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	<title>desenvolvimento infantil &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>desenvolvimento infantil &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Mielomeningocele &#8211; implicações para a vida!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/mielomeningocele-implicacoes-para-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A mielomeningocele é um defeito congênito em que a espinha dorsal e o canal espinhal não se fecham antes do nascimento. É um defeito do tubo neural em que os ossos da coluna não se formam completamente, resultando em um canal da espinha dorsal incompleto. Isso faz com que a medula espinhal e as meninges [&#8230;]]]></description>
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<p>A mielomeningocele é um defeito congênito em que a espinha dorsal e o canal espinhal não se fecham antes do nascimento. É um defeito do tubo neural em que os ossos da coluna não se formam completamente, resultando em um canal da espinha dorsal incompleto. Isso faz com que a medula espinhal e as meninges (tecidos que cobrem a medula espinhal) se projetem pelas costas da criança. A mielomeningocele pode afetar 1 em cada 800 bebês.</p>



<p>A causa da mielomeningocele é desconhecida. No entanto, acredita-se que baixos níveis de ácido fólico no corpo da mulher antes e durante a gravidez possam ter alguma influência nesse tipo de defeito de nascimento. O ácido fólico (ou folato) é importante para o desenvolvimento do cérebro e da medula espinhal. Assim sendo, se uma criança nasce com mielomeningocele, os futuros bebês dessa família têm maior risco do que a população geral. No entanto, em muitos casos, não há conexão com a família.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Alguns pesquisadores acreditam que um vírus possa ter alguma influência, pois há maior taxa desse distúrbio em crianças nascidas nos primeiros meses de inverno. Pesquisas também indicam possíveis fatores ambientais, como a radiação.</p>



<p>O exame pré-natal pode ajudar a diagnosticar esse problema. Durante o segundo trimestre, as mulheres grávidas podem fazer um exame de sangue chamado teste quádruplo. Esse teste verifica a presença de mielomeningocele, síndrome de Down e outras doenças congênitas no bebê. A maioria das mulheres grávidas, mães de bebês com espinha bífida, tem níveis acima do normal de uma proteína chamada alfafetoproteína maternal (AFP).</p>



<p>Se o teste quádruplo for positivo, serão necessários mais testes para confirmar o diagnóstico. Tais testes podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ultrassonografia na gravidez</li>



<li>Amniocentese</li>
</ul>



<p>A mielomeningocele pode ser vista após o nascimento do bebê. Um exame neurológico pode mostrar que a criança apresenta perda de funções relacionados a sensibilidade ao toque e a capacidade de sentir dor. Também poderá ser solicitado pelo médico os seguintes exames: raios X, ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética da região da coluna para detecção da alteração.</p>



<p>Procure o médico se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma bolsa se projetar pelas costas de um bebê recém-nascido.</li>



<li>A criança demorar para andar ou engatinhar</li>



<li>Surgirem sintomas de hidrocefalia, incluindo moleira saliente, irritabilidade, sonolência extrema e dificuldades na alimentação</li>



<li>Surgirem sintomas de meningite, incluindo febre, rigidez no pescoço, irritabilidade e choro agudo</li>
</ul>



<p>Observando-se sempre: se uma criança demora para andar, provavelmente terá atrasos na fala, leitura e escrita, procure seu fonoaudiólogo e marque sua avaliação!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cuidados com bebê na regurgitação</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/cuidados-com-bebe-na-regurgitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[frênulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Você acha que seu filho tem refluxo? Tenha calma. Não é qualquer volta de leite que o bebê apresenta que pode indicar que ele tem o problema. &#8220;Os adultos confundem a regurgitação comum, que ocorre com cerca de 50% dos bebês e não interfere em seu desenvolvimento, com o refluxo gastroesofágico, que merece atenção especial. [&#8230;]]]></description>
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<p>Você acha que seu filho tem refluxo? Tenha calma. Não é qualquer volta de leite que o bebê apresenta que pode indicar que ele tem o problema. &#8220;Os adultos confundem a regurgitação comum, que ocorre com cerca de 50% dos bebês e não interfere em seu desenvolvimento, com o refluxo gastroesofágico, que merece atenção especial.</p>



<p>Problemas alimentares são queixas clínicas frequentes em consultórios fonoaudiológicos. Seu estudo é importante pois, mesmo quando não determinam repercussões nutricionais ou déficit de crescimento, podem comprometer a qualidade de vida da criança e da família e prejudicar a administração das dietas. Do ponto de vista fonoaudiológico, pode-se dizer que o padrão alimentar não está adequado quando os alimentos que constituem o cardápio da criança não favorecem a evolução das funções motoras orais ou quando há risco de aspiração alimentar.</p>



