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	<title>disartria &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>disartria &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Doença de Huntington &#8211; A doença da idade adulta</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/doenca-de-huntington-a-doenca-da-idade-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 22:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos [&#8230;]]]></description>
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<p>A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos citosina, adenina e guanina (CAG), responsáveis pela codificação da glutamina. Na pessoa sã a sequência CAG é encontrada com repetições menores que 20; já em pessoas portadoras da doença de Huntington há sempre mais de 36 repetições, tornando assim o gene defeituoso. Os primeiros sintomas surgem em decorrência da perda progressiva de células nervosas que ficam em uma parte específica do cérebro, os gânglios de base.</p>



<p>Por ser uma doença neurológica, as principais características apresentadas pelos pacientes são os problemas motores e mentais. Além da coréia, são desenvolvidos problemas como rigidez muscular, disartria e disfagia. Outro sintoma importante é a letargia no raciocínio, sendo que os momentos de instabilidade emocional se tornam constantes. A depressão, pode surgir também. Não possui cura. Entretanto, os sintomas podem ser controlados, por meio de medicamentos neurolépticos e antidepressivos e terapias complementares como: Fono, Fisio. To. e Psicologia. Os principais sintomas que necessitarão de suporte contínuo da equipe terapêutica de estimulação são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Impulsividade</li>



<li>Falta de consciência em relação aos próprios comportamentos e capacidades</li>



<li>Lentidão de pensamento e, muitas vezes, dificuldade em estabelecer uma linha de raciocínio e exprimi-la</li>



<li>Dificuldade de aprendizagem e de guardar novas informações.</li>



<li>Irritabilidade</li>



<li>Tristeza</li>



<li>Apatia emocional</li>



<li>Retraimento social</li>



<li>Insônia</li>



<li>Fadiga e perda de energia</li>



<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Espasmos e outros movimentos involuntários (coreia)</li>



<li>Problemas musculares, como rigidez e contração muscular (distonia)</li>



<li>Movimentos oculares lentos ou anormais</li>



<li>Anormalidades da marcha, problemas de postura e de equilíbrio</li>



<li>Dificuldade para engolir ou falar.</li>
</ul>



<p>Para a disartria, alterações de concentração, memória o Fonoaudiólogo se faz necessário, assim como nas questões que estão relacionadas à disfagia; que melhoram a qualidade de vida do paciente acometido, fazendo com que as funções que o mesmo executa , relacionados à comunicação, memória, alimentação, voz e fala melhorem consideravelmente; após estimulação contínua fonoaudiológica. Exercícios cognitivos diários ajudam a preservar as habilidades mentais reduzindo a perda de memória, percepção e orientação em terapia fonoaudiológica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Siringomielia e/ou Hidromielia &#8211; Conhecendo para melhor tratar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-e-ou-hidromielia-conhecendo-para-melhor-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição. Qualquer alteração no complexo processo já descrito é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição.</p>



<p>Qualquer alteração no complexo processo já descrito é chamada de disfagia, que pode ter causas mecânicas, neurológicas e/ou psicológicas, além de acometer diferentes fases da deglutição.</p>



<p>As disfagias neurogênicas são transtornos de deglutição e/ou alimentação causados por doença ou trauma neurológico. As disfunções neurológicas podem afetar a ação muscular responsável pelo transporte do bolo alimentar da boca para o esôfago.</p>



<p>As disfagias orofaríngeas manifestam-se através de vários sintomas como: distúrbios na mastigação, dificuldade em iniciar a deglutição, regurgitação nasal, tosse e/ou engasgos durante as refeições.</p>



<p>Na siringomielia e/ou hidromielia; quando a lesão afeta a área bulbar, o paciente pode ter sintomas de disartria, disfagia e acometimento dos músculos da face. Como alguns autores referem, a siringomielia e/ou hidromielia deve ser considerada no diagnóstico diferencial quando ocasiona disfagia, constipação crônica e outros. Muitas vezes a disfagia pode estar associada a uma dessas patologias e iniciar o quadro por apresentar causas mais perceptíveis como: refluxo gastroesofágico, esofagites e dificuldade na coordenação da deglutição devida ao comprometimento do sistema nervoso central.</p>



<p>A reabilitação da disfagia orofaríngea como manifestação objetiva do quadro de malformação depende diretamente da precoce atuação conjunta multidisciplinar, de modo a promover um adequado desenvolvimento das estruturas e funcionalidade delas, no paciente a ser trabalhado. além do mais, fatores subjetivos como: estado emocional do paciente, suporte familiar e situação socioeconômico-cultural vão interferir diretamente na evolução da disfagia. O paciente deverá procurar algo que o satisfaça e o deixe bem consigo mesmo no âmbito corpo e mente. Caso não esteja conseguindo, o suporte psicológico será fundamental nestes casos de modo a não contribuir negativamente na miofuncionalidade do paciente.</p>



