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	<title>alimentação &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>alimentação &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Você conhece sua língua?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voce-conhece-sua-lingua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 14:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que língua é um dos órgãos mais importantes e versáteis do corpo humano. Sem a língua ficaria bem mais difícil nos comunicarmos socialmente, é muito importantes na gustação e mastigação, (sua superfície é coberta por papilas primárias identificando o sabor doce, salgado, amargo e ácido) importante na deglutição ajudando na propulsão do bolo [&#8230;]]]></description>
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<p>Você sabia que língua é um dos órgãos mais importantes e versáteis do corpo humano.</p>

<p>Sem a língua ficaria bem mais difícil nos comunicarmos socialmente, é muito importantes na gustação e mastigação, (sua superfície é coberta por papilas primárias identificando o sabor doce, salgado, amargo e ácido) importante na deglutição ajudando na propulsão do bolo alimentar durante o processo de digestão que se inicia na boca, na sucção, por exemplo.</p>

<p>Alterações na musculatura e funcionalidade da língua podem contribuir para que uma pessoa possa roncar mais, alterar o formato da mordida / dentes, falar errado, cantar com menos projeção, cansando mais ao cantar e até para quem usa a voz diminuir o tempo de fala produtivo gerando esforço.</p>

<p>Por isso a avaliação Fonoaudiológica é tão importante nestes casos. No Instagram (Fono Thaís Bless) temos uma foto de um paciente ilustrando um caso real. Alterações como voz tensionada, língua empurrando os dentes para frente, falando tocando nos dentes, alteração na mastigação e deglutição e a outra foto mostrando a atuação Fonoaudiológica nestes aspectos.</p>

<p>Quer saber mais? Entre em contato conosco.</p>
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		<item>
		<title>Ultrassom em reabilitação fonoaudiológica: Dor de cabeça, na nuca, no rosto? Saiba mais o que pode causar essa dor e como podemos ajudá-lo.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ultrassom-em-reabilitacao-fonoaudiologica-dor-de-cabeca-na-nuca-no-rosto-saiba-mais-o-que-pode-causar-essa-dor-e-como-podemos-ajuda-lo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2020 14:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
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					<description><![CDATA[A fonoaudiologia utiliza diversos instrumentos para validar suas ações; reabilitando e habilitando melhor, em menor tempo e com mais qualidade; dando melhores condições aos seus pacientes em seu dia a dia. A favor dos pacientes existem vários estudos e recursos tecnológicos para promover o desenvolvimento no tratamento de seus pacientes. Um dos recursos é o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A fonoaudiologia utiliza diversos instrumentos para validar suas ações; reabilitando e habilitando melhor, em menor tempo e com mais qualidade; dando melhores condições aos seus pacientes em seu dia a dia. A favor dos pacientes existem vários estudos e recursos tecnológicos para promover o desenvolvimento no tratamento de seus pacientes. Um dos recursos é o ultrassom.</p>



<p>Já utilizado internacionalmente, o ultrassom na fonoaudiologia começa a ganhar espaço no Brasil por profissionais que tem disposto seu tempo na utilização dessa ferramenta em prol deles.</p>



<p>Se você costuma roer as unhas, apoiar o queixo nas mãos enquanto estuda, celular nos ombros, morder lápis, arrancar cutícula com os dentes, roer unha, usar os dentes para abrir algo; saiba que essas pequenas manias do dia a dia são, na verdade, hábitos parafuncionais, ou seja, costumes involuntários que podem trazer problemas severos na saúde bucal. “São hábitos sem função específica natural do ser humano que colocam a boca e os ossos da face em posições anormais ou os sobrecarrega.</p>



<p>O paciente com desordem temporo mandibular pode apresentar dor na face, ouvido, dor de cabeça, tontura, dor na região cervical, dificuldades na abertura da boca, mastigação, deglutição, fala; dentre outros sintomas. Esses hábitos acabam causando uma disfunção, a Disfunção Temporo Mandibular (DTM).</p>