<p>O principal sintoma do refluxo gastresofagiano é a regurgitação que ocorre após as mamadas. No entanto, em muitos casos, o refluxo gastresofagiano e suas consequências nefastas podem existir mesmo que as regurgitações não sejam visíveis para a família. Isso ocorre principalmente à noite, quando a criança dorme em posição que facilite o refluxo.</p>



<p>A presença de problemas alimentares não indica necessariamente a existência de uma entidade clínica específica, de origem orgânica ou não-orgânica<br>possível de ser identificada.</p>



<p>Avaliação das estruturas estomatognáticas, visando a identificação de alterações de forma, tamanho e postura, capazes de interferir no desempenho das funções de sucção, mastigação e deglutição, exame das seguintes estruturas: lábios, língua, palatos duro e mole, frênulos labiais e lingual, dentes, gengiva, bochechas e amígdalas também são muito importantes nestes casos para tratamento e melhor conduta diversificada para cada caso.</p>



<p>O que causa o refluxo gastresofagiano em crianças pequenas é a hipotonia (fraqueza) de um pequeno músculo situado entre o estômago e o esôfago, chamado cárdia, que, em situação normal, impede que o conteúdo ácido do estômago reflua para o esôfago durante o processo digestório.</p>



<p>As principais orientações posturais a serem praticadas em casa são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Colocar sempre a criança para arrotar após as mamadas.</li>



<li>Nunca deixar a criança deitada na posição horizontal.</li>



<li>Elevar a cabeceira do berço em ângulo de quarenta e cinco graus, seja pela colocação de calço nos pés do berço, seja pela colocação de cobertores e travesseiros por baixo do colchão.</li>



<li>Confeccionar pequeno suporte de pano, costurando quatro tiras sobre as extremidades de um quadrado de pano, o qual será colocado por entre as pernas da criança e amarrado à cabeceira do berço, de modo que a criança não escorregue, durante o sono, mudando de posição.</li>



<li>Deitar a criança em decúbito lateral, sobre o lado direito ou de bruços, sem travesseiro.</li>



<li>Não usar roupas apertadas. Não movimentar muito a criança.</li>
</ul>



<p>O tratamento do refluxo gastresofagiano prolonga-se por alguns meses e requer perseverança e paciência dos pais, uma vez que nem sempre se conseguem resultados a curto prazo. A cirurgia é reservada a número muito pequeno de casos, depois da não adaptação ao tratamento clínico. A maioria das vezes, no entanto, o problema se resolve com o decorrer do tempo, à medida que a musculatura da cárdia começa a se fortalecer e após suporte fonoterápico especializado e acompanhamento pediátrico de rotina. Venha conhecer mais.<br><br>Agende seu horário conosco, será um prazer receber usa visita!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Até quando regurgitar é normal para os bebês?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ate-quando-regurgitar-e-normal-para-os-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 16:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[A alimentação por via oral (mamar) em recém-nascidos é uma atividade complexa que requer uma eficiente coordenação das funções de sucção, respiração e deglutição, para que não haja esforço e/ou risco de aspiração (alimento indo para pulmão, podendo gerar pneumonia com risco de pneumonia aspirativa com risco de óbito). Os principais sinais e sintomas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alimentação por via oral (mamar) em recém-nascidos é uma atividade complexa que requer uma eficiente coordenação das funções de sucção, respiração e deglutição, para que não haja esforço e/ou risco de aspiração (alimento indo para pulmão, podendo gerar pneumonia com risco de pneumonia aspirativa com risco de óbito).</p>



<p>Os principais sinais e sintomas que podem indicar alteração na deglutição são: recusa alimentar, irritação, tosse, regurgitação, engasgos, desconforto respiratório, estridor, cianose, apneia, dessaturação de oxigênio, bradicardia e infecções respiratórias recorrentes, principalmente pneumonia.</p>



<p>Além do mais, é preciso mais urgência na atenção às regurgitações se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se seu bebê não estiver ganhando peso.</li>



<li>Se seu bebê chorar muito sempre depois de mamar.</li>



<li>Se ele estiver vomitando com muita frequência.</li>



<li>Se ele começar a ter muita tosse, sem &#8220;motivo aparente&#8221; (resfriados, alergias).</li>



