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	<title>cirurgia plástica &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>cirurgia plástica &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>O tempo, as rugas e o envelhecimento; como ajudar seu rosto</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-tempo-as-rugas-e-o-envelhecimento-como-ajudar-seu-rosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2018 22:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[botox]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
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					<description><![CDATA[A face mostra precocemente, mais que outras áreas do corpo, os sinais do envelhecimento, podendo os primeiros sinais apresentar-se por volta dos 30 anos de idade (PIEROTTI, 2004). O envelhecimento cutâneo ocorre de acordo com a perda de água das células da pele, diminuição das fibras colágenas, da microcirculação As rugas são definidas como sulcos [&#8230;]]]></description>
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<p>A face mostra precocemente, mais que outras áreas do corpo, os sinais do envelhecimento, podendo os primeiros sinais apresentar-se por volta dos 30 anos de idade (PIEROTTI, 2004). O envelhecimento cutâneo ocorre de acordo com a perda de água das células da pele, diminuição das fibras colágenas, da microcirculação</p>



<p>As rugas são definidas como sulcos ou pregas na pele, seja por diminuição da camada de gordura mais profunda ou pela diminuição do tamanho das células que fazem parte da derme (TASCA, 2004). Podem ser de dois tipos, superficiais ou profundas. As superficiais são aquelas que desaparecem com o estiramento da pele, diferindo das profundas que não sofrem alteração quando a pele é estirada (SILVA et al., 2007). As rugas estáticas são consequências da fadiga de estruturas que constituem a pele. As rugas dinâmicas ou linhas de expressão surgem como consequência de movimentos repetitivos da mímica facial e aparecem com o movimento. As rugas gravitacionais são consequentes da flacidez da pele, culminando com a ptose das estruturas da face (SILVA et al., 2007).</p>



<p>São dois os tipos de flacidez. A tissular, ou seja, a flacidez da pele, e a flacidez muscular. No trabalho de Fonoaudiologia Estética Facial preocupa-se mais com a flacidez do tipo muscular, pois se a pele é o órgão de revestimento, são os músculos que a preenchem. Logo, estamos melhorando a qualidade da aparência tegumentar (ALMEIDA, 2006). O tecido que une a pele ao músculo chama-se fáscia muscular. A fáscia é uma lâmina contínua de tecido conjuntivo que se espalha por todo o corpo. É ela que dá forma ao corpo, já que envolve todas as estruturas e ajuda a suportá-las e protegê-las. Fornece suporte aos músculos e mantém a relação desses com os ossos, determinando a forma do corpo (TASCA, 2004).</p>



<p>O ser humano possui cerca de 80 músculos da face e a contração de muitos desses pode ser determinada pelo estado emocional. Os músculos da expressão facial estão situados na fáscia superficial da face. Durante a expressão facial, todos os músculos agem em diversas combinações, variando a aparência (TASCA, 2004). Ao contraírem, os músculos movimentam a área da pele à qual estão fixados, produzindo depressões em formas de linhas perpendiculares à direção das fibras dos músculos, podendo transformar-se em rugas com o tempo. Estas modificações promovidas pelos músculos da face, quando em excesso, podem provocar rugas mesmo em pessoas jovens (PIEROTTI, 2004).</p>



<p>O tratamento terá como ponto de partida a queixa principal do paciente, análise da anamnese e resultados obtidos em avaliação, focalizando a atuação com a função/ função e musculatura a ela relacionadas; harmonizando a face.</p>



<p>Para atuar com a Fonoaudiologia Estética é necessário ter conhecimento e experiência em Motricidade Orofacial (FRANCO, 2004). Voltados para a promoção de harmonia e ordem facial propõe-se um atendimento específico dirigido à relação de causa-efeito entre manobras direcionadas à pele, aos músculos e ao equilíbrio estomatognático (TOLEDO, 2006).</p>



<p>O Conselho Federal de Fonoaudiologia publicou no Diário Oficial da União de 8 de abril de 2008, a Resolução CFFa n 352, 5 de abril deste ano, que dispõe sobre a atuação em Motricidade Orofacial com finalidade estética. A resolução, ao disciplinar a atuação do fonoaudiólogo em Estética, apontou objetivos e cuidados e tornou claros os limites dessa atividade. A atuação fonoaudiológica em Motricidade Orofacial com finalidade estética visa avaliar, prevenir e equilibrar a musculatura da mímica facial e/ou cervical, buscando a simetria e a harmonia das estruturas envolvidas no movimento e na expressão, resultando no favorecimento estético (CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA, 2008). O trabalho fonoaudiológico relacionado à estética é um novo alcance do trabalho miofuncional com fundamentos e princípios próprios, que se propõe a cuidar das marcas que o tempo, inevitavelmente, desenha nas faces (FRANCO, 2004).</p>



