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	<title>AVE &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>AVE &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Disfagia &#8211; Dúvidas frequentes</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-duvidas-frequentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é disfagia? É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago. O que é pneumonia aspirativa? Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&#160;deglutido engolido; [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">O que é disfagia?</h2>



<p>É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é pneumonia aspirativa?</h2>



<p>Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&nbsp;deglutido engolido; entra na via aérea (via respiratória). Ou quando o alimento que vem do estomago por meio do refluxo e vômito é aspirado no pulmão. Ambos podem ocasionar pneumonia aspirativa e levar o paciente à óbito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as causas mais comuns da disfagia?</h2>



<p>Câncer, acidentes automobilísticos, derrame (acidente vascular cerebral), doenças neurológicas infantis e do adulto, doenças gástricas do recém-nascido, criança ou adulto e até mesmo a retirada de estruturas responsáveis pela deglutição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe apenas um tipo de disfagia?</h2>



<p>Não, existem mais tipos. De acordo com a classificação geral, podemos ter:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>Disfagia preparatória oral</em></strong>: dificuldade de obter o alimento, mastigá-lo, misturá-lo com saliva e formar o bolo alimentar.</li>



<li><strong><em>Disfagia oral: </em></strong>dificuldade em controlar o bolo e transportar para região posterior da boca.</li>



<li><strong><em>Disfagia faríngea</em></strong>: dificuldade na deglutição quando o alimento está na região posterior da boca e região superior da faringe (garganta). Dificuldade em fechar a aérea (respiração) à deglutição.</li>



<li><strong><em>Disfagia esofágica:</em></strong> é caracterizada por dificuldade da deglutição quando o alimento já entrou no esôfago.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como é tratado a disfagia?</h2>



<p>Dependendo do grau de comprometimento se fará as escolhas de tratamento. Os seguintes profissionais estão envolvidos no tratamento: fonoaudiólogo, neurologista, pediatra, otorrinolaringologista, gastroenterologista, pneumologista, cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista, radioterapeuta, dentista, nutricionista, enfermeiro, psicólogo; entre outros. O pneumologista, gastro e fono; geralmente participam de todo o processo terapêutico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Fonoaudiologia trata a disfagia?</h2>



<p>Realizando o Gerenciamento dos distúrbios da deglutição e da alimentação via oral por meio de exercícios terapêuticos, manobras facilitadoras e protetoras das vias respiratórias. Também pode participar na realização dos exames complementares dos transtornos da deglutição (videofluoroscopia – exame dinâmico de imagem e nasofibroscopia de deglutição).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é alimentação terapêutica?</h2>



<p>Quando a disfagia é severa e faz utilização de sondas, o paciente poderá deglutir em situações controladas, geralmente pela fonoaudióloga ou enfermeira treinada pela fonoaudióloga. A alimentação oral será ministrada em quantidade e consistência específica de acordo com a habilidade do paciente. A necessidade nutricional será suprida através da alimentação alternativa (sondas enterais ou gástricas). À medida que o paciente melhora, os membros da família e/ou cuidadores auxiliam nos treinos.</p>



<p>Se você se identificou com essas dúvidas e possui um conhecido nesta situação; mande suas dúvidas ou marque uma consulta conosco!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Memória e seus mistérios…</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/memoria-e-seus-misterios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&#160;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc. Existem três tipos básicos de memória: Memória de curto prazo: Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&nbsp;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc.</p>



<p>Existem três tipos básicos de memória:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de curto prazo:</strong></h2>



<p>Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos de retenção e consolidação de informações novas. Hoje em dia também se supõe que a consolidação temporária da informação envolve estruturas como o hipocampo, a amígdala, o córtex entorrinal e o giro para-hipocampal, sendo depois transferida para as áreas de associação do neocórtex parietal e temporal. As vias que chegam e que saem do hipocampo também são importantes para o estudo da anatomia da memória. A partir daí ocorre então, o armazenamento de informações que reverberam no circuito ainda por algum tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória operacional:</strong></h2>



