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	<title>cirurgia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>cirurgia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>A retirada das Amígdalas e Alterações na Voz</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-retirada-das-amigdalas-e-alteracoes-na-voz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontramos no dia a dia, frequentemente, pacientes que retiraram suas amígdalas e no após amigdalectomia,&#160;referindo problemas na voz. Froeschels (1951) refere a possibilidade&#160;de sobrevir rinolalia (voz pelo nariz) no pós-operatório após algum período.&#160;Essa rinolalia, ou, voz nasalada, também conhecida como&#160;voz fanha, que podem vir muitas vezes acompanhada por rouquidão,&#160;sendo resultantes da não passagem do ar [&#8230;]]]></description>
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<p>Encontramos no dia a dia, frequentemente, pacientes que retiraram suas amígdalas e no após amigdalectomia,&nbsp;referindo problemas na voz. Froeschels (1951) refere a possibilidade&nbsp;de sobrevir rinolalia (voz pelo nariz) no pós-operatório após algum período.&nbsp;Essa rinolalia, ou, voz nasalada, também conhecida como&nbsp;voz fanha, que podem vir muitas vezes acompanhada por rouquidão,&nbsp;sendo resultantes da não passagem do ar pelo nariz, ou da passagem excessiva do ar por ele.</p>



<p>Há autores na área médica que são muito prudentes no indicar a operação em cantores, se o paciente é cantor tendo um determinado o seu registro vocal; em nenhuma hipótese se opera, segundo eles; operando apenas os que ainda não têm classificação definida da voz.&nbsp; Após a amigdalectomia, a tendência da voz se tornar mais grave.&nbsp;Após a cirurgia, a voz pode ficar mais grave / grossa, nasal e disfônica/rouca; porém ela costuma voltar ao normal conforme o paciente vai se readaptando à nova situação, o que ocorre em geral nas primeiras semanas após a cirurgia (em média de 15 dias a um mês).</p>



<p>Quando esta readaptação não ocorre espontaneamente; é recomendado avaliação por um fonoaudiólogo com especialização em voz e se necessário, orientações específicas e realização de sessões de fonoterapia como tratamento para correção das alterações vocais.</p>



<p>Uma amigdalectomia que lese as estruturas vizinhas, principalmente nos músculos, produzindo tecido cicatricial extenso, devido a destruição traumática das fibras musculares.&nbsp; Também se torna porta de entrada para infecções subsequentes, produzindo celulites do tecido conjuntivo da região bem como miosites.</p>



<p>Muitas vezes, não temos lesão, mas, uma alteração no funcionamento&nbsp;do pilar posterior que aloja o músculo palatofaríngeo pertencente a musculatura extrínseca da laringe; causando alterações na ressonância&nbsp;ou esforço&nbsp;vocal compensatório.</p>



<p>A fonoaudiologia nestes casos ajuda o paciente, favorecendo o equilíbrio da musculatura do trato vocal que foi acometida, auxiliando o paciente que muitas vezes que se queixa no pós cirúrgico de: voz cansada, falhando ao final do dia, voz pelo nariz/nasal, aguda/fina, por exemplo; a voltar a suas funções normais no pós cirúrgico.</p>



<p>Se você conhece alguém que apresenta essa dificuldade ou se identificou com este artigo, entre em contato conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Porque algumas pessoas tem a voz do &#8220;Pato Donald&#8221;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/porque-algumas-pessoas-tem-a-voz-do-pato-donald-papilomatose-laringea-vale-a-pena-conhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 22:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[voz]]></category>
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					<description><![CDATA[A papilomatose ou papiloma vocal é de etiologia viral, causada pelo vírus do papiloma humano (HPV). Os sinais e sintomas começam, em geral, com disfonia que vai aumentando progressivamente, voz cada vez mais rouca, dia a dia e pode ser acompanhada de um “chiado&#8221; laríngeo e dificuldade respiratória e perca de ar ao falar. Entretanto, [&#8230;]]]></description>
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<p>A papilomatose ou papiloma vocal é de etiologia viral, causada pelo vírus do papiloma humano (HPV). Os sinais e sintomas começam, em geral, com disfonia que vai aumentando progressivamente, voz cada vez mais rouca, dia a dia e pode ser acompanhada de um “chiado&#8221; laríngeo e dificuldade respiratória e perca de ar ao falar. Entretanto, esta doença é melindrosa e muito difícil de se tratar, devido a sua tendência às recidivas localmente e no trato respiratório inferior. O aparecimento dos sintomas é variável; podendo ser desde a fase neonatal até qualquer idade no adulto. Quando um recém-nascido apresenta a doença, geralmente é transmitido de mãe portadora de HPV para o seu filho. Presume-se que o papiloma em crianças, é adquirida pelas crianças no momento do parto a partir da mãe com condilomas genitais, mas há casos de crianças que apesar de terem nascido por cesárea contraíram o HPV, e sofrem de PLR, razão pela qual também se suspeita da via hematogênica como uma importante via de transmissão.</p>