<p>Em clínica, paciente e família serão orientados quanto a novas condutas a serem adotadas diariamente com o paciente.</p>



<p>Para saber mais, agende seu horário conosco!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Siringomielia &#8211; Você já ouviu falar?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-voce-ja-ouviu-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna vertebral no cocxis. Quando aparece uma cavidade como um quisto na medula espinhal que afeta principalmente a matéria cinzenta é siringomielia, porque o buraco central muda o aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx, em grego, na maioria dos casos não se sabe por que se forma.</p>



<p>Muitas podem ser as causas, como no caso de trauma, tumor, infecção, fixação da coluna vertebral na região lombar por doenças congênitas, como espinha bífida, meningocele e mielomeningocele. Mas na maioria dos casos a causa é desconhecida, não se detecta causa nenhuma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/siringomielia.jpg" alt="aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx" title="Siringomielia - Você já ouviu falar? 1"></figure></div>


<p>O paciente tem alterações em algumas partes do seu corpo, especialmente nos braços, de tal maneira que nota o tato, mas não a temperatura dos objetos, por isso queima facilmente, porque não sente dor. Há perda de massa muscular e presença fraqueza da força, alterações da marcha, podendo-se chegar à deficiência caso não seja tratado por equipe multidisciplinar: equipe médica, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.</p>



<p>Geralmente, recomenda-se a cirurgia para pacientes com siringomielia. O principal objetivo da cirurgia é o de proporcionar mais espaço para o cerebelo na base do crânio e a parte superior do pescoço, sem passar pelo cérebro ou medula espinhal. Isto permite que a cavidade primária se aplane ou desapareça. Se siringomielia for causada por um tumor, o tratamento de escolha é a remoção do tumor, o que quase sempre elimina as siringes.</p>



<p>A cirurgia permite estabilizar os sintomas ou melhorar ligeiramente na maioria dos pacientes. Atrasos no tratamento pode causar danos irreversíveis à medula espinhal. A recorrência de siringomielia após a cirurgia pode exigir operações adicionais, em alguns casos a cirurgia não gera bons resultados.</p>



<p>Em alguns doentes, pode ser necessário drenar a siringe, que pode ser alcançada através de um cateter, drenos e válvulas. Este sistema também é conhecido como derivação ventrículo-peritoneal, muito utilizado nos casos de hidrocefalia. Com a drenagem do excesso de fluidos, alivia-se dor, dores de cabeça (cefaleia) e rigidez. Normalmente, os sintomas continuam, se não corrigir a anomalia.</p>



<p>Não existem medicamentos que podem tratar e curar siringomielia. A radiação é usada frequentemente e produz poucos benefícios exceto na presença de um tumor.</p>



<p>A fisioterapia atua no alívio das dores, principalmente na fase aguda da doença, onde o paciente queixa de dor e formigamento no pescoço e nos ombros.</p>



<p>Em fonoaudiologia várias alterações a nível que altera a qualidade do paciente podem ocorrer, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Disfagia/ *com risco de aspiração silenciosa e risco de pneumonia aspirativa, (tanto de fase oral,</li>



<li>fase *laríngea, fase esofagiana) fala com alterações fonéticas / disartria pela perda de força da musculatura de cabeça de pescoço.</li>



<li>Também verificamos o acúmulo de secreções e dificuldades na execução / produção de tosse produtiva para a drenagem dela, com o objetivo de deixar limpa a região de pregas vocais / traqueia e consequentemente os pulmões do paciente.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disfagia &#8211; Saber é poder, poder é tratar!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-saber-e-poder-poder-e-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica). A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica).</p>



<p>A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme sua localização.</p>



<p>A disfagia alta é a nível de cavidade oral e “início da garganta” e é caracterizada por inúmeras características; dentre elas:&nbsp;mastigação lenta, diminuição dos movimentos mastigatórios, bolo alimentar não bem formado, resíduos alimentares após a deglutição.</p>



<p>A disfagia esofágica também pode ser denominada disfagia &#8220;baixa&#8221;, referindo-se a uma provável localização no esôfago, (canal por onde passa a comida, localizado na garganta). Esta suspeita é reforçada quando uma disfagia intermitente para sólidos e líquidos estiver associada a dor torácica. A Disfagia que ocorre apenas para sólidos, mas nunca para líquidos, sugere a possibilidade de uma dificuldade alimentar a nível de esôfago; uma obstrução, como por exemplo.</p>



