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	<title>escrita &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Feb 2025 19:34:05 +0000</lastBuildDate>
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	<title>escrita &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
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	<item>
		<title>Seu filho anda &#8220;voado&#8221; em sala de aula??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-anda-voado-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).</p>



<p>As características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;</li>



<li>Tempo e atenção curtos (reduzido);</li>



<li>Ansiedade e estresse quando escuta;</li>



<li>Facilmente distraído;</li>



<li>Dificuldade em seguir direção;</li>



<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo;</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização sonora: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li>Síntese binaural: habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li>Figura-fundo: identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li>Separação binaural: habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li>Memória: habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li>Discriminação: habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li>Fechamento: habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li>Atenção: habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li>Associação: habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>Um transtorno no processamento auditivo central só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.</p>



<p>A queixa mais característica desse transtorno, entretanto, é a dificuldade de ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento:</h3>



<p>O fonoaudiólogo ao preparar um plano de terapia para as alterações do processamento auditivo central deve ter como objetivo principal criar condições para que o indivíduo possa se reorganizar quanto aos aspectos envolvidos na comunicação no que se refere a utilização dos fonemas, da prosódia e das regras da língua. Para cada tipo de alteração pode se organizar uma proposta de fonoterapia enfatizando alguns aspectos que deverão ser predominantemente treinados.</p>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica deve enfatizar os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído.</p>



<p>É através do treinamento auditivo que o fonoaudiólogo desenvolverá as habilidades prejudicadas, melhorando a percepção da fala e, consequentemente, aumentando sua competência comunicativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientações de como pais e professores podem ajudar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes de começar a falar, chame, olhe ou toque a criança, garanta que ela está olhando para você;</li>



<li>Fale mais alto, sem gritar, olhando para criança de frente;</li>



<li>Fale pausado, mais articulado;</li>



<li>Repita a ordem várias vezes, garanta que a criança entendeu, pedindo que ela repita o que deve ser feito;</li>



<li>Use frases mais curtas;</li>



<li>Adicione palavras diferentes às da criança, ampliando o vocabulário dela;</li>



<li>No início diminua os barulhos da casa (desligar rádio, TV) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar a janela quando possível), enquanto se fala com a criança;</li>



<li>Criar situações de comunicação com seu filho pelo menos 30 minutos por dia;</li>



<li>Contar histórias, cantar músicas, perguntar sobre atividades do dia.</li>
</ul>



<p>Para saber mais, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações para melhorar a fala prejudicada pós AVC</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-para-melhorar-a-fala-prejudicada-pos-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção gramatical. É difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. &#8220;É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse &#8216;surda&#8217; para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas&#8221;, que, conforme a extensão e localização da lesão cerebral, o paciente pode apresentar um ou mais sintomas, entre eles a perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras.&nbsp;</p>



<p>A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também pode se manifestar. O paciente pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. &#8220;Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer, fazer o nome do pai ao rezar, dentre outros.&#8221;</p>



<p>Para melhor auxiliar o paciente em casa, o familiar deverá&nbsp;escolher as tarefas, do grau de dificuldade mais simples e assim ir-se aumentando gradativamente o número de itens a serem oferecidos ou o grau de dificuldade, de acordo com o tipo de afasia que se está tratando.</p>



<p>Abaixo, algumas orientações primordiais que promoverão melhora do paciente a curto tempo:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Usar uma gravura, foto ou ilustração de uma cena do cotidiano / dia a dia  do paciente; utilizando frases que contenham a estrutura SVP (sujeito-verbo-predicado) &#8211; Ex.: João bebe água. Quanto mais simples e clara a foto / desenho / ilustração mais fácil para o paciente, ou seja, fotos onde a cena que se quer trabalhar esteja muito cheia de detalhes poderão confundir o paciente e dificultar o processo terapêutico. Articular claramente de modo que haja compreensão do paciente todo o tempo. Certifique que esteja olhando para você sempre que for dar uma ordem de ação.</li>



<li>Mudar de figura sempre que os objetivos da figura anterior forem concluídas.</li>
</ol>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Técnicas de Auxílio em casa:</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A) Compreensão de linguagem</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão auditiva</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Usar desenhos, pictogramas ou figuras</li>



<li>Usar objetos reais</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Dizemos /demonstramos a função do objeto (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Ajudar o Paciente dizendo o artigo correspondente, fazendo o debloqueamento</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão de leitura</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso de pictogramas, desenhos ou figuras + palavra escrita</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Usar objetos reais + palavra escrita</li>