<li>Se ele ficar irritado, curvando-se para trás, depois de mamar</li>
</ul>



<p>O diagnóstico do refluxo é baseado na análise clínica, ou seja, baseado no exame físico do bebê e na descrição dos sintomas e se caso necessário, exames complementares.</p>



<p>O fonoaudiólogo fará uma avaliação minuciosa definindo o melhor tratamento e estratégia a ser abordada a cada caso. Marque sua visita.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que meu bebê regurgita e chora após mamar??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/por-que-meu-bebe-regurgita-e-chora-apos-mamar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 16:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[É bastante frequente a doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) em bebês, e algumas vezes isto pode se estender pela primeira infância. O Refluxo se dá quando o alimento retorna do estômago para o esôfago (tubo muscular que conecta a garganta / boca ao estômago para passagem do alimento), nem sempre chegando a ser visível, isso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É bastante frequente a doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) em bebês, e algumas vezes isto pode se estender pela primeira infância. O Refluxo se dá quando o alimento retorna do estômago para o esôfago (tubo muscular que conecta a garganta / boca ao estômago para passagem do alimento), nem sempre chegando a ser visível, isso porque nem sempre há vômito.</p>



<p>O refluxo provoca choro constante e que incomoda bebês e os pais. Tudo porque o alimento, que em bebês, que se alimentam basicamente de líquidos, em vez de ir sempre em frente, corre na contramão; sendo assim, tornam -se vítimas fáceis para o refluxo. O leite num movimento, de lá para cá, de cá para lá &#8211; mais precisamente do esôfago para o estômago e do estômago para o esôfago, acaba resultando em contravenção digestiva é a azia, provocada pela acidez do estômago e do esôfago. Já os sólidos não voltam na contramão com tanta facilidade. Em alguns casos, o refluxo fisiológico acontece sem o regurgito e pode até ser confundido com cólica, confundindo os pais.</p>



<p>&#8220;É uma situação própria da idade&#8221;, &#8220;Quanto mais novo o bebê, maior o risco de refluxo.&#8221; A solução vem mesmo com o tempo. &#8220;Geralmente o problema diminui a partir dos 6 meses e acaba por volta de 1 ano”, quando o sistema digestivo passa a funcionar com mais competência.</p>



<p>O Refluxo Gastro Esofágico patológico existe quando encontramos algumas características ou conjunto delas, tais como: irritabilidade excessiva por parte do bebê/ choro, recusa para mamar, dificuldades alimentares, desnutrição, pneumonias aspirativas, desnutrição, complicações otorrinolaringológicas e até a ocorrência de morte súbita, engasgamento.</p>



<p>Para tratar o refluxo, medidas práticas podem ser úteis. Há casos, porém, em que é preciso entrar com medicamentos propcinéticos (que aceleram o peristaltismo :movimentos do esôfago para que o bolo alimentar desça para o estômago) e antiácidos que neutralizam a secreção de sucos digestivos no estômago, indicados pelo médico.</p>



<p>Confira algumas dicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Troque a fralda antes de dar de mamar ao seu bebê. Ou espere que a digestão se complete para fazê-lo (de uma a duas horas após a mamada).  Nunca Agite o bebê, seja trocando-o, ninando   brincando ou passeando com ele imediatamente após a refeição, aumenta o risco de o leite voltar do estômago para o esôfago &#8211; e aí é incômodo e choro na certa e possibilidade de o refluxo atingir seu bebê.</li>



<li>Estômago muito cheio é sinônimo de refluxo, já que o esfíncter ainda não funciona tão bem, uma fez que não possui suas funções amadurecidas. O jeito, então, é fracionar a dieta, ou seja, oferecer menor quantidade de leite e distribuir a cota diária ao longo do dia, em várias pequenas refeições.</li>



<li>Quanto a postura do berço, incline- o num ângulo de 45 graus, com o bebê deitado do lado esquerdo (curvatura da digestão). A mudança favorece o deslocamento da bolha gástrica do estômago para perto do esôfago, formando uma barreira de ar, que por si, dificulta o refluxo. São medidas simples que podem ajudar seu bebê. Existem almofadas que ajudam a manter o bebê nesta posição em lojas especializadas). Isto ajuda a facilitar o esvaziamento do estômago e diminuir o risco de refluxo;</li>



<li>A chamada sucção não nutritiva (chupetas ou o dedo da mãe) também ajuda a aliviar a dor e queimação causadas pelo refluxo. Ela pode ser efetuada antes e após as mamadas, conforme cada caso.</li>
</ul>



