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	<title>disfagia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>disfagia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Doença de Huntington &#8211; A doença da idade adulta</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/doenca-de-huntington-a-doenca-da-idade-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 22:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos [&#8230;]]]></description>
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<p>A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos citosina, adenina e guanina (CAG), responsáveis pela codificação da glutamina. Na pessoa sã a sequência CAG é encontrada com repetições menores que 20; já em pessoas portadoras da doença de Huntington há sempre mais de 36 repetições, tornando assim o gene defeituoso. Os primeiros sintomas surgem em decorrência da perda progressiva de células nervosas que ficam em uma parte específica do cérebro, os gânglios de base.</p>



<p>Por ser uma doença neurológica, as principais características apresentadas pelos pacientes são os problemas motores e mentais. Além da coréia, são desenvolvidos problemas como rigidez muscular, disartria e disfagia. Outro sintoma importante é a letargia no raciocínio, sendo que os momentos de instabilidade emocional se tornam constantes. A depressão, pode surgir também. Não possui cura. Entretanto, os sintomas podem ser controlados, por meio de medicamentos neurolépticos e antidepressivos e terapias complementares como: Fono, Fisio. To. e Psicologia. Os principais sintomas que necessitarão de suporte contínuo da equipe terapêutica de estimulação são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Impulsividade</li>



<li>Falta de consciência em relação aos próprios comportamentos e capacidades</li>



<li>Lentidão de pensamento e, muitas vezes, dificuldade em estabelecer uma linha de raciocínio e exprimi-la</li>



<li>Dificuldade de aprendizagem e de guardar novas informações.</li>



<li>Irritabilidade</li>



<li>Tristeza</li>



<li>Apatia emocional</li>



<li>Retraimento social</li>



<li>Insônia</li>



<li>Fadiga e perda de energia</li>



<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Espasmos e outros movimentos involuntários (coreia)</li>



<li>Problemas musculares, como rigidez e contração muscular (distonia)</li>



<li>Movimentos oculares lentos ou anormais</li>



<li>Anormalidades da marcha, problemas de postura e de equilíbrio</li>



<li>Dificuldade para engolir ou falar.</li>
</ul>



<p>Para a disartria, alterações de concentração, memória o Fonoaudiólogo se faz necessário, assim como nas questões que estão relacionadas à disfagia; que melhoram a qualidade de vida do paciente acometido, fazendo com que as funções que o mesmo executa , relacionados à comunicação, memória, alimentação, voz e fala melhorem consideravelmente; após estimulação contínua fonoaudiológica. Exercícios cognitivos diários ajudam a preservar as habilidades mentais reduzindo a perda de memória, percepção e orientação em terapia fonoaudiológica.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sorriso torto é normal? Conheça sobre a paralisia facial periférica</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sorriso-torto-e-normal-conheca-sobre-a-paralisia-facial-periferica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 21:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[paralisia facial]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em paralisia facial, observamos comprometimentos de ordens estética e funcional dos músculos faciais com repercussão emocional marcante. Dentre as principais causas, além das idiopáticas, destacam-se o trauma, o tumor e a infecção. A ausência de movimentos nos músculos da face acarreta desfiguração e comprometimento da expressão facial, sorriso, expressividade, fundamental no processo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando falamos em paralisia facial, observamos comprometimentos de ordens estética e funcional dos músculos faciais com repercussão emocional marcante. Dentre as principais causas, além das idiopáticas, destacam-se o trauma, o tumor e a infecção.</p>



<p>A ausência de movimentos nos músculos da face acarreta desfiguração e comprometimento da expressão facial, sorriso, expressividade, fundamental no processo de comunicação humana (mímica facial). A fala é dificultada pelo desvio do filtro naso-labial e pela articulação inadequada dos fonemas labiodentais e bilabiais, pelo comprometimento do músculo bucinador.</p>



<p>Eventualmente, os pacientes se engasgam e podem ter dificuldade para deglutir alimentos sólidos em função da diminuição salivar e da paralisia nos músculos estilo-hioideo e ventre posterior do digástrico, ambos inervados pelo nervo facial.</p>