<p>A via de transmissão em adultos mais comum é a sexual, transmitido pelo parceiro contaminado (sexo oral). Os papilomas laríngeos aparecem como tumorações nodulares irregulares, pedunculadas, de tamanhos diferentes. Podem ser simples ou múltiplos, de coloração variável desde cor-de-rosa claro ao vermelho, com consistência firme, friáveis, sangrando facilmente. Com a evolução de caso, conforme mais disfônico, mais a voz do paciente vai ficando rouca e baixa, parecida com a voz do &#8220;pato Donald&#8221;, popularmente falando.</p>



<p>Os tumores são geralmente de crescimento rápido e pode variar em tamanho, causando respiração e problemas de deglutição. Outros sintomas podem incluir tosse e rouquidão. Os tumores tendem a retornar, por isso, constantes cirurgias podem ser necessárias.</p>



<p>A figura abaixo à esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe. A imagem é invertida porque o paciente está de costas, no momento da cirurgia endoscópica. Há um papiloma na face anterior da prega vocal verdadeira esquerda. Se o papiloma não é removido cuidadosamente da prega vocal pode cicatriz e alteração vocal pode ocorrer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/papiloma.jpg" alt="imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe" title="Porque algumas pessoas tem a voz do &quot;Pato Donald&quot;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer. 1"></figure></div>


<p>A figura abaixo à esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe. A imagem é invertida porque o paciente está de costas, no momento da cirurgia endoscópica. Há um papiloma na face anterior da prega vocal verdadeira esquerda. Se o papiloma não é removido cuidadosamente da prega vocal pode deixar uma cicatriz e alteração vocal pode ocorrer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/prega-vocal-cicatriz.gif" alt="esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe" title="Porque algumas pessoas tem a voz do &quot;Pato Donald&quot;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer. 2"></figure></div>


<p>A fonoterapia intensiva é fundamental após a cirurgia, fazendo com que o paciente melhore sua qualidade respiratória e vocal. O acompanhamento é semanal com novos padrões de cuidados vocais dia a dia e exercícios aplicados a cada caso.</p>



<p>É muito importante que ao identificar os sintomas de: cansaço, voz dia a dia mais rouca, dificuldades para respirar em repouso ou em movimento, procure um otorrino e posteriormente ao tratamento com ele (medicamentosa ou cirúrgica), reabilitação fonoaudiológica.</p>



<p>Dúvidas? Procure por seu fonoaudiólogo!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais &#8211; Traumas na face &#8211; E agora, o que fazer? Para onde ir?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/acidentes-de-carro-e-moto-agressoes-fisicas-indices-que-crescem-cada-vez-mais-traumas-na-face-e-agora-o-que-fazerpara-onde-ir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
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					<description><![CDATA[Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais na cidade de Lavras e preocupam cada vez mais a população. Em contrapartida; surge também o surgimento de um auxílio, de um socorro, após momentos tão difíceis: A atuação fonoaudiológica para minimizar os traumas da face em conjunto com atuação multidisciplinar. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Acidentes de carro e moto, agressões físicas; índices que crescem cada vez mais na cidade de Lavras e preocupam cada vez mais a população. Em contrapartida; surge também o surgimento de um auxílio, de um socorro, após momentos tão difíceis: A atuação fonoaudiológica para minimizar os traumas da face em conjunto com atuação multidisciplinar. Os traumas ocorrer devido a acidentes automobilísticos, motociclísticos, assaltos, brigas, quedas, acidentes esportivos e projéteis de arma de fogo; dentre outros. Sendo estes, os principais. As fraturas faciais vêm representando um campo de preocupação para nós fonoaudiólogos, cada vez mais, uma vez que frequentemente interferem no desempenho do Sistema Estomatognático: respiração, mastigação, deglutição de alimentos, mímica facial e fala e, consequentemente, nas funções realizadas por ele.</p>