<p>Se você notou que seu bebê regurgita com frequência ou que dá sinais de dor ou desconforto durante e após se alimentar, ou ainda, que ele está se recusando a comer / mamar, procure sua equipe médica de confiança, procure seu fonoaudiólogo, relatando estes sintomas e pergunte sobre a possibilidade do seu bebê apresentar refluxo.</p>



<p>Agende seu horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Treinando o ouvido&#8230; Parte 1</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/treinando-o-ouvido-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 14:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[Performance Musical]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas. Por este motivo faz-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas.</p>



<p>Por este motivo faz-se importante o diagnóstico precoce, o qual possibilita a identificação de qualquer tipo de alteração auditiva ainda no período ideal de estimulação. O déficit sensorial auditivo pode comprometer a aprendizagem dos indivíduos acometidos, devido especialmente ao prejuízo na aquisição e desenvolvimento da linguagem oral, que varia conforme o tipo e grau da perda auditiva.</p>



<p>Para que a fala se desenvolva adequadamente, faz se extremamente importante o desenvolvimento das habilidades auditivas regadas de atividades estimulatórias auditivas.</p>



<p>Abaixo, algumas atividades muito importantes no desenvolvimento auditivo e que propiciarão um bom desenvolvimento da fala, cognição, audição e do indivíduo em todas as suas esferas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização Auditiva: Utilização dos instrumentos (tambor, reco–reco, agogô, como por exemplo.).Algumas atividades são muito importantes e fazem a diferença, como:  Bater na porta quando o paciente estiver distraído. Chamar o nome do paciente. Batidas fortes na mesa quando ele estiver distraído, deixar cair livro no chão. Fazer um passeio, para sabermos, por exemplo, se o paciente consegue localizar algum som de alta intensidade, também os sons distantes do ouvido dele. Chame sempre a atenção dele para os sons que aparecerem, também provoque os sons.</li>



<li>Atenção Auditiva: Colocar gravação de sons de animais, de instrumentos para o paciente escute aquele determinado som e depois pegar a figura correspondente ao som.  Com música, associando a uma atividade que tenha como objetivo de o parar a música, para o aluno ficar atento quando a música parar.   Cantar no microfone, primeiro com música e depois sem música, para o paciente ficar atento quando tem música e quando a música acabou. Colocar com sons de alta intensidade, pedindo que quando o aluno escutar levantar a mão.</li>



<li>Memória Auditiva: Contar história e pedir para o paciente depois recontar, ou tirar xerox do livro e pedir para colocar a história na sequência.  Estimular com onomatopeia (sons dos animais). Estimular ampliando o vocabulário, com outros animais/ figuras /objetos. Estimular com números, pedindo que o paciente coloque na ordem que indicar. Estimular a noção de temporalidade (dias da semana, meses do ano).</li>



<li>Discriminação Auditiva: Fazer treino auditivo com palavras, ex: dizer au, au e depois ficar calado para que o paciente discrimine a ausência e a presença do som. Estimular ritmo corporal, ou seja, dá característica ao movimento. Ex: pá (forte – abrir os braços) e ba (fraco – trabalhar com os dedos) no tambor; fazendo também com outros instrumentos musicais. Com sílabas diferentes sem dá a pista visual para a criança dizer se é igual ou diferente, ex: te x de / pe x pe. Colocar um som de cachorro e um de gato, para o paciente dizer qual é o som do gato.</li>



<li>Sensação Sonora: Ir aumentando e diminuindo a intensidade uma música, para o paciente perceber quando um som é fraco e forte. Fazer letras prolongadas, por exemplo, e, e, e, / demais vogais; passar para sílabas mais adiante; para a criança saber qual é o mais longo e o mais curto. Com instrumentos, por exemplo, o tambor e os pratos para saber qual é o mais grave e o mais agudo. Ligar e desligar o som para a criança saber quando tem som e quando não tem. Colocar o som sem ela ver e perceber se escutou.</li>



