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	<title>comunicação &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>comunicação &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
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	<item>
		<title>Você tem pigarro na garganta? O que fazer com ele?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voce-tem-pigarro-na-garganta-o-que-fazer-com-ele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2022 18:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Independente se cantor ou não, sempre ouvimos a queixa do pigarro na garganta. &#160;Um dos desafios no atendimento de pessoas com queixa de secreção é que elas que não apresentam queimação no estômago. &#8220;Não tem pigarro, não tem dor, mas tem a região queimada&#8221;. Muitas vezes não temos sinais em exames otorrinolaringológicos. &#160;Uma das queixas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Independente se cantor ou não, sempre ouvimos a queixa do pigarro na garganta.</p>



<p>&nbsp;Um dos desafios no atendimento de pessoas com queixa de secreção é que elas que não apresentam queimação no estômago. &#8220;Não tem pigarro, não tem dor, mas tem a região queimada&#8221;. Muitas vezes não temos sinais em exames otorrinolaringológicos.</p>



<p>&nbsp;Uma das queixas mais recorrentes se formos ranquear o cotidiano clínico do atendimento ao cantor são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O pigarro fica se movimentando, minha voz não é a mesma quando estou cantando, parece carro engasgando-se.</li>



<li>Preciso ficar pigarreando para tentar movimentar essa secreção e depois, parece que minha voz fica mais cansada.</li>



<li>Parece que estou meio entupido quando estou com pigarro, é estranho!</li>



<li>Parece que o agudo não sai direito.</li>
</ul>



<p>&nbsp;Essas e outras queixas são muito frequentes quando atendo cantores do lírico, passando pelo popular, em performances individuais ou coletivas, amadoras ou profissionais.</p>



<p>&nbsp;Precisamos entender que o refluxo tem um lugar e um motivo. Ou ele vem de cima, descendo do nariz, das rinites, sinusites etc.)&nbsp;ou vem debaixo (refluxo laringe faríngeo) vindo do estômago; por exemplo. Lembrando que cada causa precisa ser bem investigada e tem seu tratamento diferenciado.</p>



<p>&nbsp;Além do mais, precisamos entender que em seu pescoço, mais precisamente na laringe, onde estão as pregas vocais, temos estruturas parecidas com cílios que se movimentam para expelir a secreção.</p>



<p>&nbsp;Temos também condições como quem fuma ou respira a fumaça do cigarro que contribui para causar dificuldade na movimentação de muco na garganta, e, esses cílios se movimentando menos tiram menos pigarro. Além de gerar pigarro, claro.</p>



<p>&nbsp;Quando a fumaça chega na garganta por exemplo, duas coisas acontecem: um movimento de defesa (aumento de secreção) e a parada de movimentação destes cílios, o que deposita muco e provoca o pigarro. Além de ser o maior causador da incidência de câncer de laringe e pulmão, prejudicando a voz.</p>



<p> Mas, o que acontece quando pigarreamos?</p>



<p>&nbsp;Quando pigarreamos acabamos por irritar a mucosa e descamar o tecido.</p>



<p>&nbsp;Para ajudar essa questão do pigarro eu sempre rastreio a origem do problema e uma das coisas que recomendo é a hidratação diária com 2 a 3 litros de água ao dia para que esta secreção saia naturalmente. Outra dica é inspirar como se estivesse enchendo um balão com nariz, prender o ar e deglutir em seguida.&nbsp; Os cantores sempre referem melhoras quando adotam medidas de cuidados com a voz e saúde vocal.&nbsp; Quando necessários, encaminhamentos são realizados e continuado o tratamento de voz com a fono.</p>



<p>&nbsp;Mas, como toda pessoa é única e cada caso é um caso, também precisa de uma análise especial.</p>



<p>Quer saber mais? Entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo (a).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de Guillain-Barré: conhecer para agir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sindrome-de-guillain-barre-conhecer-para-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré??? A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&#160;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré???</p>



<p>A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&nbsp;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, diminuição do tônus muscular e consequentemente, também dos reflexos e da funcionalidade da musculatura envolvida.</p>



<p>O início da doença é antecedido por uma infecção de vias respiratórias altas (nariz, faringe, laringe), de gastroenterite aguda até uma perda de sensibilidade e força dos membros e posteriormente podendo atingir a musculatura de expressões faciais, mastigação, deglutição e voz.</p>