<li>No treino de uma frase, marcar as palavras-chaves ou substantivos ou verbos de uma cor diferente (frases tipo SVP)</li>



<li>No treino de um texto, dividir o texto em frases curtas e claras</li>



<li>Usar figuras ou desenhos como feedback visual</li>



<li>Marcar as passagens mais importantes</li>



<li>Marcar os verbos com um rotulador verde (ou de outra cor)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">B) Produção verbal</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falar junto com o terapeuta</li>



<li>Leitura labial</li>



<li>Cantar com o Paciente para fazer o desbloqueamento (canções infantis ou conhecidas)</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia da palavra ou frase</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do Paciente e com ele falar a palavra ou frase de forma melódica</li>



<li>Repetição</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia das palavras ou frases, cantando a palavra</li>



<li>Leitura labial (nós  só fazemos os movimentos da boca, sem voz)</li>



<li>Paciente procura repetir</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do P e com ele falar de forma melódica a palavra ou frase </li>



<li>Nós repetimos com o Paciente , depois o Paciente sozinho</li>



<li>Nomear objetos (usando gravuras, desenhos ou objetos reais)</li>



<li>Dizer ao Paciente o número de letras que tem a palavra<br>Mostrar ao Paciente o número de sílabas no papel (o número de lacunas correspondentes)</li>



<li>Dizer o artigo da palavra (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Usar gestos e mímica, mostrando a função pragmática do objeto</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Toda manhã eu tomo&#8230;&#8221; a palavra desejada é, no caso, café/banho etc. Dizemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o P possa dizê-la</li>



<li>Dizer ao P a primeira letra da palavra</li>



<li>Mostrar a gravura/foto ao Paciente<br>Dar a ele 2 ou 3 palavras, relacionadas semanticamente</li>



<li>Ex.: a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o terapeuta diz então manteiga &#8211; queijo &#8211; mel e &#8212;&#8211;</li>



<li>Mostrando a gravura dizer 2 palavras rimadas dando ao P uma ideia de como a palavra &#8220;soa&#8221;. Ex. a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o T diz então chão &#8211; mão e &#8230; (pão)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">C) Leitura em voz alta</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Numa frase cobrir todas as palavras e só deixar uma palavra visível e com fácil acesso (no caso, a última) para que o P possa ler. Ex: Paulo toma /café/. Lemos: &#8220;Paulo toma&#8230;&#8221; e o Paciente completa lendo a palavra-chave</li>



<li>Usar palavras escritas na forma maiúscula ou de imprensa</li>



<li>Tocar com a ponta dos dedos na mesa acompanhando o número de sílabas da palavra, enfatizando a sílaba tônica</li>



<li>Começamos pronunciando a primeira sílaba da palavra, o Paciente continue a ler</li>



<li>Usar frases tipo : &#8220;Eu penteio os &#8230; (a palavra desejada é , no caso, cabelos)</li>



<li>Lemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o Paciente possa ler</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">D) Escrita</h2>



<p>Cópia &#8211; O Paciente deve formar/copiar a palavra que mostramos a ele:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Colocamos na mesa todas as letras que a palavra contém, o paciente as coloca na ordem certa.</li>



<li>O paciente deve ele mesmo procurar as letras que precisa, escolhendo aquelas que constam da palavra (se a palavra tem 5 letras, dá-se ao P um total de 8 letras para que ele escolha as que ele necessita)</li>



<li>O Paciente escolhe sozinho as letras que ele precisa (da caixa de letras do alfabeto)</li>



<li>Mostramos a palavra e a soletramos, o Paciente deve escrever/pintar ou desenhar a palavra no papel</li>



<li>O Paciente copia a palavra &#8220;outra vez&#8221; &#8211; a palavra já está escrita com letras recortadas em papel lixa, o P apenas &#8220;copia&#8221; a palavra novamente passando o/os dedo/os sobre a palavra (estímulo tátil e visual)</li>



<li>Copiar letra por letra da palavra ( cobrimos as outras letras enquanto o P copia uma após outra)</li>



<li>Mostramos um objeto/foto/desenho com a palavra escrita &#8211; o Paciente copia a palavra no papel ou pinta com o dedo/pincel, etc</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Ditado</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O paciente escreve/pinta ou desenha a letra que o terapeuta lhe diz</li>