<p>Nas alterações temporo mandibulares (ATM) que fazem parte do sistema estomatognático e que fazem parte dele as seguintes estruturas: mandíbula, maxila, arcos dentários, glândulas salivares, nervos, vasos sanguíneos, músculos, atuando simultaneamente com estruturas crânio escapulares no desempenho das funções de: mastigação, deglutição, fonação, respiração e expressões faciais o ultrassom é de fundamental importância quando aliado a reabilitação fonoaudiológica.</p>



<p>Existem vários estudos mostrando a efetividade do ultrassom terapêutico (UST) na reabilitação do paciente que apresenta essas alterações, potencializando tratamentos na clínica fonoaudiológica, atuando em vários aspectos, inclusive o aspecto de dor, que tanto limita o paciente em seu dia a dia.</p>



<p>Quer saber mais? Entre em contato conosco.</p>
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		<title>Seu filho não quer comer? Já passou por isso?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-nao-quer-comer-ja-passou-por-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 22:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Quantos pediatras, quantos familiares ouviram essas frases: “Não sei o que fazer, meu filho não come”, faz caretas, só come porcaria e quando come&#8221;&#8230;como faço??? Essas queixas têm sido cada vez mais frequentes e outras; referentes a dificuldades que pais, babás, equipe médica e escolar tem sido cada vez mais frequentes. As dificuldades alimentares podem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quantos pediatras, quantos familiares ouviram essas frases: “Não sei o que fazer, meu filho não come”, faz caretas, só come porcaria e quando come&#8221;&#8230;como faço??? Essas queixas têm sido cada vez mais frequentes e outras; referentes a dificuldades que pais, babás, equipe médica e escolar tem sido cada vez mais frequentes.</p>



<p>As dificuldades alimentares podem surgir coincidindo com o período das papinhas/ introdução de sólidos, por volta de 8 a 10 meses. Em algumas crianças pode surgir até antes por volta de 5 a 6 meses. Dados norte-americanos mostram que 10 a 25% das crianças têm algum transtorno alimentar.</p>



<p>Um dos mais frequentes distúrbios alimentares é a seletividade alimentar.</p>



<p>As condições desfavoráveis à aceitação alimentar podem ser de origem orgânica, comportamental ou até mesmo emocional, por exemplo.</p>



<p>Um estudo realizado na Suécia, mostrou que a criança seletiva manifesta a tríade: recusa alimentar, pouco apetite (relatado) e desinteresse pelo alimento. Este comportamento pode ocorrer tanto em crianças saudáveis quanto as que possuem necessidades especiais, das crianças prematuras, com problemas neurológicos, e/ou outras doenças.</p>



<p>Quando tocamos na questão da seletividade na infância, os principais aspectos a serem seletividade na infância, os principais aspectos a serem considerados são os motivos que levam a criança a este comportamento, buscar e entender a causa do porquê que a&nbsp;criança escolhe o que quer comer e não simplesmente a rotular como “birrenta, teimosa e seletiva”, é o primeiro passo para se propor uma e seletiva”, é o primeiro passo para se propor uma conduta mais adequada. conduta mais adequada.</p>



<p>Buscar e entender a causa do porquê a criança escolhe o&nbsp;que&nbsp;quer comer e não simplesmente a rotular como “birrenta, teimosa e seletiva”; é o primeiro passo para se propor uma conduta mais adequada.</p>



<p>Devemos entender e buscar são os motivos que levam a criança a este comportamento. Podemos encontrar alguns sinais de dificuldades alimentares e de deglutição na população pediátrica do ponto de vista da fono, por exemplo: alterações na fase faríngea, esforço respiratório, doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), comprometimento nutricional, atraso motor oral, recusa alimentar e seletividade, atraso na transição de consistências ou recusa de consistências adequadas para o período de desenvolvimento da criança; ou a combinação dessas dificuldades. A criança com recusa alimentar necessita de apoio multidisciplinar: pediatra, gastro, fono,to, etc.</p>



