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	<title>desenvolvimento &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>desenvolvimento &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Treinando o ouvido&#8230; Parte 1</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/treinando-o-ouvido-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 14:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[Performance Musical]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas. Por este motivo faz-se [&#8230;]]]></description>
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<p>Avanços recentes na neurociência cognitiva demonstraram na plasticidade do sistema nervoso central, a existência de períodos críticos e a possibilidade de fortalecimento das ligações sinápticas pós experienciarão nestes períodos. Tanto a plasticidade quanto a maturação é, em parte, dependente da estimulação visto que a experienciação sonora ativa reforça vias neurais específicas.</p>



<p>Por este motivo faz-se importante o diagnóstico precoce, o qual possibilita a identificação de qualquer tipo de alteração auditiva ainda no período ideal de estimulação. O déficit sensorial auditivo pode comprometer a aprendizagem dos indivíduos acometidos, devido especialmente ao prejuízo na aquisição e desenvolvimento da linguagem oral, que varia conforme o tipo e grau da perda auditiva.</p>



<p>Para que a fala se desenvolva adequadamente, faz se extremamente importante o desenvolvimento das habilidades auditivas regadas de atividades estimulatórias auditivas.</p>



<p>Abaixo, algumas atividades muito importantes no desenvolvimento auditivo e que propiciarão um bom desenvolvimento da fala, cognição, audição e do indivíduo em todas as suas esferas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização Auditiva: Utilização dos instrumentos (tambor, reco–reco, agogô, como por exemplo.).Algumas atividades são muito importantes e fazem a diferença, como:  Bater na porta quando o paciente estiver distraído. Chamar o nome do paciente. Batidas fortes na mesa quando ele estiver distraído, deixar cair livro no chão. Fazer um passeio, para sabermos, por exemplo, se o paciente consegue localizar algum som de alta intensidade, também os sons distantes do ouvido dele. Chame sempre a atenção dele para os sons que aparecerem, também provoque os sons.</li>



<li>Atenção Auditiva: Colocar gravação de sons de animais, de instrumentos para o paciente escute aquele determinado som e depois pegar a figura correspondente ao som.  Com música, associando a uma atividade que tenha como objetivo de o parar a música, para o aluno ficar atento quando a música parar.   Cantar no microfone, primeiro com música e depois sem música, para o paciente ficar atento quando tem música e quando a música acabou. Colocar com sons de alta intensidade, pedindo que quando o aluno escutar levantar a mão.</li>



<li>Memória Auditiva: Contar história e pedir para o paciente depois recontar, ou tirar xerox do livro e pedir para colocar a história na sequência.  Estimular com onomatopeia (sons dos animais). Estimular ampliando o vocabulário, com outros animais/ figuras /objetos. Estimular com números, pedindo que o paciente coloque na ordem que indicar. Estimular a noção de temporalidade (dias da semana, meses do ano).</li>



<li>Discriminação Auditiva: Fazer treino auditivo com palavras, ex: dizer au, au e depois ficar calado para que o paciente discrimine a ausência e a presença do som. Estimular ritmo corporal, ou seja, dá característica ao movimento. Ex: pá (forte – abrir os braços) e ba (fraco – trabalhar com os dedos) no tambor; fazendo também com outros instrumentos musicais. Com sílabas diferentes sem dá a pista visual para a criança dizer se é igual ou diferente, ex: te x de / pe x pe. Colocar um som de cachorro e um de gato, para o paciente dizer qual é o som do gato.</li>



<li>Sensação Sonora: Ir aumentando e diminuindo a intensidade uma música, para o paciente perceber quando um som é fraco e forte. Fazer letras prolongadas, por exemplo, e, e, e, / demais vogais; passar para sílabas mais adiante; para a criança saber qual é o mais longo e o mais curto. Com instrumentos, por exemplo, o tambor e os pratos para saber qual é o mais grave e o mais agudo. Ligar e desligar o som para a criança saber quando tem som e quando não tem. Colocar o som sem ela ver e perceber se escutou.</li>