<p>Compreende um sistema de controle de atenção (executivo central), auxiliado por dois sistemas de suporte (de natureza vísuo-espacial e outro de natureza fonológica) que ajudam no armazenamento temporário e na manipulação das informações. O executivo central tem capacidade limitada e função de selecionar estratégias e planos, tendo sua atividade relacionada ao funcionamento do lobo frontal, que supervisiona as informações. Também o cerebelo está envolvido na memória operacional. No sistema fonológico, a articulação subvocal auxilia na manutenção da informação; lesões nos giros supra marginal e angular do hemisfério esquerdo geram dificuldades na memória verbal auditiva de curta duração. Esse sistema está relacionado à aquisição de linguagem.</p>



<p>Através dela armazenamos temporariamente informações que serão úteis apenas para o raciocínio imediato e a resolução de problemas, ou para a elaboração de comportamentos, podendo ser esquecidas logo a seguir. Em outras palavras, ela mantém a informação viva durante poucos segundos ou minutos, enquanto ela está sendo percebida ou processada. Armazenamos em nossa memória operacional, por exemplo, o local onde estacionamos o automóvel, uma informação que será necessária até o momento de chegarmos até o carro. Esta forma de memória é sustentada pela atividade elétrica de neurônios do córtex pré-frontal (a área do lobo frontal anterior ao córtex motor).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de Longo Prazo:</strong></h2>



<p><strong>Memória explícita</strong>: Depende de estruturas do lobo temporal medial (incluindo o hipocampo, o córtex entorrinal e o córtex para-hipocampal) e do diencéfalo. Pacientes com disfunção dos lobos frontais têm mais dificuldades para a memória episódica do que para a memória semântica; ou seja, paciente apresenta menores dificuldades para lembrar nomes e significados de várias nomenclaturas ou classes do que para lembrar situações ou momentos de sua vida. Já lesões no lobo parietal esquerdo apresentam prejuízos na memória semântica, relativo ao significado das coisas.</p>



<p>Abaixo, algumas considerações importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Memória episódica</strong> &#8211; quando envolve eventos datados, isto é relacionado ao tempo. Usamos a memória episódica, por exemplo, quando lembramos do ataque terrorista em 11 de setembro.</li>



<li><strong>Memória semântica </strong>&#8211; Abrange a memória do significado das palavras (do latim &#8220;significado&#8221;). É a coparticipação partilhada do significado de uma palavra que possibilita às pessoas manterem conversas com significado. A memória semântica ocorre quando envolve conceitos atemporais. Usamos este tipo de memória ao aprender que Einstein criou a teoria da relatividade, ou que a capital da Itália é Roma.</li>
</ul>



<p><strong>Memória implícita</strong>: relativo ao aprendizado de atos motores. A aprendizagem de habilidades motoras depende de aferências corticais de áreas sensoriais de associação para o corpo estriado ou para os núcleos da base. O condicionamento das respostas da musculatura esquelética depende do cerebelo, enquanto o condicionamento das respostas emocionais depende da amígdala. É a memória para procedimentos e habilidades, por exemplo, a habilidade para dirigir, jogar bola, dar um nó no cordão do sapato e da gravata etc. Pode ser de quatro subtipos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>memória adquirida</strong> e evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (Priming) (ou memória de representação perceptual) &#8211; que corresponde à imagem de um evento, preliminar à compreensão do que ele significa. Um objeto, por exemplo, pode ser retido nesse tipo de memória implícita antes que saibamos o que é, para que serve etc. Considera-se que a memória pode ser evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (fragmentos de uma imagem, a primeira palavra de uma poesia, certos gestos, odores ou sons).</li>



<li><strong>memória de procedimentos</strong> &#8211; refere-se às habilidades e hábitos. Conhecemos os movimentos necessários para dar um nó em uma gravata, nadar, dirigir um carro, sem que seja preciso descrevê-lo verbalmente.</li>



