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	<title>Orientações &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
	<lastBuildDate>Mon, 10 Feb 2025 18:39:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Orientações &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
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	<item>
		<title>Mielomeningocele &#8211; implicações para a vida!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/mielomeningocele-implicacoes-para-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A mielomeningocele é um defeito congênito em que a espinha dorsal e o canal espinhal não se fecham antes do nascimento. É um defeito do tubo neural em que os ossos da coluna não se formam completamente, resultando em um canal da espinha dorsal incompleto. Isso faz com que a medula espinhal e as meninges [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A mielomeningocele é um defeito congênito em que a espinha dorsal e o canal espinhal não se fecham antes do nascimento. É um defeito do tubo neural em que os ossos da coluna não se formam completamente, resultando em um canal da espinha dorsal incompleto. Isso faz com que a medula espinhal e as meninges (tecidos que cobrem a medula espinhal) se projetem pelas costas da criança. A mielomeningocele pode afetar 1 em cada 800 bebês.</p>



<p>A causa da mielomeningocele é desconhecida. No entanto, acredita-se que baixos níveis de ácido fólico no corpo da mulher antes e durante a gravidez possam ter alguma influência nesse tipo de defeito de nascimento. O ácido fólico (ou folato) é importante para o desenvolvimento do cérebro e da medula espinhal. Assim sendo, se uma criança nasce com mielomeningocele, os futuros bebês dessa família têm maior risco do que a população geral. No entanto, em muitos casos, não há conexão com a família.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Alguns pesquisadores acreditam que um vírus possa ter alguma influência, pois há maior taxa desse distúrbio em crianças nascidas nos primeiros meses de inverno. Pesquisas também indicam possíveis fatores ambientais, como a radiação.</p>



<p>O exame pré-natal pode ajudar a diagnosticar esse problema. Durante o segundo trimestre, as mulheres grávidas podem fazer um exame de sangue chamado teste quádruplo. Esse teste verifica a presença de mielomeningocele, síndrome de Down e outras doenças congênitas no bebê. A maioria das mulheres grávidas, mães de bebês com espinha bífida, tem níveis acima do normal de uma proteína chamada alfafetoproteína maternal (AFP).</p>



<p>Se o teste quádruplo for positivo, serão necessários mais testes para confirmar o diagnóstico. Tais testes podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ultrassonografia na gravidez</li>



<li>Amniocentese</li>
</ul>



<p>A mielomeningocele pode ser vista após o nascimento do bebê. Um exame neurológico pode mostrar que a criança apresenta perda de funções relacionados a sensibilidade ao toque e a capacidade de sentir dor. Também poderá ser solicitado pelo médico os seguintes exames: raios X, ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética da região da coluna para detecção da alteração.</p>



<p>Procure o médico se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma bolsa se projetar pelas costas de um bebê recém-nascido.</li>



<li>A criança demorar para andar ou engatinhar</li>



<li>Surgirem sintomas de hidrocefalia, incluindo moleira saliente, irritabilidade, sonolência extrema e dificuldades na alimentação</li>



<li>Surgirem sintomas de meningite, incluindo febre, rigidez no pescoço, irritabilidade e choro agudo</li>
</ul>



<p>Observando-se sempre: se uma criança demora para andar, provavelmente terá atrasos na fala, leitura e escrita, procure seu fonoaudiólogo e marque sua avaliação!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações para melhorar a fala prejudicada pós AVC</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-para-melhorar-a-fala-prejudicada-pos-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção gramatical. É difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. &#8220;É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse &#8216;surda&#8217; para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas&#8221;, que, conforme a extensão e localização da lesão cerebral, o paciente pode apresentar um ou mais sintomas, entre eles a perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras.&nbsp;</p>



<p>A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também pode se manifestar. O paciente pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. &#8220;Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer, fazer o nome do pai ao rezar, dentre outros.&#8221;</p>



<p>Para melhor auxiliar o paciente em casa, o familiar deverá&nbsp;escolher as tarefas, do grau de dificuldade mais simples e assim ir-se aumentando gradativamente o número de itens a serem oferecidos ou o grau de dificuldade, de acordo com o tipo de afasia que se está tratando.</p>