<p>A paralisia do movimento palpebral inferior gera grande desconforto ocular no lado comprometido, podendo assumir características dramáticas como úlcera de córnea, desconforto e dor decorrentes da exposição prolongada da córnea.</p>



<p>Indivíduos com paralisia facial periférica potencialmente também possuem condições que induzem à mastigação unilateral, realizada pelo lado não afetado, principalmente pela dificuldade de ação do músculo bucinador (inervado pelo nervo facial) uma vez que com a pouca participação deste músculo, há acúmulo de resíduos do lado afetado.</p>



<p>A combinação entre a trabalho em mímica e exercícios fonoterápicos possibilita um rápido avanço na musculatura orofacial e minimiza os problemas com a alimentação, fala e integração social.</p>



<p>Diversos são os meios utilizados na terapia miofuncional que têm como objetivo a melhora muscular e funcional do indivíduo acometido pela paralisia facial periférica, analisados caso a caso pelo fonoaudiólogo.</p>



<p>Marque sua avaliação, agende seu horário conosco!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Emoções como uma das prováveis causas do mal de Parkinson</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/emocoes-como-uma-das-provaveis-causas-do-mal-de-parkinson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 20:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal de Parkinson, doença que&nbsp;<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/Mal-de-Parkinson" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>atinge, em geral, pessoas com idade acima dos 55 anos e tem como causa principal problemas de origem emocional, pessoas que sofrem com ansiedade e angústia, que passam por intensos&nbsp; sofrimentos/ traumas/ dores na alma.</p>



<p>Não adianta apenas tratar os sintomas com remédios. O ideal é saber a causa do problema<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/sofrimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>e agir sobre ela, só assim os sintomas sentidos pelo paciente serão amenizados.</p>



<p>O Tratamento tem seu início com diagnóstico neurológico após exame clínico e exames específicos como tomografias, ressonância magnética; (dentre outros que se fizerem necessários) onde dentre vários achados clínicos, onde a substância negra do cérebro será analisada e verificada se há perda ou não da mesma (relacionando com o quadro de Parkinson).</p>



<p>Após ser diagnosticado o quadro de Parkinson, o paciente deverá entrar com medicamentos específicos para o caso e, também, com o principal; tratamento de reabilitação: Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia ocupacional e Psicologia para melhor suporte de caso. A equipe cuidará para que o paciente não perda suas funções normais de: Falar, andar, organização e expressão de discurso / comunicação vocal, respiração, mímica facial / tiques faciais / disfagia; (Fono), Terapia ocupacional (atividades de vida diária, como por exemplo: paciente que não consegue mais executar tarefas finas como dirigir, pentear cabelo, dirigir, escovar os dentes, dentre outros. A TO cuidará destas funções para que o paciente no venha a perder) Fisioterapia (marcha / andar/ força muscular; dentre outros) e aspectos Psicológicos (depressão, ansiedade do paciente e familiares).</p>



<p>No que se diz respeito aos aspectos emocionais, devemos lembrar que:</p>



<p>&#8220;A dor emocional provoca um aumento na produção de salsolinol, substância que mata as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos. Situações traumáticas, angústia, ansiedade, cobrança excessiva e pessimismo aumentam a produção dessa substância e são grandes indicadores de um possível paciente com Mal de Parkinson&#8221;, conforme descreve o Dr. Cícero Coimbra neurologista da Unifesp, autoridade no assunto.</p>



<p>Agende seu horário conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Siringomielia e/ou Hidromielia &#8211; Conhecendo para melhor tratar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-e-ou-hidromielia-conhecendo-para-melhor-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição. Qualquer alteração no complexo processo já descrito é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição.</p>



<p>Qualquer alteração no complexo processo já descrito é chamada de disfagia, que pode ter causas mecânicas, neurológicas e/ou psicológicas, além de acometer diferentes fases da deglutição.</p>



<p>As disfagias neurogênicas são transtornos de deglutição e/ou alimentação causados por doença ou trauma neurológico. As disfunções neurológicas podem afetar a ação muscular responsável pelo transporte do bolo alimentar da boca para o esôfago.</p>



