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	<title>Processamento Auditivo &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>Processamento Auditivo &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Seu filho é hiperativo??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-e-hiperativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas: Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apresenta dificuldade em manter atenção aos sons;</li>



<li>Dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita;</li>



<li>Dificuldade em compreender o que lê;</li>



<li>Necessidade de chamado ser várias vezes (&#8220;parece&#8221; não escutar);</li>



<li>Solicita com frequência a repetição das informações: Ah? O quê?</li>



<li>Dificuldade em entender expressões com duplo sentido ou piadas ou ideias abstratas;</li>



<li>Dificuldade ao dar um recado ou contar uma história;</li>



<li>Problemas de memória para nomes, datas, números etc.</li>



<li>Dificuldade em acompanhar uma conversa, aula ou palestra com outras pessoas falando ao mesmo tempo.</li>



<li>Problemas de fala (troca /L/R/S/E/CH/) &#8211; Dificuldade em localizar a origem dos sons.</li>
</ul>



<p>Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou hiperatividade. Mas para ter certeza, apenas uma visita ao fonoaudiólogo, neuropediatra, voltado em transtornos escolares e equipe direcionada pelos mesmos; quando necessária, traçará a melhor conduta para cada caso.</p>



<p>Não espere os anos passarem, ou deixar seu filho (a) repetir a mesma história; passe bons anos com seu filho (a): Marque sua avaliação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distúrbio de Processamento Auditivo (DPAC) pode ser confundido com Hiperatividade &#8211; fique por dentro!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disturbio-de-processamento-auditivo-dpac-pode-ser-confundido-com-hiperatividade-fique-por-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é um distúrbio do processamento auditivo central (DPAC)? É uma falha no desenvolvimento das habilidades perceptivas auditivas, mesmo com audição normal, é totalmente diferente de perda auditiva e hiperatividade. Encontra- se associado a dificuldades de aprendizagem, na maioria das vezes. A hiperatividade é um dos componentes mais conhecidos do TDAH &#8211; Transtorno de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que é um distúrbio do processamento auditivo central (DPAC)?</p>



<p>É uma falha no desenvolvimento das habilidades perceptivas auditivas, mesmo com audição normal, é totalmente diferente de perda auditiva e hiperatividade. Encontra- se associado a dificuldades de aprendizagem, na maioria das vezes.</p>



<p>A hiperatividade é um dos componentes mais conhecidos do TDAH &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A criança hiperativa mostra atividade maior que outras crianças da mesma idade. É comum as crianças serem ativas, sem que isto seja uma hiperatividade anormal ou patológica. A diferença é que a criança hiperativa mostra um excesso de comportamentos, em relação às outras crianças, além de dificuldade em manter a concentração, impulsividade e agitação. (Leia na sessão leitura e escrita- dificuldades de aprendizagem, neste site).</p>



<p>Na perda auditiva, o indivíduo apresenta dificuldades em ouvir oque é falado e processos a ela relacionados e consequentemente, a percepção de fala é deficitária, bem como, a escrita e leitura sofrem uma maior necessidade de intervenção em função das dificuldades dele; diferindo do processamento auditivo, onde o indivíduo ouve, mas o caminho em que o som percorre é que está prejudicado em alguns trechos, como descreveremos a seguir.</p>



<p>No que se diz respeito ao processamento auditivo, as características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno no processamento auditivo central, são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo; confundido com indisciplinado.</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são e consequentemente, as habilidades a serem trabalhadas serão (conforme as alterações detectadas):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Localização sonora</strong>: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li><strong>Síntese binaural:</strong> habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li><strong>Figura-fundo:</strong> identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li><strong>Separação binaural:</strong> habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li><strong>Memória:</strong> habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li><strong>Discriminação:</strong> habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li><strong>Fechamento:</strong> habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li><strong>Atenção:</strong> habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li><strong>Associação:</strong> habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica será estabelecido os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído. E como consequência o paciente conseguirá se organizar melhor tendo uma melhor expansão de: memória curto, médio prazo; raciocínio, leitura, resolução de problemas em seu dia a dia, além das particularidades de cada paciente.</p>



<p>Para tal, faz -se fundamental o diagnóstico correto entre: Alteração no processamento auditivo central, distúrbio na escrita (atraso nos níveis da escrita), disgrafia, discalculia, Distúrbio de Aprendizagem /Dislexia, Condutas Típicas, Hiperatividade/ TDAH. Uma avaliação com um neurologista, de preferência com foco em aprendizagem e visão multidisciplinar que enfoque o ser humano em todas as suas necessidades, um fonoaudiólogo que atue nesta área e uma equipe preparada para receber este indivíduo, torna-se uma jogada de mestre, um cheque mate no sucesso se todo e qualquer caso.</p>



<p>Se ainda tem dúvidas e não sabe as razões do insucesso escolar, marque um horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disturbio-no-processamento-auditivo-e-confundido-com-deficit-de-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento. Marcelo Camargo/Folhapress Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo. Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento.</p>



<p>Marcelo Camargo/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="367" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg" alt="irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo." class="wp-image-314" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 1" srcset="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg 500w, https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo.</p>



<p>Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade ou DPAC (distúrbio do processamento auditivo central).</p>