<p>Quer saber mais? Agende conosco.</p>
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		<item>
		<title>Siringomielia e/ou Hidromielia &#8211; Conhecendo para melhor tratar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-e-ou-hidromielia-conhecendo-para-melhor-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição. Qualquer alteração no complexo processo já descrito é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição.</p>



<p>Qualquer alteração no complexo processo já descrito é chamada de disfagia, que pode ter causas mecânicas, neurológicas e/ou psicológicas, além de acometer diferentes fases da deglutição.</p>



<p>As disfagias neurogênicas são transtornos de deglutição e/ou alimentação causados por doença ou trauma neurológico. As disfunções neurológicas podem afetar a ação muscular responsável pelo transporte do bolo alimentar da boca para o esôfago.</p>



<p>As disfagias orofaríngeas manifestam-se através de vários sintomas como: distúrbios na mastigação, dificuldade em iniciar a deglutição, regurgitação nasal, tosse e/ou engasgos durante as refeições.</p>



<p>Na siringomielia e/ou hidromielia; quando a lesão afeta a área bulbar, o paciente pode ter sintomas de disartria, disfagia e acometimento dos músculos da face. Como alguns autores referem, a siringomielia e/ou hidromielia deve ser considerada no diagnóstico diferencial quando ocasiona disfagia, constipação crônica e outros. Muitas vezes a disfagia pode estar associada a uma dessas patologias e iniciar o quadro por apresentar causas mais perceptíveis como: refluxo gastroesofágico, esofagites e dificuldade na coordenação da deglutição devida ao comprometimento do sistema nervoso central.</p>



<p>A reabilitação da disfagia orofaríngea como manifestação objetiva do quadro de malformação depende diretamente da precoce atuação conjunta multidisciplinar, de modo a promover um adequado desenvolvimento das estruturas e funcionalidade delas, no paciente a ser trabalhado. além do mais, fatores subjetivos como: estado emocional do paciente, suporte familiar e situação socioeconômico-cultural vão interferir diretamente na evolução da disfagia. O paciente deverá procurar algo que o satisfaça e o deixe bem consigo mesmo no âmbito corpo e mente. Caso não esteja conseguindo, o suporte psicológico será fundamental nestes casos de modo a não contribuir negativamente na miofuncionalidade do paciente.</p>



<p>Em clínica, paciente e família serão orientados quanto a novas condutas a serem adotadas diariamente com o paciente.</p>



<p>Para saber mais, agende seu horário conosco!</p>
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		<item>
		<title>Cuidados com bebê na regurgitação</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/cuidados-com-bebe-na-regurgitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[frênulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Você acha que seu filho tem refluxo? Tenha calma. Não é qualquer volta de leite que o bebê apresenta que pode indicar que ele tem o problema. &#8220;Os adultos confundem a regurgitação comum, que ocorre com cerca de 50% dos bebês e não interfere em seu desenvolvimento, com o refluxo gastroesofágico, que merece atenção especial. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você acha que seu filho tem refluxo? Tenha calma. Não é qualquer volta de leite que o bebê apresenta que pode indicar que ele tem o problema. &#8220;Os adultos confundem a regurgitação comum, que ocorre com cerca de 50% dos bebês e não interfere em seu desenvolvimento, com o refluxo gastroesofágico, que merece atenção especial.</p>



<p>Problemas alimentares são queixas clínicas frequentes em consultórios fonoaudiológicos. Seu estudo é importante pois, mesmo quando não determinam repercussões nutricionais ou déficit de crescimento, podem comprometer a qualidade de vida da criança e da família e prejudicar a administração das dietas. Do ponto de vista fonoaudiológico, pode-se dizer que o padrão alimentar não está adequado quando os alimentos que constituem o cardápio da criança não favorecem a evolução das funções motoras orais ou quando há risco de aspiração alimentar.</p>



<p>O principal sintoma do refluxo gastresofagiano é a regurgitação que ocorre após as mamadas. No entanto, em muitos casos, o refluxo gastresofagiano e suas consequências nefastas podem existir mesmo que as regurgitações não sejam visíveis para a família. Isso ocorre principalmente à noite, quando a criança dorme em posição que facilite o refluxo.</p>