<p>Abaixo, algumas orientações primordiais que promoverão melhora do paciente a curto tempo:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Usar uma gravura, foto ou ilustração de uma cena do cotidiano / dia a dia  do paciente; utilizando frases que contenham a estrutura SVP (sujeito-verbo-predicado) &#8211; Ex.: João bebe água. Quanto mais simples e clara a foto / desenho / ilustração mais fácil para o paciente, ou seja, fotos onde a cena que se quer trabalhar esteja muito cheia de detalhes poderão confundir o paciente e dificultar o processo terapêutico. Articular claramente de modo que haja compreensão do paciente todo o tempo. Certifique que esteja olhando para você sempre que for dar uma ordem de ação.</li>



<li>Mudar de figura sempre que os objetivos da figura anterior forem concluídas.</li>
</ol>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Técnicas de Auxílio em casa:</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A) Compreensão de linguagem</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão auditiva</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Usar desenhos, pictogramas ou figuras</li>



<li>Usar objetos reais</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Dizemos /demonstramos a função do objeto (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Ajudar o Paciente dizendo o artigo correspondente, fazendo o debloqueamento</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão de leitura</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso de pictogramas, desenhos ou figuras + palavra escrita</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Usar objetos reais + palavra escrita</li>



<li>No treino de uma frase, marcar as palavras-chaves ou substantivos ou verbos de uma cor diferente (frases tipo SVP)</li>



<li>No treino de um texto, dividir o texto em frases curtas e claras</li>



<li>Usar figuras ou desenhos como feedback visual</li>



<li>Marcar as passagens mais importantes</li>



<li>Marcar os verbos com um rotulador verde (ou de outra cor)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">B) Produção verbal</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falar junto com o terapeuta</li>



<li>Leitura labial</li>



<li>Cantar com o Paciente para fazer o desbloqueamento (canções infantis ou conhecidas)</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia da palavra ou frase</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do Paciente e com ele falar a palavra ou frase de forma melódica</li>



<li>Repetição</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia das palavras ou frases, cantando a palavra</li>



<li>Leitura labial (nós  só fazemos os movimentos da boca, sem voz)</li>



<li>Paciente procura repetir</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do P e com ele falar de forma melódica a palavra ou frase </li>



<li>Nós repetimos com o Paciente , depois o Paciente sozinho</li>



<li>Nomear objetos (usando gravuras, desenhos ou objetos reais)</li>



<li>Dizer ao Paciente o número de letras que tem a palavra<br>Mostrar ao Paciente o número de sílabas no papel (o número de lacunas correspondentes)</li>



<li>Dizer o artigo da palavra (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Usar gestos e mímica, mostrando a função pragmática do objeto</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Toda manhã eu tomo&#8230;&#8221; a palavra desejada é, no caso, café/banho etc. Dizemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o P possa dizê-la</li>



<li>Dizer ao P a primeira letra da palavra</li>



<li>Mostrar a gravura/foto ao Paciente<br>Dar a ele 2 ou 3 palavras, relacionadas semanticamente</li>



<li>Ex.: a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o terapeuta diz então manteiga &#8211; queijo &#8211; mel e &#8212;&#8211;</li>



<li>Mostrando a gravura dizer 2 palavras rimadas dando ao P uma ideia de como a palavra &#8220;soa&#8221;. Ex. a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o T diz então chão &#8211; mão e &#8230; (pão)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">C) Leitura em voz alta</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Numa frase cobrir todas as palavras e só deixar uma palavra visível e com fácil acesso (no caso, a última) para que o P possa ler. Ex: Paulo toma /café/. Lemos: &#8220;Paulo toma&#8230;&#8221; e o Paciente completa lendo a palavra-chave</li>



<li>Usar palavras escritas na forma maiúscula ou de imprensa</li>



<li>Tocar com a ponta dos dedos na mesa acompanhando o número de sílabas da palavra, enfatizando a sílaba tônica</li>



<li>Começamos pronunciando a primeira sílaba da palavra, o Paciente continue a ler</li>



<li>Usar frases tipo : &#8220;Eu penteio os &#8230; (a palavra desejada é , no caso, cabelos)</li>



<li>Lemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o Paciente possa ler</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">D) Escrita</h2>



<p>Cópia &#8211; O Paciente deve formar/copiar a palavra que mostramos a ele:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Colocamos na mesa todas as letras que a palavra contém, o paciente as coloca na ordem certa.</li>