<p>Nestes casos, as estruturas faciais mais comumente acometidas pelos traumas são &nbsp;fraturas que comprometem partes ósseas e musculares de maxila, (osso situado abaixo do nariz) mandíbula, perda de dentes, musculatura de mastigação e mímica facial.</p>



<p>Outros fatores tais como:&nbsp; Condições intrínsecas representadas por inclusão dental, cistos, tumores mandibulares, anquilose, osteomielite, osteoporose, displasias, má oclusão também contribuem para a ocorrência de fraturas mandibulares No entanto, os principais fatores determinantes de fratura são os traumas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Nas fraturas mandibulares o sistema estomatognático geralmente sofre algum tipo de alteração, dentre as quais podemos observar as alterações decorrentes da tensão muscular resultante do mau posicionamento mandibular; às alterações na musculatura em relação à tração e direção da força muscular; as alterações de sensibilidade; a presença de dor e/ou edema; a limitação e alteração dos movimentos mandibulares; e as alterações dos órgãos e das funções estomatognáticas.</p>



<p>As alterações fonoaudiológicas mais encontradas nestes casos são: limitação parcial dos movimentos mandibulares, podendo ou não apresentar desvios destes para o lado da fratura; mastigação unilateral do lado afetado com redução da amplitude do movimento; articulação da fala com desvio no percurso mandibular também para o lado acometido, uma vez que apenas os movimentos condilares do lado oposto estão preservados. O repouso mandibular pode estar assimétrico com apoio de língua preferencialmente do lado da fratura.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A terapia fonoaudiológica após traumas pode ser indicada principalmente nas fraturas altas de côndilo, a reabilitação dos músculos utilizados na mímica facial, mastigação e deglutição; buscando-se a remodelação por força e ação da musculatura envolvida.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As fraturas condilares, se não tratadas adequadamente, podem levar a limitação de mobilidade, assimetrias faciais ósseas e musculares com diferentes graus de comprometimento, principalmente em crianças e adolescentes devido à discrepância de altura do ramo e redução de estímulos de crescimento. A intervenção fonoaudiológica nos casos de fraturas mandibulares envolve o trabalho miofuncional oral e visa restabelecer mobilidade mandibular, evitando possíveis assimetrias ou limitações funcionais. O aumento da amplitude da abertura da boca, a adequação dos movimentos mandibulares evitando adaptações nocivas e promovendo a simetria do movimento da face e a estabilidade funcional são também objetivos do tratamento fonoaudiológico.</p>



<p>Também são enfocados aspectos como: tendo por objetivos: ampliação da amplitude dos movimentos mandibulares, especialmente abertura, evitando-se restrição funcional; correção do desvio do movimento mandibular dirigido buscando fornecer estímulos adequados ao lado acometido; simetria postural, funcional e principalmente estabilidade funcional.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Caso tenha sido vítima de agressão, acidentes, tenha sido baleado em face e/ou estruturas responsáveis pela mastigação, deglutição, mímica e fala; consulte seu fonoaudiólogo e marque sua avaliação.&nbsp;Venha experimentar novamente o prazer de mastigar todos os alimentos novamente, engolir e falar sem sofrimento, se alegrar, sorrir, movimentar sua face e viver: marque sua consulta conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trauma em ATM &#8211; Tratamento:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/trauma-em-atm-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 22:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
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					<description><![CDATA[A Articulação Temporomandibular (ATM), estrutura do sistema estomatognático, é uma das mais complexas e dinâmicas dentre as articulações&#160;existentes&#160;no corpo humano.&#160; Por ser uma articulação bilateral, o acometimento de um dos lados acaba modificando o funcionamento do outro também. Qualquer alteração em ATM&#160;pode resultar em&#160;prejuízos ao sistema estomatognático no que diz respeito ao desenvolvimento das funções, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Articulação Temporomandibular (ATM), estrutura do sistema estomatognático, é uma das mais complexas e dinâmicas dentre as articulações&nbsp;existentes&nbsp;no corpo humano.&nbsp; Por ser uma articulação bilateral, o acometimento de um dos lados acaba modificando o funcionamento do outro também.</p>