<p>A presença de problemas alimentares não indica necessariamente a existência de uma entidade clínica específica, de origem orgânica ou não-orgânica<br>possível de ser identificada.</p>



<p>Avaliação das estruturas estomatognáticas, visando a identificação de alterações de forma, tamanho e postura, capazes de interferir no desempenho das funções de sucção, mastigação e deglutição, exame das seguintes estruturas: lábios, língua, palatos duro e mole, frênulos labiais e lingual, dentes, gengiva, bochechas e amígdalas também são muito importantes nestes casos para tratamento e melhor conduta diversificada para cada caso.</p>



<p>O que causa o refluxo gastresofagiano em crianças pequenas é a hipotonia (fraqueza) de um pequeno músculo situado entre o estômago e o esôfago, chamado cárdia, que, em situação normal, impede que o conteúdo ácido do estômago reflua para o esôfago durante o processo digestório.</p>



<p>As principais orientações posturais a serem praticadas em casa são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Colocar sempre a criança para arrotar após as mamadas.</li>



<li>Nunca deixar a criança deitada na posição horizontal.</li>



<li>Elevar a cabeceira do berço em ângulo de quarenta e cinco graus, seja pela colocação de calço nos pés do berço, seja pela colocação de cobertores e travesseiros por baixo do colchão.</li>



<li>Confeccionar pequeno suporte de pano, costurando quatro tiras sobre as extremidades de um quadrado de pano, o qual será colocado por entre as pernas da criança e amarrado à cabeceira do berço, de modo que a criança não escorregue, durante o sono, mudando de posição.</li>



<li>Deitar a criança em decúbito lateral, sobre o lado direito ou de bruços, sem travesseiro.</li>



<li>Não usar roupas apertadas. Não movimentar muito a criança.</li>
</ul>



<p>O tratamento do refluxo gastresofagiano prolonga-se por alguns meses e requer perseverança e paciência dos pais, uma vez que nem sempre se conseguem resultados a curto prazo. A cirurgia é reservada a número muito pequeno de casos, depois da não adaptação ao tratamento clínico. A maioria das vezes, no entanto, o problema se resolve com o decorrer do tempo, à medida que a musculatura da cárdia começa a se fortalecer e após suporte fonoterápico especializado e acompanhamento pediátrico de rotina. Venha conhecer mais.<br><br>Agende seu horário conosco, será um prazer receber usa visita!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Até quando regurgitar é normal para os bebês?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ate-quando-regurgitar-e-normal-para-os-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 16:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[A alimentação por via oral (mamar) em recém-nascidos é uma atividade complexa que requer uma eficiente coordenação das funções de sucção, respiração e deglutição, para que não haja esforço e/ou risco de aspiração (alimento indo para pulmão, podendo gerar pneumonia com risco de pneumonia aspirativa com risco de óbito). Os principais sinais e sintomas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alimentação por via oral (mamar) em recém-nascidos é uma atividade complexa que requer uma eficiente coordenação das funções de sucção, respiração e deglutição, para que não haja esforço e/ou risco de aspiração (alimento indo para pulmão, podendo gerar pneumonia com risco de pneumonia aspirativa com risco de óbito).</p>



<p>Os principais sinais e sintomas que podem indicar alteração na deglutição são: recusa alimentar, irritação, tosse, regurgitação, engasgos, desconforto respiratório, estridor, cianose, apneia, dessaturação de oxigênio, bradicardia e infecções respiratórias recorrentes, principalmente pneumonia.</p>



<p>Além do mais, é preciso mais urgência na atenção às regurgitações se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se seu bebê não estiver ganhando peso.</li>



<li>Se seu bebê chorar muito sempre depois de mamar.</li>



<li>Se ele estiver vomitando com muita frequência.</li>



<li>Se ele começar a ter muita tosse, sem &#8220;motivo aparente&#8221; (resfriados, alergias).</li>



