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	<title>audição &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>audição &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disturbio-no-processamento-auditivo-e-confundido-com-deficit-de-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento. Marcelo Camargo/Folhapress Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo. Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de [&#8230;]]]></description>
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<p>Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento.</p>



<p>Marcelo Camargo/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="367" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg" alt="irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo." class="wp-image-314" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 1" srcset="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg 500w, https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo.</p>



<p>Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade ou DPAC (distúrbio do processamento auditivo central).</p>



<p>O problema é uma falha na forma como o sistema nervoso central processa o som. Não há deficiência no aparelho auditivo, mas uma dificuldade para compreender o significado da mensagem.</p>



<p>Nomeado oficialmente nos EUA em 1996, o distúrbio ainda está se tornando mais conhecido por pais e professores. Segundo estudos, pode atingir até metade das crianças com dificuldades de aprendizagem.</p>



<p>Ainda se sabe pouco sobre causas &#8211; infecções no ouvido na infância estão entre elas, mas suspeita-se também de alterações neurobiológicas genéticas e meningite.</p>



<p>Crianças inteligentes, interessadas e que, mesmo assim, vão mal em várias matérias são candidatas a ter DPAC. É o caso de Eduarda, 12, de Brasília.</p>



<p>A mãe, Luísa Casado Lima, afirma que a filha sempre foi esforçada, mas não conseguia se concentrar e começou a cometer erros de grafia.</p>



<p>Luísa, que é dentista, levou a filha a uma fonoaudióloga, a um neurologista e a um ortopedista. No exame de audiometria, feito em cabine acústica, o processamento auditivo estava alterado.</p>



<p>Eduarda ouvia bem, mas não entendia o que era dito.</p>



<p>Editoria de Arte/Folhapress/Editoria de Arte/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="500" height="346" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/processamento-auditivo.gif" alt="Processamento auditivo, entenda o problema." class="wp-image-315" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 2"></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Moda</strong></h2>



<p>A mãe acha que o DPAC é moda. &#8220;Todo aluno tem alguma coisa, qualquer dificuldade é atribuída a alterações.&#8221;</p>



<p>O filho dela, Henrique, 10, também foi diagnosticado com o problema.</p>



<p>O neuropediatra Paulo Junqueira também percebe um crescimento no número de diagnósticos.</p>



<p>Para a fonoaudióloga Vera Lúcia Garcia, diretora secretária da Associação Brasileira de Fonoaudiologia, os diagnósticos vão ficando mais específicos com a evolução da neurociência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Hoje a disseminação do distúrbio é maior e há mais recursos para avaliá-lo.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Nicholas Araujo, 9, do Rio, também foi diagnosticado com o DPAC. A mãe, Rachel, demorou para descobrir quais eram as dificuldades.</p>



<p>O que chamava a atenção da mãe é que qualquer frase era interpretada “ao pé da letra”. &#8220;O Nicholas não entendia brincadeiras, piadas, algo com duplo sentido&#8221;, diz.</p>



<p>O tratamento é feito com fonoterapia, para ajudar a criança a separar e entender o que ouve.</p>



<p>Além de terem sintomas similares, o déficit de atenção e o distúrbio auditivo podem coexistir &#8211; o que é muito comum, segundo o neuropediatra Paulo Alves Junqueira. &#8220;É preciso tomar muito cuidado ao colocar um rótulo porque as características são similares. Há uma linha muito tênue entre os dois.</p>



<p><strong>FOLHA DE SÃO PAULO, 3-1-11</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu filho anda &#8220;voado&#8221; em sala de aula??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-anda-voado-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).</p>



<p>As características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;</li>



<li>Tempo e atenção curtos (reduzido);</li>



<li>Ansiedade e estresse quando escuta;</li>



<li>Facilmente distraído;</li>



<li>Dificuldade em seguir direção;</li>



<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo;</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização sonora: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li>Síntese binaural: habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li>Figura-fundo: identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li>Separação binaural: habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li>Memória: habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li>Discriminação: habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li>Fechamento: habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li>Atenção: habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li>Associação: habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>Um transtorno no processamento auditivo central só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.</p>



<p>A queixa mais característica desse transtorno, entretanto, é a dificuldade de ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento:</h3>



