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	<title>disfonia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>disfonia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Tenho nódulos (&#8220;Calos&#8221;) na voz. E agora?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tenho-nodulos-calos-na-voz-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[No tratamento dos nódulos vocais a primeira opção é a reabilitação vocal. A segunda opção, é a cirúrgica. A tendência moderna é a não utilização do repouso vocal como modalidade de tratamento dos nódulos, contudo, em casos selecionados, podendo-se propor um repouso vocal modificado, ou um uso de voz controlado e programado, o que visa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No tratamento dos nódulos vocais a primeira opção é a reabilitação vocal. A segunda opção, é a cirúrgica.</p>



<p>A tendência moderna é a não utilização do repouso vocal como modalidade de tratamento dos nódulos, contudo, em casos selecionados, podendo-se propor um <em>repouso vocal modificado</em>, ou um <em>uso de voz controlado e programado,</em> o que visa à redução da sobrecarga fonatória. Pode ainda ser empregada a voz de higiene vocal ou iniciar o tratamento do paciente com a abordagem de voz confidencial, seguida pela terapia de ressonância (Verdolini,-Marston, Burke, Lessac, Glaze e Caldwell, 1995), o que favorece uma redução rápida a abordagem vocal posterior, reduzindo o tempo de tratamento.</p>



<p>A reabsorção dos nódulos depende da reabilitação vocal ministrada, que deve ser direta e objetiva, da dedicação verdadeira e total&nbsp;do paciente aos exercícios propostos e da modificação do comportamento vocal inadequado, visando um novo e correto padrão de prática vocal.</p>



<p>Nódulos fibróticos podem eventualmente ser reabsorvidos em reabilitação vocal, porém a longo prazo e com grande participação e motivação do paciente.</p>



<p>Quando o paciente consegue ser suficientemente orientado e conscientizado sobre a importância da reabilitação, dedicando-se aos exercícios e realizando as mudanças comportamentais sugeridas, o tempo previsto de terapia pode ser bastante reduzido. Em contrapartida, se não faz oque lhe é pedido, pode perdurar por meses a fim.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quanto mais você esperar para iniciar a reabilitação, menores vão ficando as suas chances de sucesso na fonoterapia e maiores às probabilidades de ser submetido a uma cirurgia se aproximam.</p>
</blockquote>



<p>A cirurgia é indicada apenas quando os nódulos são antigos fibróticos, ou quando o paciente necessita de uma mudança vocal rápida e não tem tempo suficiente para se dedicar à reabilitação. No entanto<em>, trabalhar em locais barulhentos pode aumentar a recorrência de nódulos 30% de pacientes operados.</em> <em>Além disso, há maior recorrência de nódulos em pacientes que não recebem fonoterapia</em>. Sendo assim, mesmo quando se opta por um tratamento cirúrgico para nódulos, a fonoterapia deverá ser ministrada no pós-operatório, a fim de modificar os ajustes laríngeos inadequados e trabalhar as questões comportamentais.</p>



<p>Pense nisso, procure seu fonoaudiólogo!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Problemas de voz em bebês e crianças menores</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/problemas-de-voz-em-bebes-e-criancas-menores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
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					<description><![CDATA[Mamães, fiquem alertas para as alterações na voz dos seus filhos! São as chamadas disfonias causadas por fatores orgânicos ou funcionais. É importante salientar que alterações de voz são sintomas a serem observados e avaliados. A presença de nódulo vocal (calo nas pregas vocais) é significativa na infância, mais frequente nos meninos, e merece tratamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mamães, fiquem alertas para as alterações na voz dos seus filhos! São as chamadas disfonias causadas por fatores orgânicos ou funcionais.</p>



<p>É importante salientar que alterações de voz são sintomas a serem observados e avaliados. A presença de nódulo vocal (calo nas pregas vocais) é significativa na infância, mais frequente nos meninos, e merece tratamento especializado. A caracterização da família é fundamental neste processo, modificando eventuais características ambientais e auxiliando a criança na identificação de seus abusos. Seria interessante que os pais, ao detectarem que a voz da criança se altera com frequência, não importando a faixa etária, investigassem. Os profissionais especializados para avaliar e indicar o melhor tratamento para o seu filho são o fonoaudiólogo e o médico otorrinolaringologista. O trabalho fonoaudiológico junto as crianças contam com a participação ativa da família para que os comportamentos da criança com relação à sua voz sejam modificados.</p>



<p>Do ponto de vista orgânico, há as anomalias estruturais, geralmente congênitas, e os traumatismos laríngeos. Quando há alteração vocal evidente desde o nascimento, estes fatores devem ser investigados por um otorrinolaringologista, que, posteriormente, poderão ser encaminhados para o fonoaudiólogo para reabilitação. Há ainda problemas relacionados às alergias, principalmente do aparelho respiratório.</p>



<p>As causas funcionais, ou seja, relativas ao uso da voz, são as mais frequentes. O abuso vocal é fato frequentemente observável na maior parte das crianças, o que pode ser facilmente detectável nas atividades diárias da criança como em festinhas infantis, durante o horário de recreio da escola, durante a realização de esportes como o futebol, vôlei, handball e basquete.</p>



<p>Mamãe, procure observar&nbsp;em seu filho os seguintes comportamentos e os cuidados que podem ser realizados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando o bebê chora muito forte, gritando forte e alto, poderá ficar rouco, o que poderá ocasionará alterações em sua voz. E se contínuo, problemas mais sérios e que merecem cuidados.</li>