<p>Paciente queixa e não ter  coordenação dos músculos durante a articulação dos fonemas, (ficando os mesmos mais lentos em execução, musculatura pesada, sem ritmo) dificuldade para mastigar, (cansaço, lentidão, incoordenação dos movimentos, diminuição da sensibilidade, resíduo alimentar em cavidade oral) deglutição com alterações, (tosses, engasgos, dificuldades para determinados alimentos) alterações na voz, (perda de potência, projeção e cansaço ao falar) alterações na mímica facial (dificuldades para expressar sentimentos, emoções).</p>



<p>O objetivo da terapia fonoaudiológica é restabelecer o tônus e a mobilidade da musculatura orofacial, adaptação da válvula de fala quando necessária; auxiliar no desmame da ventilação mecânica também quando ele possui, restabelecimento da comunicação e das funções estomatognáticas e acima mencionadas.</p>



<p>Por isso, a avaliação fonoaudiológica para o auxílio nas dificuldades acima mencionadas são fundamentais.</p>



<p>• O prognóstico é favorável com reversibilidade completa ocorre em 60% dos casos, mas, 10% chegam a óbito A maioria das pessoas acometidas se recuperam em três meses após iniciados os sintomas. por isso, a intervenção precoce é muito importante multiplicativamente falando.</p>



<p>Se você foi diagnosticado com Guillain-Barré, não espere, a intervenção assim que se descobre é fundamental para a melhora do paciente.</p>



<p>Quer saber mais?  Estamos ao seu lado. Agende conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Emoções como uma das prováveis causas do mal de Parkinson</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/emocoes-como-uma-das-provaveis-causas-do-mal-de-parkinson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 20:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal de Parkinson, doença que&nbsp;<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/Mal-de-Parkinson" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>atinge, em geral, pessoas com idade acima dos 55 anos e tem como causa principal problemas de origem emocional, pessoas que sofrem com ansiedade e angústia, que passam por intensos&nbsp; sofrimentos/ traumas/ dores na alma.</p>



<p>Não adianta apenas tratar os sintomas com remédios. O ideal é saber a causa do problema<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/sofrimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>e agir sobre ela, só assim os sintomas sentidos pelo paciente serão amenizados.</p>



<p>O Tratamento tem seu início com diagnóstico neurológico após exame clínico e exames específicos como tomografias, ressonância magnética; (dentre outros que se fizerem necessários) onde dentre vários achados clínicos, onde a substância negra do cérebro será analisada e verificada se há perda ou não da mesma (relacionando com o quadro de Parkinson).</p>



<p>Após ser diagnosticado o quadro de Parkinson, o paciente deverá entrar com medicamentos específicos para o caso e, também, com o principal; tratamento de reabilitação: Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia ocupacional e Psicologia para melhor suporte de caso. A equipe cuidará para que o paciente não perda suas funções normais de: Falar, andar, organização e expressão de discurso / comunicação vocal, respiração, mímica facial / tiques faciais / disfagia; (Fono), Terapia ocupacional (atividades de vida diária, como por exemplo: paciente que não consegue mais executar tarefas finas como dirigir, pentear cabelo, dirigir, escovar os dentes, dentre outros. A TO cuidará destas funções para que o paciente no venha a perder) Fisioterapia (marcha / andar/ força muscular; dentre outros) e aspectos Psicológicos (depressão, ansiedade do paciente e familiares).</p>



<p>No que se diz respeito aos aspectos emocionais, devemos lembrar que:</p>



<p>&#8220;A dor emocional provoca um aumento na produção de salsolinol, substância que mata as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos. Situações traumáticas, angústia, ansiedade, cobrança excessiva e pessimismo aumentam a produção dessa substância e são grandes indicadores de um possível paciente com Mal de Parkinson&#8221;, conforme descreve o Dr. Cícero Coimbra neurologista da Unifesp, autoridade no assunto.</p>



<p>Agende seu horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu filho é hiperativo??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-e-hiperativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas: Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apresenta dificuldade em manter atenção aos sons;</li>



<li>Dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita;</li>



<li>Dificuldade em compreender o que lê;</li>



<li>Necessidade de chamado ser várias vezes (&#8220;parece&#8221; não escutar);</li>



<li>Solicita com frequência a repetição das informações: Ah? O quê?</li>



<li>Dificuldade em entender expressões com duplo sentido ou piadas ou ideias abstratas;</li>



<li>Dificuldade ao dar um recado ou contar uma história;</li>



<li>Problemas de memória para nomes, datas, números etc.</li>



<li>Dificuldade em acompanhar uma conversa, aula ou palestra com outras pessoas falando ao mesmo tempo.</li>



<li>Problemas de fala (troca /L/R/S/E/CH/) &#8211; Dificuldade em localizar a origem dos sons.</li>
</ul>