<li>O paciente deve ele mesmo procurar as letras que precisa, escolhendo aquelas que constam da palavra (se a palavra tem 5 letras, dá-se ao P um total de 8 letras para que ele escolha as que ele necessita)</li>



<li>O Paciente escolhe sozinho as letras que ele precisa (da caixa de letras do alfabeto)</li>



<li>Mostramos a palavra e a soletramos, o Paciente deve escrever/pintar ou desenhar a palavra no papel</li>



<li>O Paciente copia a palavra &#8220;outra vez&#8221; &#8211; a palavra já está escrita com letras recortadas em papel lixa, o P apenas &#8220;copia&#8221; a palavra novamente passando o/os dedo/os sobre a palavra (estímulo tátil e visual)</li>



<li>Copiar letra por letra da palavra ( cobrimos as outras letras enquanto o P copia uma após outra)</li>



<li>Mostramos um objeto/foto/desenho com a palavra escrita &#8211; o Paciente copia a palavra no papel ou pinta com o dedo/pincel, etc</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Ditado</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O paciente escreve/pinta ou desenha a letra que o terapeuta lhe diz</li>



<li>O Paciente forma a palavra dita pelo terapeuta com as letras na mesa (ver acima opções com 3 graus de dificuldade)</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a sílaba dita pelo terapeuta</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a palavra dita pelo terapeuta</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nomear de forma escrita</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mostramos ao Paciente 2 ou 3 desenhos de objetos da mesma área semântica</li>



<li>O Paciente deve escrever/pintar ou desenhar o nome do objeto descrito por nós</li>



<li>Usamos gestos e mímica mostrando a função da palavra que está sendo procurada &#8211; o P escreve/pinta ou desenha a palavra</li>



<li>Escrevemos a primeira sílaba da palavra &#8211; o P completa escrevendo/desenhando ou pintando a palavra</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Eu penteio o &#8230;&#8221;a palavra desejada é , no caso, cabelo. O terapeuta lê a frase e deixa a última palavra em aberto para que o P possa escrevê-la</li>



<li>Soletramos a palavra e o P escreve/pinta ou desenha letra por letra no papel</li>



<li>Mostrar ao Paciente a figura de um objeto.</li>



<li>Também mostramos os nomes de 2 ou 3 palavras que se relacionam de forma semântica com a palavra procurada (ou palavras rimadas) O Paciente então escreve/pinta ou desenha a palavra que está sendo procurada.</li>
</ul>



<p>FAMILIARES: Sempre estejam em contato com sua Fonoaudióloga!! Ela será sempre sua melhor companhia!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quatro dicas principais a se fazer quando uma pessoa estiver gaguejando</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quatro-dicas-principais-a-se-fazer-quando-uma-pessoa-estiver-gaguejando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
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					<description><![CDATA[Em primeiro lugar devemos nos concentrar no conteúdo da mensagem e não na forma em que a pessoa está falando. Tentar completar, mostrar tensão ou impaciência, pedir para respirar, são atitudes que só dificultam a fala de fluir. A melhor forma é nos mantermos tranquilos e atentos, demonstrando&#160;serenidade no olhar e fazendo alguns comentários em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em primeiro lugar devemos nos concentrar no conteúdo da mensagem e não na forma em que a pessoa está falando. Tentar completar, mostrar tensão ou impaciência, pedir para respirar, são atitudes que só dificultam a fala de fluir.</p>



<p>A melhor forma é nos mantermos tranquilos e atentos, demonstrando&nbsp;serenidade no olhar e fazendo alguns comentários em relação ao que é falado para demonstrar interesse ao tema.</p>



<p>Dê preferência a pessoa que fala, deixe-a falar.</p>



<p>E por último, fale com tranquilidade com a pessoa que tem dificuldades, reduzindo levemente a velocidade de fala e assim, a fala do outro tenderá a fluir como a sua fala.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>20 atitudes proibidas de se praticar com o gago (disfluente de fala):</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/20-atitudes-proibidas-de-se-praticar-com-o-gago-disfluente-de-fala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias são as atitudes que dificultam ou até mesmo chegam a impedir que uma pessoa fale normalmente. Tais atitudes devem ser abolidas de nossas atitudes diárias, são elas: Pare de fingir que a gagueira não existe! Que ela vai passar&#8230;procure seu fonoaudiólogo antes que piore!!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Várias são as atitudes que dificultam ou até mesmo chegam a impedir que uma pessoa fale normalmente. Tais atitudes devem ser abolidas de nossas atitudes diárias, são elas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Dizer para ela relaxar, acalmar-se, respirar ou pensar antes de falar.</li>