<li>O Paciente forma a palavra dita pelo terapeuta com as letras na mesa (ver acima opções com 3 graus de dificuldade)</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a sílaba dita pelo terapeuta</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a palavra dita pelo terapeuta</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nomear de forma escrita</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mostramos ao Paciente 2 ou 3 desenhos de objetos da mesma área semântica</li>



<li>O Paciente deve escrever/pintar ou desenhar o nome do objeto descrito por nós</li>



<li>Usamos gestos e mímica mostrando a função da palavra que está sendo procurada &#8211; o P escreve/pinta ou desenha a palavra</li>



<li>Escrevemos a primeira sílaba da palavra &#8211; o P completa escrevendo/desenhando ou pintando a palavra</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Eu penteio o &#8230;&#8221;a palavra desejada é , no caso, cabelo. O terapeuta lê a frase e deixa a última palavra em aberto para que o P possa escrevê-la</li>



<li>Soletramos a palavra e o P escreve/pinta ou desenha letra por letra no papel</li>



<li>Mostrar ao Paciente a figura de um objeto.</li>



<li>Também mostramos os nomes de 2 ou 3 palavras que se relacionam de forma semântica com a palavra procurada (ou palavras rimadas) O Paciente então escreve/pinta ou desenha a palavra que está sendo procurada.</li>
</ul>



<p>FAMILIARES: Sempre estejam em contato com sua Fonoaudióloga!! Ela será sempre sua melhor companhia!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações aos familiares de Afásicos</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-aos-familiares-de-afasicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 15:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda total ou parcial da faculdade de se expressar pensamentos por meio da fala, escrita ou gestos, podendo também interferir na compreensão daquilo que é falado. Ou seja, além do paciente possuir dificuldades na fala, escrita ou gestos; ele pode também apresentar dificuldades em entender aquilo que as pessoas falam com ele. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda total ou parcial da faculdade de se expressar pensamentos por meio da fala, escrita ou gestos, podendo também interferir na compreensão daquilo que é falado. Ou seja, além do paciente possuir dificuldades na fala, escrita ou gestos; ele pode também apresentar dificuldades em entender aquilo que as pessoas falam com ele. De nada tendo a ver com um problema de inteligência ou dificuldades auditivas /surdez.</p>



<p>A Afasia pode ser consequências diversas: AVCs, infartos, embolias, aneurismas, tumores cerebrais, lesando uma determinada área do cérebro responsável pelos movimentos voluntários e até mesmos involuntários, dependendo do caso.</p>



<p>O tratamento é feito multidisciplinar: Médico, fonoaudiólogo e áreas afins a patologia.</p>



<p>A Afasia não gera apenas prejuízos na área de linguagem, mas também, na psicológica (os indivíduos se tornam introvertidos, mal-humorados, nervosos, tristes e desanimados) o desejo sexual continua presente, mas, a impotência para ereção pode aparecer; dentre outras características.</p>



<p>É sempre bom conversar com seu fonoaudiólogo para que possa melhor direcioná-lo, junto à equipe, a melhor conduta a ser praticada.</p>



<p>Nestes casos a família deverá ter conhecimento sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As perdas que o Afásico sofre no dia &#8211; a &#8211; dia e como ajudar</li>



<li>Como pode melhorar a relação com o familiar em casa</li>



<li>A melhora do paciente e sua recuperação depende da lesão e do quanto ele é estimulado. É importante assim, dar sequência e sem faltar o tratamento, para não atrapalhar a organização cerebral do paciente e sua melhora. Para tanto qualquer falta, poderá comprometer SERIAMENTE o desenvolvimento do paciente.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<ul class="wp-block-list">
<li>Não tratar o paciente como criança.</li>
</ul>
</blockquote>



<ul class="wp-block-list">
<li>Respeite sua opinião e vontades, ele tem sentimentos como você. A independência futura dele começa pelas suas atitudes.</li>



<li>Se o paciente possuir dificuldades em suas atividades íntimas, como o banho ou ir ao banheiro, procure um familiar que já o ajudava anteriormente para não constranger ainda mais o mesmo.</li>



<li>Faça com que ele retorne suas atividades paulatinamente, e aos poucos. Ex: Ao invés de ficar de pijama o dia todo, peça que ele troque de roupas e ajude nas atividades fáceis em casa.</li>



<li>Não obrigue o mesmo a participar de atividades que não queira.</li>



<li>Evitar assuntos como doenças, cobranças, que possam atrapalhar o desenvolvimento do paciente.</li>