<p>Qualquer alteração em ATM&nbsp;pode resultar em&nbsp;prejuízos ao sistema estomatognático no que diz respeito ao desenvolvimento das funções, em especial, a mastigação, uma vez que a mesma é totalmente dependente do movimento mandibular. Dentre as diversas anomalias que afetam a articulação temporomandibular, a anquilose, ou seja, quando a aderência da articulação com&nbsp;presença de&nbsp;rigidez entre as suas superfícies e&nbsp;os movimentos mandibulares encontram-se impossibilitados ou limitados. Sua gravidade está diretamente relacionada com o tipo de extensão da lesão, a época do acometimento.</p>



<p>A causa é principalmente relacionada a trauma direto na ATM ou indireto, sendo encontradas também referências a quadros infecciosos e inflamatórios maxilares ou articulares graves: artrites reumáticas e causas congênitas.</p>



<p>Podemos citar dois tipos principais de anquilose: intra-articular (intra-capsular) é chamada de anquilose verdadeira :é devida à união, ou seja, fusão dos ossos de uma articulação móvel;&nbsp;sendo a extra-articular (extra-capsular)&nbsp;ou anquilose falsa é devida à rigidez das partes que rodeiam a articulação.&nbsp; A forma intra-articular é mais frequente e tem tendência a transformar-se em extra-articular se for deixada sem tratamento por um longo tempo.</p>



<p>A deformidade facial será assimétrica quando a anquilose for unilateral e simétrica quando for bilateral. &nbsp;A função mais comprometida nestes pacientes acometidos por anquilose&nbsp;são as alterações&nbsp;na mastigação e, em decorrência disso, há uma grande dificuldade para a alimentação.</p>



<p>O tratamento da anquilose da ATM inicialmente é cirúrgico e se baseia em excisão adequada e ressecção da anquilose seguida&nbsp;de terapia fonoaudiológica miofuncional oral&nbsp;.A musculatura atrofiada pela falta de uso em virtude de restrição óssea, precisa ser intensamente estimulada após a cirurgia. É necessário iniciar, em curto prazo, a mobilização mandibular para direcionar a formação de tecido cicatricial, sem permitir que esta restrinja o movimento.</p>



<p>Alguns autores defendem que os exercícios devam ser iniciados 24 horas após a cirurgia mesmo que a dor presente seja um fator de desestímulo. Os treinos mioterápicos devem ser concomitantes à reabilitação funcional, implícito em acompanhamento posterior para manutenção dos resultados obtidos por ao menos um ano.</p>



<p>Na prática clínica fonoaudiológica, constata-se, que os casos de anquilose temporomandibular, mesmo já operados passam novamente a apresentar restrição de amplitude de abertura mandibular devido à nova formação de tecido cicatricial e grande dificuldade funcional. A mastigação, uma das funções mais importantes do sistema estomatognático, é a mais prejudicada. Os pacientes realizam a função da mastigação com muita dificuldade, usando mecanismo adaptativo de estruturas associadas. A deglutição mostra-se compensada com elevação brusca da laringe e ou movimento associado de cabeça com grande função de dorso da língua. A articulação dos sons da fala apresenta-se com reduzida amplitude do movimento mandibular, ressonância posterior e pobreza de articulação comprometendo a inteligibilidade.</p>



<p>A proposta fonoaudiológica, por meio de reabilitação miofuncional orofacial, visa principalmente o direcionamento da mobilidade da mandíbula, alongamento do tecido cicatricial, imediata, estimulação da musculatura facial e reabilitação funcional. Os exercícios buscam o estímulo à musculatura facial e os treinos o restabelecimento das funções estomatognáticas, em especial a mastigação, deglutição e fala&nbsp;.</p>