<li>Chama-la de gaga.</li>



<li>Criticar ou corrigir a fala à sós ou na frente dos outros.</li>



<li>Completar o que está falando ou interrompê-la enquanto fala.</li>



<li>Apressa-la enquanto estiver tentando falar.</li>



<li>Preocupar-se demasiadamente com a gagueira, mostrando tensão.</li>



<li>Falar muito rápido e de forma “difícil”.</li>



<li>Gritar, ficar bravo, quando ela gaguejar.</li>



<li>Tornar as atividades do dia a dia desagradáveis e tensas.</li>



<li>Fazer sentir-se envergonhada ou diminuída.</li>



<li>Forçar a falar em público.</li>



<li>Comparações desnecessárias com pessoas que falam corretamente.</li>



<li>Pressionar com muitas atividade ou tarefas ao mesmo tempo.</li>



<li>Superproteger o problema.</li>



<li>Exigir mais que a pessoa possa dar no momento.</li>



<li>Responder pela pessoa ou completar suas frases</li>



<li>Demonstrar estar constrangido ou com pena</li>



<li>Mandar a pessoa parar de falar e começar de novo.</li>



<li>Sugerir que evite ou substitua palavras “difíceis” de se pronunciar (a disfluência não está diretamente associada à produção de alguns fonemas ou ao conteúdo semântico).</li>



<li>E o pior: fingir que a disfluência não existe.</li>
</ol>



<p>Pare de fingir que a gagueira não existe! Que ela vai passar&#8230;procure seu fonoaudiólogo antes que piore!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professor: comunicando com sucesso!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/professor-comunicando-com-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 16:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[oratória]]></category>
		<category><![CDATA[professor e aluno]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[A comunicação é um aspecto muito valorizado e trabalhado&#160;atualmente. O professor usa a voz e a comunicação no trabalho. Para aprimorar sua comunicação, existem algumas estratégias que são fundamentais. Para aprimorar a comunicação é importante que prestemos atenção na nossa comunicação e na comunicação das outras pessoas. Sendo assim, algumas dicas&#160;serão ministradas abaixo com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A comunicação é um aspecto muito valorizado e trabalhado&nbsp;atualmente. O professor usa a voz e a comunicação no trabalho. Para aprimorar sua comunicação, existem algumas estratégias que são fundamentais. Para aprimorar a comunicação é importante que prestemos atenção na nossa comunicação e na comunicação das outras pessoas.</p>



<p>Sendo assim, algumas dicas&nbsp;serão ministradas abaixo com o objetivo de melhorar a sua comunicação:·</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Faça contato visual</strong> com todos os alunos, olhe nos olhos deles e não olhe para o teto. Perceba se eles estão prestando atenção na sua aula ou se você precisa mudar a estratégia (mostrar um vídeo, solicitar a participação dos alunos&#8230;); ·&nbsp;</li>



<li><strong>Mantenha uma postura reta e relaxada</strong>; não colocando as mãos na cintura, no quadro ou nos bolsos. Preste atenção para usar gestos de acordo com o seu discurso, sempre na região entre os ombros e abdome; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Articule bem as palavras</strong>. &#8211; Uma articulação mais precisa ajuda com que os alunos entendam melhor o professor e aumenta a credibilidade do discurso; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Cuidado com os muros verbais</strong>, como as gírias, erros de português, hesitações (é, né, então, ta&#8230;). Essas barreiras podem comprometer a credibilidade do seu discurso e desviar a atenção dos alunos; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Cuidado com o uso excessivo</strong> dos gerúndios, por exemplo, vou estar fazendo ou invés de vou fazer, vou estar realizando ao invés de vou realizar; ·</li>