<p>As disfagias orofaríngeas manifestam-se através de vários sintomas como: distúrbios na mastigação, dificuldade em iniciar a deglutição, regurgitação nasal, tosse e/ou engasgos durante as refeições.</p>



<p>Na siringomielia e/ou hidromielia; quando a lesão afeta a área bulbar, o paciente pode ter sintomas de disartria, disfagia e acometimento dos músculos da face. Como alguns autores referem, a siringomielia e/ou hidromielia deve ser considerada no diagnóstico diferencial quando ocasiona disfagia, constipação crônica e outros. Muitas vezes a disfagia pode estar associada a uma dessas patologias e iniciar o quadro por apresentar causas mais perceptíveis como: refluxo gastroesofágico, esofagites e dificuldade na coordenação da deglutição devida ao comprometimento do sistema nervoso central.</p>



<p>A reabilitação da disfagia orofaríngea como manifestação objetiva do quadro de malformação depende diretamente da precoce atuação conjunta multidisciplinar, de modo a promover um adequado desenvolvimento das estruturas e funcionalidade delas, no paciente a ser trabalhado. além do mais, fatores subjetivos como: estado emocional do paciente, suporte familiar e situação socioeconômico-cultural vão interferir diretamente na evolução da disfagia. O paciente deverá procurar algo que o satisfaça e o deixe bem consigo mesmo no âmbito corpo e mente. Caso não esteja conseguindo, o suporte psicológico será fundamental nestes casos de modo a não contribuir negativamente na miofuncionalidade do paciente.</p>



<p>Em clínica, paciente e família serão orientados quanto a novas condutas a serem adotadas diariamente com o paciente.</p>



<p>Para saber mais, agende seu horário conosco!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Siringomielia &#8211; Você já ouviu falar?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-voce-ja-ouviu-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna vertebral no cocxis. Quando aparece uma cavidade como um quisto na medula espinhal que afeta principalmente a matéria cinzenta é siringomielia, porque o buraco central muda o aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx, em grego, na maioria dos casos não se sabe por que se forma.</p>



<p>Muitas podem ser as causas, como no caso de trauma, tumor, infecção, fixação da coluna vertebral na região lombar por doenças congênitas, como espinha bífida, meningocele e mielomeningocele. Mas na maioria dos casos a causa é desconhecida, não se detecta causa nenhuma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/siringomielia.jpg" alt="aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx" title="Siringomielia - Você já ouviu falar? 1"></figure></div>


<p>O paciente tem alterações em algumas partes do seu corpo, especialmente nos braços, de tal maneira que nota o tato, mas não a temperatura dos objetos, por isso queima facilmente, porque não sente dor. Há perda de massa muscular e presença fraqueza da força, alterações da marcha, podendo-se chegar à deficiência caso não seja tratado por equipe multidisciplinar: equipe médica, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.</p>



<p>Geralmente, recomenda-se a cirurgia para pacientes com siringomielia. O principal objetivo da cirurgia é o de proporcionar mais espaço para o cerebelo na base do crânio e a parte superior do pescoço, sem passar pelo cérebro ou medula espinhal. Isto permite que a cavidade primária se aplane ou desapareça. Se siringomielia for causada por um tumor, o tratamento de escolha é a remoção do tumor, o que quase sempre elimina as siringes.</p>



<p>A cirurgia permite estabilizar os sintomas ou melhorar ligeiramente na maioria dos pacientes. Atrasos no tratamento pode causar danos irreversíveis à medula espinhal. A recorrência de siringomielia após a cirurgia pode exigir operações adicionais, em alguns casos a cirurgia não gera bons resultados.</p>



<p>Em alguns doentes, pode ser necessário drenar a siringe, que pode ser alcançada através de um cateter, drenos e válvulas. Este sistema também é conhecido como derivação ventrículo-peritoneal, muito utilizado nos casos de hidrocefalia. Com a drenagem do excesso de fluidos, alivia-se dor, dores de cabeça (cefaleia) e rigidez. Normalmente, os sintomas continuam, se não corrigir a anomalia.</p>