<li>Se ele ficar irritado, curvando-se para trás, depois de mamar</li>
</ul>



<p>O diagnóstico do refluxo é baseado na análise clínica, ou seja, baseado no exame físico do bebê e na descrição dos sintomas e se caso necessário, exames complementares.</p>



<p>O fonoaudiólogo fará uma avaliação minuciosa definindo o melhor tratamento e estratégia a ser abordada a cada caso. Marque sua visita.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que meu bebê regurgita e chora após mamar??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/por-que-meu-bebe-regurgita-e-chora-apos-mamar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 16:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[É bastante frequente a doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) em bebês, e algumas vezes isto pode se estender pela primeira infância. O Refluxo se dá quando o alimento retorna do estômago para o esôfago (tubo muscular que conecta a garganta / boca ao estômago para passagem do alimento), nem sempre chegando a ser visível, isso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É bastante frequente a doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) em bebês, e algumas vezes isto pode se estender pela primeira infância. O Refluxo se dá quando o alimento retorna do estômago para o esôfago (tubo muscular que conecta a garganta / boca ao estômago para passagem do alimento), nem sempre chegando a ser visível, isso porque nem sempre há vômito.</p>



<p>O refluxo provoca choro constante e que incomoda bebês e os pais. Tudo porque o alimento, que em bebês, que se alimentam basicamente de líquidos, em vez de ir sempre em frente, corre na contramão; sendo assim, tornam -se vítimas fáceis para o refluxo. O leite num movimento, de lá para cá, de cá para lá &#8211; mais precisamente do esôfago para o estômago e do estômago para o esôfago, acaba resultando em contravenção digestiva é a azia, provocada pela acidez do estômago e do esôfago. Já os sólidos não voltam na contramão com tanta facilidade. Em alguns casos, o refluxo fisiológico acontece sem o regurgito e pode até ser confundido com cólica, confundindo os pais.</p>



<p>&#8220;É uma situação própria da idade&#8221;, &#8220;Quanto mais novo o bebê, maior o risco de refluxo.&#8221; A solução vem mesmo com o tempo. &#8220;Geralmente o problema diminui a partir dos 6 meses e acaba por volta de 1 ano”, quando o sistema digestivo passa a funcionar com mais competência.</p>



<p>O Refluxo Gastro Esofágico patológico existe quando encontramos algumas características ou conjunto delas, tais como: irritabilidade excessiva por parte do bebê/ choro, recusa para mamar, dificuldades alimentares, desnutrição, pneumonias aspirativas, desnutrição, complicações otorrinolaringológicas e até a ocorrência de morte súbita, engasgamento.</p>



<p>Para tratar o refluxo, medidas práticas podem ser úteis. Há casos, porém, em que é preciso entrar com medicamentos propcinéticos (que aceleram o peristaltismo :movimentos do esôfago para que o bolo alimentar desça para o estômago) e antiácidos que neutralizam a secreção de sucos digestivos no estômago, indicados pelo médico.</p>



<p>Confira algumas dicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Troque a fralda antes de dar de mamar ao seu bebê. Ou espere que a digestão se complete para fazê-lo (de uma a duas horas após a mamada).  Nunca Agite o bebê, seja trocando-o, ninando   brincando ou passeando com ele imediatamente após a refeição, aumenta o risco de o leite voltar do estômago para o esôfago &#8211; e aí é incômodo e choro na certa e possibilidade de o refluxo atingir seu bebê.</li>



<li>Estômago muito cheio é sinônimo de refluxo, já que o esfíncter ainda não funciona tão bem, uma fez que não possui suas funções amadurecidas. O jeito, então, é fracionar a dieta, ou seja, oferecer menor quantidade de leite e distribuir a cota diária ao longo do dia, em várias pequenas refeições.</li>



<li>Quanto a postura do berço, incline- o num ângulo de 45 graus, com o bebê deitado do lado esquerdo (curvatura da digestão). A mudança favorece o deslocamento da bolha gástrica do estômago para perto do esôfago, formando uma barreira de ar, que por si, dificulta o refluxo. São medidas simples que podem ajudar seu bebê. Existem almofadas que ajudam a manter o bebê nesta posição em lojas especializadas). Isto ajuda a facilitar o esvaziamento do estômago e diminuir o risco de refluxo;</li>