<li><strong>Preste atenção na objetividade</strong> de sua aula; é importante que ela tenha início, meio e fim; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Preste atenção se você muda sua voz</strong> de acordo com as diferentes emoções; A voz é uma importante ferramenta de comunicação, por meio dela os alunos devem perceber se o professor está fazendo uma brincadeira, dando uma bronca, falando de um assunto sério&#8230;</li>



<li><strong>Treine sua escuta</strong> em relação ao discurso do outro. Procure qualidades e os defeitos que não quer em sua fala.</li>
</ul>



<p>Converse com seu fonoaudiólogo!&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professor, aqui vão algumas dicas de como não deixar seu dia de &#8220;baixo astral&#8221;</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/professor-aqui-vao-algumas-dicas-de-como-nao-deixar-seu-dia-de-baixo-astral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 15:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[professor e aluno]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem alguns hábitos, ou, algumas ações que o professor, em seu dia a dia, faz sem ver. E isso, acaba aos poucos com seu instrumento de trabalho: Sua voz.&#160;Abaixo, algumas práticas que você, professor faz e que não deveria fazer:&#160;·&#160; Saiba como cuidar melhor de sua voz: Procure seu fonoaudiólogo!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem alguns hábitos, ou, algumas ações que o professor, em seu dia a dia, faz sem ver. E isso, acaba aos poucos com seu instrumento de trabalho: Sua voz.&nbsp;Abaixo, algumas práticas que você, professor faz e que não deveria fazer:&nbsp;·&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gritar</strong>. É importante que o professor evite concorrer com ruídos que acarretem um aumento no volume (intensidade) da voz (carros, aviões, retroprojetor, ventilador, entre outros); ·&nbsp;</li>



<li><strong>Sussurrar</strong>. Essa ação força as pregas vocais; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Pigarrear.</strong> essa ação causa um forte atrito nas pregas vocais, irritando-as; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Falar de lado ou de costas para os alunos</strong>. Quando fazemos isso, a tendência é aumentarmos o volume (intensidade) vocal; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Falar enquanto escreve na lousa</strong>. Isso faz com que o professor tenha que aumentar o volume (intensidade) de sua voz e que aspire o pó de giz; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Chupar uma bala forte</strong> quando estiver com a garganta irritada. Isso mascara o sintoma e o professor tende a forçar a voz sem perceber. Quando o efeito da bala passa a irritação na garganta aumenta;</li>



<li><strong>Roupas</strong> pesadas e que apertem a região do pescoço e abdômen.</li>
</ul>



<p>Saiba como cuidar melhor de sua voz: Procure seu fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações aos familiares de Afásicos</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-aos-familiares-de-afasicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 15:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda total ou parcial da faculdade de se expressar pensamentos por meio da fala, escrita ou gestos, podendo também interferir na compreensão daquilo que é falado. Ou seja, além do paciente possuir dificuldades na fala, escrita ou gestos; ele pode também apresentar dificuldades em entender aquilo que as pessoas falam com ele. [&#8230;]]]></description>
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<p>Afasia é a perda total ou parcial da faculdade de se expressar pensamentos por meio da fala, escrita ou gestos, podendo também interferir na compreensão daquilo que é falado. Ou seja, além do paciente possuir dificuldades na fala, escrita ou gestos; ele pode também apresentar dificuldades em entender aquilo que as pessoas falam com ele. De nada tendo a ver com um problema de inteligência ou dificuldades auditivas /surdez.</p>



<p>A Afasia pode ser consequências diversas: AVCs, infartos, embolias, aneurismas, tumores cerebrais, lesando uma determinada área do cérebro responsável pelos movimentos voluntários e até mesmos involuntários, dependendo do caso.</p>



<p>O tratamento é feito multidisciplinar: Médico, fonoaudiólogo e áreas afins a patologia.</p>



<p>A Afasia não gera apenas prejuízos na área de linguagem, mas também, na psicológica (os indivíduos se tornam introvertidos, mal-humorados, nervosos, tristes e desanimados) o desejo sexual continua presente, mas, a impotência para ereção pode aparecer; dentre outras características.</p>



<p>É sempre bom conversar com seu fonoaudiólogo para que possa melhor direcioná-lo, junto à equipe, a melhor conduta a ser praticada.</p>



<p>Nestes casos a família deverá ter conhecimento sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As perdas que o Afásico sofre no dia &#8211; a &#8211; dia e como ajudar</li>