<p>O fonoaudiólogo ao preparar um plano de terapia para as alterações do processamento auditivo central deve ter como objetivo principal criar condições para que o indivíduo possa se reorganizar quanto aos aspectos envolvidos na comunicação no que se refere a utilização dos fonemas, da prosódia e das regras da língua. Para cada tipo de alteração pode se organizar uma proposta de fonoterapia enfatizando alguns aspectos que deverão ser predominantemente treinados.</p>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica deve enfatizar os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído.</p>



<p>É através do treinamento auditivo que o fonoaudiólogo desenvolverá as habilidades prejudicadas, melhorando a percepção da fala e, consequentemente, aumentando sua competência comunicativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientações de como pais e professores podem ajudar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes de começar a falar, chame, olhe ou toque a criança, garanta que ela está olhando para você;</li>



<li>Fale mais alto, sem gritar, olhando para criança de frente;</li>



<li>Fale pausado, mais articulado;</li>



<li>Repita a ordem várias vezes, garanta que a criança entendeu, pedindo que ela repita o que deve ser feito;</li>



<li>Use frases mais curtas;</li>



<li>Adicione palavras diferentes às da criança, ampliando o vocabulário dela;</li>



<li>No início diminua os barulhos da casa (desligar rádio, TV) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar a janela quando possível), enquanto se fala com a criança;</li>



<li>Criar situações de comunicação com seu filho pelo menos 30 minutos por dia;</li>



<li>Contar histórias, cantar músicas, perguntar sobre atividades do dia.</li>
</ul>



<p>Para saber mais, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Treinando o ouvido&#8230; Parte 1</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/treinando-o-ouvido-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 14:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[Performance Musical]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas. Por este motivo faz-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas.</p>



<p>Por este motivo faz-se importante o diagnóstico precoce, o qual possibilita a identificação de qualquer tipo de alteração auditiva ainda no período ideal de estimulação. O déficit sensorial auditivo pode comprometer a aprendizagem dos indivíduos acometidos, devido especialmente ao prejuízo na aquisição e desenvolvimento da linguagem oral, que varia conforme o tipo e grau da perda auditiva.</p>



<p>Para que a fala se desenvolva adequadamente, faz se extremamente importante o desenvolvimento das habilidades auditivas regadas de atividades estimulatórias auditivas.</p>



<p>Abaixo, algumas atividades muito importantes no desenvolvimento auditivo e que propiciarão um bom desenvolvimento da fala, cognição, audição e do indivíduo em todas as suas esferas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização Auditiva: Utilização dos instrumentos (tambor, reco–reco, agogô, como por exemplo.).Algumas atividades são muito importantes e fazem a diferença, como:  Bater na porta quando o paciente estiver distraído. Chamar o nome do paciente. Batidas fortes na mesa quando ele estiver distraído, deixar cair livro no chão. Fazer um passeio, para sabermos, por exemplo, se o paciente consegue localizar algum som de alta intensidade, também os sons distantes do ouvido dele. Chame sempre a atenção dele para os sons que aparecerem, também provoque os sons.</li>



<li>Atenção Auditiva: Colocar gravação de sons de animais, de instrumentos para o paciente escute aquele determinado som e depois pegar a figura correspondente ao som.  Com música, associando a uma atividade que tenha como objetivo de o parar a música, para o aluno ficar atento quando a música parar.   Cantar no microfone, primeiro com música e depois sem música, para o paciente ficar atento quando tem música e quando a música acabou. Colocar com sons de alta intensidade, pedindo que quando o aluno escutar levantar a mão.</li>



<li>Memória Auditiva: Contar história e pedir para o paciente depois recontar, ou tirar xerox do livro e pedir para colocar a história na sequência.  Estimular com onomatopeia (sons dos animais). Estimular ampliando o vocabulário, com outros animais/ figuras /objetos. Estimular com números, pedindo que o paciente coloque na ordem que indicar. Estimular a noção de temporalidade (dias da semana, meses do ano).</li>



<li>Discriminação Auditiva: Fazer treino auditivo com palavras, ex: dizer au, au e depois ficar calado para que o paciente discrimine a ausência e a presença do som. Estimular ritmo corporal, ou seja, dá característica ao movimento. Ex: pá (forte – abrir os braços) e ba (fraco – trabalhar com os dedos) no tambor; fazendo também com outros instrumentos musicais. Com sílabas diferentes sem dá a pista visual para a criança dizer se é igual ou diferente, ex: te x de / pe x pe. Colocar um som de cachorro e um de gato, para o paciente dizer qual é o som do gato.</li>