<p>Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou hiperatividade. Mas para ter certeza, apenas uma visita ao fonoaudiólogo, neuropediatra, voltado em transtornos escolares e equipe direcionada pelos mesmos; quando necessária, traçará a melhor conduta para cada caso.</p>



<p>Não espere os anos passarem, ou deixar seu filho (a) repetir a mesma história; passe bons anos com seu filho (a): Marque sua avaliação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu filho anda &#8220;voado&#8221; em sala de aula??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-anda-voado-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).</p>



<p>As características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;</li>



<li>Tempo e atenção curtos (reduzido);</li>



<li>Ansiedade e estresse quando escuta;</li>



<li>Facilmente distraído;</li>



<li>Dificuldade em seguir direção;</li>



<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo;</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização sonora: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li>Síntese binaural: habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li>Figura-fundo: identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li>Separação binaural: habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li>Memória: habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li>Discriminação: habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li>Fechamento: habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li>Atenção: habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li>Associação: habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>Um transtorno no processamento auditivo central só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.</p>



<p>A queixa mais característica desse transtorno, entretanto, é a dificuldade de ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento:</h3>



<p>O fonoaudiólogo ao preparar um plano de terapia para as alterações do processamento auditivo central deve ter como objetivo principal criar condições para que o indivíduo possa se reorganizar quanto aos aspectos envolvidos na comunicação no que se refere a utilização dos fonemas, da prosódia e das regras da língua. Para cada tipo de alteração pode se organizar uma proposta de fonoterapia enfatizando alguns aspectos que deverão ser predominantemente treinados.</p>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica deve enfatizar os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído.</p>



<p>É através do treinamento auditivo que o fonoaudiólogo desenvolverá as habilidades prejudicadas, melhorando a percepção da fala e, consequentemente, aumentando sua competência comunicativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientações de como pais e professores podem ajudar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes de começar a falar, chame, olhe ou toque a criança, garanta que ela está olhando para você;</li>



<li>Fale mais alto, sem gritar, olhando para criança de frente;</li>



<li>Fale pausado, mais articulado;</li>



<li>Repita a ordem várias vezes, garanta que a criança entendeu, pedindo que ela repita o que deve ser feito;</li>



<li>Use frases mais curtas;</li>



<li>Adicione palavras diferentes às da criança, ampliando o vocabulário dela;</li>



<li>No início diminua os barulhos da casa (desligar rádio, TV) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar a janela quando possível), enquanto se fala com a criança;</li>



<li>Criar situações de comunicação com seu filho pelo menos 30 minutos por dia;</li>



<li>Contar histórias, cantar músicas, perguntar sobre atividades do dia.</li>
</ul>



<p>Para saber mais, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Neuropatia auditiva &#8211; como lidar com ela</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/neuropatia-auditiva-como-lidar-com-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central. O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central.</p>



<p>O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema auditivo periférico e após o nascimento a maturação das vias auditivas ao longo do sistema nervoso central, completando-se aproximadamente aos dezoito meses de idade.</p>



<p>Há não muitos anos um grupo especial de pacientes, principalmente crianças, tem chamado a atenção de estudiosos devido à “incompatibilidade” entre os resultados obtidos nos exames (Potenciais Evocados Auditivos, de forma combinada a anamnese com os seguintes exames para um diagnóstico preciso: medidas de imitância acústica, audiometria tonal, logoaudiometria, audiometria de observação comportamental, emissões otoacústicas (EOAs) transitórias e por produto de distorção e audiometria de tronco encefálico (ABR).</p>



<p>A audição é importante na comunicação humana. Perda auditiva na criança pode acarretar distúrbios na aquisição da fala, linguagem e no desenvolvimento emocional, educacional e social. O diagnóstico precoce de deficiência auditiva permite a intervenção e o ideal é que ambos ocorram nos primeiros 6 meses de vida.</p>



<p>A triagem auditiva neonatal universal é recomendada pois avalia todos os recém-nascidos e não apenas aqueles com indicadores de risco para perda auditiva. Embora existam testes comportamentais para a avaliação auditiva, os exames ideais são os objetivos, tais como as emissões otoacústicas e os (EOA) potenciais evocados auditivos de tronco cerebral, pois são exames eletrofisiológicos que não dependem da participação da criança, sendo úteis em recém-nascidos e crianças pequenas.</p>



<p>As emissões otoacústicas avaliam a função coclear e o potencial auditivo evocado avalia a função auditiva até o tronco cerebral. Ambos são usados na triagem auditiva neonatal embora o registro das EOA seja o mais comum por ser de aplicação mais fácil e rápida.</p>