<li>Análise &#8211; sintese: Chamar o nome, para observarmos se atende. Colocar dois tipos de sons, por exemplo, batida na porta e palmas, para o paciente reconhecer qual é, perguntando para ele, se é um ou outro. Colocar dois tipos de sons de animais, e pedir para o aluno dizer qual é. Gravar/ produzir a voz da mãe e do pai, para o aluno reconhecer de quem é a voz. Colocar uma música que ela gosta, para observarmos se irá reconhecer.  Colocar em sequência as ações da história a qual foi contada. Com ritmo musical, ou seja, lento, rápido, entonação e intensidade, para perceber os tipos de sons. Contar uma história, estipulando sons a determinadas ações, por exemplo, o cachorro comeu (am,am,am), o cachorro latiu (au,au,au), para que perceba que os sons são diferentes. Fazer com que perceba a presença e ausência de som, através da música colocando a mão do aluno no som. Utilizar onomatopeia para perceber os diferentes tipos de sons dos animais. Estabelecer uma atividade lúdica que exija da frequência de emissão de sons, para observar se a criança percebeu o som que foi produzido, por exemplo, jogar a bola na parede emitindo o pá, pá, pá. Brincar de diversas maneiras de dar bom dia, boa noite, cantar cantigas de roda, utilizar o mundo ao redor como estímulo auditivo.</li>
</ul>



<p>Para maiores informações, marque um horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gagueira na infância é normal?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/gagueira-na-infancia-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 17:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[lúdico]]></category>
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					<description><![CDATA[Na faixa etária de dois a&#160;três anos e meio de idade, muitas crianças gaguejam, mas com o passar dos anos, com a aquisição completa da fala, a gagueira desaparece. A gagueira tende a desaparecer até os 4 anos de idade. No entanto, alguns casos devem ser avaliados precocemente, principalmente, quando há casos de gagueira na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na faixa etária de dois a&nbsp;três anos e meio de idade, muitas crianças gaguejam, mas com o passar dos anos, com a aquisição completa da fala, a gagueira desaparece. A gagueira tende a desaparecer até os 4 anos de idade. No entanto, alguns casos devem ser avaliados precocemente, principalmente, quando há casos de gagueira na família ou gagueira repentina em função de um acontecimento na vida da criança, que marque negativamente sua vida ou trague alguma ansiedade para ela.</p>



<p>No entanto, uma porcentagem dessas crianças que gagueja na infância não recupera a fluência. Muitas crianças possuem disfluência normal quando estão na aquisição da fala, entretanto a maioria delas a supera. No caso das crianças que não superam, é necessária a terapia de gagueira, que é feita com os fonoaudiólogos.</p>



<p>Essa desordem não possui cura, mas existem tratamentos eficazes que promovem a fluência da fala, ou seja, um controle na execução da fala/comunicação em situações de vida diária.</p>



<p>Para o tratamento da gagueira procure um fonoaudiólogo. Atualmente, existem inúmeros recursos e abordagens para o tratamento da gagueira: Desde o lúdico até a utilização de equipamentos eletrônicos para controle dela.</p>



<p>A terapia de gagueira&nbsp;possui uma grande importância&nbsp;no dia a dia e nas vivências das crianças; sendo também de fundamental base para a criação de estratégias de comunicação, permitindo a amenização da desordem e não a cura. Sendo assim, pais e professores precisam compreender sobre o impacto da gagueira na vida delas.</p>



<p>Abaixo, algumas dicas para pessoas que convivem com esse problema:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Falar com a criança devagar, pausando frequentemente. Esperar alguns segundos quando a criança termina de falar para você iniciar.</li>



<li>Reduzir o número de perguntas.</li>



<li>Usar expressão facial e outras linguagens corporais para conduzir a conversa.</li>



<li>Separe alguns minutos para você dar uma atenção individual e especial para a criança.</li>



<li>Ajudar os membros da família a ter paciência para escutá-la.</li>



<li>Observar a sua interação com a criança, evitando crítica, interrupções, falar rápido e muitas questões.</li>



<li>Sobretudo, buscar aceitar a criança e investir para que ela se aceite.</li>
</ol>



<p>Não se esqueça do mais importante: Procure seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Problemas de voz em bebês e crianças menores</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/problemas-de-voz-em-bebes-e-criancas-menores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
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					<description><![CDATA[Mamães, fiquem alertas para as alterações na voz dos seus filhos! São as chamadas disfonias causadas por fatores orgânicos ou funcionais. É importante salientar que alterações de voz são sintomas a serem observados e avaliados. A presença de nódulo vocal (calo nas pregas vocais) é significativa na infância, mais frequente nos meninos, e merece tratamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mamães, fiquem alertas para as alterações na voz dos seus filhos! São as chamadas disfonias causadas por fatores orgânicos ou funcionais.</p>



