante para se ter uma boa memória. Quem sofre de insônia tem sua memória prejudicada.</p>



<p>Se está lendo este artigo, precisa de ajuda ou quer melhorar sua memória&#8230; agende sua consulta conosco!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Memória e seus mistérios…</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/memoria-e-seus-misterios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&#160;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc. Existem três tipos básicos de memória: Memória de curto prazo: Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&nbsp;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc.</p>



<p>Existem três tipos básicos de memória:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de curto prazo:</strong></h2>



<p>Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos de retenção e consolidação de informações novas. Hoje em dia também se supõe que a consolidação temporária da informação envolve estruturas como o hipocampo, a amígdala, o córtex entorrinal e o giro para-hipocampal, sendo depois transferida para as áreas de associação do neocórtex parietal e temporal. As vias que chegam e que saem do hipocampo também são importantes para o estudo da anatomia da memória. A partir daí ocorre então, o armazenamento de informações que reverberam no circuito ainda por algum tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória operacional:</strong></h2>



<p>Compreende um sistema de controle de atenção (executivo central), auxiliado por dois sistemas de suporte (de natureza vísuo-espacial e outro de natureza fonológica) que ajudam no armazenamento temporário e na manipulação das informações. O executivo central tem capacidade limitada e função de selecionar estratégias e planos, tendo sua atividade relacionada ao funcionamento do lobo frontal, que supervisiona as informações. Também o cerebelo está envolvido na memória operacional. No sistema fonológico, a articulação subvocal auxilia na manutenção da informação; lesões nos giros supra marginal e angular do hemisfério esquerdo geram dificuldades na memória verbal auditiva de curta duração. Esse sistema está relacionado à aquisição de linguagem.</p>



<p>Através dela armazenamos temporariamente informações que serão úteis apenas para o raciocínio imediato e a resolução de problemas, ou para a elaboração de comportamentos, podendo ser esquecidas logo a seguir. Em outras palavras, ela mantém a informação viva durante poucos segundos ou minutos, enquanto ela está sendo percebida ou processada. Armazenamos em nossa memória operacional, por exemplo, o local onde estacionamos o automóvel, uma informação que será necessária até o momento de chegarmos até o carro. Esta forma de memória é sustentada pela atividade elétrica de neurônios do córtex pré-frontal (a área do lobo frontal anterior ao córtex motor).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de Longo Prazo:</strong></h2>



<p><strong>Memória explícita</strong>: Depende de estruturas do lobo temporal medial (incluindo o hipocampo, o córtex entorrinal e o córtex para-hipocampal) e do diencéfalo. Pacientes com disfunção dos lobos frontais têm mais dificuldades para a memória episódica do que para a memória semântica; ou seja, paciente apresenta menores dificuldades para lembrar nomes e significados de várias nomenclaturas ou classes do que para lembrar situações ou momentos de sua vida. Já lesões no lobo parietal esquerdo apresentam prejuízos na memória semântica, relativo ao significado das coisas.</p>



<p>Abaixo, algumas considerações importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Memória episódica</strong> &#8211; quando envolve eventos datados, isto é relacionado ao tempo. Usamos a memória episódica, por exemplo, quando lembramos do ataque terrorista em 11 de setembro.</li>



<li><strong>Memória semântica </strong>&#8211; Abrange a memória do significado das palavras (do latim &#8220;significado&#8221;). É a coparticipação partilhada do significado de uma palavra que possibilita às pessoas manterem conversas com significado. A memória semântica ocorre quando envolve conceitos atemporais. Usamos este tipo de memória ao aprender que Einstein criou a teoria da relatividade, ou que a capital da Itália é Roma.</li>
</ul>



<p><strong>Memória implícita</strong>: relativo ao aprendizado de atos motores. A aprendizagem de habilidades motoras depende de aferências corticais de áreas sensoriais de associação para o corpo estriado ou para os núcleos da base. O condicionamento das respostas da musculatura esquelética depende do cerebelo, enquanto o condicionamento das respostas emocionais depende da amígdala. É a memória para procedimentos e habilidades, por exemplo, a habilidade para dirigir, jogar bola, dar um nó no cordão do sapato e da gravata etc. Pode ser de quatro subtipos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>memória adquirida</strong> e evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (Priming) (ou memória de representação perceptual) &#8211; que corresponde à imagem de um evento, preliminar à compreensão do que ele significa. Um objeto, por exemplo, pode ser retido nesse tipo de memória implícita antes que saibamos o que é, para que serve etc. Considera-se que a memória pode ser evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (fragmentos de uma imagem, a primeira palavra de uma poesia, certos gestos, odores ou sons).</li>



<li><strong>memória de procedimentos</strong> &#8211; refere-se às habilidades e hábitos. Conhecemos os movimentos necessários para dar um nó em uma gravata, nadar, dirigir um carro, sem que seja preciso descrevê-lo verbalmente.</li>



<li><strong>memória associativa</strong></li>



<li><strong>memória não-associativa</strong> &#8211; Estas duas últimas estão estreitamente relacionadas a algum tipo de resposta ou comportamento. Empregamos a memória associativa, por exemplo, quando começamos a salivar pelo simples fato de olhar para um alimento apetitoso, por termos, em algum momento de nossa vida associado seu aspecto ou cheiro à alimentação. Por outro lado, usamos a memória não associativa quando, sem nos darmos conta, aprendemos que um estímulo repetitivo, por exemplo, o latido de um cãozinho, não traz riscos, o que nos faz relaxar e ignorá-lo.</li>
</ul>



<p>Qualquer evento que altere o estado normal da memória, poderá resultar na dificuldade em reter, manter ou resgatar fatos, situações, nomes de pessoas, objetos dentre outros. Quando isso ocorre a indicação é sempre o trabalho multidisciplinar base&nbsp;envolvendo: neurologista, fonoaudiólogo, psicólogo e geriatra.</p>



<p>Alterações na memória? Marque sua avaliação conosco!</p>
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