<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>fala &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<atom:link href="https://fonoaudiologia.med.br/tag/fala/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Feb 2025 19:21:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.1</generator>

<image>
	<url>https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/blessclinica-150x150.png</url>
	<title>fala &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Você conhece sua língua?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voce-conhece-sua-lingua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 14:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=342</guid>

					<description><![CDATA[Você sabia que língua é um dos órgãos mais importantes e versáteis do corpo humano. Sem a língua ficaria bem mais difícil nos comunicarmos socialmente, é muito importantes na gustação e mastigação, (sua superfície é coberta por papilas primárias identificando o sabor doce, salgado, amargo e ácido) importante na deglutição ajudando na propulsão do bolo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="342" class="elementor elementor-342">
				<div class="elementor-element elementor-element-3fd8786 e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="3fd8786" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-49afa8ba elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="49afa8ba" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									
<p>Você sabia que língua é um dos órgãos mais importantes e versáteis do corpo humano.</p>

<p>Sem a língua ficaria bem mais difícil nos comunicarmos socialmente, é muito importantes na gustação e mastigação, (sua superfície é coberta por papilas primárias identificando o sabor doce, salgado, amargo e ácido) importante na deglutição ajudando na propulsão do bolo alimentar durante o processo de digestão que se inicia na boca, na sucção, por exemplo.</p>

<p>Alterações na musculatura e funcionalidade da língua podem contribuir para que uma pessoa possa roncar mais, alterar o formato da mordida / dentes, falar errado, cantar com menos projeção, cansando mais ao cantar e até para quem usa a voz diminuir o tempo de fala produtivo gerando esforço.</p>

<p>Por isso a avaliação Fonoaudiológica é tão importante nestes casos. No Instagram (Fono Thaís Bless) temos uma foto de um paciente ilustrando um caso real. Alterações como voz tensionada, língua empurrando os dentes para frente, falando tocando nos dentes, alteração na mastigação e deglutição e a outra foto mostrando a atuação Fonoaudiológica nestes aspectos.</p>

<p>Quer saber mais? Entre em contato conosco.</p>
								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você tem pigarro na garganta? O que fazer com ele?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voce-tem-pigarro-na-garganta-o-que-fazer-com-ele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2022 18:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=364</guid>

					<description><![CDATA[Independente se cantor ou não, sempre ouvimos a queixa do pigarro na garganta. &#160;Um dos desafios no atendimento de pessoas com queixa de secreção é que elas que não apresentam queimação no estômago. &#8220;Não tem pigarro, não tem dor, mas tem a região queimada&#8221;. Muitas vezes não temos sinais em exames otorrinolaringológicos. &#160;Uma das queixas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Independente se cantor ou não, sempre ouvimos a queixa do pigarro na garganta.</p>



<p>&nbsp;Um dos desafios no atendimento de pessoas com queixa de secreção é que elas que não apresentam queimação no estômago. &#8220;Não tem pigarro, não tem dor, mas tem a região queimada&#8221;. Muitas vezes não temos sinais em exames otorrinolaringológicos.</p>



<p>&nbsp;Uma das queixas mais recorrentes se formos ranquear o cotidiano clínico do atendimento ao cantor são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O pigarro fica se movimentando, minha voz não é a mesma quando estou cantando, parece carro engasgando-se.</li>



<li>Preciso ficar pigarreando para tentar movimentar essa secreção e depois, parece que minha voz fica mais cansada.</li>



<li>Parece que estou meio entupido quando estou com pigarro, é estranho!</li>



<li>Parece que o agudo não sai direito.</li>
</ul>



<p>&nbsp;Essas e outras queixas são muito frequentes quando atendo cantores do lírico, passando pelo popular, em performances individuais ou coletivas, amadoras ou profissionais.</p>



<p>&nbsp;Precisamos entender que o refluxo tem um lugar e um motivo. Ou ele vem de cima, descendo do nariz, das rinites, sinusites etc.)&nbsp;ou vem debaixo (refluxo laringe faríngeo) vindo do estômago; por exemplo. Lembrando que cada causa precisa ser bem investigada e tem seu tratamento diferenciado.</p>



<p>&nbsp;Além do mais, precisamos entender que em seu pescoço, mais precisamente na laringe, onde estão as pregas vocais, temos estruturas parecidas com cílios que se movimentam para expelir a secreção.</p>



<p>&nbsp;Temos também condições como quem fuma ou respira a fumaça do cigarro que contribui para causar dificuldade na movimentação de muco na garganta, e, esses cílios se movimentando menos tiram menos pigarro. Além de gerar pigarro, claro.</p>



<p>&nbsp;Quando a fumaça chega na garganta por exemplo, duas coisas acontecem: um movimento de defesa (aumento de secreção) e a parada de movimentação destes cílios, o que deposita muco e provoca o pigarro. Além de ser o maior causador da incidência de câncer de laringe e pulmão, prejudicando a voz.</p>



<p> Mas, o que acontece quando pigarreamos?</p>



<p>&nbsp;Quando pigarreamos acabamos por irritar a mucosa e descamar o tecido.</p>