<li>Como pode melhorar a relação com o familiar em casa</li>



<li>A melhora do paciente e sua recuperação depende da lesão e do quanto ele é estimulado. É importante assim, dar sequência e sem faltar o tratamento, para não atrapalhar a organização cerebral do paciente e sua melhora. Para tanto qualquer falta, poderá comprometer SERIAMENTE o desenvolvimento do paciente.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<ul class="wp-block-list">
<li>Não tratar o paciente como criança.</li>
</ul>
</blockquote>



<ul class="wp-block-list">
<li>Respeite sua opinião e vontades, ele tem sentimentos como você. A independência futura dele começa pelas suas atitudes.</li>



<li>Se o paciente possuir dificuldades em suas atividades íntimas, como o banho ou ir ao banheiro, procure um familiar que já o ajudava anteriormente para não constranger ainda mais o mesmo.</li>



<li>Faça com que ele retorne suas atividades paulatinamente, e aos poucos. Ex: Ao invés de ficar de pijama o dia todo, peça que ele troque de roupas e ajude nas atividades fáceis em casa.</li>



<li>Não obrigue o mesmo a participar de atividades que não queira.</li>



<li>Evitar assuntos como doenças, cobranças, que possam atrapalhar o desenvolvimento do paciente.</li>



<li>É normal ora o paciente responder corretamente, ora não conseguir. O importante é sempre encorajá-lo a participar.</li>



<li>Mesmo que o paciente apresente dificuldades no manuseio de objetos, encorajá-lo a fazer sempre, mesmo que não saia 100 % correto. Ele chegará lá.</li>



<li>Quanto a comunicação, sempre se assente de frente ao mesmo, dando importância ao que o paciente fale.</li>



<li>Quando a família perceber que o paciente estiver apresentando dificuldades para compreender uma ação, faça uso de objetos concretos. Ex: Pergunte: &#8220;Que almoçar? -Segure o prato e pergunte!&#8221;</li>



<li>Fale com o paciente com velocidade normal, sem cortar ou separar sílabas lentamente.</li>



<li>Quando o paciente estiver reunido com muitas pessoas, fale uma pessoa de cada vez; falando sempre frases curtas e simples.</li>



<li>Quando não conseguir falar uma palavra ou se expressar muito bem, não cobre, apenas dê o modelo correto.</li>



<li>Elogie seus progressos, nunca demonstre ansiedade ou critique.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bebê esperto! Hipotonia não é desculpa para o não desenvolvimento da criança</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/bebe-esperto-hipotonia-nao-e-desculpa-para-o-nao-desenvolvimento-da-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[hipotonia]]></category>
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					<description><![CDATA[De forma geral, a hipotonia é sinal primário na maioria das desordens neuromusculares ou secundário, consequente às doenças sistêmicas (septicemias) e síndromes complexas. As causas mais frequentes de hipotonia muscular ao nascimento são as doenças sistêmicas devido à septicemia, comprometimento respiratório, patologias intracranianas, infecções do sistema nervoso central, afecções dos nervos periféricos, doença da junção [&#8230;]]]></description>
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<p>De forma geral, a hipotonia é sinal primário na maioria das desordens neuromusculares ou secundário, consequente às doenças sistêmicas (septicemias) e síndromes complexas. As causas mais frequentes de hipotonia muscular ao nascimento são as doenças sistêmicas devido à septicemia, comprometimento respiratório, patologias intracranianas, infecções do sistema nervoso central, afecções dos nervos periféricos, doença da junção neuromuscular, Síndrome de Prader-Wili e intoxicação por drogas administradas cronicamente à mãe durante a gestação ou no momento do parto; dentre outras.</p>



<p>Uma das características observadas no exame clínico é em relação ao momento quando ao tracionados para sentar, os recém-nascidos permanecem com os braços estendidos ou estirados, sem movimentação.</p>



<p>A hipotonia congênita&nbsp; caracterizada por atraso no desenvolvimento motor, de fala, dificuldades para sugar, mastigar/ engolir&nbsp;, aprendizado um pouco mais lento e hipotonia precoce; principalmente. Sendo assim, o termo Síndrome do bebê hipotônico ou Síndrome da criança hipotônica é designada para denotar na infância pobre tono muscular e fraqueza generalizada, afetando membros, tronco, musculatura craniofacial sendo evidenciada ao nascimento ou durante os primeiros meses de vida. Para que a criança possa atingir uma determinada fase do desenvolvimento, ela precisa ser estimulada. A estimulação procura dar-lhe condições para desenvolver suas capacidades desde o nascimento. Isto se aplica a todas as crianças com ou sem atraso.</p>