<p>Crianças portadoras de “a neuropatia auditiva, que, é uma condição que pode ser encontrada em pacientes de todas as idades, adultos e crianças, que apresentem funcionamento normal de células ciliadas externas e função neural alterada”. Existem&nbsp; alguns possíveis locais de alterações como: células ciliadas internas, sinapse das células ciliadas internas com o VIII nervo craniano, VIII nervo craniano (vestíbulo coclear), aferência e eferência das fibras do VIII nervo craniano, neurônios do gânglio espiral e/ ou anormalidades bioquímicas dos neurotransmissores destaca como fatores etiológicos a prematuridade, herança genética (recessiva/dominante), neuropatia sensorial motora hereditária,<br>neuropatias periféricas e hiperbilirrubinemia.</p>



<p>A icterícia, por exemplo, destaca-se por ser um acometimento frequente em recém-nascidos a termo e pré-termo, ocorrendo em 60% dos neonatos, mas somente 10% evoluem para hiperbilirrubinemia. A captação reduzida ou a incapacidade de captar a bilirrubina causa inibição da síntese mitocondrial e síntese proteica, interfere na síntese de DNA, impede a condução nervosa interferindo nos sinais neuroexitatórios, diminui níveis de glicose celular e impede o metabolismo da glicose cerebral.</p>



<p>A estimulação precoce, após a realização dos exames complementares auditivos, consultas médicas e fonoaudiológicas / detecção da perda auditiva objetivam a&nbsp; se evitar ou minimizar os distúrbios do desenvolvimento neuropsicomotor e possibilitar à criança desenvolver-se em todo o seu potencial.</p>



<p>Quanto mais imediata for a intervenção, preferencialmente antes dos 3 anos de idade, maiores as chances de prevenir e/ou minimizar a instalação de padrões posturais e movimentos anormais de linguagem/ comunicação/ expressão, cognitivo e comportamental/ motor. A intervenção precoce baseia-se em exercícios<br>que visam ao desenvolvimento da criança de acordo com a fase em que ela se encontra.</p>



<p>Onde, um conjunto de atividades estimulatórias; destinadas a proporcionar à criança desenvolvimento, nos primeiros anos de vida, são montadas de modo a se promover o pleno alcance do&nbsp; desenvolvimento da criança em si, na escola e em todas as áreas de sua vida. E todo o universo que rodeia a criança é trabalhado de modo a inserir a criança em sociedade, desenvolvendo todas as suas potencialidades.</p>



<p>Quer saber mais?? Marque uma consulta conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações para melhorar a fala prejudicada pós AVC</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-para-melhorar-a-fala-prejudicada-pos-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção gramatical. É difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. &#8220;É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse &#8216;surda&#8217; para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas&#8221;, que, conforme a extensão e localização da lesão cerebral, o paciente pode apresentar um ou mais sintomas, entre eles a perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras.&nbsp;</p>



<p>A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também pode se manifestar. O paciente pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. &#8220;Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer, fazer o nome do pai ao rezar, dentre outros.&#8221;</p>



<p>Para melhor auxiliar o paciente em casa, o familiar deverá&nbsp;escolher as tarefas, do grau de dificuldade mais simples e assim ir-se aumentando gradativamente o número de itens a serem oferecidos ou o grau de dificuldade, de acordo com o tipo de afasia que se está tratando.</p>



<p>Abaixo, algumas orientações primordiais que promoverão melhora do paciente a curto tempo:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Usar uma gravura, foto ou ilustração de uma cena do cotidiano / dia a dia  do paciente; utilizando frases que contenham a estrutura SVP (sujeito-verbo-predicado) &#8211; Ex.: João bebe água. Quanto mais simples e clara a foto / desenho / ilustração mais fácil para o paciente, ou seja, fotos onde a cena que se quer trabalhar esteja muito cheia de detalhes poderão confundir o paciente e dificultar o processo terapêutico. Articular claramente de modo que haja compreensão do paciente todo o tempo. Certifique que esteja olhando para você sempre que for dar uma ordem de ação.</li>



<li>Mudar de figura sempre que os objetivos da figura anterior forem concluídas.</li>
</ol>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Técnicas de Auxílio em casa:</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A) Compreensão de linguagem</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão auditiva</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Usar desenhos, pictogramas ou figuras</li>