<li>Sensação Sonora: Ir aumentando e diminuindo a intensidade uma música, para o paciente perceber quando um som é fraco e forte. Fazer letras prolongadas, por exemplo, e, e, e, / demais vogais; passar para sílabas mais adiante; para a criança saber qual é o mais longo e o mais curto. Com instrumentos, por exemplo, o tambor e os pratos para saber qual é o mais grave e o mais agudo. Ligar e desligar o som para a criança saber quando tem som e quando não tem. Colocar o som sem ela ver e perceber se escutou.</li>



<li>Análise &#8211; sintese: Chamar o nome, para observarmos se atende. Colocar dois tipos de sons, por exemplo, batida na porta e palmas, para o paciente reconhecer qual é, perguntando para ele, se é um ou outro. Colocar dois tipos de sons de animais, e pedir para o aluno dizer qual é. Gravar/ produzir a voz da mãe e do pai, para o aluno reconhecer de quem é a voz. Colocar uma música que ela gosta, para observarmos se irá reconhecer.  Colocar em sequência as ações da história a qual foi contada. Com ritmo musical, ou seja, lento, rápido, entonação e intensidade, para perceber os tipos de sons. Contar uma história, estipulando sons a determinadas ações, por exemplo, o cachorro comeu (am,am,am), o cachorro latiu (au,au,au), para que perceba que os sons são diferentes. Fazer com que perceba a presença e ausência de som, através da música colocando a mão do aluno no som. Utilizar onomatopeia para perceber os diferentes tipos de sons dos animais. Estabelecer uma atividade lúdica que exija da frequência de emissão de sons, para observar se a criança percebeu o som que foi produzido, por exemplo, jogar a bola na parede emitindo o pá, pá, pá. Brincar de diversas maneiras de dar bom dia, boa noite, cantar cantigas de roda, utilizar o mundo ao redor como estímulo auditivo.</li>
</ul>



<p>Para maiores informações, marque um horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um norte para as miopatias mitocondriais&#8230;</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/um-norte-para-as-miopatias-mitocondriais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 14:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[As miopatias mitocondriais formam um grupo de desordens clinicamente heterogêneas que podem afetar múltiplos sistemas além do músculo esquelético. A oftalmoplegia externa crônica progressiva (CPEO) é um tipo de miopatia mitocondrial que tem como características alterações nos movimentos oculares, ptose, podendo ter acometimento da musculatura facial, além de atrofia muscular de membros. A fatigabilidade precoce [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As miopatias mitocondriais formam um grupo de desordens clinicamente heterogêneas que podem afetar múltiplos sistemas além do músculo esquelético. A oftalmoplegia externa crônica progressiva (CPEO) é um tipo de miopatia mitocondrial que tem como características alterações nos movimentos oculares, ptose, podendo ter acometimento da musculatura facial, além de atrofia muscular de membros. A fatigabilidade precoce pode ser a queixa principal e claramente desproporcional ao grau de fraqueza e atrofia muscular detectada.</p>



<p>Podemos observar, do ponto de vista&nbsp; fonoaudiológico: alteração na musculatura da mímica facial (expressões faciais), musculatura da mastigação e da deglutição; que se detectadas em conjunto com alterações de fala, linguagem e/ou atraso na escola; estas primeiras (alteração na musculatura da mímica facial &#8211; expressões faciais- , musculatura da mastigação e da deglutição;) serão trabalhadas com maior prioridade; garantindo a qualidade de vida do paciente , reduzindo os riscos de aspiração e óbito do paciente.</p>



<p>Procure seu fonoaudiólogo diante dessas alterações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Miopatia Mitocondrial &#8211; você já ouviu falar?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/miopatia-mitocondrial-voce-ja-ouviu-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 14:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Na miopatia mitocondrial as alterações miopáticas podem ir de mínimas a intensas. A forma mais benigna de miopatia mitocondrial pode causar só fraqueza proximal leve, que tende a ser mais intensa nos membros superiores. Há intolerância ao exercício em quase metade dos pacientes. A progressão é extremamente lenta e o paciente pode levar vida praticamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na miopatia mitocondrial as alterações miopáticas podem ir de mínimas a intensas. A forma mais benigna de miopatia mitocondrial pode causar só fraqueza proximal leve, que tende a ser mais intensa nos membros superiores. Há intolerância ao exercício em quase metade dos pacientes. A progressão é extremamente lenta e o paciente pode levar vida praticamente normal.</p>