<p>Não existem medicamentos que podem tratar e curar siringomielia. A radiação é usada frequentemente e produz poucos benefícios exceto na presença de um tumor.</p>



<p>A fisioterapia atua no alívio das dores, principalmente na fase aguda da doença, onde o paciente queixa de dor e formigamento no pescoço e nos ombros.</p>



<p>Em fonoaudiologia várias alterações a nível que altera a qualidade do paciente podem ocorrer, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Disfagia/ *com risco de aspiração silenciosa e risco de pneumonia aspirativa, (tanto de fase oral,</li>



<li>fase *laríngea, fase esofagiana) fala com alterações fonéticas / disartria pela perda de força da musculatura de cabeça de pescoço.</li>



<li>Também verificamos o acúmulo de secreções e dificuldades na execução / produção de tosse produtiva para a drenagem dela, com o objetivo de deixar limpa a região de pregas vocais / traqueia e consequentemente os pulmões do paciente.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS)… Doença rara de meia idade &#8211; como a fonoaudiologia pode ajudar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atrofia-de-multiplos-sistemas-ams-doenca-rara-de-meia-idade-como-a-fonoaudiologia-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS é considerada uma doença rara, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando. A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS</em></strong> <strong>é <em>considerada uma doença rara</em></strong>, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando.</p>



<p><em>A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala</em>.</p>



<p>O tratamento farmacológico é limitado, e a resposta à levodopa (fármaco usado no tratamento das síndromes parkinsonianas), conforme algumas pesquisas demonstram, quando acontece, só é observada nos estágios iniciais da doença. O tratamento também aponta para a necessidade de apoio multidisciplinar ao paciente, com fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e enfermeiros.</p>



<p><br>A AMS é também conhecida como degeneração estriatonigral, atrofia olivopontocerebelar ou síndrome de Shy-Dragger. Não é considerada uma doença hereditária e geralmente afeta homens e mulheres de meia idade. A falta de conhecimento sobre a doença leva a falhas no diagnóstico e tratamentos incorretos.</p>



<p>Os sintomas podem aparecer em várias combinações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de equilíbrio e coordenação,</li>



<li>problemas na marcha,</li>



<li>dificuldades na alimentação*,</li>



<li>tosse,</li>



<li>engasgos,</li>



<li>*riscos de aspiração/ *pneumonia aspirativa e *até levar a óbito, e , se após um determinado período;</li>
</ul>



<p>Caso o paciente não seja assistido adequadamente por equipe médica</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>(neurologista, fisiologista, pneumologista, geriatra),</li>



<li>fonoaudiólogo, (atuando nos aspectos *alimentares/ *deglutição, respiração, manutenção de secreção não produtiva no tudo laríngeo, fala, voz e organização destes sistemas)</li>



<li>fisioterapeuta (respiratório inferior/ pulmão, marcha/ membros inferiores, superiores, etc.)</li>



<li>psicólogo (suporte emocional)</li>



<li>terapeuta ocupacional (manutenção das atividades diárias do paciente).</li>
</ul>



<p>A atrofia de múltiplos sistemas (AMS) é caracterizada pela presença de sinais parkinsonianos, cerebelares, autonômicos e piramidais, em várias combinações. O aparecimento de disartria e disfagia no primeiro ano de manifestação de parkinsonismo, sugere o diagnóstico de AMS.</p>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico.</p>



<p>O grau de conhecimento de uma doença rara determina tanto a rapidez com que é diagnosticada como a qualidade das coberturas médica e social. A percepção do doente da sua qualidade de vida está mais ligada à qualidade dos cuidados do que à gravidade da doença ou ao grau das deficiências associadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Ajude ao próximo, se ajude!! Se ame, ame ao outro!! Seja multiplicador do saber!!!</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico</p>



<p>Se você conhece alguém que possui sintomas como: diminuição da mímica facial/ capacidade para se expressar por meio da musculatura facial, expressando sentimentos; dificuldades na mastigação, deglutição/dificuldades para engolir alimentos (sólidos , líquidos, pastosos), fala robotizada, voz áspera, ou pastosa; lentificada, diferente da habitual, dificuldades na linguagem gestual ,(como escovar os dentes, pentear o cabelo, fazer o sinal da cruz) respiração com dificuldades, tremor em mãos; dentre outros&#8230; É hora de procurar suporte médico&#8230; É hora de procurar por seu fonoaudiólogo!!!</p>