<li>A chamada sucção não nutritiva (chupetas ou o dedo da mãe) também ajuda a aliviar a dor e queimação causadas pelo refluxo. Ela pode ser efetuada antes e após as mamadas, conforme cada caso.</li>
</ul>



<p>Se você notou que seu bebê regurgita com frequência ou que dá sinais de dor ou desconforto durante e após se alimentar, ou ainda, que ele está se recusando a comer / mamar, procure sua equipe médica de confiança, procure seu fonoaudiólogo, relatando estes sintomas e pergunte sobre a possibilidade do seu bebê apresentar refluxo.</p>



<p>Agende seu horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS)… Doença rara de meia idade &#8211; como a fonoaudiologia pode ajudar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atrofia-de-multiplos-sistemas-ams-doenca-rara-de-meia-idade-como-a-fonoaudiologia-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS é considerada uma doença rara, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando. A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS</em></strong> <strong>é <em>considerada uma doença rara</em></strong>, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando.</p>



<p><em>A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala</em>.</p>



<p>O tratamento farmacológico é limitado, e a resposta à levodopa (fármaco usado no tratamento das síndromes parkinsonianas), conforme algumas pesquisas demonstram, quando acontece, só é observada nos estágios iniciais da doença. O tratamento também aponta para a necessidade de apoio multidisciplinar ao paciente, com fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e enfermeiros.</p>



<p><br>A AMS é também conhecida como degeneração estriatonigral, atrofia olivopontocerebelar ou síndrome de Shy-Dragger. Não é considerada uma doença hereditária e geralmente afeta homens e mulheres de meia idade. A falta de conhecimento sobre a doença leva a falhas no diagnóstico e tratamentos incorretos.</p>



<p>Os sintomas podem aparecer em várias combinações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de equilíbrio e coordenação,</li>



<li>problemas na marcha,</li>



<li>dificuldades na alimentação*,</li>



<li>tosse,</li>



<li>engasgos,</li>



<li>*riscos de aspiração/ *pneumonia aspirativa e *até levar a óbito, e , se após um determinado período;</li>
</ul>



<p>Caso o paciente não seja assistido adequadamente por equipe médica</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>(neurologista, fisiologista, pneumologista, geriatra),</li>



<li>fonoaudiólogo, (atuando nos aspectos *alimentares/ *deglutição, respiração, manutenção de secreção não produtiva no tudo laríngeo, fala, voz e organização destes sistemas)</li>



<li>fisioterapeuta (respiratório inferior/ pulmão, marcha/ membros inferiores, superiores, etc.)</li>



<li>psicólogo (suporte emocional)</li>



<li>terapeuta ocupacional (manutenção das atividades diárias do paciente).</li>
</ul>



<p>A atrofia de múltiplos sistemas (AMS) é caracterizada pela presença de sinais parkinsonianos, cerebelares, autonômicos e piramidais, em várias combinações. O aparecimento de disartria e disfagia no primeiro ano de manifestação de parkinsonismo, sugere o diagnóstico de AMS.</p>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico.</p>



<p>O grau de conhecimento de uma doença rara determina tanto a rapidez com que é diagnosticada como a qualidade das coberturas médica e social. A percepção do doente da sua qualidade de vida está mais ligada à qualidade dos cuidados do que à gravidade da doença ou ao grau das deficiências associadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Ajude ao próximo, se ajude!! Se ame, ame ao outro!! Seja multiplicador do saber!!!</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico</p>



<p>Se você conhece alguém que possui sintomas como: diminuição da mímica facial/ capacidade para se expressar por meio da musculatura facial, expressando sentimentos; dificuldades na mastigação, deglutição/dificuldades para engolir alimentos (sólidos , líquidos, pastosos), fala robotizada, voz áspera, ou pastosa; lentificada, diferente da habitual, dificuldades na linguagem gestual ,(como escovar os dentes, pentear o cabelo, fazer o sinal da cruz) respiração com dificuldades, tremor em mãos; dentre outros&#8230; É hora de procurar suporte médico&#8230; É hora de procurar por seu fonoaudiólogo!!!</p>