<p>No músculo normal, as mitocôndrias estão distribuídas de modo mais ou menos regular entre as miofibrilas, que são os feixes de actina e miosina, de uma fibra muscular.</p>



<p>Na miopatia mitocondrial há aumento do tamanho e/ou do número das mitocôndrias, mais frequentemente de ambos. Basicamente, as mitocôndrias aumentam de tamanho e número por serem funcionalmente ineficientes. Trata-se, de certa forma, de hipertrofia e hiperplasia vicariantes.&nbsp; As causas mais comuns são mutações no DNA mitocondrial.</p>



<p>O diagnóstico de doenças mitocondriais é efetuado observando- se os sinais neurológicos mais característicos de doenças mitocondriais; dividindo-se em três categorias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>combinação de ataxia, convulsões e mioclonias (como no MERRF)</li>



<li>episódios tipo AVC recidivantes, enxaquecas e convulsões (como no MELAS)</li>



<li>retinite pigmentosa com oftalmoplegia e polineuropatia, + atrofia óptica (Leber) ou + surdez (Kearns-Sayre).</li>
</ul>



<p>Achados adjuvantes incluem: demência, acidose láctica, baixa estatura, defeitos de condução cardíaca (como na síndrome de Kearns-Sayre), múltiplos lipomas simétricos, alterações na medula óssea com anemia sideroblástica (síndrome de Person), defeitos nos túbulos renais, endocrinopatias (diabetes, hipotiroidismo, deficiência de hormônio do crescimento).</p>



<p>Na investigação familial, procurar história de doenças na infância, inclusive morte no período neonatal, e de convulsões.&nbsp; Atualmente há testes comerciais para as mutações pontuais mais comuns (3243 e 8344). Dosagem de lactato e piruvato no sangue em repouso e após exercício. Biópsia muscular – ragged red fibers, aspecto do músculo no SDH, COX (citocromo-oxidase) e microscopia eletrônica.&nbsp; Na síndrome de Leigh e em MELAS – TC e RM podem mostrar lesões cerebrais.</p>



<p>O diagnóstico final é clínico e baseado nos antecedentes familiares, testes laboratoriais, e biópsia muscular. Sinais e sintomas isolados como demência, fraqueza muscular, epilepsia, surdez neural, enxaqueca com AVCs, epilepsia mioclônica, cardiomiopatia e baixa estatura devem levantar hipótese de doença mitocondrial no diagnóstico diferencial.</p>



<p>A atuação multidisciplinar torna-se peça-chave para o processo de manutenção e qualidade de vida do paciente portador de miopatia mitocondrial. A atuação fonoaudiológica nas funções neurovegetativas de: mastigação, deglutição/ aspectos relacionadas a disfagia/ aspectos relacionados a aspiração / treinamento de cuidadores, respiração, além dos aspectos de voz, linguagem (oral/ expressão e escrita são fundamentais nestes casos).</p>



<p>Uma boa avaliação, orientação e trabalho contínuo; são fundamentais nestes casos. Procure seu fonoaudiólogo e saiba a melhor conduta a ser adotada para seu caso!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Neuropatia auditiva &#8211; como lidar com ela</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/neuropatia-auditiva-como-lidar-com-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central. O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central.</p>



<p>O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema auditivo periférico e após o nascimento a maturação das vias auditivas ao longo do sistema nervoso central, completando-se aproximadamente aos dezoito meses de idade.</p>



<p>Há não muitos anos um grupo especial de pacientes, principalmente crianças, tem chamado a atenção de estudiosos devido à “incompatibilidade” entre os resultados obtidos nos exames (Potenciais Evocados Auditivos, de forma combinada a anamnese com os seguintes exames para um diagnóstico preciso: medidas de imitância acústica, audiometria tonal, logoaudiometria, audiometria de observação comportamental, emissões otoacústicas (EOAs) transitórias e por produto de distorção e audiometria de tronco encefálico (ABR).</p>



<p>A audição é importante na comunicação humana. Perda auditiva na criança pode acarretar distúrbios na aquisição da fala, linguagem e no desenvolvimento emocional, educacional e social. O diagnóstico precoce de deficiência auditiva permite a intervenção e o ideal é que ambos ocorram nos primeiros 6 meses de vida.</p>