<p>Agende conosco para de forma, não invasiva e natural, agir contra as marcas do tempo e minimizar sua ação em sua face.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais &#8211; Traumas na face &#8211; E agora, o que fazer? Para onde ir?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/acidentes-de-carro-e-moto-agressoes-fisicas-indices-que-crescem-cada-vez-mais-traumas-na-face-e-agora-o-que-fazerpara-onde-ir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
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					<description><![CDATA[Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais na cidade de Lavras e preocupam cada vez mais a população. Em contrapartida; surge também o surgimento de um auxílio, de um socorro, após momentos tão difíceis: A atuação fonoaudiológica para minimizar os traumas da face em conjunto com atuação multidisciplinar. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais na cidade de Lavras e preocupam cada vez mais a população. Em contrapartida; surge também o surgimento de um auxílio, de um socorro, após momentos tão difíceis: A atuação fonoaudiológica para minimizar os traumas da face em conjunto com atuação multidisciplinar. Os traumas ocorrer devido a acidentes automobilísticos, motociclísticos, assaltos, brigas, quedas, acidentes esportivos e projéteis de arma de fogo; dentre outros. Sendo estes, os principais. As fraturas faciais vêm representando um campo de preocupação para nós fonoaudiólogos, cada vez mais, uma vez que frequentemente interferem no desempenho do Sistema Estomatognático: respiração, mastigação, deglutição de alimentos, mímica facial e fala e, consequentemente, nas funções realizadas por ele.</p>



<p>Nestes casos, as estruturas faciais mais comumente acometidas pelos traumas são &nbsp;fraturas que comprometem partes ósseas e musculares de maxila, (osso situado abaixo do nariz) mandíbula, perda de dentes, musculatura de mastigação e mímica facial.</p>



<p>Outros fatores tais como:&nbsp; Condições intrínsecas representadas por inclusão dental, cistos, tumores mandibulares, anquilose, osteomielite, osteoporose, displasias, má oclusão também contribuem para a ocorrência de fraturas mandibulares No entanto, os principais fatores determinantes de fratura são os traumas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nas fraturas mandibulares o sistema estomatognático geralmente sofre algum tipo de alteração, dentre as quais podemos observar as alterações decorrentes da tensão muscular resultante do mau posicionamento mandibular; às alterações na musculatura em relação à tração e direção da força muscular; as alterações de sensibilidade; a presença de dor e/ou edema; a limitação e alteração dos movimentos mandibulares; e as alterações dos órgãos e das funções estomatognáticas.</p>



<p>As alterações fonoaudiológicas mais encontradas nestes casos são: limitação parcial dos movimentos mandibulares, podendo ou não apresentar desvios destes para o lado da fratura; mastigação unilateral do lado afetado com redução da amplitude do movimento; articulação da fala com desvio no percurso mandibular também para o lado acometido, uma vez que apenas os movimentos condilares do lado oposto estão preservados. O repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A terapia fonoaudiológica após traumas pode ser indicada principalmente nas fraturas altas de côndilo, a reabilitação dos músculos utilizados na mímica facial, mastigação e deglutição; buscando-se a remodelação por força e ação da musculatura envolvida.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As fraturas condilares, se não tratadas adequadamente, podem levar a limitação de mobilidade, assimetrias faciais ósseas e musculares com diferentes graus de comprometimento, principalmente em crianças e adolescentes devido à discrepância de altura do ramo e redução de estímulos de crescimento. A intervenção fonoaudiológica nos casos de fraturas mandibulares envolve o trabalho miofuncional oral e visa restabelecer mobilidade mandibular, evitando possíveis assimetrias ou limitações funcionais. O aumento da amplitude da abertura da boca, a adequação dos movimentos mandibulares evitando adaptações nocivas e promovendo a simetria do movimento da face e a estabilidade funcional são também objetivos do tratamento fonoaudiológico.</p>