<li>Usar objetos reais</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Dizemos /demonstramos a função do objeto (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Ajudar o Paciente dizendo o artigo correspondente, fazendo o debloqueamento</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão de leitura</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso de pictogramas, desenhos ou figuras + palavra escrita</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Usar objetos reais + palavra escrita</li>



<li>No treino de uma frase, marcar as palavras-chaves ou substantivos ou verbos de uma cor diferente (frases tipo SVP)</li>



<li>No treino de um texto, dividir o texto em frases curtas e claras</li>



<li>Usar figuras ou desenhos como feedback visual</li>



<li>Marcar as passagens mais importantes</li>



<li>Marcar os verbos com um rotulador verde (ou de outra cor)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">B) Produção verbal</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falar junto com o terapeuta</li>



<li>Leitura labial</li>



<li>Cantar com o Paciente para fazer o desbloqueamento (canções infantis ou conhecidas)</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia da palavra ou frase</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do Paciente e com ele falar a palavra ou frase de forma melódica</li>



<li>Repetição</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia das palavras ou frases, cantando a palavra</li>



<li>Leitura labial (nós  só fazemos os movimentos da boca, sem voz)</li>



<li>Paciente procura repetir</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do P e com ele falar de forma melódica a palavra ou frase </li>



<li>Nós repetimos com o Paciente , depois o Paciente sozinho</li>



<li>Nomear objetos (usando gravuras, desenhos ou objetos reais)</li>



<li>Dizer ao Paciente o número de letras que tem a palavra<br>Mostrar ao Paciente o número de sílabas no papel (o número de lacunas correspondentes)</li>



<li>Dizer o artigo da palavra (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Usar gestos e mímica, mostrando a função pragmática do objeto</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Toda manhã eu tomo&#8230;&#8221; a palavra desejada é, no caso, café/banho etc. Dizemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o P possa dizê-la</li>



<li>Dizer ao P a primeira letra da palavra</li>



<li>Mostrar a gravura/foto ao Paciente<br>Dar a ele 2 ou 3 palavras, relacionadas semanticamente</li>



<li>Ex.: a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o terapeuta diz então manteiga &#8211; queijo &#8211; mel e &#8212;&#8211;</li>



<li>Mostrando a gravura dizer 2 palavras rimadas dando ao P uma ideia de como a palavra &#8220;soa&#8221;. Ex. a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o T diz então chão &#8211; mão e &#8230; (pão)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">C) Leitura em voz alta</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Numa frase cobrir todas as palavras e só deixar uma palavra visível e com fácil acesso (no caso, a última) para que o P possa ler. Ex: Paulo toma /café/. Lemos: &#8220;Paulo toma&#8230;&#8221; e o Paciente completa lendo a palavra-chave</li>



<li>Usar palavras escritas na forma maiúscula ou de imprensa</li>



<li>Tocar com a ponta dos dedos na mesa acompanhando o número de sílabas da palavra, enfatizando a sílaba tônica</li>



<li>Começamos pronunciando a primeira sílaba da palavra, o Paciente continue a ler</li>



<li>Usar frases tipo : &#8220;Eu penteio os &#8230; (a palavra desejada é , no caso, cabelos)</li>



<li>Lemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o Paciente possa ler</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">D) Escrita</h2>



<p>Cópia &#8211; O Paciente deve formar/copiar a palavra que mostramos a ele:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Colocamos na mesa todas as letras que a palavra contém, o paciente as coloca na ordem certa.</li>



<li>O paciente deve ele mesmo procurar as letras que precisa, escolhendo aquelas que constam da palavra (se a palavra tem 5 letras, dá-se ao P um total de 8 letras para que ele escolha as que ele necessita)</li>



<li>O Paciente escolhe sozinho as letras que ele precisa (da caixa de letras do alfabeto)</li>



<li>Mostramos a palavra e a soletramos, o Paciente deve escrever/pintar ou desenhar a palavra no papel</li>



<li>O Paciente copia a palavra &#8220;outra vez&#8221; &#8211; a palavra já está escrita com letras recortadas em papel lixa, o P apenas &#8220;copia&#8221; a palavra novamente passando o/os dedo/os sobre a palavra (estímulo tátil e visual)</li>



<li>Copiar letra por letra da palavra ( cobrimos as outras letras enquanto o P copia uma após outra)</li>



<li>Mostramos um objeto/foto/desenho com a palavra escrita &#8211; o Paciente copia a palavra no papel ou pinta com o dedo/pincel, etc</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Ditado</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O paciente escreve/pinta ou desenha a letra que o terapeuta lhe diz</li>