<p>A estimulação precoce é uma série de exercícios para desenvolver as capacidades da criança, de acordo com a fase do desenvolvimento em que ela se encontra. Não se trata de nada complicado, mas de uma série de ações que toda pessoa faz normalmente com os bebês, além de outras atividades mais específicas que se pode aprender facilmente .</p>



<p>A maior parte dos programas de estimulação precoce são dirigidos a crianças de 0 a 3 anos e devem ser iniciados o quanto antes para que a criança possa se desenvolver o quanto antes e chegar&nbsp;o mais próximo da normalidade, respeitando as características de cada indivíduo.</p>



<p>Os pais&nbsp;devem observar o que seu filho faz com facilidade e o que é difícil para ele; cada criança é única e individual. Assim, a estimulação deve ser feita de acordo som suas capacidades. E todas as novidades e necessidades devem ser comunicadas ao terapeuta.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os pais devem estar dispostos e com tempo para estimular a criança. É importante que essas atividades sejam agradáveis para ambos. Assim, você estará dando carinho e atenção para seu filho e poderá também observá-lo, compreendendo melhor suas dificuldades e habilidades.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O desenvolvimento global da criança depende muito do ambiente em que ela vive. Ele deve ser tranquilo, mas dever fornecer-lhe estímulos variados, um de cada vez e em diferentes períodos do dia. Qualquer coisa pode ser um estímulo conveniente para a criança: brinquedos coloridos, música, conversa, ou o próprio movimento da casa. Porém, não é interessante fornecer muitos estímulos ao mesmo tempo. Por exemplo, muitos brinquedos, rádios e televisão ligados, outras crianças brincando. O excesso de estímulos pode confundir a criança.</p>



<p>O bebê receberá mais estímulos se o mudarmos de posição diversas vezes durante o dia, enquanto estiver acordado. Cada nova posição, de bruços ou de lado, fará com que ele perceba partes diferentes de seu corpo e o relacione com o ambiente. A mudança de local onde o bebê fica também ajuda a estimulação, de modo que é bom deixá-lo um pouco em vários lugares da casa. A criança deve ficar sempre que possível perto de seus pais e irmãos, enquanto estivem trabalhando, conversando ou brincando. Assim, ela vai tomando contato com o que acontece na casa e gradualmente começará a participar das atividades e se desenvolvendo.</p>



<p>E não se esqueça: Procure seu fonoaudiólogo e esteja sempre em sintonia com sua equipe! Conte sempre conosco!!</p>
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		<item>
		<title>Método TEACCH para pais de crianças com dificuldades severas na comunicação:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/metodo-teacch-para-pais-de-criancas-com-dificuldades-severas-na-comunicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 21:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[O método TEACCH tem como principal finalidade a valorização do aprendizado estruturado (principalmente no início do tratamento), dando importância à rotina e a informação visual. É utilizado para crianças com sérios problemas para se comunicarem verbalmente ou com sérios comprometimentos cognitivos, como por exemplo. Para a inicialização do método em casa, algumas modificações no ambiente [&#8230;]]]></description>
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<p>O método TEACCH tem como principal finalidade a valorização do aprendizado estruturado (principalmente no início do tratamento), dando importância à rotina e a informação visual. É utilizado para crianças com sérios problemas para se comunicarem verbalmente ou com sérios comprometimentos cognitivos, como por exemplo.</p>



<p>Para a inicialização do método em casa, algumas modificações no ambiente de trabalho devem ser efetuadas, como por exemplo, a retirada de excesso de estímulos visuais do ambiente e a simplificação do mesmo.</p>



<p>Primeiramente, devemos produzir um quadro indicando, em sequência, quais atividades ou tarefas a criança deve realizar.</p>



<p>Alguns quadros são feitos de maneira a induzir a criança a retirar o cartão com a foto ou desenho da próxima atividade e depositá-la no local onde deve ir. Por exemplo, retirar a foto do banheiro do quadro e colocá-la em um lugar com o mesmo símbolo no banheiro.</p>