<p>Que tal retomar ao prazer de se alimentar, falar e viver&nbsp;novamente??</p>



<p>Aguardamos por você!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fraturas de face &#8211; Aspectos gerais da Atuação Fonoaudiológica</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fraturas-de-face-aspectos-gerais-da-atuacao-fonoaudiologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 21:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia plástica]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, com o número crescente de acidentes de bicicleta, motos, triciclos, automobilísticos, acidentes com armas de fogo e agressões físicas; também cresce as várias opções que o paciente pode se beneficiar ao falarmos de sua reabilitação mais rápida. Uma das áreas que muito auxilia os pacientes nestas áreas é a Fonoaudiologia. Os principais objetivos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Atualmente, com o número crescente de acidentes de bicicleta, motos, triciclos, automobilísticos, acidentes com armas de fogo e agressões físicas; também cresce as várias opções que o paciente pode se beneficiar ao falarmos de sua reabilitação mais rápida. Uma das áreas que muito auxilia os pacientes nestas áreas é a Fonoaudiologia.</p>



<p>Os principais objetivos da atuação fonoaudiológica nestes casos, em linhas gerais são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estimular e possibilitar a execução de movimentos mandibulares, impedindo a formação de tecido cicatricial restritivo.</li>



<li>Estimular a musculatura mastigatória, atrofiada pela falta de uso, promovendo oxigenação, mobilidade coordenação e aumento de massa.</li>



<li>Estimular movimentos de abertura mandibular, lateralidade e protrusiva.</li>



<li>Aumentar a abertura da boca por meio de manobras específicas de alongamentos e alavancas.</li>



<li>Reabilitação funcional quanto á fala, mastigação e deglutição.</li>
</ul>



<p>Os registros da amplitude dos movimentos mandibulares foram sempre realizados em todas as sessões, ao início e término de cada sessão, buscando-se constatar a eficiência dos procedimentos realizados em cada terapia, assim como a progressão dos resultados.</p>



<p>As fraturas são classificadas de acordo com o local e dividem-se&nbsp;basicamente&nbsp;em: fraturas faciais, fraturas de mandíbula, fraturas em apófise condilar (no encaixe da mandíbula com os ossos do crânio) e fraturas de maxila</p>



<p>Na maioria dos casos, estes pacientes apresentam dor constante e devemos nos preocupar com seu limiar (grau da dor e como é esta dor). No caso das fraturas de face, há redução dos movimentos dos músculos faciais, devido à imobilização pós cirúrgica, com redução também de abertura bucal e das atividades das funções do sistema estomatognático (Como bocejar, mastigar e produção de alguns fonemas e interjeições).</p>



<p>Percebemos o desenvolvimento de contraturas dos grupos de músculos faciais e mastigatórios por meio de palpação e pela manutenção contínua do tônus, em decorrência da incapacidade dos processos metabólicos e contráteis das fibras musculares continuarem proporcionando o mesmo trabalho.</p>



<p>No caso da maxila, se a fratura for no arco do osso zigomático (Basicamente, localizado&nbsp;ao lado do nariz, bilateralmente), devemos esperar a estabilização total da redução óssea para depois trabalharmos a atividade muscular passivas ou ativas.</p>



<p>A atuação fonoaudiológica nos casos de traumas de face deve respeitar o tempo de estabilização da fratura e colaborar para o restabelecimento do equilíbrio funcional da atividade muscular por meio de manobras internas, alongamento dos feixes mastigatórios ou faciais, dependendo da fratura.</p>



<p>Após a introdução da atuação fonoaudiológica em pacientes com traumas de face clínica, colabora positivamente para a recuperação do equilíbrio das funções do sistema estomatognático, antecipando a alta odontológica e a retomada dos movimentos da mímica facial.</p>



<p>Conte com nossa equipe. Bless Clínica estará sempre preparada para cuidar de você: nas melhores e piores horas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fases da atuação fonoaudiológica frente ao trabalho do buco maxila</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fases-da-atuacao-fonoaudiologica-frente-ao-trabalho-do-buco-maxila/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aparelhos ortodônticos]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[A atuação fonoaudiológica nos casos de cirurgia ortognática pode ser delimitada em três fases principais. Para efeito didático, separamos as fases e explicamos cada caso a seguir:  Se o paciente é encaminhado antes da cirurgia, além da avaliação, o fonoaudiólogo pode realizar algumas orientações prévias que serão úteis ao paciente, inclusive durante o bloqueio inter-maxilar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A atuação fonoaudiológica nos casos de cirurgia ortognática pode ser delimitada em três fases principais. Para efeito didático, separamos as fases e explicamos cada caso a seguir: </p>