<li>É normal ora o paciente responder corretamente, ora não conseguir. O importante é sempre encorajá-lo a participar.</li>



<li>Mesmo que o paciente apresente dificuldades no manuseio de objetos, encorajá-lo a fazer sempre, mesmo que não saia 100 % correto. Ele chegará lá.</li>



<li>Quanto a comunicação, sempre se assente de frente ao mesmo, dando importância ao que o paciente fale.</li>



<li>Quando a família perceber que o paciente estiver apresentando dificuldades para compreender uma ação, faça uso de objetos concretos. Ex: Pergunte: &#8220;Que almoçar? -Segure o prato e pergunte!&#8221;</li>



<li>Fale com o paciente com velocidade normal, sem cortar ou separar sílabas lentamente.</li>



<li>Quando o paciente estiver reunido com muitas pessoas, fale uma pessoa de cada vez; falando sempre frases curtas e simples.</li>



<li>Quando não conseguir falar uma palavra ou se expressar muito bem, não cobre, apenas dê o modelo correto.</li>



<li>Elogie seus progressos, nunca demonstre ansiedade ou critique.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Afasia após AVC: como ajudar o paciente</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/afasia-apos-avc-como-ajudar-o-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 23:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia, é por si só a perda da capacidade e das habilidades de linguagem falada e escrita. Podendo ser a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, e de fala, de causa neurológica central decorrentes de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Conforme a extensão e localização da lesão o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia, é por si só a perda da capacidade e das habilidades de linguagem falada e escrita. Podendo ser a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, e de fala, de causa neurológica central decorrentes de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Conforme a extensão e localização da lesão o paciente pode apresentar um ou mais sintomas.</p>



<p>Dentre os sintomas estão a perda total ou parcial da ou das habilidades de: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>articulação das palavras; </li>



<li>perda da fluência verbal; </li>



<li>dificuldade de expressar-se verbalmente; </li>



<li>dificuldade em nomear objetos; </li>



<li>repetir palavras; contar; </li>



<li>nomear por exemplo os dias da semanas, meses do ano; </li>



<li>ou ainda perda da noção gramatical; </li>



<li>interpretar o que ouve, é como se a pessoa mesmo ouvindo, ficasse &#8220;surda&#8221; para as palavras, não reconhecendo o significado das mesmas.</li>
</ul>



<p>Muitas vezes consegue perceber alguma palavra e deduz o restante da comunicação;  ler; escrever; organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. Por exemplo o paciente não consegue com gestos mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading">A Afasia é classificada e trabalhada conforme sua localização</h2>
</blockquote>



<p>Existem peculiaridades que diferenciam as afasias e proporcionam ao médico uma determinação da topografia da região afetada, independente da causa, portanto podemos dividi-las em:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia de Broca</h2>



<p>A afasia de Broca caracteriza-se por grande dificuldade em falar, porém a compreensão da linguagem encontra-se preservada. Essa síndrome é também dita como afasia não fluente, de expressão ou motora: os pacientes conseguem executar normalmente a leitura silenciosa, mas a escrita está comprometida. Esses pacientes possuem, ainda, fraqueza na hemiface e membro superior direito (devido à proximidade das regiões afetadas pelo distúrbio circulatório). Os pacientes têm consciência do seu déficit e se deprimem com facilidade (frustração). Entretanto, o prognóstico é bom quanto à recuperação de parte da linguagem falada, embora sejam necessários meses para a realização de uma fala simples, abreviada, ainda que não fluente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia de Wernicke</h2>



<p>A afasia de Wernicke caracteriza-se por dificuldade na compreensão da linguagem, a fala é fluente e faz pouco sentido. Essa síndrome é também denominada afasia fluente, de recepção ou sensorial. Diferente dos pacientes com afasia de Broca, os pacientes com essa síndrome começam a falar espontaneamente, embora de modo vago, fugindo do objetivo da conversa. Pode existir parafasias, isto é, uma palavra substituindo outra, como chamar uma colher de garfo (parafasia literal), ou um som substituindo outro, como ao chamar uma colher de mulher (parafasia verbal); geralmente, não apresentam fraqueza associada, os pacientes não se dão conta de seu déficit e a recuperação é mais difícil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia de Condução</h2>



<p>Na afasia de condução, a compreensão está relativamente preservada e a fala é fluente e espontânea. Existe, entretanto, incapacidade de repetir palavras corretamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia Global</h2>