<p>A triagem auditiva neonatal universal é recomendada pois avalia todos os recém-nascidos e não apenas aqueles com indicadores de risco para perda auditiva. Embora existam testes comportamentais para a avaliação auditiva, os exames ideais são os objetivos, tais como as emissões otoacústicas e os (EOA) potenciais evocados auditivos de tronco cerebral, pois são exames eletrofisiológicos que não dependem da participação da criança, sendo úteis em recém-nascidos e crianças pequenas.</p>



<p>As emissões otoacústicas avaliam a função coclear e o potencial auditivo evocado avalia a função auditiva até o tronco cerebral. Ambos são usados na triagem auditiva neonatal embora o registro das EOA seja o mais comum por ser de aplicação mais fácil e rápida.</p>



<p>Crianças portadoras de “a neuropatia auditiva, que, é uma condição que pode ser encontrada em pacientes de todas as idades, adultos e crianças, que apresentem funcionamento normal de células ciliadas externas e função neural alterada”. Existem&nbsp; alguns possíveis locais de alterações como: células ciliadas internas, sinapse das células ciliadas internas com o VIII nervo craniano, VIII nervo craniano (vestíbulo coclear), aferência e eferência das fibras do VIII nervo craniano, neurônios do gânglio espiral e/ ou anormalidades bioquímicas dos neurotransmissores destaca como fatores etiológicos a prematuridade, herança genética (recessiva/dominante), neuropatia sensorial motora hereditária,<br>neuropatias periféricas e hiperbilirrubinemia.</p>



<p>A icterícia, por exemplo, destaca-se por ser um acometimento frequente em recém-nascidos a termo e pré-termo, ocorrendo em 60% dos neonatos, mas somente 10% evoluem para hiperbilirrubinemia. A captação reduzida ou a incapacidade de captar a bilirrubina causa inibição da síntese mitocondrial e síntese proteica, interfere na síntese de DNA, impede a condução nervosa interferindo nos sinais neuroexitatórios, diminui níveis de glicose celular e impede o metabolismo da glicose cerebral.</p>



<p>A estimulação precoce, após a realização dos exames complementares auditivos, consultas médicas e fonoaudiológicas / detecção da perda auditiva objetivam a&nbsp; se evitar ou minimizar os distúrbios do desenvolvimento neuropsicomotor e possibilitar à criança desenvolver-se em todo o seu potencial.</p>



<p>Quanto mais imediata for a intervenção, preferencialmente antes dos 3 anos de idade, maiores as chances de prevenir e/ou minimizar a instalação de padrões posturais e movimentos anormais de linguagem/ comunicação/ expressão, cognitivo e comportamental/ motor. A intervenção precoce baseia-se em exercícios<br>que visam ao desenvolvimento da criança de acordo com a fase em que ela se encontra.</p>



<p>Onde, um conjunto de atividades estimulatórias; destinadas a proporcionar à criança desenvolvimento, nos primeiros anos de vida, são montadas de modo a se promover o pleno alcance do&nbsp; desenvolvimento da criança em si, na escola e em todas as áreas de sua vida. E todo o universo que rodeia a criança é trabalhado de modo a inserir a criança em sociedade, desenvolvendo todas as suas potencialidades.</p>



<p>Quer saber mais?? Marque uma consulta conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o melhor da tecnologia por sua audição</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/conhecendo-o-melhor-da-tecnologia-por-sua-audicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&#160;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente. O componente interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&nbsp;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente.</p>



<p>O componente interno possui uma antena interna com um ímã, um receptor estimulador e um feixe de eletrodos, envolvido por um tubo de silicone fino e flexível. uma cirurgia, o dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas, mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células.</p>



<p>A cirurgia efetuada, ocorre por meio da introdução do dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. Um mês após a cirurgia de implante, o paciente recebe o componente externo e o dispositivo é ativado. A partir de então, a pessoa ouve pela primeira vez ou volta a ouvir.</p>



<p>Atualmente existem no mundo, mais de 60.000 usuários de implante coclear.</p>



<p>O funcionamento do implante coclear difere do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) mais comumente chamada como prótese auditiva ou aparelhinho auditivo pela população em geral. O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.</p>