<p>A qualidade de vida e o atendimento precoce garantirá uma melhor qualidade de vida para o paciente que necessita do suporte multidisciplinar de caso.</p>
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		<title>Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais &#8211; Traumas na face &#8211; E agora, o que fazer? Para onde ir?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/acidentes-de-carro-e-moto-agressoes-fisicas-indices-que-crescem-cada-vez-mais-traumas-na-face-e-agora-o-que-fazerpara-onde-ir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
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					<description><![CDATA[Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais na cidade de Lavras e preocupam cada vez mais a população. Em contrapartida; surge também o surgimento de um auxílio, de um socorro, após momentos tão difíceis: A atuação fonoaudiológica para minimizar os traumas da face em conjunto com atuação multidisciplinar. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais na cidade de Lavras e preocupam cada vez mais a população. Em contrapartida; surge também o surgimento de um auxílio, de um socorro, após momentos tão difíceis: A atuação fonoaudiológica para minimizar os traumas da face em conjunto com atuação multidisciplinar. Os traumas ocorrer devido a acidentes automobilísticos, motociclísticos, assaltos, brigas, quedas, acidentes esportivos e projéteis de arma de fogo; dentre outros. Sendo estes, os principais. As fraturas faciais vêm representando um campo de preocupação para nós fonoaudiólogos, cada vez mais, uma vez que frequentemente interferem no desempenho do Sistema Estomatognático: respiração, mastigação, deglutição de alimentos, mímica facial e fala e, consequentemente, nas funções realizadas por ele.</p>



<p>Nestes casos, as estruturas faciais mais comumente acometidas pelos traumas são &nbsp;fraturas que comprometem partes ósseas e musculares de maxila, (osso situado abaixo do nariz) mandíbula, perda de dentes, musculatura de mastigação e mímica facial.</p>



<p>Outros fatores tais como:&nbsp; Condições intrínsecas representadas por inclusão dental, cistos, tumores mandibulares, anquilose, osteomielite, osteoporose, displasias, má oclusão também contribuem para a ocorrência de fraturas mandibulares No entanto, os principais fatores determinantes de fratura são os traumas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nas fraturas mandibulares o sistema estomatognático geralmente sofre algum tipo de alteração, dentre as quais podemos observar as alterações decorrentes da tensão muscular resultante do mau posicionamento mandibular; às alterações na musculatura em relação à tração e direção da força muscular; as alterações de sensibilidade; a presença de dor e/ou edema; a limitação e alteração dos movimentos mandibulares; e as alterações dos órgãos e das funções estomatognáticas.</p>



<p>As alterações fonoaudiológicas mais encontradas nestes casos são: limitação parcial dos movimentos mandibulares, podendo ou não apresentar desvios destes para o lado da fratura; mastigação unilateral do lado afetado com redução da amplitude do movimento; articulação da fala com desvio no percurso mandibular também para o lado acometido, uma vez que apenas os movimentos condilares do lado oposto estão preservados. O repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A terapia fonoaudiológica após traumas pode ser indicada principalmente nas fraturas altas de côndilo, a reabilitação dos músculos utilizados na mímica facial, mastigação e deglutição; buscando-se a remodelação por força e ação da musculatura envolvida.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As fraturas condilares, se não tratadas adequadamente, podem levar a limitação de mobilidade, assimetrias faciais ósseas e musculares com diferentes graus de comprometimento, principalmente em crianças e adolescentes devido à discrepância de altura do ramo e redução de estímulos de crescimento. A intervenção fonoaudiológica nos casos de fraturas mandibulares envolve o trabalho miofuncional oral e visa restabelecer mobilidade mandibular, evitando possíveis assimetrias ou limitações funcionais. O aumento da amplitude da abertura da boca, a adequação dos movimentos mandibulares evitando adaptações nocivas e promovendo a simetria do movimento da face e a estabilidade funcional são também objetivos do tratamento fonoaudiológico.</p>