<p>Afasia global é a perda de todas as capacidades de linguagem: compreensão, fala, leitura e escrita, sendo causado geralmente por um infarto completo no território da artéria cerebral média esquerda; os pacientes, sendo assim, também apresentam geralmente hemiplegia direita (total perda de força no lado direito do corpo), além de demência associada; o prognóstico é mais reservado.</p>



<p>O tratamento consiste na estimulação e treino de linguagem, percepção visual e auditiva, treino articulatório, de leitura, fala, memória e atenção. Visa estimular o cérebro de forma global pela ginástica cerebral e de forma focalizada na fala e linguagem.</p>



<p>Marque sua avaliação para investigar melhor.</p>
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		<item>
		<title>Fala acelerada: Conheça um pouco mais sobre esta alteração</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fala-acelerada-conheca-um-pouco-mais-sobre-esta-alteracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio na velocidade de fala.</p>



<p>A taquifemia é caracterizada pela velocidade  aumentada de fala, prejudicando a compreensão da mensagem falada .</p>



<p>Codificada na &#8220;Classificação Internacional de Doenças&#8221; (CID-10) com os caracteres F98.6; é considerada  um distúrbio ou transtorno de fluência.</p>



<p>A maioria das pessoas com taquifemia refere outros familiares que também apresentam fala rápida (pais, irmãos, tios, primos e/ou avós). Desta forma, há indícios de que a taquifemia seja transmitida geneticamente de geração em geração. As mutações genéticas relacionadas à taquifemia ocasionariam mau funcionamento de áreas do cérebro relacionadas à fala e, principalmente, ao ritmo da fala.</p>



<p>A taquifemia ocorre quatro vezes mais em homens do que em mulheres.Podem ser observadas as seguintes características:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Velocidade muito rápida de fala;</li>



<li>Uma frase emenda na outra no discurso, ao falar, sem respirações ou pausas maiores.</li>



<li>Evita falar e diferentes situações.Evitando situações de leitura, apresentações orais, seminários, responder a lista de presença; dentre outros. Também observamos presença de interjeições, sons de preenchimento, repetições de palavras no sentido de auto correção. Ex: É, é eu fui lá na cidade de Sã &#8211; São Leopoldo, é São Leopolpoldo sim.</li>



<li>Pouca percepção das dificuldades de fala, não reconhecendo o que faz na fala.</li>
</ol>



<p>Entretanto, dois outros sintomas também são obrigatórios para o diagnóstico de taquifemia: aumento considerável no número de hesitações/disfluências comuns e pouca ou nenhuma consciência do distúrbio de fluência. Apesar de não serem sintomas obrigatórios, costumam estar presentes na taquifemia, os seguintes pontos positivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Genético /Hereditário favorável para alterações na linguagem</li>



<li>Troca de letras na fala e/ou na escrita</li>



<li>Dificuldade para encontrar as palavras ao falar e ao escrever</li>



<li>Dificuldades na construção do discurso, coerência e coesão baixa, discurso confuso</li>



<li>Dificuldades de leitura e escrita</li>



<li>Atraso no desenvolvimento de linguagem</li>



<li>Desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade (TDAH).</li>
</ul>



<p>No início do processo de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados,tais como: a motivação, a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo e uma melhor atuação conjunta entre fonoaudiólogo, paciente, família e social.</p>



<p>       O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo, priorizando a redução da velocidade de fala, a diminuição da disfluência e o aumento da inteligibilidade da da mesma. A continuidade do trabalho em casa é fundamental e de suma importância.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dificuldades escolares de A a Z:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/dificuldades-escolares-de-a-a-z/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[discalculia]]></category>
		<category><![CDATA[disgrafia]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[disortografia]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas. É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas.</p>



<p>É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem há algum tempo.</p>



<p>As dificuldades podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo se estão associadas à preguiça, cansaço, sono, tristeza, agitação, desordem, dentre outros, considerados fatores que também desmotivam o aprendizado.</p>



<p>A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dificuldades na fala, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).</p>



<p>O que podemos observar, de modo geral, em alunos com dificuldades de aprendizagem incluem problemas mais localizados nos campos da conduta e da aprendizagem, dos seguintes tipos (exemplos mais comuns):</p>



<p>Atividade motora: hiperatividade ou hipoatividade, dificuldade de coordenação…,</p>



<p>Atenção: baixo nível de concentração, dispersão…,</p>



<p>Área matemática: problemas em seriações, inversão de números, reiterados erros de cálculo …,</p>



<p>Área verbal: problemas na codificação/ decodificação simbólica, irregularidades na lectoescrita, disgrafias …,</p>