<li>A agressividade aliada ao abuso da voz, insegurança representada pela tensão dos músculos da fala/de voz, imitação de animais, imitação de personagens de desenhos também podem provocar alterações na voz dos pequenos.</li>



<li>Nestes casos, um dos conselhos é alertar a criança para que não grite, mas para isso, devemos prestar atenção ao que ela tem para dizer ao dar significado a causa de seus gritos e de seus abusos de voz.</li>



<li>Interessar-se por suas atividades. Perguntar o que estão fazendo, se estão gostando, por exemplo, o que você fez na escola hoje? Diminui as ansiedades e tensões sobreo mecanismo fonador.</li>



<li>Reduzir a competição vocal: evitar tornar o ambiente agitado e evitar frequentar sempre locais agitados, onde todos querem falar ao mesmo tempo.</li>



<li>Identificar certos abusos vocais: imitar animais, lutas, monstros, carros. Tentar substituí-los por estalos de língua e vibrações de lábios e língua, que tem como objetivo, o relaxamento dos músculos vocais e de fala também são orientações importantes.</li>



<li>Combinar com a criança certos sinais para quando ela estiver cometendo um abuso, para não chamar sua atenção na frente das outras pessoas.</li>



<li>Crianças alérgicas à poeira, perfumes, talcos, e até produtos de limpeza podem ter alterações vocais, bem como as crianças gripadas. Evitar o contato com essas substâncias e adotar medidas preventivas é uma excelente saída nestes casos. </li>



<li>A criança que possui uma deficiência auditiva pode apresentar um tom de voz mais elevado, isso porque ela não escuta ou escuta muito pouco a sua voz tendo que falar mais alto para se ouvir. Em contrapartida, crianças ou adultos que convivem com deficientes auditivos devem prestar atenção ao seu tom de voz elevado para não prejudicarem suas pregas vocais com alterações por esforço ao falar.</li>
</ul>



<p>Cuide da voz do seu filho. Qualquer alteração consulte seu fonoaudiólogo. Assim você poderá evitar sérias complicações futuras e consequentemente, traumas para seu pequeno.</p>



<p>Modificar o comportamento vocal de uma criança não é tarefa fácil. Para essas e outras dificuldades, conte com a ajuda de seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Desgaste de Ser Educador &#8211; Como vai seu instrumento de trabalho?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-desgaste-de-ser-educador-como-vai-seu-instrumento-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 15:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[sulco vocal]]></category>
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					<description><![CDATA[De manhã em uma escola, durante à tarde, outra escola,&#160;à noite em outra diferente. De uma sala de aula para outra, depois de um intervalo de 50 minutos. Após o trabalho, provas para corrigir, atividades para preparar, estudos, pesquisas e &#160;matérias para explicar no outro dia. No dia seguinte,&#160;serão horas e horas em pé, falando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De manhã em uma escola, durante à tarde, outra escola,&nbsp;à noite em outra diferente. De uma sala de aula para outra, depois de um intervalo de 50 minutos. Após o trabalho, provas para corrigir, atividades para preparar, estudos, pesquisas e &nbsp;matérias para explicar no outro dia.</p>



<p>No dia seguinte,&nbsp;serão horas e horas em pé, falando para a classe e se preparando para as próximas aulas. Apesar de ser um grande desgaste para o professor,&nbsp;é possível se prevenir e evitar complicações que podem tirá-lo da sala de aula por algum tempo.</p>



<p>Neste contexto, sabemos que a principal ferramenta de trabalho dos professores não é o livro e nem uma transparência refletida na parede: é a voz; sem ela, seria muito&nbsp;mais difícil transmitir conhecimento para os alunos.</p>



<p>Com base em uma pesquisa norte-americana, feita por Nelson Roy, da University of Utah, as fonoaudiólogas Fabiana Zambon, do Sinpro-SP (Sindicato dos Professores de São Paulo) e Mara Behlau, do CEV-SP (Centro de Estudos da Voz &#8211; São Paulo) iniciaram uma pesquisa com professores e não-professores para verificar os problemas de voz que a profissão acarreta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Dos 259 professores pesquisados, 62,9% afirmam que já sofreram problemas vocais e mais de 15% acreditam que precisarão mudar de ocupação no futuro por conta de problemas na voz.</p>
</blockquote>



<p>O desgaste do&nbsp;professor é consequência de um sistema que não funciona, no qual o professor é mal remunerado, tem pouco tempo para cuidar da saúde, não se alimenta adequadamente e muito exigido em sala de aula. &#8220;Ele dá mais aula do que deveria, trabalha quando deveria descansar, quando deveria recondicionar seus conhecimentos&#8221;.</p>



<p>Muitas vezes o professor entra no mercado de trabalho sem ter informações básicas de como cuidar da voz, e assim, ele não procura ajuda profissional para prevenir, e sim para tratar um problema que já existe. &#8220;Seria interessante que o professor tivesse, durante a sua formação, algo para aprender a cuidar da voz&#8221;, conforme resultados de uma pesquisa que efetuei em meu curso de especialização em 2007, no UNILAVRAS.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Por meio de simples mudanças no dia a dia já é mais fácil cuidar da saúde, mas falta consciência, até mesmo para quem já sofreu com desgastes.</p>
</blockquote>



<p>Para não fazer sua voz sofrer, procure por seu Fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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