<li>Análise &#8211; sintese: Chamar o nome, para observarmos se atende. Colocar dois tipos de sons, por exemplo, batida na porta e palmas, para o paciente reconhecer qual é, perguntando para ele, se é um ou outro. Colocar dois tipos de sons de animais, e pedir para o aluno dizer qual é. Gravar/ produzir a voz da mãe e do pai, para o aluno reconhecer de quem é a voz. Colocar uma música que ela gosta, para observarmos se irá reconhecer.  Colocar em sequência as ações da história a qual foi contada. Com ritmo musical, ou seja, lento, rápido, entonação e intensidade, para perceber os tipos de sons. Contar uma história, estipulando sons a determinadas ações, por exemplo, o cachorro comeu (am,am,am), o cachorro latiu (au,au,au), para que perceba que os sons são diferentes. Fazer com que perceba a presença e ausência de som, através da música colocando a mão do aluno no som. Utilizar onomatopeia para perceber os diferentes tipos de sons dos animais. Estabelecer uma atividade lúdica que exija da frequência de emissão de sons, para observar se a criança percebeu o som que foi produzido, por exemplo, jogar a bola na parede emitindo o pá, pá, pá. Brincar de diversas maneiras de dar bom dia, boa noite, cantar cantigas de roda, utilizar o mundo ao redor como estímulo auditivo.</li>
</ul>



<p>Para maiores informações, marque um horário conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como Melhorar a Sua Memória:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/como-melhorar-a-sua-memoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar a sua memória, entre as quais o uso de determinadas técnicas mentais, e os cuidados com a nutrição e os medicamentos. Daí a importância de vários profissionais envolvidos com o paciente portador de dificuldades com a memória. Neurologistas, geriatras, fonoaudiólogos e psicólogos. A fonoaudiologia pode auxiliar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar a sua memória, entre as quais o uso de determinadas técnicas mentais, e os cuidados com a nutrição e os medicamentos. Daí a importância de vários profissionais envolvidos com o paciente portador de dificuldades com a memória. Neurologistas, geriatras, fonoaudiólogos e psicólogos.</p>



<p>A fonoaudiologia pode auxiliar o paciente ao resgate ou ampliação de sua memória. Uma vez que para utilizarmos a comunicação para com o mundo, a memória é fundamental.</p>



<p>Abaixo, algumas dicas para você do outro lado do monitor:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A contínua atividade intelectual como a leitura, exercícios de memória, palavras cruzadas e jogo de xadrez auxiliam a manutenção da memória.</li>



<li>O estilo de vida ativo com atividade física feita com regularidade e uma dieta saudável são básicas para a manutenção da memória.</li>



<li>Exercícios cerebrais feitos de maneira rotineira apresentam efeitos muito positivos sobre a memória. Semelhante ao que ocorre com exercícios musculares realizados para se manter a forma física, a atividade cerebral também deve ser realizada com frequência, sempre procurando estimular nossos principais sentidos: olfato, paladar, tato, visão e audição, bem como nossa memória e inteligência. Esse tipo de exercício pode ser denominado &#8220;Fitness&#8221; Cerebral, que é a capacidade de se manter um estado adequado, em forma. Todo dia procure observar um objeto ou pessoa e desenhe suas principais características. No fim de semana procure recordar as figuras. É um tipo de exercício de memória.</li>



<li>Procure identificar ingredientes dos alimentos pelo gosto e pelo cheiro. Faça isto diariamente e depois procure recordar dos mesmos.</li>



<li>Memorize os preços das coisas sempre que possível e procure recordá-las mais tarde.</li>



<li>Procure identificar as pessoas pela voz ao usar o telefone, por exemplo.</li>



<li>Memorize números de telefones.</li>



<li>Memorize no fim do dia as pessoas com quem falou. Depois, procure lembrar-se do mesmo para toda semana.</li>



<li>Utilize sempre de anotações para consultas posteriores.</li>



<li>Praticar jogos de xadrez, palavras cruzadas, exercícios simples como recordar fatos do dia a dia (o que comeu no almoço, o que leu no jornal do dia, o que ocorreu no último capítulo da novela, etc.)</li>



<li>Aprender novas habilidades: computador, pintura, música, etc.</li>



<li>Ater-se aos fatos mais importantes dos que ocorreram durante o dia e procurar guardá-los; exercitar-se com objetos simples mantendo a concentração (pegue um relógio, por exemplo, e procure concentrar-se no mesmo, observando suas características, etc); exercitar-se com um texto e procurar refletir somente sobre o mesmo (um poema, um salmo, etc).</li>



<li>Associar fatos a imagens e procurar guardá-los na memória. Imaginar um alimento suculento e imaginar todas as suas características a ponto de sentir prazer.</li>
</ul>



<p>O repouso cerebral é muito importante para se ter uma boa memória. Quem sofre de insônia tem sua memória prejudicada.</p>