<p>Se o paciente é encaminhado antes da cirurgia, além da avaliação, o fonoaudiólogo pode realizar algumas orientações prévias que serão úteis ao paciente, inclusive durante o bloqueio inter-maxilar tais como: dieta alimentar, higiene bucal e relaxamentos da região facial e cervical, geralmente tensionadas pelo desconforto do bloqueio. Tais orientações são normalmente efetuadas pelo cirurgião. </p>



<p>Em equipes interdisciplinares estas orientações tem sido realizadas pelo fonoaudiólogo. Isto tem possibilitado que o paciente possa expor suas dúvidas e ansiedades uma vez que os encontros com o fonoaudiólogo são sistemáticos criando inclusive um maior vínculo entre o terapeuta e o paciente.<br><br>Caso o encaminhamento seja feito pouco tempo após a liberação do bloqueio, o trabalho fonoaudiológico inicia-se direcionando as adaptações que vão ocorrendo espontaneamente. Nestes casos a redução da amplitude de movimentos mandibulares e da força mastigatória ainda podem ser observadas. A musculatura deve ser analisada cuidadosamente devido a possibilidade de edemas ainda presentes. Nesta fase, a evolução é rápida e os padrões funcionais adequados à nova forma são direcionados através da sistematização de seu uso, dentro dos limites da recuperação de cada paciente. Caso sejam necessários, apenas exercícios de mobilidade e tonicidade de língua podem ser utilizados.<br><br>Uma terceira opção é o encaminhamento tardio do paciente. Este normalmente ocorre por alguma característica de recidiva ou à apresentação de funções atípicas. A situação de recidiva deve ser observada também com relação aos aspectos ortodônticos e possíveis limitações cirúrgicas, já que nem sempre são de causa unicamente funcional. Existindo realmente situações atípicas, estas são mais difíceis de serem trabalhadas tardiamente, uma vez que este novo padrão inadequado encontra-se agora internalizado.</p>



<p>Após o exame fonoaudiológico, a terapia fonoaudiológica costuma ser indicada ao se constatar a manutenção de padrões adaptativos prévios que não são mais condizentes à nova forma, ou quando existam dificuldades referentes à estabilidade de respiração e vedamento labial, de mastigação, deglutição e articulação da fala, devido a presença de alterações neuromusculares.</p>



<p>Para saber qual é o seu caso, marque sua avaliação!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atuação fonoaudiológica nos casos de cirurgia ortognática</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atuacao-fonoaudiologica-nos-casos-de-cirurgia-ortognatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:56:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A anamnese é o ponto de partida de nosso exame. Nela conhecemos o histórico do paciente, suas dificuldades e anseios; também suas motivações para o tratamento. Já na entrevista inicial ou anamnese começamos nossa avaliação. A observação do paciente é fundamental principalmente enquanto ele não se sente examinado. Após a anamnese, vamos examinar o paciente [&#8230;]]]></description>
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<p>A anamnese é o ponto de partida de nosso exame. Nela conhecemos o histórico do paciente, suas dificuldades e anseios; também suas motivações para o tratamento. Já na entrevista inicial ou anamnese começamos nossa avaliação. A observação do paciente é fundamental principalmente enquanto ele não se sente examinado. Após a anamnese, vamos examinar o paciente tendo em mente as características esperadas em cada desproporção maxilo-mandibular.</p>



<p>Tentar compreender já neste primeiro exame quais foram as compensações criadas pelo paciente. Examinar as estruturas duras e moles separadamente descrevendo-as para depois relacioná-las. Ao analisar as funções de mastigação, deglutição, fala, voz, respiração e funcionamento da ATM analisá-las em separado e sequencialmente. Nenhum órgão está determinado para a realização de uma só função. Cada função quando considerada individualmente será diferente do que quando integrada com outras.</p>



<p>O mesmo princípio não é aplicado a análise separada das funções. O objetivo é verificar como o paciente faz a função que está sendo avaliada, sob comando e isoladamente dentro de um contexto. Sabemos que inconscientemente e em sequência, a função poderá ser realizada de maneira diferente daquela realizada isoladamente. É importante saber quais são as possibilidades que cada estrutura tem de fazer a mesma função das duas formas. Esta distinção já nos dirige em relação ao plano terapêutico.</p>