<p>Sendo que a utilização dos quadros requer um aprendizado inicial por parte da criança. Inicialmente alguém fará cada passo com a criança, colocando os cartões em sua mão e ensinado-a a colocá-lo no local. Quando a atividade tiver acabado, a criança deve voltar ao quadro de tarefas para ver qual a próxima atividade e pegar seu respectivo cartão. Com o tempo ela poderá realizar a tarefa de maneira independente.</p>



<p>Com o passar do tempo, a criança se tornará cada vez mais independente e com a comunicação mais efetiva e funcional em seu dia a dia.</p>



<p>Caso haja interesse em conhecer mais sobre este método, procure o profissional que atua na área mais próximo de sua casa. Você poderá encontra-los em APAE´s, Consultórios, SUS, Clínicas e onde houver alguém com necessidades especiais para a comunicação.</p>
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		<title>Sistemas de Comunicação Alternativa em prol da comunicação funcional</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sistemas-de-comunicacao-alternativa-em-prol-da-comunicacao-funcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 21:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria das crianças deficientes ou autistas apresenta dificuldades de compreensão de linguagem abstrata ou dificuldade para lidar com sequências complexas de instruções que necessitam ser decompostas em unidades menores. Existem alguns sistemas facilitadores para a comunicação da pessoa portadora de necessidades especiais, com grande comprometimento cognitivo e que auxiliam na inclusão da mesma no [&#8230;]]]></description>
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<p>A maioria das crianças deficientes ou autistas apresenta dificuldades de compreensão de linguagem abstrata ou dificuldade para lidar com sequências complexas de instruções que necessitam ser decompostas em unidades menores.</p>



<p>Existem alguns sistemas facilitadores para a comunicação da pessoa portadora de necessidades especiais, com grande comprometimento cognitivo e que auxiliam na inclusão da mesma no mundo da comunicação funcional.</p>



<p>Abaixo, alguns exemplos dos mais utilizados, atualmente:</p>



<p>O PECS (Picture Exchange Communication System) é um exemplo de como uma criança pode exercer um papel ativo utilizando velcro ou adesivos para indicar o início, alterações ou final das atividades. Este sistema facilita tanto a comunicação quanto a compreensão, quando se estabelece a associação entre a atividade/símbolos.</p>



<p>Outro sistema de instrução com base visual é o programa educacional TEACCH (Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children). É um programa altamente estruturado que combina diferentes materiais visuais para aperfeiçoar a linguagem, o aprendizado e reduzir comportamentos inapropriados.</p>



<p>Neste sistema, chamamos a atenção para a necessidade de os pais utilizarem estratégias efetivas e consistentes para encorajar a fala e desenvolver as habilidades imaginativas. Por exemplo, os pais podem manter os brinquedos e guloseimas longe da criança, mas à sua vista, utilizando recipientes transparentes, que atraem a atenção da criança. Esta estratégia simples ajuda a criança a ter de se comunicar com os adultos para conseguir o que ela quer. As habilidades imaginativas podem ser encorajadas, por exemplo, focando-se nos interesses estereotipados da criança, porém expandindo os tópicos de interesse, ao invés de simplesmente eliminar os primeiros.</p>



<p>Áreas e recipientes de cores diferentes são utilizados para instruir as crianças sobre, por exemplo, o lugar apropriado para elas estarem em certo momento e qual a correspondente sequência de atividades, durante o dia, na escola. Os componentes básicos são adaptados para servirem às necessidades individuais e ao perfil de desenvolvimento da criança, avaliados, posteriormente pelos profissionais da comunicação , por meio do PEP-R (Psychoeducational Profile-Revised).</p>



<p>Mesmo crianças sem dificuldades de linguagem evidentes podem também requerer alguns sistemas potencializadores da comunicação, em certas situações. A maioria das crianças deficientes ou autistas apresenta dificuldades de compreensão de linguagem abstrata ou dificuldade para lidar com sequências complexas de instruções que necessitam ser decompostas em unidades menores.</p>



<p>Depois de ler este artigo, que tal tirar suas dúvidas? Marque um horário com seu fonoaudiólogo para conhecer um pouco mais sobre esses sistemas.</p>
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