<p>Se está lendo este artigo, precisa de ajuda ou quer melhorar sua memória&#8230; agende sua consulta conosco!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento de fala</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/desenvolvimento-de-fala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 16:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A grosso modo, as fases de desenvolvimento de fala são: 1. Choro: primeira forma de comunicação com o meio. 2. Gorjeio: inicia-se por volta de 1 mês de idade. 3. Balbucio: inicia-se por volta de 6 meses de idade. 4. Primeiras palavras: aparecem por volta de 10 a 12 meses de idade. 5. Primeiras sentenças: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A grosso modo, as fases de desenvolvimento de fala são:</p>



<p>1. Choro: primeira forma de comunicação com o meio.</p>



<p>2. Gorjeio: inicia-se por volta de 1 mês de idade.</p>



<p>3. Balbucio: inicia-se por volta de 6 meses de idade.</p>



<p>4. Primeiras palavras: aparecem por volta de 10 a 12 meses de idade.</p>



<p>5. Primeiras sentenças: aparecem por volta dos 18 meses de idade.</p>



<p>6. Período de disfluência: aos 3 anos de idade é normal, pois, a criança está adquirindo os sons da língua portuguesa, podendo desaparecer até os 4 e 4.5 anos de idade; de acordo com as atitudes do meio.</p>



<p>7. Aos 4 e 4.5 a criança já produz todos os sons da língua portuguesa e um vocabulário amplo.</p>



<p>8. Aos 5 e seis anos, já é hora de estimular a linguagem escrita, com atividades de pré-escrita.</p>



<p>-Abaixo, como desenvolver a comunicação de uma criança:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como estimular a linguagem da criança de 2 anos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Deixá-la ouvir CDs e ver filmes infantis;</li>



<li>Elogiar a sua comunicação;</li>



<li>Descrever as atividades que ela realiza, acrescentando novas palavras;</li>



<li>Utilizar palavras novas em várias situações (ampliação de vocabulário); proporcionar-lhe novas experiências, como teatro, cinema, circo, etc. e falar sobre elas;</li>



<li>Ler-lhe histórias;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como estimular a fala e a linguagem da criança de 3 anos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Introduzir palavras novas no seu vocabulário, enquanto brinca com a criança;</li>



<li>Ensinar a relação entre palavras, objetos e ideias;</li>



<li>Ensinar a criança a contar histórias, utilizando livros e desenhos;</li>



<li>Permitir que brinque com outras crianças;</li>



<li>Ler histórias com elas;</li>



<li>Prestar-lhe atenção quando ela fala;</li>



<li>Fazer jogos com rimas;</li>



<li>Permitir que a criança ajude a planear atividades tais como Natal, aniversário, um jantar especial, etc.;</li>



<li>Ler histórias cada vez maiores;</li>



<li>Estimulá-la a criar e contar histórias;</li>



<li>Mostrar interesse pelo desenvolvimento da sua linguagem e do seu pensamento;</li>



<li></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como estimular a fala e a linguagem da criança de 5 anos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Incentivá-la a usar a sua linguagem para expressar os seus sentimentos, ideias, sonhos, desejos, e medos;</li>



<li>Permitir que ela faça desenhos novos livremente com lápis de cera, carvão, tintas, etc.;</li>



<li>Proporcionar-lhe oportunidade de aprender canções, rimas ou versos;</li>



<li>Ler-lhe contos ou histórias maiores;</li>



<li>Falar com ela sobre temas variados sem utilizar termos ou expressões infantis;</li>



<li>Dar-lhe atenção quando ela fala, tendo em conta que ela entende mais do que é capaz de verbalizar;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como estimular a fala e a linguagem da criança de 6 anos</h2>



<p>Ler-lhe histórias e pedir-lhe que as reconte;<br>Ajudá-la a escrever o seu próprio livro de histórias com desenhos e ilustrações;<br>Estimulá-la a representar diferentes personagens de histórias;<br>Propor-lhe jogos que envolvam o raciocínio;<br>Dar-lhe tarefas em que seja necessário seguir algumas instruções;<br>Deixá-la cozinhar utilizando livros de receitas infantis, com passos e instruções simples;<br>Assistir com ela a programas de televisão e vídeos, pedindo depois que conte sobre o que viu e o que mais gostou;<br>Permitir que participe nas conversas familiares e escutar a sua opinião;<br>Ajudá-la a conhecer e utilizar novas palavras e conceitos.<br><br>Se existir alguma suspeita em relação a um atraso na linguagem, deve-se consultar um fonoaudiólogo que poderá avaliar corretamente a situação, tendo em consideração o ritmo de desenvolvimento da criança e todos aspectos intervenientes neste processo.</p>
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