<p>A disfagia é um problema comum, sua incidência pode chegar a 33% nos atendimentos de urgência, e estudos em asilos de idosos tem mostrado que de 30 a 40% dos pacientes tem distúrbios de deglutição, resultando em alta incidência de complicações por aspiração. Mas se não tratada adequadamente, pode levar o paciente a óbito.</p>



<p>Há poucas opções de tratamento para a disfagia orofaríngea, pois os distúrbios neuromusculares e neurológicos que a produzem dificilmente podem ser corrigidos por tratamento clínico ou cirúrgico, sondas.</p>



<p>Na atualidade, o tratamento que tem se mostrado mais eficaz e sem contraindicação, quando ministrado por especialistas no assunto, é o tratamento ministrado por um fonoaudiólogo em consoante com equipe médica (gastroenterologistas, neurologistas, nutricionistas; dentre outros).&nbsp;</p>



<p>Em fonoaudiologia, uma investigação minuciosa é realizada e várias técnicas terapêuticas têm sido empregadas&nbsp;para ajudar na deglutição&nbsp;saudável e funcional do paciente, contribuindo, dentre outras,&nbsp;para a não colocação da sonda quando ele não consegue se alimentar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Podemos detectar a disfagia, levando-se em consideração alguns sinais que o paciente dá; tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em iniciar a deglutição</li>



<li>Regurgitação nasal</li>



<li>Tosse</li>



<li>Fala anasalada</li>



<li>Redução no reflexo de tosse</li>



<li>Engasgamento (note que a aspiração e penetração laríngeas podem ocorrer sem tosse ou tosse).</li>



<li>Disartria e diplopia (podem acompanhar condições neurológicas que causam disfagia orofaríngea).</li>



<li>A halitose pode estar presente em pacientes com presença de resíduos alimentares e na presença de patologias específicas.</li>
</ul>



<p>Em síntese, o paciente precisa ser avaliado sempre que houver a suspeita de qualquer um dos sinais/sintomas acima. Cuidadores, familiares, acompanhantes; todos devem estar atentos a qualquer um desses sintomas.</p>



<p>Quer certificar a presença da disfagia ou tem dúvidas???</p>



<p>Procure por um&nbsp;especialista, o fonoaudiólogo mais próximo de você!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel do cavalo na recuperação do paciente</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-papel-do-cavalo-na-recuperacao-do-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[apraxia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[sucção]]></category>
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					<description><![CDATA[Como praticamente tudo em nosso dia a dia necessita de ritmo (a fala, a mastigação, deglutição, a sucção, respiração, etc.), o fonoaudiólogo &#8220;aproveita-se&#8221; do andar ritmado do cavalo para trabalhar as funções que encontram-se alteradas dentro do ambiente equoterápico. Utiliza-se também, do estímulo que o cavalo e o ambiente proporcionam ao paciente (ou praticante) trabalhando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como praticamente tudo em nosso dia a dia necessita de ritmo (a fala, a mastigação, deglutição, a sucção, respiração, etc.), o fonoaudiólogo &#8220;aproveita-se&#8221; do andar ritmado do cavalo para trabalhar as funções que encontram-se alteradas dentro do ambiente equoterápico. Utiliza-se também, do estímulo que o cavalo e o ambiente proporcionam ao paciente (ou praticante) trabalhando a linguagem e os aspectos cognitivos e a comunicação do paciente.</p>



<p>Geralmente, este profissional trabalha com indivíduos que apresentam os seguintes quadros fonoaudiológicos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atraso no Desenvolvimento Neuropsicomotor;</li>



<li>Atraso de Linguagem;</li>



<li>Retardo de Aquisição de Linguagem;</li>



<li>Disfagia;</li>



<li>Alterações musculares, estruturais e funcionais dos órgãos fonoarticulatórios (língua, lábios, bochechas&#8230;); Casos relacionados a encaminhamentos ortodônticos e otorrinolaringológicos. Ou seja; alterações nas funções neurovegetativas (Sucção, mastigação, respiração, deglutição&#8230;);</li>



<li>Deficiências auditivas e desenvolvimento das Funções Auditivas.</li>



<li>Disartria;</li>



<li>Apraxias em OFAS;</li>



<li>Afasia/Distúrbio Fonológico;</li>



<li>Distúrbio Articulatório/Distúrbio Fonético/Troca de sons na fala etc.</li>
</ul>



<p>Porém, seu trabalho não engloba apenas estes aspectos pois este profissional deve&nbsp;ter a visão globalizada do indivíduo, isto é, o indivíduo considerado como um ser maior, entendido em todas as suas dimensões e não como uma simples &#8220;boca&#8221;. E a partir daí, efetuar planejamentos multiprofissionais dentro da equipe, sempre em prol do paciente.</p>



<p>Conheça sobre do trabalho da equoterapia: procure o centro mais próximo de sua casa!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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