<p>É importante salientar que alterações de voz são sintomas a serem observados e avaliados. A presença de nódulo vocal (calo nas pregas vocais) é significativa na infância, mais frequente nos meninos, e merece tratamento especializado. A caracterização da família é fundamental neste processo, modificando eventuais características ambientais e auxiliando a criança na identificação de seus abusos. Seria interessante que os pais, ao detectarem que a voz da criança se altera com frequência, não importando a faixa etária, investigassem. Os profissionais especializados para avaliar e indicar o melhor tratamento para o seu filho são o fonoaudiólogo e o médico otorrinolaringologista. O trabalho fonoaudiológico junto as crianças contam com a participação ativa da família para que os comportamentos da criança com relação à sua voz sejam modificados.</p>



<p>Do ponto de vista orgânico, há as anomalias estruturais, geralmente congênitas, e os traumatismos laríngeos. Quando há alteração vocal evidente desde o nascimento, estes fatores devem ser investigados por um otorrinolaringologista, que, posteriormente, poderão ser encaminhados para o fonoaudiólogo para reabilitação. Há ainda problemas relacionados às alergias, principalmente do aparelho respiratório.</p>



<p>As causas funcionais, ou seja, relativas ao uso da voz, são as mais frequentes. O abuso vocal é fato frequentemente observável na maior parte das crianças, o que pode ser facilmente detectável nas atividades diárias da criança como em festinhas infantis, durante o horário de recreio da escola, durante a realização de esportes como o futebol, vôlei, handball e basquete.</p>



<p>Mamãe, procure observar&nbsp;em seu filho os seguintes comportamentos e os cuidados que podem ser realizados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando o bebê chora muito forte, gritando forte e alto, poderá ficar rouco, o que poderá ocasionará alterações em sua voz. E se contínuo, problemas mais sérios e que merecem cuidados.</li>



<li>A agressividade aliada ao abuso da voz, insegurança representada pela tensão dos músculos da fala/de voz, imitação de animais, imitação de personagens de desenhos também podem provocar alterações na voz dos pequenos.</li>



<li>Nestes casos, um dos conselhos é alertar a criança para que não grite, mas para isso, devemos prestar atenção ao que ela tem para dizer ao dar significado a causa de seus gritos e de seus abusos de voz.</li>



<li>Interessar-se por suas atividades. Perguntar o que estão fazendo, se estão gostando, por exemplo, o que você fez na escola hoje? Diminui as ansiedades e tensões sobreo mecanismo fonador.</li>



<li>Reduzir a competição vocal: evitar tornar o ambiente agitado e evitar frequentar sempre locais agitados, onde todos querem falar ao mesmo tempo.</li>



<li>Identificar certos abusos vocais: imitar animais, lutas, monstros, carros. Tentar substituí-los por estalos de língua e vibrações de lábios e língua, que tem como objetivo, o relaxamento dos músculos vocais e de fala também são orientações importantes.</li>



<li>Combinar com a criança certos sinais para quando ela estiver cometendo um abuso, para não chamar sua atenção na frente das outras pessoas.</li>



<li>Crianças alérgicas à poeira, perfumes, talcos, e até produtos de limpeza podem ter alterações vocais, bem como as crianças gripadas. Evitar o contato com essas substâncias e adotar medidas preventivas é uma excelente saída nestes casos. </li>



<li>A criança que possui uma deficiência auditiva pode apresentar um tom de voz mais elevado, isso porque ela não escuta ou escuta muito pouco a sua voz tendo que falar mais alto para se ouvir. Em contrapartida, crianças ou adultos que convivem com deficientes auditivos devem prestar atenção ao seu tom de voz elevado para não prejudicarem suas pregas vocais com alterações por esforço ao falar.</li>
</ul>



<p>Cuide da voz do seu filho. Qualquer alteração consulte seu fonoaudiólogo. Assim você poderá evitar sérias complicações futuras e consequentemente, traumas para seu pequeno.</p>



<p>Modificar o comportamento vocal de uma criança não é tarefa fácil. Para essas e outras dificuldades, conte com a ajuda de seu fonoaudiólogo!!</p>
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		<title>Meu bebê é prematuro, E agora?? A incubadora é sempre o melhor caminho?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/meu-bebe-e-prematuro-e-agora-a-incubadora-e-sempre-o-melhor-caminho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Constantemente nos deparamos com dificuldades de pais e familiares em relação ao conhecimento de o fato de uma criança ser ou não ser prematura e, se for prematura, qual a melhor conduta e como agir. Conversaremos um pouco sobre estas dúvidas neste artigo. Segundo a OMS, no mundo nascem anualmente 20 milhões de bebês prematuros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Constantemente nos deparamos com dificuldades de pais e familiares em relação ao conhecimento de o fato de uma criança ser ou não ser prematura e, se for prematura, qual a melhor conduta e como agir.</p>