<li><strong>memória associativa</strong></li>



<li><strong>memória não-associativa</strong> &#8211; Estas duas últimas estão estreitamente relacionadas a algum tipo de resposta ou comportamento. Empregamos a memória associativa, por exemplo, quando começamos a salivar pelo simples fato de olhar para um alimento apetitoso, por termos, em algum momento de nossa vida associado seu aspecto ou cheiro à alimentação. Por outro lado, usamos a memória não associativa quando, sem nos darmos conta, aprendemos que um estímulo repetitivo, por exemplo, o latido de um cãozinho, não traz riscos, o que nos faz relaxar e ignorá-lo.</li>
</ul>



<p>Qualquer evento que altere o estado normal da memória, poderá resultar na dificuldade em reter, manter ou resgatar fatos, situações, nomes de pessoas, objetos dentre outros. Quando isso ocorre a indicação é sempre o trabalho multidisciplinar base&nbsp;envolvendo: neurologista, fonoaudiólogo, psicólogo e geriatra.</p>



<p>Alterações na memória? Marque sua avaliação conosco!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Disfagia &#8211; Saber é poder, poder é tratar!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-saber-e-poder-poder-e-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica). A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica).</p>



<p>A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme sua localização.</p>



<p>A disfagia alta é a nível de cavidade oral e “início da garganta” e é caracterizada por inúmeras características; dentre elas:&nbsp;mastigação lenta, diminuição dos movimentos mastigatórios, bolo alimentar não bem formado, resíduos alimentares após a deglutição.</p>



<p>A disfagia esofágica também pode ser denominada disfagia &#8220;baixa&#8221;, referindo-se a uma provável localização no esôfago, (canal por onde passa a comida, localizado na garganta). Esta suspeita é reforçada quando uma disfagia intermitente para sólidos e líquidos estiver associada a dor torácica. A Disfagia que ocorre apenas para sólidos, mas nunca para líquidos, sugere a possibilidade de uma dificuldade alimentar a nível de esôfago; uma obstrução, como por exemplo.</p>



<p>A disfagia é um problema comum, sua incidência pode chegar a 33% nos atendimentos de urgência, e estudos em asilos de idosos tem mostrado que de 30 a 40% dos pacientes tem distúrbios de deglutição, resultando em alta incidência de complicações por aspiração. Mas se não tratada adequadamente, pode levar o paciente a óbito.</p>



<p>Há poucas opções de tratamento para a disfagia orofaríngea, pois os distúrbios neuromusculares e neurológicos que a produzem dificilmente podem ser corrigidos por tratamento clínico ou cirúrgico, sondas.</p>



<p>Na atualidade, o tratamento que tem se mostrado mais eficaz e sem contraindicação, quando ministrado por especialistas no assunto, é o tratamento ministrado por um fonoaudiólogo em consoante com equipe médica (gastroenterologistas, neurologistas, nutricionistas; dentre outros).&nbsp;</p>



<p>Em fonoaudiologia, uma investigação minuciosa é realizada e várias técnicas terapêuticas têm sido empregadas&nbsp;para ajudar na deglutição&nbsp;saudável e funcional do paciente, contribuindo, dentre outras,&nbsp;para a não colocação da sonda quando ele não consegue se alimentar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Podemos detectar a disfagia, levando-se em consideração alguns sinais que o paciente dá; tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em iniciar a deglutição</li>



<li>Regurgitação nasal</li>



<li>Tosse</li>



<li>Fala anasalada</li>



<li>Redução no reflexo de tosse</li>



<li>Engasgamento (note que a aspiração e penetração laríngeas podem ocorrer sem tosse ou tosse).</li>



<li>Disartria e diplopia (podem acompanhar condições neurológicas que causam disfagia orofaríngea).</li>



<li>A halitose pode estar presente em pacientes com presença de resíduos alimentares e na presença de patologias específicas.</li>
</ul>



<p>Em síntese, o paciente precisa ser avaliado sempre que houver a suspeita de qualquer um dos sinais/sintomas acima. Cuidadores, familiares, acompanhantes; todos devem estar atentos a qualquer um desses sintomas.</p>



<p>Quer certificar a presença da disfagia ou tem dúvidas???</p>



<p>Procure por um&nbsp;especialista, o fonoaudiólogo mais próximo de você!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quem pode ser beneficiado pela equoterapia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quem-pode-ser-beneficiado-pela-equoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 18:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[ELA]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular). A equoterapia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular).</p>