<p>Também são enfocados aspectos como: tendo por objetivos: ampliação da amplitude dos movimentos mandibulares, especialmente abertura, evitando-se restrição funcional; correção do desvio do movimento mandibular dirigido buscando fornecer estímulos adequados ao lado acometido; simetria postural, funcional e principalmente estabilidade funcional.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Caso tenha sido vítima de agressão, acidentes, tenha sido baleado em face e/ou estruturas responsáveis pela mastigação, deglutição, mímica e fala; consulte seu fonoaudiólogo e marque sua avaliação.&nbsp;Venha experimentar novamente o prazer de mastigar todos os alimentos novamente, engolir e falar sem sofrimento, se alegrar, sorrir, movimentar sua face e viver: marque sua consulta conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trauma em ATM &#8211; Tratamento:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/trauma-em-atm-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 22:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Articulação Temporomandibular (ATM), estrutura do sistema estomatognático, é uma das mais complexas e dinâmicas dentre as articulações&#160;existentes&#160;no corpo humano.&#160; Por ser uma articulação bilateral, o acometimento de um dos lados acaba modificando o funcionamento do outro também. Qualquer alteração em ATM&#160;pode resultar em&#160;prejuízos ao sistema estomatognático no que diz respeito ao desenvolvimento das funções, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Articulação Temporomandibular (ATM), estrutura do sistema estomatognático, é uma das mais complexas e dinâmicas dentre as articulações&nbsp;existentes&nbsp;no corpo humano.&nbsp; Por ser uma articulação bilateral, o acometimento de um dos lados acaba modificando o funcionamento do outro também.</p>



<p>Qualquer alteração em ATM&nbsp;pode resultar em&nbsp;prejuízos ao sistema estomatognático no que diz respeito ao desenvolvimento das funções, em especial, a mastigação, uma vez que a mesma é totalmente dependente do movimento mandibular. Dentre as diversas anomalias que afetam a articulação temporomandibular, a anquilose, ou seja, quando a aderência da articulação com&nbsp;presença de&nbsp;rigidez entre as suas superfícies e&nbsp;os movimentos mandibulares encontram-se impossibilitados ou limitados. Sua gravidade está diretamente relacionada com o tipo de extensão da lesão, a época do acometimento.</p>



<p>A causa é principalmente relacionada a trauma direto na ATM ou indireto, sendo encontradas também referências a quadros infecciosos e inflamatórios maxilares ou articulares graves: artrites reumáticas e causas congênitas.</p>



<p>Podemos citar dois tipos principais de anquilose: intra-articular (intra-capsular) é chamada de anquilose verdadeira :é devida à união, ou seja, fusão dos ossos de uma articulação móvel;&nbsp;sendo a extra-articular (extra-capsular)&nbsp;ou anquilose falsa é devida à rigidez das partes que rodeiam a articulação.&nbsp; A forma intra-articular é mais frequente e tem tendência a transformar-se em extra-articular se for deixada sem tratamento por um longo tempo.</p>



<p>A deformidade facial será assimétrica quando a anquilose for unilateral e simétrica quando for bilateral. &nbsp;A função mais comprometida nestes pacientes acometidos por anquilose&nbsp;são as alterações&nbsp;na mastigação e, em decorrência disso, há uma grande dificuldade para a alimentação.</p>



<p>O tratamento da anquilose da ATM inicialmente é cirúrgico e se baseia em excisão adequada e ressecção da anquilose seguida&nbsp;de terapia fonoaudiológica miofuncional oral&nbsp;.A musculatura atrofiada pela falta de uso em virtude de restrição óssea, precisa ser intensamente estimulada após a cirurgia. É necessário iniciar, em curto prazo, a mobilização mandibular para direcionar a formação de tecido cicatricial, sem permitir que esta restrinja o movimento.</p>



<p>Alguns autores defendem que os exercícios devam ser iniciados 24 horas após a cirurgia mesmo que a dor presente seja um fator de desestímulo. Os treinos mioterápicos devem ser concomitantes à reabilitação funcional, implícito em acompanhamento posterior para manutenção dos resultados obtidos por ao menos um ano.</p>



<p>Na prática clínica fonoaudiológica, constata-se, que os casos de anquilose temporomandibular, mesmo já operados passam novamente a apresentar restrição de amplitude de abertura mandibular devido à nova formação de tecido cicatricial e grande dificuldade funcional. A mastigação, uma das funções mais importantes do sistema estomatognático, é a mais prejudicada. Os pacientes realizam a função da mastigação com muita dificuldade, usando mecanismo adaptativo de estruturas associadas. A deglutição mostra-se compensada com elevação brusca da laringe e ou movimento associado de cabeça com grande função de dorso da língua. A articulação dos sons da fala apresenta-se com reduzida amplitude do movimento mandibular, ressonância posterior e pobreza de articulação comprometendo a inteligibilidade.</p>