<li>O Paciente forma a palavra dita pelo terapeuta com as letras na mesa (ver acima opções com 3 graus de dificuldade)</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a sílaba dita pelo terapeuta</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a palavra dita pelo terapeuta</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nomear de forma escrita</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mostramos ao Paciente 2 ou 3 desenhos de objetos da mesma área semântica</li>



<li>O Paciente deve escrever/pintar ou desenhar o nome do objeto descrito por nós</li>



<li>Usamos gestos e mímica mostrando a função da palavra que está sendo procurada &#8211; o P escreve/pinta ou desenha a palavra</li>



<li>Escrevemos a primeira sílaba da palavra &#8211; o P completa escrevendo/desenhando ou pintando a palavra</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Eu penteio o &#8230;&#8221;a palavra desejada é , no caso, cabelo. O terapeuta lê a frase e deixa a última palavra em aberto para que o P possa escrevê-la</li>



<li>Soletramos a palavra e o P escreve/pinta ou desenha letra por letra no papel</li>



<li>Mostrar ao Paciente a figura de um objeto.</li>



<li>Também mostramos os nomes de 2 ou 3 palavras que se relacionam de forma semântica com a palavra procurada (ou palavras rimadas) O Paciente então escreve/pinta ou desenha a palavra que está sendo procurada.</li>
</ul>



<p>FAMILIARES: Sempre estejam em contato com sua Fonoaudióloga!! Ela será sempre sua melhor companhia!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fonoaudiologia aperfeiçoando a TV!!!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fonoaudiologia-aperfeicoando-a-tv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[oratória]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Já dizia Pedro Bloch, importante dramaturgo e fonoaudiólogo: “a voz revela o estado de nossos pensamentos e sentimentos. Revela muito mais do que as palavras”. Que o digam os jornalistas que dependem essencialmente dela como meio de trabalho. Os meios de comunicação exercem grande influência em nossa cultura. Refletem, recriam e disseminam um conteúdo que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já dizia Pedro Bloch, importante dramaturgo e fonoaudiólogo: “a voz revela o estado de nossos pensamentos e sentimentos. Revela muito mais do que as palavras”. Que o digam os jornalistas que dependem essencialmente dela como meio de trabalho.</p>



<p>Os meios de comunicação exercem grande influência em nossa cultura. Refletem, recriam e disseminam um conteúdo que passa a ser relevante para a sociedade, seja em termos de informação, seja em termos de entretenimento. Hoje, a TV representa uma importante ferramenta de comunicação.</p>



<p>Dentro desse contexto, cada vez mais, jornalistas, procuram o atendimento fonoaudiológico sem queixas específicas, com o objetivo de desenvolver o melhor padrão de emissão profissional. A atuação também ganhou maior abrangência, tratando da comunicação como um todo, adequando-se a postura, a expressão facial, uso de gestos, e privilegiando os cuidados com a voz em termos de saúde vocal e expressividade. Um dos exemplos a serem citados na fonoaudiologia telejornalística; é em relação ao sotaque; ele foi “proibido” nos telejornais, pois se tornava grotesco e tirava a atenção do ouvinte para a informação. Hoje se bem trabalhado e, não caricato, o sotaque é bem-visto, como a linguagem coloquial que está sendo muito usada com a função de aproximar o ouvinte do jornalista.</p>



<p>A informação tem que ser entendida do agricultor ao intelectual. Precisa ter um padrão vocal estável e expressivo, para oferecer credibilidade à matéria e obter a confiança de seus telespectadores. Nesse contexto, podemos afirmar que o Telejornalismo e a Fonoaudiologia atuam com o mesmo objetivo: a expressão fonoarticulatória.</p>



<p>Em telejornalismo, algumas das características positivas que mais chamam atenção no meio jornalístico são: Voz grave, intensidade média, ressonância difusa, articulação precisa, regionalismo minimizados, velocidade de fala média, uso de pausas expressivas, harmonia entre voz e expressão facial. Andréa disse que estas são algumas das características mais apreciadas para se trabalhar com TV. Também orientamos em relação aos cuidados com a voz no que se diz respeito aos cuidados com a voz, manutenção e aquisição de uma boa impressão vocal, aquecimento e desaquecimento de seu instrumento de trabalho.</p>



<p>A voz também qualifica e identifica certos profissionais. Para o jornalista de TV é marcante a inserção da voz como seu principal instrumento de trabalho.</p>



<p>Muitas vezes, por não possuir nenhum conhecimento mais específico para utilização da sua fala, o telejornalista acaba por imitar um padrão de articulação de um profissional notadamente conhecido. Usam uma qualidade vocal voltada para frequências mais graves, tentando coordenar respiração, fonação e articulação, o que nem sempre é realizado de maneira saudável.</p>