<p>Emoções: desajustes emocionais leves, baixa autoestima …,</p>



<p>Memória: dificuldades de fixação …,</p>



<p>Percepção: reprodução inadequada de formas geométricas, confusão entre figura e fundo, inversão de letras …,</p>



<p>Sociabilidade: inibição participativa, pouca habilidade social, agressividade.</p>



<p>Fala: Troca de sons na fala, distorção de sons ; dentre outros.</p>



<p>Audição: perda auditiva, alteração no processamento auditivo central com dificuldades em compreender o que é falado, sem perda auditiva.</p>



<p>A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dislalia, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).</p>



<p>Abaixo, um breve resumo do que vem a ser estas alterações:</p>



<p><strong>&#8211; Dislexia:</strong> é a dificuldade que aparece na leitura, impedindo o aluno de ser fluente, pois faz trocas ou omissões de letras, inverte sílabas, apresenta leitura lenta, dá pulos de linhas ao ler um texto, etc. Estudiosos afirmam que sua causa vem de fatores genéticos, mas nada foi comprovado pela medicina.</p>



<p><strong>&#8211; Disgrafia:</strong> normalmente vem associada à dislexia, porque se o aluno faz trocas e inversões de letras consequentemente encontra dificuldade na escrita. Além disso, está associada a letras mal traçadas e ilegíveis, letras muito próximas e desorganização ao produzir um texto.</p>



<p><strong>&#8211; Discalculia:</strong> é a dificuldade para cálculos e números, de um modo geral os portadores não identificam os sinais das quatro operações e não sabem usá-los, não entendem enunciados de problemas, não conseguem quantificar ou fazer comparações, não entendem sequencias lógicas e outros.</p>



<p><strong>&#8211; Dificuldades na fala:</strong> é a dificuldade na emissão da fala, apresenta pronúncia inadequada das palavras, com trocas de fonemas e sons errados, tornando-as confusas. Manifesta-se mais em pessoas com problemas no palato, flacidez na língua ou lábio leporino.</p>



<p><strong>&#8211; Disortografia:</strong> é a dificuldade na linguagem escrita e também pode aparecer como consequência da dislexia. Suas principais características são: troca de grafemas, desmotivação para escrever, aglutinação ou separação indevida das palavras, falta de percepção e compreensão dos sinais de pontuação e acentuação.</p>



<p><strong>&#8211; TDAH:</strong> O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema de ordem neurológica, que trás consigo sinais evidentes de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade. Hoje em dia é muito comum vermos crianças e adolescentes sendo rotulados como DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção), porque apresentam alguma agitação, nervosismo e inquietação, fatores que podem advir de causas emocionais. É importante que esse diagnóstico seja feito por equipe multidisciplinar.</p>



<p>Dúvidas?? Agende sua consulta ou convoque nossa consultoria.</p>
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		<title>&#8220;Hiperativo&#8221; ou &#8220;Imperativo&#8221;??? &#8211; Descubra a seguir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/hiperativo-ou-imperativo-descubra-a-seguir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente ao falarmos em TDAH, encontramos ainda, muitas pessoas com dúvidas em relação à criança ou ao aluno que não para quieto e que não tem limites no dia a dia; seja na escola, na família ou na sociedade. Para responder a essas questões, uma forma bem objetiva e direta de se responder logo abaixo: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="115" class="elementor elementor-115">
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<p>Atualmente ao falarmos em TDAH, encontramos ainda, muitas pessoas com dúvidas em relação à criança ou ao aluno que não para quieto e que não tem limites no dia a dia; seja na escola, na família ou na sociedade.</p>



<p>Para responder a essas questões, uma forma bem objetiva e direta de se responder logo abaixo:</p>



<p><em>Sintomas relacionados à desatenção:</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>não prestar atenção a detalhes;</li>



<li>ter dificuldade para concentrar-se;</li>



<li>não prestar atenção ao que lhe é dito;</li>



<li>ter dificuldade em seguir regras e instruções;</li>



<li>desvia a atenção com outras atividades;</li>



<li>não terminar o que começa;</li>



<li>ser desorganizado;</li>



<li>evitar atividades que exijam um esforço mental continuado;</li>



<li>perder coisas importantes;</li>



<li>distrair-se facilmente com coisas alheias ao que está fazendo;</li>



<li>esquecer compromissos e tarefas.</li>



<li>Problemas financeiros,</li>



<li>Tarefas complexas se tornam entediantes e ficam esquecidas</li>



<li>Dificuldade em fazer planejamento de curto ou de longo prazo</li>
</ul>



<p><em>&nbsp;Os sintomas relacionados à hiperatividade/impulsividade</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;</li>