<p>&nbsp;Para ajudar essa questão do pigarro eu sempre rastreio a origem do problema e uma das coisas que recomendo é a hidratação diária com 2 a 3 litros de água ao dia para que esta secreção saia naturalmente. Outra dica é inspirar como se estivesse enchendo um balão com nariz, prender o ar e deglutir em seguida.&nbsp; Os cantores sempre referem melhoras quando adotam medidas de cuidados com a voz e saúde vocal.&nbsp; Quando necessários, encaminhamentos são realizados e continuado o tratamento de voz com a fono.</p>



<p>&nbsp;Mas, como toda pessoa é única e cada caso é um caso, também precisa de uma análise especial.</p>



<p>Quer saber mais? Entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo (a).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diadococinesia te ajudando a cantar o som certo no ritmo certo:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/diadococinesia-te-ajudando-a-cantar-o-som-certo-no-ritmo-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2022 18:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Performance Musical]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[Diadococinesia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[ritmo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=360</guid>

					<description><![CDATA[Conforme você já deve estar acompanhando aqui no site; estamos falando sobre a Diadococinesia. Você se lembra?   Só para reforçar aqui e te lembrar um pouquinho do que falamos antes: pessoas que se queixam de não conseguirem encaixar o fonema/ o som da boca ao ritmo da música, muito comum também quando cantamos em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Conforme você já deve estar acompanhando aqui no site; estamos falando sobre a Diadococinesia. Você se lembra?</p>



<p>  Só para reforçar aqui e te lembrar um pouquinho do que falamos antes: pessoas que se queixam de não conseguirem encaixar o fonema/ o som da boca ao ritmo da música, muito comum também quando cantamos em outra língua, onde, os sons são diferentes e forma como produzimos ao falar e cantar também&#8230; como se nossa língua, nossa boca, nossa voz, procurasse encontrar as formas certas de se encaixar o som com o ritmo.</p>



<p>&nbsp;Existem treinos específicos para essa dificuldade.&nbsp; O nome &#8220;Diadococinesia” é complicado, mas, vamos tentar deixá-lo mais fácil que seu nome para você e te relembrar: é a velocidade entre seu cérebro pensar na palavra e fazer com seus neurotransmissores mandem a informação de como seus músculos devem se organizar para produzir um som. Quando se tem um encontro consonantal como nas palavras de BRAzil, BROwser, etc. É como se fosse um casamento, cérebro e órgãos do canto precisam estar casados.</p>



<p>&nbsp;Sei que parece complicado, mas, vamos dar uma ajudinha:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Procure uma fono para saber oque está acontecendo quando você fala ou canta: como está sua musculatura da boca, do rosto, sua dicção e sua voz ao cantar ou falar.</li>



<li>Nada melhor que a ajuda certa para sua dificuldade e de forma pontual.</li>



<li>Quando for cantar, falar, principalmente em outra língua: relaxe a musculatura facial fazendo expressões faciais, abrindo e fechando a boca lentamente, aumentando suavemente esses movimentos. Isso ajuda a alongar e aquecer sua musculatura. Tenha sempre a ajuda de seu fonoaudiólogo para evitar excessos e dores musculares, principalmente na musculatura e na articulação.</li>



<li>Com a boca fechada, (boca fechada? Sim, calma, boca fechada; você vai entender por que) dentes encostando (parte de cima com parte debaixo) leia movimentando sua língua apenas. Algumas pessoas poderão não conseguir, por isso a avaliação e ajuda da sua fono.</li>



<li>Use e abuse dos trava- línguas para te ajudar a melhorar sua articulação e dicção enquanto fala. Fale em velocidade mais lenta e vá acelerando gradativamente. Aqui via um exemplo:</li>
</ol>



<p>Num ninho de mafagafos há sete mafagafinhos. Quando a mafagafa gafa, gafam os sete mafagafinhos&#8221;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada.&#8221;</p>



<p>&#8220;Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.</p>
</blockquote>



<p>Mas, esse exercício serve para todo mundo? Sua roupa serve para todas as pessoas? Hum, é bem por aí. Ajuda sim, mas, o exercício certo, personalizado para sua dificuldade, a sua fono vai te passar quando você agendar.</p>



<p>Respeite a lei das vogais! Lei das vogais? Sim, ela é valorosa nestes casos. Escolha um texto e faça a leitura apenas das vogais, mantendo a sílaba mais forte ou sílaba tônica das palavras. Olha um exemplo para seu treino:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Atirei o pau no gato tô tô</p>



<p>Mas&nbsp;o gato tô tô</p>



<p>Não morreu reu reu&nbsp;</p>



<p>Dona Chica cá</p>



<p>Admirou-se se</p>



<p>Do berro, do berro que o gato deu:&nbsp;</p>



<p>Miau!&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Mais uma vez lembrando que o som certo, o trava língua certo ajuda ainda mais, principalmente quando se tem uma dificuldade específica.</p>