<p>A qualidade de vida e o atendimento precoce garantirá uma melhor qualidade de vida para o paciente que necessita do suporte multidisciplinar de caso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disfagia &#8211; Dúvidas frequentes</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-duvidas-frequentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 22:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é disfagia? É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago. O que é pneumonia aspirativa? Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&#160;deglutido engolido; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O que é disfagia?</h2>



<p>É um conjunto de sintomas e características que afetam a qualidade de *deglutição (*a forma de engolir). A coordenação da deglutição envolve a participação de nervos e músculos da boca, face, garganta (laringe , faringe) até o estômago.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é pneumonia aspirativa?</h2>



<p>Quando o alimento que entra pela boca, ao ser&nbsp;deglutido engolido; entra na via aérea (via respiratória). Ou quando o alimento que vem do estomago por meio do refluxo e vômito é aspirado no pulmão. Ambos podem ocasionar pneumonia aspirativa e levar o paciente à óbito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as causas mais comuns da disfagia?</h2>



<p>Câncer, acidentes automobilísticos, derrame (acidente vascular cerebral), doenças neurológicas infantis e do adulto, doenças gástricas do recém-nascido, criança ou adulto e até mesmo a retirada de estruturas responsáveis pela deglutição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe apenas um tipo de disfagia?</h2>



<p>Não, existem mais tipos. De acordo com a classificação geral, podemos ter:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>Disfagia preparatória oral</em></strong>: dificuldade de obter o alimento, mastigá-lo, misturá-lo com saliva e formar o bolo alimentar.</li>



<li><strong><em>Disfagia oral: </em></strong>dificuldade em controlar o bolo e transportar para região posterior da boca.</li>



<li><strong><em>Disfagia faríngea</em></strong>: dificuldade na deglutição quando o alimento está na região posterior da boca e região superior da faringe (garganta). Dificuldade em fechar a aérea (respiração) à deglutição.</li>



<li><strong><em>Disfagia esofágica:</em></strong> é caracterizada por dificuldade da deglutição quando o alimento já entrou no esôfago.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como é tratado a disfagia?</h2>



<p>Dependendo do grau de comprometimento se fará as escolhas de tratamento. Os seguintes profissionais estão envolvidos no tratamento: fonoaudiólogo, neurologista, pediatra, otorrinolaringologista, gastroenterologista, pneumologista, cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista, radioterapeuta, dentista, nutricionista, enfermeiro, psicólogo; entre outros. O pneumologista, gastro e fono; geralmente participam de todo o processo terapêutico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Fonoaudiologia trata a disfagia?</h2>



<p>Realizando o Gerenciamento dos distúrbios da deglutição e da alimentação via oral por meio de exercícios terapêuticos, manobras facilitadoras e protetoras das vias respiratórias. Também pode participar na realização dos exames complementares dos transtornos da deglutição (videofluoroscopia – exame dinâmico de imagem e nasofibroscopia de deglutição).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é alimentação terapêutica?</h2>



<p>Quando a disfagia é severa e faz utilização de sondas, o paciente poderá deglutir em situações controladas, geralmente pela fonoaudióloga ou enfermeira treinada pela fonoaudióloga. A alimentação oral será ministrada em quantidade e consistência específica de acordo com a habilidade do paciente. A necessidade nutricional será suprida através da alimentação alternativa (sondas enterais ou gástricas). À medida que o paciente melhora, os membros da família e/ou cuidadores auxiliam nos treinos.</p>



<p>Se você se identificou com essas dúvidas e possui um conhecido nesta situação; mande suas dúvidas ou marque uma consulta conosco!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Disfagia &#8211; Saber é poder, poder é tratar!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disfagia-saber-e-poder-poder-e-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica). A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica).</p>



<p>A disfagia orofaríngea também pode ser denominada disfagia &#8220;alta” ou &#8220;baixa&#8221; conforme sua localização.</p>