<li>não permanecer sentado por muito tempo;</li>



<li>pular, correr excessivamente em situações inadequadas;</li>



<li>sensação interna de inquietude;</li>



<li>ser barulhento em atividades lúdicas;</li>



<li>ser muito agitado;</li>



<li>falar em demasia;</li>



<li>responder às perguntas antes de concluídas;</li>



<li>ter dificuldade de esperar sua vez;</li>



<li>intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.</li>
</ul>



<p>Para se diagnosticar um caso de TDAH é necessário que o indivíduo em questão apresente pelo menos seis dos sintomas de desatenção e/ou seis dos sintomas de hiperatividade; além disso os sintomas devem manifestar-se em pelo menos dois ambientes diferentes e por um período superior a seis meses.</p>



<p>Se ainda persistirem dúvidas procure seu fonoaudiólogo!!!</p>
								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Escola e a Hiperatividade &#8211; Uma Luz!!!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-escola-e-a-hiperatividade-uma-luz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O sucesso educacional e do aprendizado de crianças portadoras de TDAH (Transtorno Defict de Atenção e Hiperatividade) não envolve&#160; apenas um tratamento multidisciplinar que assiste o paciente, mas, também o complemento familiar e escolar. O TDAH é considerado uma deficiência educacional de base biológica tratável, mas não curável. Exemplificando, o TDAH assemelha-se ao diabetes: os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O sucesso educacional e do aprendizado de crianças portadoras de TDAH (Transtorno Defict de Atenção e Hiperatividade) não envolve&nbsp; apenas um tratamento multidisciplinar que assiste o paciente, mas, também o complemento familiar e escolar.</p>



<p>O TDAH é considerado uma deficiência educacional de base biológica tratável, mas não curável. Exemplificando, o TDAH assemelha-se ao diabetes: os objetivos da intervenção escolar são de conter e controlar os sintomas de modo a impedir  ou reduzir a ocorrência de riscos secundários que ocorrem com crianças cujo transtorno não é controlado adequadamente. No caso do TDAH, esses riscos incluem repetência, rejeição por parte dos colegas, suspensão, expulsão, desempenho baixo, dentre outros aspectos.</p>



<p>O transtorno não se deve à falta de habilidade ou conhecimento, mas consiste em uma dificuldade para manter a atenção, o esforço e a motivação em inibir o comportamento ao longo do tempo.</p>



<p>No contexto escolar os professores devem estar envolvidos de forma ativa e voluntária, de uma administração escolar que apoie a identificação, conscientização e intervenção no TDAH. Esses componentes são o carro chefe do tratamento, pois, dentre os muitos aspectos a serem trabalhados, estão as modificações curriculares que deverão ser aplicadas dentro da sala de aula. Sendo assim, o conhecimento e a postura de mudança dos professores são fundamentais; lembrando sempre que &#8216;toda mudança gera incomodo e alguns desajustes no início. Neste estágio, a compreensão sobre o transtorno e suas implicações são fundamentais.</p>



<p>As intervenções mais efetivas para melhorar o desempenho escolar são aplicadas de forma coerente dentro e fora do ambiente escolar. Nestes casos, devemos considerar o uso dos colegas, computadores e demais ferramentas no aprendizado facilitador.</p>



<p>Professores que são treinados para o trabalho com alunos portadores de TDAH, sem resistência fazem o transtorno ser compreendido sem dificuldades e ainda colaboram para o desenvolvimento de metodologia eficaz e sucesso no aprendizado por parte dos alunos.</p>



<p>Venha fazer parte dessa equipe de sucesso, procure seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Material de Apoio &#8211; Livro sobre dislexia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/material-de-apoio-livro-sobre-dislexia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 12:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Abaixo, livro indicado e citado pela Associação Brasileira de Dislexia. Observação: Não é a única forma de se trabalhar com a Dislexia, apenas um material de apoio que aborda o tema da Dislexia, de forma bem fácil e lúdica para que o Disléxico e público geral possam compreender o problema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Abaixo, livro indicado e citado pela Associação Brasileira de Dislexia. Observação: Não é a única forma de se trabalhar com a Dislexia, apenas um material de apoio que aborda o tema da Dislexia, de forma bem fácil e lúdica para que o Disléxico e público geral possam compreender o problema.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/dislexia.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de dislexia."></object><a id="wp-block-file--media-5764a36a-93b2-43a3-bfe0-c02272553846" href="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/dislexia.pdf">dislexia</a><a href="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/dislexia.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-5764a36a-93b2-43a3-bfe0-c02272553846">Baixar</a></div>