<p>Conversaremos um pouco sobre estas dúvidas neste artigo.</p>



<p>Segundo a OMS, no mundo nascem anualmente 20 milhões de bebês prematuros e com baixo peso, dos quais um terço morre antes de completar um ano de vida e em cada 10 recém-nascidos vivos, 09 tem peso inferior a 1000g ao nascer.</p>



<p>Estes bebês podem apresentar várias complicações e dificuldades para a adaptação à vida extrauterina devido à imaturidade dos diversos sistemas orgânicos.</p>



<p>Nem todos os prematuros precisam de cuidados intensivos, muitos são assistidos em unidade de cuidados intermediários ou em berçários, dependendo do grau de prematuridade e da gravidade das complicações.</p>



<p>Anteriormente, todos os bebês prematuros e com baixo peso, mesmo adquirindo estabilidade clínica e estando apenas em processo de engorda, eram mantidos nas unidades de cuidado intensivo durante vários dias, até atingirem 2000g de peso. Apesar dos avanços tecnológicos esse ainda não é um ambiente confortável para o bebê. As incubadoras são muito diferentes do útero materno e falíveis quanto à proteção dos bebês, que ficam expostos às bactérias hospitalares, aumentando os riscos de infecções. Além disso, a iluminação intensa, os barulhos excessivos (monitores, motores das incubadoras, as vozes das várias pessoas que transitam na Unidade) e realização de procedimentos dolorosos (aspiração de secreção, punção venosa), que interrompem-lhes o sono várias vezes ao dia, são constantes fontes de estresse.</p>



<p>Atualmente, bebês da UTI Neonatal que sejam clinicamente estáveis e pesem menos que 1.400g podem ser encaminhados para o Método Canguru, exceto devido a fatores como carência de vagas na Enfermaria Canguru ou indisponibilidade materna, já que deverá acompanhar a criança em tempo integral.</p>



<p>O Método Canguru enquadra-se nas ações de humanização dos serviços de saúde, e caracteriza-se por contato precoce, entre a mãe e o recém-nascido de baixo peso, que se encontra em processo de ganho de peso. O bebê recebe maior estimulação tátil, cinestésica, auditiva, visual e térmica, podendo alimentar-se em livre demanda, pelo contato direto com a mãe.</p>



<p>Todo esse conjunto, que simula as condições intrauterinas, possibilita ao bebê prematuro completar sua idade gestacional em um ambiente aconchegante, seguro e rico em estímulos, fundamental para a maturação cerebral.</p>



<p>Sendo assim, após o parto, o período determinante para desenvolvimento do sistema neuromotor dá-se entre zero (00) e dois (02) anos de idade, portanto, se o bebê permanecer em um ambiente favorável, rico em estímulos apropriados à sua idade, poderá apresentar melhora dos padrões de sono, estabilidade dos estados de consciência e posturas adequadas, favorecendo a estabilidade fisiológica.</p>



<p>Os recém-nascidos prematuros de baixo peso durante a primeira semana de vida, apresentam um quadro característico chamada “apatia protetora”, permanecendo a maior parte do tempo sem chorar, com poucas mudanças de flexão dos membros, a possibilidade da mão na boca, a posição semissentada com o apoio entre os seios da mãe promove o início do controle de cabeça, melhor orientação e controle visual. A posição Canguru oferece tudo isso ao bebê, diferente das crianças da UTI, que mesmo estando em posição prona e/ou contida por rolinhos, estarão sempre em desvantagem pela menor estimulação tátil.</p>



<p>Além do mais, fortalece o vínculo comunicativo entre mãe e filho, favorecendo o desenvolvimento da comunicação.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, converse com sua equipe médica!!</p>
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		<title>Quando a chupeta não é vilã??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quando-a-chupeta-nao-e-vila/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[hipotonia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=169</guid>

					<description><![CDATA[Rotineiramente nos deparamos com pais que nos indagam: “Mas enfim, devo introduzir ou não a chupeta?&#8221; E em função dessas indagações e dúvidas, responderei aos pais: Estudos&#160;provam que o uso da chupeta&#160;favorece o desenvolvimento de alterações na arcada dentária e na musculatura da face da criança. A conclusão das pesquisas refere que quanto mais tempo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Rotineiramente nos deparamos com pais que nos indagam: “Mas enfim, devo introduzir ou não a chupeta?&#8221;</p>