<p>O problema é uma falha na forma como o sistema nervoso central processa o som. Não há deficiência no aparelho auditivo, mas uma dificuldade para compreender o significado da mensagem.</p>



<p>Nomeado oficialmente nos EUA em 1996, o distúrbio ainda está se tornando mais conhecido por pais e professores. Segundo estudos, pode atingir até metade das crianças com dificuldades de aprendizagem.</p>



<p>Ainda se sabe pouco sobre causas &#8211; infecções no ouvido na infância estão entre elas, mas suspeita-se também de alterações neurobiológicas genéticas e meningite.</p>



<p>Crianças inteligentes, interessadas e que, mesmo assim, vão mal em várias matérias são candidatas a ter DPAC. É o caso de Eduarda, 12, de Brasília.</p>



<p>A mãe, Luísa Casado Lima, afirma que a filha sempre foi esforçada, mas não conseguia se concentrar e começou a cometer erros de grafia.</p>



<p>Luísa, que é dentista, levou a filha a uma fonoaudióloga, a um neurologista e a um ortopedista. No exame de audiometria, feito em cabine acústica, o processamento auditivo estava alterado.</p>



<p>Eduarda ouvia bem, mas não entendia o que era dito.</p>



<p>Editoria de Arte/Folhapress/Editoria de Arte/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="500" height="346" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/processamento-auditivo.gif" alt="Processamento auditivo, entenda o problema." class="wp-image-315" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 2"></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Moda</strong></h2>



<p>A mãe acha que o DPAC é moda. &#8220;Todo aluno tem alguma coisa, qualquer dificuldade é atribuída a alterações.&#8221;</p>



<p>O filho dela, Henrique, 10, também foi diagnosticado com o problema.</p>



<p>O neuropediatra Paulo Junqueira também percebe um crescimento no número de diagnósticos.</p>



<p>Para a fonoaudióloga Vera Lúcia Garcia, diretora secretária da Associação Brasileira de Fonoaudiologia, os diagnósticos vão ficando mais específicos com a evolução da neurociência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Hoje a disseminação do distúrbio é maior e há mais recursos para avaliá-lo.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Nicholas Araujo, 9, do Rio, também foi diagnosticado com o DPAC. A mãe, Rachel, demorou para descobrir quais eram as dificuldades.</p>



<p>O que chamava a atenção da mãe é que qualquer frase era interpretada “ao pé da letra”. &#8220;O Nicholas não entendia brincadeiras, piadas, algo com duplo sentido&#8221;, diz.</p>



<p>O tratamento é feito com fonoterapia, para ajudar a criança a separar e entender o que ouve.</p>



<p>Além de terem sintomas similares, o déficit de atenção e o distúrbio auditivo podem coexistir &#8211; o que é muito comum, segundo o neuropediatra Paulo Alves Junqueira. &#8220;É preciso tomar muito cuidado ao colocar um rótulo porque as características são similares. Há uma linha muito tênue entre os dois.</p>



<p><strong>FOLHA DE SÃO PAULO, 3-1-11</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu filho anda &#8220;voado&#8221; em sala de aula??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-anda-voado-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).</p>



<p>As características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;</li>



<li>Tempo e atenção curtos (reduzido);</li>



<li>Ansiedade e estresse quando escuta;</li>



<li>Facilmente distraído;</li>



<li>Dificuldade em seguir direção;</li>



<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo;</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização sonora: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li>Síntese binaural: habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li>Figura-fundo: identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li>Separação binaural: habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li>Memória: habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li>Discriminação: habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li>Fechamento: habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li>Atenção: habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li>Associação: habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>Um transtorno no processamento auditivo central só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.</p>



<p>A queixa mais característica desse transtorno, entretanto, é a dificuldade de ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento:</h3>



<p>O fonoaudiólogo ao preparar um plano de terapia para as alterações do processamento auditivo central deve ter como objetivo principal criar condições para que o indivíduo possa se reorganizar quanto aos aspectos envolvidos na comunicação no que se refere a utilização dos fonemas, da prosódia e das regras da língua. Para cada tipo de alteração pode se organizar uma proposta de fonoterapia enfatizando alguns aspectos que deverão ser predominantemente treinados.</p>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica deve enfatizar os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído.</p>



<p>É através do treinamento auditivo que o fonoaudiólogo desenvolverá as habilidades prejudicadas, melhorando a percepção da fala e, consequentemente, aumentando sua competência comunicativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientações de como pais e professores podem ajudar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes de começar a falar, chame, olhe ou toque a criança, garanta que ela está olhando para você;</li>



<li>Fale mais alto, sem gritar, olhando para criança de frente;</li>



<li>Fale pausado, mais articulado;</li>



<li>Repita a ordem várias vezes, garanta que a criança entendeu, pedindo que ela repita o que deve ser feito;</li>



<li>Use frases mais curtas;</li>



<li>Adicione palavras diferentes às da criança, ampliando o vocabulário dela;</li>



<li>No início diminua os barulhos da casa (desligar rádio, TV) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar a janela quando possível), enquanto se fala com a criança;</li>



<li>Criar situações de comunicação com seu filho pelo menos 30 minutos por dia;</li>



<li>Contar histórias, cantar músicas, perguntar sobre atividades do dia.</li>
</ul>



<p>Para saber mais, entre em contato conosco.</p>
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