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			</item>
		<item>
		<title>Um norte em Dislexia – A visão da fonoaudiologia aos professores, pais e pacientes</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/um-norte-em-dislexia-a-visao-da-fonoaudiologia-aos-professores-pais-e-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 22:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A dislexia é caracterizada como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, com maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica. Como critério de exclusão, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A dislexia é caracterizada como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, com maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.</p>



<p>Como critério de exclusão, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.</p>



<p>Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar que inclui inúmeros profissionais;dentre eles: Neurologista, oftalmologista, Fonoaudiólogo, psicólogo.         </p>



<p><strong><em>Existem alguns critérios que nos mostram a probabilidade de um indivíduo ser portador de Dislexia, em diferentes etapas de sua vida. Segue-se a seguir:</em></strong> </p>



<p><strong><em>Pré-Escola, pré-alfabetização: </em></strong>Criança que demorou para falar e ainda apresenta algumas trocas na fala.Pronunciação constantemente errada de algumas sílabas. Crescimento lento do vocabulário, falando poucas palavras, por aprender novas palavras mais lentamente que as demais crianças.Dificuldade em aprender cores, números e copiar seu próprio nome. Falta de habilidade para tarefas motoras finas (abotoar, amarrar sapato, &#8230;) Não conseguir narrar uma história conhecida em sequência correta (início, meio e fim)<strong><em> </em></strong></p>



<p><strong><em>Dificuldades encontradas no início da Alfabetização: </em></strong>Dificuldades em aprender o alfabetoparar e seqüenciar, verbalmente ou auditivamente, os sons (ex: p – a – t – o )Dificuldades para discriminar fonemas de sons semelhantes: t /d; &#8211; g / j; &#8211; p / b.,Dificuldades na diferenciação de letras com orientação espacial: d /b ;- d / p; &#8211; n /u; &#8211; m / u pequenas diferenças gráficas: e / a;- j / i;- n / m;- u /v</p>



<p>Apresenta dificuldades nas habilidades auditivas – rimas (Cantar músicas em seqüências com início,meio e final). Não possui ou possui orientação temporal incompleta (ontem – hoje – amanhã, dias da semana, meses do ano; aprender o alfabeto)Não consegue obter orientação espacial de forma natural (lateralidade difusa, confunde a direita e esquerda, embaixo, em cima) execução da letra cursiva.Sempre com déficits significativos. Dificuldades na preensão e pressão do lápis, favorecendo o desenvolvimento da disgrafia. <strong><em>  </em></strong></p>



<p><strong><em>Ensino fundamental e principais dificuldades mais encontradas:  </em></strong>Leitura silábica, decifratória. Nível de leitura abaixo do esperado para sua série e idade. Dificuldades na soletração de palavras.Leitura em voz alta diante da turma. Substituições, trocas, omissões ,distorções e adições na leitura e escrita. Fragmentação incorreta: o menino joga bola no campo de futebol &#8211; omeninojo gabolaetubol. Planejamento, organização e conseguir terminar as tarefas dentro do tempo. Elaboração de textos escritos, como redação. Dificuldades na interpretação de enunciados de problemas matemáticos e figuras geométricas.Dificuldades em copiar do quadro.</p>



<p><strong><em>Ensino médio e principais dificuldades encontradas</em></strong>: Dificuldade em aprender outros idiomas. Dificuldade em planejar e fazer redações. Dificuldade nas habilidades de memória. Dificuldade de prestar atenção em detalhes ou, ao contrário, atenção demasiada a mínimos detalhes. Criação de subterfúgios para esconder sua dificuldade. Leitura lenta e interpretação pobre. Dificuldade de entender conceitos abstratos.<br><br><strong><em>Ensino Superior / Universitário e  principais dificuldades encontradas:</em></strong> Disgrafia ou ‘letra feia’ diante de letras cursivas. Horários (adiantam-se, chegam tarde ou esquecem). Falta do hábito de leitura. Normalmente tem talentos espaciais (engenheiros, arquitetos, artistas). <em>Mas, as dificuldades e características não param por aí. Consulte seu fonoaudiólogo e veja como poderá te ajudar.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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