<p>A equoterapia é um tratamento complementar de apoio a pessoas especiais, portadoras de dificuldades ou deficiências físicas, mentais e/ou psicológicas. Segue uma relação das dificuldades, deficiências e doenças que podem ser auxiliadas por meio do uso da equoterapia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Paralisia Cerebral,</li>



<li>Acidente Vascular Encefálico;</li>



<li>Atraso no desenvolvimento Neuropsicomotor;</li>



<li>Síndrome de Down e outras Síndromes;</li>



<li>Traumatismo Cranioencefálico;</li>



<li>Lesão Medular;</li>



<li>Esclerose Múltipla;</li>



<li>Disfunção na integração sensorial;</li>



<li>Dificuldades da aprendizagem ou linguagem;</li>



<li>Distúrbios do comportamento;</li>



<li>Hiperatividade;</li>



<li>Autismo;</li>



<li>Traumas;</li>



<li>Depressão;</li>



<li>Stress, etc).</li>
</ul>



<p>Equoterapia (Equo: do latim aequus, relativo à Equus, ‘cavalo’/ Terapia: relativo à terapêutica, que é a parte da medicina que estuda e põe em prática os meios adequados para aliviar ou curar os doentes) é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais. Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais.</p>



<p>Que tal ser mais um beneficiário? Procure o centro mais próximo de você!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Não encontro palavras&#8221;&#8230; AVC e AFASIA &#8211; O que fazer diante disso?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/nao-encontro-palavras-avc-e-afasia-o-que-fazer-diante-disso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 22:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Acidente Vascular Cerebral (AVC)&#160;ou derrame cerebral, o Acidente Vascular Encefálico (AVE) é caracterizado pela interrupção da irrigação sanguínea das estruturas do encéfalo, ou seja, ocorre quando o sangue que sustenta o cérebro com oxigênio e glicose deixa de atingir a região, ocasionando a perda da funcionalidade dos neurônios. Existem dois tipos de AVE: Isquêmico: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Acidente Vascular Cerebral (AVC)&nbsp;ou derrame cerebral, o Acidente Vascular Encefálico (AVE) é caracterizado pela interrupção da irrigação sanguínea das estruturas do encéfalo, ou seja, ocorre quando o sangue que sustenta o cérebro com oxigênio e glicose deixa de atingir a região, ocasionando a perda da funcionalidade dos neurônios.</p>



<p>Existem dois tipos de AVE:</p>



<p>Isquêmico: É o mais comum e, na maioria das vezes, tem evolução benigna e transitória.</p>



<p>Hemorrágica: Tem início súbito, não apresentam sintomas prévios e as sequelas costumam ser graves permanentes. Os principais fatores de risco para o AVE são diabetes, doenças cardíacas, fumo, hipertensão arterial, anemia, enxaquecas, contraceptivos orais, obesidade, entre outros.</p>



<p>O tratamento é voltado conforme as manifestações em cada paciente. Em fonoaudiologia, o paciente após um AVC, pode apresentar inúmeras alterações. Dentre as principais alterações está a AFASIA, que se caracteriza principalmente por: (conforme a extensão e localização da lesão cerebral) perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras.</p>



<p>Na maioria dos casos, é muito difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. &#8220;É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse &#8220;surda&#8221; para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas &#8211; A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também fazem parte da sintomatologia do portador de afasia. Ele ainda pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja fazer. Nestes casos, além da correta identificação da causa do problema, é importante que se procure um fonoaudiólogo, que pode melhorar muito a qualidade de vida e capacidade de comunicação de um indivíduo portador de Afasia.</p>



<p>Lembrando-se sempre que os três primeiros  meses são os mais importantes na reabilitação do paciente; encurtando-se assim, o tempo de tratamento e aumentando suas chances de melhora.</p>



<p>Para maiores informações, entre em contato com o profissional perto de você: Consulte seu fonoaudiólogo!!</p>
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			</item>
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