<p>Atualmente, emissoras de TV adotam o dito “padrão” de jornalismo, adequando conteúdo e forma para a universalização de um padrão. Entretanto, nem todos os profissionais de jornalismo que atuam na televisão estão preparados para esta transmissão, utilizando muitas vezes a fala de forma inadequada, configurando assim um fator de risco para o desenvolvimento de patologias vocais empecilhos durante o processo de comunicação.</p>



<p>A fidelidade da comunicação do jornalista, depende dos padrões de articulação, pronúncia e impostação vocal, visto que a credibilidade é em grande parte garantida pela expressividade vocal durante a transmissão da informação.</p>



<p>Sendo assim, transmitir a notícia mantendo aspectos mínimos de ressonância, frequência e intensidade, articulação, ritmo e velocidade de fala, ênfase, inflexão e uso adequado das pausas se tornam fundamentais para garantir que essa notícia seja transmitida mantendo parâmetros mínimos de qualidade. Desta forma, facilita-se a compreensão da mensagem e mantêm-se a atenção do espectador.</p>



<p>O trabalho fonoaudiológico inserido neste ambiente tem se difundido pelo Brasil e a manutenção deste tipo de serviço dentro das emissoras de TV, mostra como este trabalho pode ser extremamente proveitoso e apresentar resultados excepcionais na audiência e qualidade final do trabalho jornalístico.</p>



<p>Conte com seu fonoaudiólogo durante sua expressão!! Conte conosco para se aperfeiçoar!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento direcionado a Taquifemia (Fala acelerada)</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratamento-direcionado-a-taquifemia-fala-acelerada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[A taquifemia é um distúrbio de fala onde o&#160;paciente tende a falar muito rápido, tropeçando nas palavras, perdendo o controle. Este assunto é muito pouco divulgado devido aos poucos profissionais que trabalham com o tema e pesquisas na área em andamento. &#160;&#160;&#160;&#160; O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A taquifemia é um distúrbio de fala onde o&nbsp;paciente tende a falar muito rápido, tropeçando nas palavras, perdendo o controle. Este assunto é muito pouco divulgado devido aos poucos profissionais que trabalham com o tema e pesquisas na área em andamento.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo com o mundo em que vive, priorizando a redução da velocidade, a diminuição das disfluências e o aumento da inteligibilidade da fala.&nbsp;A complexidade dos sintomas apresentados, a motivação do taquifêmico em se tratar, sua determinação em seguir ao que é proposto, sua frequência no tratamento;&nbsp;bem como a compreensão e colaboração da família influenciam no prognóstico terapêutico (positivamente ou negativamente).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No&nbsp;início de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados: a motivação do paciente,&nbsp;a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade/ clareza&nbsp;da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo, propiciando a compreensão dos objetivos propostos pelo fonoaudiólogo&nbsp;e estratégias que serão trabalhados na intervenção,&nbsp;bem como o favorecimento&nbsp;do automonitoramento da fala, que, por sua vez, deve ser enfatizado desde o início do processo de intervenção, para que o paciente consiga transferir e manter a fala obtida na terapia para o ambiente domiciliar, escolar e social. Os registros auditivos e audiovisuais de sua fala podem ser utilizados como estratégias terapêuticas visando a identificação de trechos da fala no qual o taquifêmico não conseguiu manter o monitoramento.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O trabalho de redução, regularização e controle da velocidade da fala pode ser realizado junto com a precisão e amplitude articulatória, assim como a coordenação pneumo-fono-articulatória. Devemos trabalhar em conjunto; o controle respiratório, a velocidade da fala e a articulação, além de facilitar o monitoramento da fala, aumentará a inteligibilidade dela. Vale ressaltar que o taquifêmico apresenta muita dificuldade em reduzir e manter uma nova velocidade de fala. Portanto, o terapeuta deve utilizar vários recursos com o paciente, como a gravação e a apresentação da fala registrada, a transcrição desta amostra, mostrando as consequências da velocidade de fala aumentada, entre outros. O metrônomo também é um instrumento que tem sido utilizado com sucesso para alcançar estes objetivos relacionados a uma fala melhor. Fala compassada, prolongamento das vogais, atenção aos finais de palavras, vogais e sílabas não tônicas, bem como o uso do mascaramento e feedback auditivo atrasado são outras estratégias terapêuticas.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A prosódia e a naturalidade da fala devem ser enfatizadas para obter como resultado uma fala próxima do normal em termos de velocidade, articulação, fluência e prosódia.&nbsp; Deve-se evitar a fala robotizada e programada. A prosódia da fala é trabalhada de acordo com cada paciente, podendo enfocar tanto o estresse silábico das palavras, como também a curva melódica das frases. Neste trabalho, assim como no anterior, é necessário seguir uma hierarquia de complexidade das dificuldades (aumento gradual do tamanho e da complexidade das emissões e diminuição gradativa das pistas oferecidas).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nos casos de alteração da linguagem, frequentemente enfatizamos a organização das frases, a sequência dos eventos, o ater-se ao tema e a realização adequada de trocas de turnos. Narrativas coerentes e sentenças sintaticamente aceitáveis podem ser eliciadas inicialmente com frases mais simples e curtas, progredindo para sentenças maiores e mais complexas. O trabalho de linguagem escrita, quando necessário, deve ser realizado com a utilização de técnicas específicas. A experiência clínica tem mostrado que este trabalho de linguagem oral e escrita deve ser associado, visando maior eficácia terapêutica (técnica muito eficaz).</p>