<p>O implante coclear é visto como uma boa opção aos portadores de deficiência auditiva neurossensorial de severa a profunda, para os quais o ganho do AASI não é suficiente para compreensão dos sons da fala, ou mesmo que escutando alguns sons, essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Critérios básicos de indicação do implante coclear:</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pré-linguais (que não desenvolveram a linguagem oral):</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo, com reabilitação fonoaudiológica efetiva há pelo menos 3 meses (<strong>crianças de 0 a 18 meses</strong>) ou desde a realização do diagnóstico (<strong>crianças maiores de 18 meses</strong>), que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual (AASI). De preferência, em crianças, a idade ideal é até 2 anos de idade, sendo que quanto mais precocemente o paciente é implantado, mais satisfatórios serão os resultados obtidos.</p>



<p><strong>Entre 2 e 5 anos</strong> os resultados também podem ser bons, porém são inferiores e não tão satisfatórios quanto aos pacientes implantados até 2 anos.</p>



<p><strong>De 5 anos em diante</strong> , os pacientes também podem ser implantados, porém os resultados dependerão de outros fatores como o grau de desenvolvimento da linguagem já adquirida e do trabalho de estimulação auditiva desenvolvida anteriormente, bem como o  como uso de prótese auditiva e capacidade de realização de leitura orofacial e/ou  linguagem de sinais, caso tenha sido trabalhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pós-linguais:</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual/ prótese auditiva (AASI), ou seja, apresentarem escores inferiores a 50% em testes de reconhecimento de sentenças (IRF) em testes logoaudiométricos em cabine / com o uso da melhor propetização bilateral possível.</p>



<p>Sendo assim, não existe limite de tempo para a realização do implante coclear neste grupo, no entanto, quanto maior o tempo de surdez, piores serão os resultados.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, ele será sempre seu melhor amigo! Visite também seu otorrino frequentemente&#8230; Cuide de sua audição!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa de Conservação Auditiva</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/programa-de-conservacao-auditiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 19:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[PCA]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa de Conservação Auditiva &#8211; O PCA é um conjunto de medidas que tem por finalidade impedir que ocorra uma deterioração dos limiares auditivos em trabalhadores. Com a implantação do PCA, a empresa só tende a adquirir benefícios como: Com amplo conhecimento em acústica, efeitos dos ruídos,&#160;Drª. Thais Diniz de Carvalho está&#160;habilitada para prestar total [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Programa de Conservação Auditiva &#8211; </strong>O PCA é um conjunto de medidas que tem por finalidade impedir que ocorra uma deterioração dos limiares auditivos em trabalhadores. Com a implantação do PCA, a empresa só tende a adquirir benefícios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução das consultas médicas</li>



<li>Redução dos níveis de acidente de trabalho</li>



<li>Redução das ações trabalhistas (por danos á audição)</li>
</ul>



<p>Com amplo conhecimento em acústica, efeitos dos ruídos,&nbsp;Drª. Thais Diniz de Carvalho está&nbsp;habilitada para prestar total auxílio a sua empresa, na implantação do PCA.</p>



<p>Realizamos todos os protocolos para a implantação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Análise do Processo de Trabalho;</li>



<li>Estabelecimento de diagnósticos;</li>



<li>Análise e Desenvolvimento Epidemiológico da Saúde Auditiva da Empresa;</li>



<li>Análise de Desencadeamento e Agravamentos de Perdas Auditivas Ocupacionais;</li>



<li>Medidas de Controle Ambientais e Administrativas;</li>



<li>Indicação de Equipamentos de Proteção Auditiva (EPA&#8217;s);</li>



<li>Treinamento em Audiologia;</li>



<li>Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP);</li>



<li>Organização da Documentação Legal.</li>
</ul>



<p>Brasil possui as Normas Regulamentadoras, hábeis na identificação de riscos aos quais os trabalhadores estão expostos, assim como maneiras eficientes no controle desses riscos.</p>



<p>O Ministério do Trabalho exige que as empresas que possuam no mínimo um (um) trabalhador mantenham um quadro (próprio ou terceirizado) de prestadores de serviços na área de Medicina Ocupacional.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento Auditivo da criança &#8211; 0 a 5 anos.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/desenvolvimento-auditivo-da-crianca-0-a-5-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Do nascimento aos 3 meses: Entre 4 a 6 meses: Entre 7 meses a 1 ano Entre 1 a 2 anos Entre 2 a 3 anos Entre 3 a 4 anos Entre 4 a 5 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Do nascimento aos 3 meses:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cala-se ao reconhecer sua voz;</li>