<p>A retomada da alimentação pastosa e sólida gradativa, os movimentos utilizados durante a articulação da fala e a própria exploração pelo paciente se incumbem de reverter a “atrofia” muscular e restabelecer a amplitude dos movimentos. Devemos ter isto em mente durante a nossa avaliação.<br><br>Dependendo do procedimento cirúrgico, após osteotomias mandibulares, podem ocorrer alterações de sensibilidade na região do queixo, região dento-alveolar inferior e lábio inferior. Estas alterações, caracterizadas por redução ou perda da sensibilidade nestas regiões são normalmente reversíveis, porém observam-se casos onde a demora neste restabelecimento é responsável por dificuldades funcionais como controle de saliva, alteração dos pontos articulatórios na fala e adaptações inadequadas quanto à mastigação e à deglutição especialmente de líquidos. Além do desconforto, a falta de sensibilidade significa uma grande perda proprioceptiva, indispensável para a reorganização funcional.</p>



<p>Uma vez reposicionadas as bases ósseas, o fonoaudiólogo tem condições de restabelecer as funções estomatognáticas, dentro dos limites individuais, caso este equilíbrio não tenha sido alcançado espontaneamente.</p>



<p>Como percebemos no artigo, a intervenção fonoaudiológica é individual e direcionada a cada caso. Para saber qual o seu caos, entre em contato conosco.</p>
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		<title>A Fonoaudiologia e a Cirurgia Ortognática &#8211; A hora certa de agir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-fonoaudiologia-e-a-cirurgia-ortognatica-a-hora-certa-de-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[aparelhos ortodônticos]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[Como sabemos, tanto as &#160;pequenas&#160;como as alterações ósseas&#160; ou dentárias de maiores proporções&#160;&#160;podem interferir nas funções de mastigar, deglutir, falar e respirar. A saúde oral, a ATM e a digestão também podem estar comprometidas assim como a própria aparência facial/corporal&#160;do indivíduo. Cada vez mais, tem reabilitado funções de pacientes, que irão fazer ou já fizeram [&#8230;]]]></description>
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<p>Como sabemos, tanto as &nbsp;pequenas&nbsp;como as alterações ósseas&nbsp; ou dentárias de maiores proporções&nbsp;&nbsp;podem interferir nas funções de mastigar, deglutir, falar e respirar. A saúde oral, a ATM e a digestão também podem estar comprometidas assim como a própria aparência facial/corporal&nbsp;do indivíduo.</p>



<p>Cada vez mais, tem reabilitado funções de pacientes, que irão fazer ou já fizeram cirurgia ortognática.</p>



<p>O reposicionamento das bases ósseas conseguido por meio da cirurgia ortognática, em muitos casos, modifica a musculatura orofacial induzindo novas respostas adaptativas, em sua maioria benéficas.</p>



<p>Entretanto, algumas questões ainda ficam a ser respondidas, tais como: a alteração muscular pode trazer efeitos prejudiciais à cirurgia? Apesar da modificação da forma (parte óssea), a musculatura pode, de alguma maneira, forçar as estruturas ósseas recém &#8211; operadas? O esquema proprioceptivo pode se adaptar rapidamente ou a manutenção dos padrões funcionais antigos tendem a se manter ?</p>



<p>Em pacientes com desproporções maxilo-mandibulares, tanto a forma do esqueleto quanto as funções estomatognáticas devem ser corrigidas, uma vez que tecidos moles e duros tem uma intrigante inter &#8211; relação. Neste contexto, observamos que nem sempre após a cirurgia as modificações musculares já estão presentes onde, se acompanharmos estes pacientes durante um tempo maior verificamos que existe uma modificação que ocorre lentamente e mais tardiamente. Sendo extremamente necessário e funcional, o trabalho do fonoaudiólogo.</p>



<p>A avaliação fonoaudiológica pode ser um importante fator contribuinte para um melhor prognóstico do cirurgião buco maxila. Quando falamos em avaliação isto não significa obrigatoriamente em  tratamento pós avaliação. Ao avaliarmos antes da cirurgia ortognática verificamos quais são os padrões funcionais utilizados, documentado-os através de filmagens e ou fotos. Após a cirurgia realizamos uma nova reavaliação e constatamos quais mudanças que ocorreram, se estas estão adequadas, se é necessário algum tipo de orientação ou de um tratamento.</p>



<p>Dúvidas?? Agende seu horário conosco!!</p>
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