<p>A disfagia alta é a nível de cavidade oral e “início da garganta” e é caracterizada por inúmeras características; dentre elas:&nbsp;mastigação lenta, diminuição dos movimentos mastigatórios, bolo alimentar não bem formado, resíduos alimentares após a deglutição.</p>



<p>A disfagia esofágica também pode ser denominada disfagia &#8220;baixa&#8221;, referindo-se a uma provável localização no esôfago, (canal por onde passa a comida, localizado na garganta). Esta suspeita é reforçada quando uma disfagia intermitente para sólidos e líquidos estiver associada a dor torácica. A Disfagia que ocorre apenas para sólidos, mas nunca para líquidos, sugere a possibilidade de uma dificuldade alimentar a nível de esôfago; uma obstrução, como por exemplo.</p>



<p>A disfagia é um problema comum, sua incidência pode chegar a 33% nos atendimentos de urgência, e estudos em asilos de idosos tem mostrado que de 30 a 40% dos pacientes tem distúrbios de deglutição, resultando em alta incidência de complicações por aspiração. Mas se não tratada adequadamente, pode levar o paciente a óbito.</p>



<p>Há poucas opções de tratamento para a disfagia orofaríngea, pois os distúrbios neuromusculares e neurológicos que a produzem dificilmente podem ser corrigidos por tratamento clínico ou cirúrgico, sondas.</p>



<p>Na atualidade, o tratamento que tem se mostrado mais eficaz e sem contraindicação, quando ministrado por especialistas no assunto, é o tratamento ministrado por um fonoaudiólogo em consoante com equipe médica (gastroenterologistas, neurologistas, nutricionistas; dentre outros).&nbsp;</p>



<p>Em fonoaudiologia, uma investigação minuciosa é realizada e várias técnicas terapêuticas têm sido empregadas&nbsp;para ajudar na deglutição&nbsp;saudável e funcional do paciente, contribuindo, dentre outras,&nbsp;para a não colocação da sonda quando ele não consegue se alimentar.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Podemos detectar a disfagia, levando-se em consideração alguns sinais que o paciente dá; tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em iniciar a deglutição</li>



<li>Regurgitação nasal</li>



<li>Tosse</li>



<li>Fala anasalada</li>



<li>Redução no reflexo de tosse</li>



<li>Engasgamento (note que a aspiração e penetração laríngeas podem ocorrer sem tosse ou tosse).</li>



<li>Disartria e diplopia (podem acompanhar condições neurológicas que causam disfagia orofaríngea).</li>



<li>A halitose pode estar presente em pacientes com presença de resíduos alimentares e na presença de patologias específicas.</li>
</ul>



<p>Em síntese, o paciente precisa ser avaliado sempre que houver a suspeita de qualquer um dos sinais/sintomas acima. Cuidadores, familiares, acompanhantes; todos devem estar atentos a qualquer um desses sintomas.</p>



<p>Quer certificar a presença da disfagia ou tem dúvidas???</p>



<p>Procure por um&nbsp;especialista, o fonoaudiólogo mais próximo de você!!</p>
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		<item>
		<title>O papel do cavalo na recuperação do paciente</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-papel-do-cavalo-na-recuperacao-do-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[apraxia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[sucção]]></category>
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					<description><![CDATA[Como praticamente tudo em nosso dia a dia necessita de ritmo (a fala, a mastigação, deglutição, a sucção, respiração, etc.), o fonoaudiólogo &#8220;aproveita-se&#8221; do andar ritmado do cavalo para trabalhar as funções que encontram-se alteradas dentro do ambiente equoterápico. Utiliza-se também, do estímulo que o cavalo e o ambiente proporcionam ao paciente (ou praticante) trabalhando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como praticamente tudo em nosso dia a dia necessita de ritmo (a fala, a mastigação, deglutição, a sucção, respiração, etc.), o fonoaudiólogo &#8220;aproveita-se&#8221; do andar ritmado do cavalo para trabalhar as funções que encontram-se alteradas dentro do ambiente equoterápico. Utiliza-se também, do estímulo que o cavalo e o ambiente proporcionam ao paciente (ou praticante) trabalhando a linguagem e os aspectos cognitivos e a comunicação do paciente.</p>