<p>A proposta fonoaudiológica, por meio de reabilitação miofuncional orofacial, visa principalmente o direcionamento da mobilidade da mandíbula, alongamento do tecido cicatricial, imediata, estimulação da musculatura facial e reabilitação funcional. Os exercícios buscam o estímulo à musculatura facial e os treinos o restabelecimento das funções estomatognáticas, em especial a mastigação, deglutição e fala&nbsp;.</p>



<p>Que tal retomar ao prazer de se alimentar, falar e viver&nbsp;novamente??</p>



<p>Aguardamos por você!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fraturas de face &#8211; Aspectos gerais da Atuação Fonoaudiológica</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fraturas-de-face-aspectos-gerais-da-atuacao-fonoaudiologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 21:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, com o número crescente de acidentes de bicicleta, motos, triciclos, automobilísticos, acidentes com armas de fogo e agressões físicas; também cresce as várias opções que o paciente pode se beneficiar ao falarmos de sua reabilitação mais rápida. Uma das áreas que muito auxilia os pacientes nestas áreas é a Fonoaudiologia. Os principais objetivos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Atualmente, com o número crescente de acidentes de bicicleta, motos, triciclos, automobilísticos, acidentes com armas de fogo e agressões físicas; também cresce as várias opções que o paciente pode se beneficiar ao falarmos de sua reabilitação mais rápida. Uma das áreas que muito auxilia os pacientes nestas áreas é a Fonoaudiologia.</p>



<p>Os principais objetivos da atuação fonoaudiológica nestes casos, em linhas gerais são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estimular e possibilitar a execução de movimentos mandibulares, impedindo a formação de tecido cicatricial restritivo.</li>



<li>Estimular a musculatura mastigatória, atrofiada pela falta de uso, promovendo oxigenação, mobilidade coordenação e aumento de massa.</li>



<li>Estimular movimentos de abertura mandibular, lateralidade e protrusiva.</li>



<li>Aumentar a abertura da boca por meio de manobras específicas de alongamentos e alavancas.</li>



<li>Reabilitação funcional quanto á fala, mastigação e deglutição.</li>
</ul>



<p>Os registros da amplitude dos movimentos mandibulares foram sempre realizados em todas as sessões, ao início e término de cada sessão, buscando-se constatar a eficiência dos procedimentos realizados em cada terapia, assim como a progressão dos resultados.</p>



<p>As fraturas são classificadas de acordo com o local e dividem-se&nbsp;basicamente&nbsp;em: fraturas faciais, fraturas de mandíbula, fraturas em apófise condilar (no encaixe da mandíbula com os ossos do crânio) e fraturas de maxila</p>



<p>Na maioria dos casos, estes pacientes apresentam dor constante e devemos nos preocupar com seu limiar (grau da dor e como é esta dor). No caso das fraturas de face, há redução dos movimentos dos músculos faciais, devido à imobilização pós cirúrgica, com redução também de abertura bucal e das atividades das funções do sistema estomatognático (Como bocejar, mastigar e produção de alguns fonemas e interjeições).</p>



<p>Percebemos o desenvolvimento de contraturas dos grupos de músculos faciais e mastigatórios por meio de palpação e pela manutenção contínua do tônus, em decorrência da incapacidade dos processos metabólicos e contráteis das fibras musculares continuarem proporcionando o mesmo trabalho.</p>



<p>No caso da maxila, se a fratura for no arco do osso zigomático (Basicamente, localizado&nbsp;ao lado do nariz, bilateralmente), devemos esperar a estabilização total da redução óssea para depois trabalharmos a atividade muscular passivas ou ativas.</p>



<p>A atuação fonoaudiológica nos casos de traumas de face deve respeitar o tempo de estabilização da fratura e colaborar para o restabelecimento do equilíbrio funcional da atividade muscular por meio de manobras internas, alongamento dos feixes mastigatórios ou faciais, dependendo da fratura.</p>



<p>Após a introdução da atuação fonoaudiológica em pacientes com traumas de face clínica, colabora positivamente para a recuperação do equilíbrio das funções do sistema estomatognático, antecipando a alta odontológica e a retomada dos movimentos da mímica facial.</p>