<li>Sorri ou fica calado quando conversam com ele;</li>



<li>Se assusta com ruídos fortes, piscando os olhinhos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Produz sons de balbucio;</li>



<li>Sorri quando vê familiares em seu cotidiano;</li>



<li>Cada choro tem um significado e conforme sua necessidade;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 4 a 6 meses:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem uma melhor percepção;</li>



<li>Presta atenção a sons;</li>



<li>Olha em direção dos som;</li>



<li>Responde a mudanças no tom de voz;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na fala aparece muitos sons de p, b e m;</li>



<li>Emite expressão de alegria ou tristeza com a fala;</li>



<li>Emite sons quando está brincando ou sozinha;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 7 meses a 1 ano</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem atenção quando alguém lhe fala, olhando em direção do som;</li>



<li>Responde a perguntas simples, como &#8220;vem cá&#8221; e &#8220;quer mais&#8221;;</li>



<li>Tem interesse em  canções e rimas acompanhadas de gestos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Começa a aparecer os sons curtos, como &#8220;baba&#8221;, &#8220;tata&#8221;;</li>



<li>Utiliza os sons para chamar a atenção imitando diferentes sons da fala;</li>



<li>Surgem as primeiras palavras &#8220;mamãe&#8221;, &#8220;papai&#8221;;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 1 a 2 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diferencia as diferentes partes do próprio corpo;</li>



<li>Já entende perguntas simples;</li>



<li>Indica as figuras em um livro quando as nomeiam;</li>



<li>Presta atenção em canções;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Conforme o decorrer dos meses utilizam mais palavras;</li>



<li>Fazem perguntas com uma ou duas palavras;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 2 a 3 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obedece a ordens como &#8220;coloque a bola no chão&#8221;;</li>



<li>Começa a entender o significado de algumas palavras como &#8220;Vem/vai&#8221;, &#8220;Entra/Sai&#8221;;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoas mais próximas já entendem a sua fala;</li>



<li>Pede objetos indicando ou chamando pelo nome;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 3 a 4 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escuta ser chamado mesmo estando em outro cômodo da casa;</li>



<li>Escuta sons no mesmo volume que o resto de sua família;</li>



<li>Relata seu dia, como as atividades  que desenvolveu na escola;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 4 a 5 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escuta e entende a maior parte do que se é falado;</li>



<li>Faz perguntas simples referente as historinhas que ouve;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunica-se com facilidade com adultos e outras crianças;</li>



<li>Utiliza o mesmo vocabulário que o resto da família;</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A música influenciando a estimulação de fala e audição de seu filho</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-musica-influenciando-a-estimulacao-de-fala-e-audicao-de-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[estilos]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[ritmo]]></category>
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					<description><![CDATA[A prática musical melhora a habilidade de reconhecimento da fala diante de ruído competitivo. Sendo assim, quando uma pessoa estiver em meio a ruído ambiental, ela terá maiores condições de reconhecer o que estiver sendo falado. Da mesma forma, acredita-se que diversas atividades musicais podem vir a contribuir para o bom desenvolvimento da criança nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A prática musical melhora a habilidade de reconhecimento da fala diante de ruído competitivo. Sendo assim, quando uma pessoa estiver em meio a ruído ambiental, ela terá maiores condições de reconhecer o que estiver sendo falado.</p>



<p>Da mesma forma, acredita-se que diversas atividades musicais podem vir a contribuir para o bom desenvolvimento da criança nas funções de: fala, audição, cognição e linguagem. Tendo a aquisição de fala total dos sons da língua portuguesa, sendo terminada com idade mais precoce que as demais crianças.</p>



<p>Um dos exemplos de estimulação infantil que podemos citar, diz respeito às cantigas populares, para desenvolver os aspectos relacionados à inteligência, que fazem a criança completar sequencias {Ex: ‘Fui morar em uma casi..(criança): nhá, nhá;(adulto): enfeita..(Criança):dá, dá; de cupim.</p>



<p>Músicas clássicas (Strauss, Beethoven) são ideais para crianças agitadas.</p>



<p>Nesse contexto, verificamos relações positivas entre habilidades auditivas e o tempo que as crianças estudam música, e também em relação ao estudo de música e a aquisição fonética das crianças.</p>



<p>Para saber mais, procure seu fonoaudiólogo para saber como poderá trabalhar o desenvolvimento infantil por meio da música e qual o melhor ritmo a ser trabalhado com a criança.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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