<p>E em função dessas indagações e dúvidas, responderei aos pais:</p>



<p>Estudos&nbsp;provam que o uso da chupeta&nbsp;favorece o desenvolvimento de alterações na arcada dentária e na musculatura da face da criança. A conclusão das pesquisas refere que quanto mais tempo a criança fica com a chupeta na boca, seja&nbsp;só apoiando, sugando de vez em quando ou sugando o tempo inteiro, maiores tendem a ser as alterações dentárias. Junto às alterações dentárias vem alterações na respiração, (criança respirando pela boca alterando a musculatura intra e extra oral, dormindo de boca aberta, roncando/com quadros de apneia) alterações na mastigação (crianças comendo com a boca aberta, empurrando os dentes com a língua e causando alteração nos dentes, novamente) deglutição atípica ou adaptada (tensionado a musculatura de face e pescoço) e alterações na fala (troca de sons na fala, língua encostando nos dentes ao falar &#8211; O famoso “falar como Romário ou o presidente Lula”).</p>



<p>Entretanto, bebês prematuros,&nbsp;hipotônicos ou&nbsp;que apresentem dificuldade para sugar seio materno, podem beneficiar-se do uso da chupeta, desde que esta seja ortodôntica e utilizada com o monitoramento de profissional habilitado para treino de motricidade oral, porque mesmo sendo mais anatômicas e&nbsp;menos prejudiciais aos dentes,&nbsp;não devem ser usadas indiscriminadamente&nbsp;sob o risco de causar&nbsp;as mesmas alterações na arcada dentária do bebê em menor escala. Portanto o uso indiscriminado da chupeta, sem tempo de uso e período, até em crianças hipotônicas pode interferir negativamente no desenvolvimento infantil.</p>



<p>Não fique com dúvidas: Procure seu fonoaudiólogo!!</p>
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		<item>
		<title>Estimulando a criança de 0 a 4 meses: Para todo tipo de crianças!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/estimulando-a-crianca-de-0-a-4-meses-para-todo-tipo-de-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=167</guid>

					<description><![CDATA[É importante que os pais tenham conhecimento da necessidade da criança brincar, porque é através do brinquedo que ela vai desenvolver a percepção de espaço, formas e os conceitos que futuramente usará na escola. O brinquedo favorece o relacionamento da criança com o ambiente, a criatividade e a autoconfiança. A criança de 0 a 4 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É importante que os pais tenham conhecimento da necessidade da criança brincar, porque é através do brinquedo que ela vai desenvolver a percepção de espaço, formas e os conceitos que futuramente usará na escola. O brinquedo favorece o relacionamento da criança com o ambiente, a criatividade e a autoconfiança.</p>



<p>A criança de 0 a 4 meses, se interessam por brinquedos no berço e constituem uma fonte de estímulo visual.&nbsp;Uma dica é trocar&nbsp;a posição dos brinquedos de tempos em tempos (três em&nbsp;três&nbsp;semanas), o bebê reclinado (4 meses), ele poderá tocar com as mãos ou pés brinquedos que produzam sons. A criança pouco a pouco aprenderá que o som acontece quando ela encosta no objeto. Nesta fase sons contínuos como o de uma caixinha de música, são estimulantes para o desenvolvimento de novas conexões no cérebro da criança.</p>



<p>Se seu filho apresenta pouco movimento e aparentemente é mais &#8220;paradinho&#8221; que a maioria das crianças; você poderá praticar algumas atividades que poderão fortalecer sua postura e seu equilíbrio. Mas, lembrando, tenha sempre o suporte se sua equipe de estimulação para estar sempre ao seu lado. as dicas são:</p>



<p>Chame sua atenção com um som, fazendo-o virar a cabeça para um lado e depois para o outro. Como o bebê ainda está desenvolvendo a visão, brinquedos de cores fortes, como vermelho e amarelo, são os mais indicados.</p>



<p>Outra forma de estimulá-lo nesta posição, é passar uma esponja de textura macia e outra mais áspera na nuca do bebê. Assim ele sentirá melhor os músculos do pescoço que têm que contrair para mover a cabeça</p>



<p>Com seu bebê de barriga para cima, faça-a rolar lentamente para um lado e outro, olhando objetos coloridos que foram colocados dos dois lados.</p>



<p>Durante todo esse período fale sobre os objetos, cante, converse com seu filho, calmamente. Procure sempre o ouvir e não somente falar. Com certeza seu filho agradecerá.</p>



<p>Dúvidas??? Procure sua fonoaudióloga!!</p>
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