<p>Geralmente, este profissional trabalha com indivíduos que apresentam os seguintes quadros fonoaudiológicos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atraso no Desenvolvimento Neuropsicomotor;</li>



<li>Atraso de Linguagem;</li>



<li>Retardo de Aquisição de Linguagem;</li>



<li>Disfagia;</li>



<li>Alterações musculares, estruturais e funcionais dos órgãos fonoarticulatórios (língua, lábios, bochechas&#8230;); Casos relacionados a encaminhamentos ortodônticos e otorrinolaringológicos. Ou seja; alterações nas funções neurovegetativas (Sucção, mastigação, respiração, deglutição&#8230;);</li>



<li>Deficiências auditivas e desenvolvimento das Funções Auditivas.</li>



<li>Disartria;</li>



<li>Apraxias em OFAS;</li>



<li>Afasia/Distúrbio Fonológico;</li>



<li>Distúrbio Articulatório/Distúrbio Fonético/Troca de sons na fala etc.</li>
</ul>



<p>Porém, seu trabalho não engloba apenas estes aspectos pois este profissional deve&nbsp;ter a visão globalizada do indivíduo, isto é, o indivíduo considerado como um ser maior, entendido em todas as suas dimensões e não como uma simples &#8220;boca&#8221;. E a partir daí, efetuar planejamentos multiprofissionais dentro da equipe, sempre em prol do paciente.</p>



<p>Conheça sobre do trabalho da equoterapia: procure o centro mais próximo de sua casa!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atuação da Fonoaudiologia na Disfagia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atuacao-da-fonoaudiologia-na-disfagia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 22:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=82</guid>

					<description><![CDATA[Disfagia é um distúrbio da deglutição, em diferentes fases: preparatória oral, faríngea e esofágica, afetando crianças e adultos. A deglutição acontece de forma imprecisa e lenta, com diferentes alimentos. Não é uma doença e sim um sintoma de um AVC ou um traumatismo craniano, como por exemplo. Os principais sintomas são: A Reabilitação Fonoaudiológica trata-se de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Disfagia é um distúrbio da deglutição, em diferentes fases: preparatória oral, faríngea e esofágica, afetando crianças e adultos. A deglutição acontece de forma imprecisa e lenta, com diferentes alimentos. Não é uma doença e sim um sintoma de um AVC ou um traumatismo craniano, como por exemplo. <em>Os principais sintomas são</em>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>» tosse, durante ou após deglutição ou &#8220;voz molhada&#8221;;</li>



<li>» pigarro durante ou após deglutição;</li>



<li>» modificação na dieta (consistência, quantidade);</li>



<li>» presença de sialorréia;</li>



<li>» variação de peso;</li>



<li>» incoordenação respiratória enquanto dorme;</li>



<li>» mudança na postura de cabeça durante alimentação;</li>



<li>» utilização de algum medicamento.<em>As causas mais comuns da disfagia são problemas neurológicos como:</em></li>



<li>» AVC (acidente vascular cerebral) e TCE (traumatismo crânio encefálico);</li>



<li>» doença de Parkinson;</li>



<li>» mal de Alzheimer;</li>



<li>» miastenia grave;</li>



<li>» disfagia muscular;</li>



<li>» esclerose lateral amiotrófica (ELA);</li>



<li>» paralisia cerebral.</li>
</ul>



<p><em>A Reabilitação Fonoaudiológica t</em>rata-se de restabelecer a função normal, ou compensatória, fazendo com que o paciente consiga se alimentar normalmente e reduzindo a probabilidade da utilização ou indicação do uso de sondas para a alimentação; acontecendo em 2 níveis: </p>



<p>1. A reabilitação propriamente dita, pode ser feita através das técnicas passivas e ativas </p>



<p>2. O gerenciamento das alterações de deglutição e treinamento junto ao paciente e familiares.</p>



<p>Conheça mais, converse com seu fonoaudiólogo!!<br><br>&nbsp;</p>
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