<p>Dúvidas?? Entre em contato conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratando as disfluências &#8211; Gagueira, taquifemia, outros</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratando-as-disfluencias-gagueira-taquifemia-outros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas. Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&#160;o terapeuta deve tornar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas.</p>



<p>Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&nbsp;o terapeuta deve tornar o ambiente profissional acolhedor. Ele é o mediador, o facilitador do tratamento em que o paciente terá, bem como&nbsp;de sua fala, de suas relações de comunicação e das técnicas a serem empregadas, promovendo, ou facilitando, a fluência (fala sem bloqueios).</p>



<p>No processo terapêutico, torna-se importante trabalhar com a propriocepção, o relaxamento psicofísico, a coordenação pneumo-fono-articulatória, a lentificação da fala, o aumento da amplitude articulatória, o contato de olho, entre outros. Estratégias como o cancelamento, o pull-out, o de redução gradativa de tensão, gagueira voluntária, início de fonação suave, fala ritmada ou silabada, fala sob mascaramento, atraso do feedback auditivo associado à alteração da frequência da fala, são excelentes aliados no trabalho de promoção de fluência e/ou modificação da gagueira.</p>



<p>O paciente deverá ser estimulado a participar ativamente, executando as atividades prescritas pelo terapeuta no seu dia a dia. O terapeuta levará o paciente a compreender melhor a gagueira, a sentir como ela acontece em seu corpo. Leva-o a tomar consciência de seus sentimentos em relação à sua fala e à gagueira. Durante todo o processo, o terapeuta irá orientar e acolher, tendo sempre em mente que ali as pessoas estão tratando de um ponto de dor para elas: a gagueira.</p>



<p>A terapia fonoaudiológica promove mudanças lentas e gradativas&nbsp;na maneira como o cérebro processa a fala. Em outras palavras, após a terapia fonoaudiológica, algumas regiões cerebrais estão mais ativadas e outras menos ativadas. Na verdade, as melhoras obtidas (tanto na fluência em si, como na forma de lidar com a gagueira) são devidas às mudanças funcionais no cérebro desencadeadas pelas técnicas terapêuticas fonoaudiológicas.</p>



<p>O tempo total&nbsp;de terapia depende de uma série de fatores, tais como: intensidade da gagueira, presença de outros distúrbios de fluência e/ou de linguagem, presença de outros distúrbios neurológicos ou psiquiátricos, idade do paciente, aderência do paciente ao tratamento e grau de especialização do fonoaudiólogo. Em média, os tratamentos duram de seis meses (casos mais leves) até dois anos (casos mais graves). Lembrando que cada caso é único e seu tempo varia também.</p>



<p>A participação de paciente, família, social é muito importante durante todo o tratamento. Quanto maior a participação de todos nós, menor o tempo de tratamento. Não quebrar o tratamento é muito importante em todo e qualquer caso. Faltar ao tratamento é quebrar todo o processo de reabilitação e retardar a alta do paciente.</p>



<p>O fato de ter feito um tratamento fonoaudiológico para&nbsp;as dificuldades de fala&nbsp;não implica nunca mais cogitar um outro tratamento: a gagueira pode se modificar ou se agravar com o passar do tempo devido ao surgimento de outras doenças, traumas e a novas experiências estressantes que foram vivenciadas ao longo da vida ou ao próprio envelhecimento.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esteja sempre em contato com seu fonoaudiólogo e siga sempre suas orientações!!! Ainda restam dúvidas? Entre em contato e agende sua consulta.</p>
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