<p>Conte com nossa equipe. Bless Clínica estará sempre preparada para cuidar de você: nas melhores e piores horas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fonoaudiologia na estética facial</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fonoaudiologia-na-estetica-facial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 14:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[botox]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
		<category><![CDATA[marcas de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[rugas]]></category>
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					<description><![CDATA[Rugas, marcas de expressão, estética facial. Esses termos, geralmente relacionados à cirurgia plástica, também fazem parte do cotidiano de fonoaudiólogos. Trata-se de um campo no qual a carreira entrou há cerca de cinco anos no Brasil: o tratamento estético. Exercícios antes usados para ajudar pessoas com problemas para falar ou para mastigar, agora, são aplicados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Rugas, marcas de expressão, estética facial. Esses termos, geralmente relacionados à cirurgia plástica, também fazem parte do cotidiano de fonoaudiólogos.</p>



<p>Trata-se de um campo no qual a carreira entrou há cerca de cinco anos no Brasil:</p>



<p>o tratamento estético. Exercícios antes usados para ajudar pessoas com problemas para falar ou para mastigar, agora, são aplicados para suavizar marcas de expressão no rosto.</p>



<p>“Claro que os exercícios não substituem o Botox. Apenas suavizam essas marcas”, afirma Esther Bianchini, especialista em motricidade (contração muscular) oral e professora-assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.</p>



<p>O novo campo ainda se encontra “em estágio inicial”, de acordo com Ana Léia Safro Berenstein, diretora do Conselho Regional de Fonoaudiologia (SP). Ela diz que essa atividade também não está “bem delimitada”, já que pode coincidir com a atuação de outros profissionais, principalmente com a dos cirurgiões plásticos.</p>



<p>Mas esse é apenas um exemplo de atuação do fonoaudiólogo. Um setor que se destaca são as empresas de telemarketing. “É um mercado que cresceu muito”, diz Berenstein. Ela afirma que há duas possibilidades nesse setor. A primeira é cuidar da saúde vocal dos atendentes; a segunda é estabelecer um formato de abordagem que atraia melhor o cliente –ação ligada à linguagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contato</h3>



<p>A vestibulanda Thais Rodrigues Talarico, 19, busca neste ano vaga em fonoaudiologia na USP e na Unifesp. “Quero ajudar pessoas com problemas”, afirma.</p>



<p>Thais tem boas chances de se sentir bem na carreira –o perfil dela é o mesmo que Clara Regina Ávila, coordenadora do curso da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), traça para o profissional ideal.<br>“O fonoaudiólogo precisa gostar de acompanhar o desenvolvimento das pessoas. De bebês a idosos”, explica Ávila.</p>



<p>“Não é à toa que há no currículo disciplinas como sociologia [relações entre pessoas que vivem em uma comunidade] e antropologia [estudo sobre o ser humano]“, aponta Katia de Almeida, coordenadora do curso da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.</p>



<p>Outro aspecto importante na profissão, de acordo com a coordenadora da Unifesp, é saber “pensar multidisciplinarmente”. “A pessoa vai ter de trabalhar com profissionais de outras áreas, como médicos, dentistas e psicólogos”, afirma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estágio</h3>



<p>De acordo com a coordenadora do curso da Santa Casa, o primeiro ano é focado em disciplinas da área biológica, que são comuns aos cursos relacionados à saúde, como medicina.</p>



<p>A partir do segundo ano, começam a prevalecer as matérias diretamente ligadas à atividade do fonoaudiólogo. O quarto –e último– ano é praticamente inteiro dedicado a estágios.</p>



<p>Dificilmente o aluno irá parar os estudos por aí. “Hoje a graduação não é mais suficiente, qualquer que seja o curso”, afirma Berenstein, diretora do conselho regional. “É recomendável que o estudante procure uma pós-graduação”, completa. “Nós damos uma formação mais generalista. Depois da faculdade, é bom que o aluno opte por uma especialização”, diz Almeida, da Santa Casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Problemas</h3>



<p>De acordo com Ávila, coordenadora do curso da Unifesp, a maior dificuldade para o fonoaudiólogo é a escassez de vagas no serviço público. “Principalmente porque nem todo mundo tem dinheiro para fazer um tratamento particular.”</p>



<p>Berenstein, do conselho regional, aponta um atenuante para a dificuldade. “Fora dos grandes centros, há muita oferta de emprego”, diz. De acordo com ela, há 39 mil fonoaudiólogos no país; 10 mil só em São Paulo.</p>



<p><strong><em>Fonte: FÁBIO TAKAHASHI &#8211; Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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