<p>Também são enfocados aspectos como: tendo por objetivos: ampliação da amplitude dos movimentos mandibulares, especialmente abertura, evitando-se restrição funcional; correção do desvio do movimento mandibular dirigido buscando fornecer estímulos adequados ao lado acometido; simetria postural, funcional e principalmente estabilidade funcional.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Caso tenha sido vítima de agressão, acidentes, tenha sido baleado em face e/ou estruturas responsáveis pela mastigação, deglutição, mímica e fala; consulte seu fonoaudiólogo e marque sua avaliação.&nbsp;Venha experimentar novamente o prazer de mastigar todos os alimentos novamente, engolir e falar sem sofrimento, se alegrar, sorrir, movimentar sua face e viver: marque sua consulta conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disfagia &#8211; Dúvidas frequentes</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-duvidas-frequentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é disfagia? É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago. O que é pneumonia aspirativa? Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&#160;deglutido engolido; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O que é disfagia?</h2>



<p>É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é pneumonia aspirativa?</h2>



<p>Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&nbsp;deglutido engolido; entra na via aérea (via respiratória). Ou quando o alimento que vem do estomago por meio do refluxo e vômito é aspirado no pulmão. Ambos podem ocasionar pneumonia aspirativa e levar o paciente à óbito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as causas mais comuns da disfagia?</h2>



<p>Câncer, acidentes automobilísticos, derrame (acidente vascular cerebral), doenças neurológicas infantis e do adulto, doenças gástricas do recém-nascido, criança ou adulto e até mesmo a retirada de estruturas responsáveis pela deglutição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe apenas um tipo de disfagia?</h2>



<p>Não, existem mais tipos. De acordo com a classificação geral, podemos ter:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>Disfagia preparatória oral</em></strong>: dificuldade de obter o alimento, mastigá-lo, misturá-lo com saliva e formar o bolo alimentar.</li>



<li><strong><em>Disfagia oral: </em></strong>dificuldade em controlar o bolo e transportar para região posterior da boca.</li>



<li><strong><em>Disfagia faríngea</em></strong>: dificuldade na deglutição quando o alimento está na região posterior da boca e região superior da faringe (garganta). Dificuldade em fechar a aérea (respiração) à deglutição.</li>



<li><strong><em>Disfagia esofágica:</em></strong> é caracterizada por dificuldade da deglutição quando o alimento já entrou no esôfago.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como é tratado a disfagia?</h2>



<p>Dependendo do grau de comprometimento se fará as escolhas de tratamento. Os seguintes profissionais estão envolvidos no tratamento: fonoaudiólogo, neurologista, pediatra, otorrinolaringologista, gastroenterologista, pneumologista, cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista, radioterapeuta, dentista, nutricionista, enfermeiro, psicólogo; entre outros. O pneumologista, gastro e fono; geralmente participam de todo o processo terapêutico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Fonoaudiologia trata a disfagia?</h2>



<p>Realizando o Gerenciamento dos distúrbios da deglutição e da alimentação via oral por meio de exercícios terapêuticos, manobras facilitadoras e protetoras das vias respiratórias. Também pode participar na realização dos exames complementares dos transtornos da deglutição (videofluoroscopia – exame dinâmico de imagem e nasofibroscopia de deglutição).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é alimentação terapêutica?</h2>



<p>Quando a disfagia é severa e faz utilização de sondas, o paciente poderá deglutir em situações controladas, geralmente pela fonoaudióloga ou enfermeira treinada pela fonoaudióloga. A alimentação oral será ministrada em quantidade e consistência específica de acordo com a habilidade do paciente. A necessidade nutricional será suprida através da alimentação alternativa (sondas enterais ou gástricas). À medida que o paciente melhora, os membros da família e/ou cuidadores auxiliam nos treinos.</p>



<p>Se você se identificou com essas dúvidas e possui um conhecido nesta situação; mande suas dúvidas ou marque uma consulta conosco!!</p>
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