<p>&nbsp;Quer saber mais??? Tem outras dúvidas? Venha conversar com a gente, agende.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de Guillain-Barré: conhecer para agir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sindrome-de-guillain-barre-conhecer-para-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=338</guid>

					<description><![CDATA[Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré??? A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&#160;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré???</p>



<p>A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&nbsp;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, diminuição do tônus muscular e consequentemente, também dos reflexos e da funcionalidade da musculatura envolvida.</p>



<p>O início da doença é antecedido por uma infecção de vias respiratórias altas (nariz, faringe, laringe), de gastroenterite aguda até uma perda de sensibilidade e força dos membros e posteriormente podendo atingir a musculatura de expressões faciais, mastigação, deglutição e voz.</p>



<p>Paciente queixa e não ter  coordenação dos músculos durante a articulação dos fonemas, (ficando os mesmos mais lentos em execução, musculatura pesada, sem ritmo) dificuldade para mastigar, (cansaço, lentidão, incoordenação dos movimentos, diminuição da sensibilidade, resíduo alimentar em cavidade oral) deglutição com alterações, (tosses, engasgos, dificuldades para determinados alimentos) alterações na voz, (perda de potência, projeção e cansaço ao falar) alterações na mímica facial (dificuldades para expressar sentimentos, emoções).</p>



<p>O objetivo da terapia fonoaudiológica é restabelecer o tônus e a mobilidade da musculatura orofacial, adaptação da válvula de fala quando necessária; auxiliar no desmame da ventilação mecânica também quando ele possui, restabelecimento da comunicação e das funções estomatognáticas e acima mencionadas.</p>



<p>Por isso, a avaliação fonoaudiológica para o auxílio nas dificuldades acima mencionadas são fundamentais.</p>



<p>• O prognóstico é favorável com reversibilidade completa ocorre em 60% dos casos, mas, 10% chegam a óbito A maioria das pessoas acometidas se recuperam em três meses após iniciados os sintomas. por isso, a intervenção precoce é muito importante multiplicativamente falando.</p>



<p>Se você foi diagnosticado com Guillain-Barré, não espere, a intervenção assim que se descobre é fundamental para a melhora do paciente.</p>



<p>Quer saber mais?  Estamos ao seu lado. Agende conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Doença de Huntington &#8211; A doença da idade adulta</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/doenca-de-huntington-a-doenca-da-idade-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 22:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=329</guid>

					<description><![CDATA[A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos citosina, adenina e guanina (CAG), responsáveis pela codificação da glutamina. Na pessoa sã a sequência CAG é encontrada com repetições menores que 20; já em pessoas portadoras da doença de Huntington há sempre mais de 36 repetições, tornando assim o gene defeituoso. Os primeiros sintomas surgem em decorrência da perda progressiva de células nervosas que ficam em uma parte específica do cérebro, os gânglios de base.</p>



<p>Por ser uma doença neurológica, as principais características apresentadas pelos pacientes são os problemas motores e mentais. Além da coréia, são desenvolvidos problemas como rigidez muscular, disartria e disfagia. Outro sintoma importante é a letargia no raciocínio, sendo que os momentos de instabilidade emocional se tornam constantes. A depressão, pode surgir também. Não possui cura. Entretanto, os sintomas podem ser controlados, por meio de medicamentos neurolépticos e antidepressivos e terapias complementares como: Fono, Fisio. To. e Psicologia. Os principais sintomas que necessitarão de suporte contínuo da equipe terapêutica de estimulação são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Impulsividade</li>



<li>Falta de consciência em relação aos próprios comportamentos e capacidades</li>



<li>Lentidão de pensamento e, muitas vezes, dificuldade em estabelecer uma linha de raciocínio e exprimi-la</li>



<li>Dificuldade de aprendizagem e de guardar novas informações.</li>



<li>Irritabilidade</li>



<li>Tristeza</li>



<li>Apatia emocional</li>



<li>Retraimento social</li>



<li>Insônia</li>



<li>Fadiga e perda de energia</li>



<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Espasmos e outros movimentos involuntários (coreia)</li>



<li>Problemas musculares, como rigidez e contração muscular (distonia)</li>



<li>Movimentos oculares lentos ou anormais</li>



<li>Anormalidades da marcha, problemas de postura e de equilíbrio</li>



<li>Dificuldade para engolir ou falar.</li>
</ul>



<p>Para a disartria, alterações de concentração, memória o Fonoaudiólogo se faz necessário, assim como nas questões que estão relacionadas à disfagia; que melhoram a qualidade de vida do paciente acometido, fazendo com que as funções que o mesmo executa , relacionados à comunicação, memória, alimentação, voz e fala melhorem consideravelmente; após estimulação contínua fonoaudiológica. Exercícios cognitivos diários ajudam a preservar as habilidades mentais reduzindo a perda de memória, percepção e orientação em terapia fonoaudiológica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu filho anda &#8220;voado&#8221; em sala de aula??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-anda-voado-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=311</guid>

					<description><![CDATA[Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).</p>



<p>As características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;</li>



<li>Tempo e atenção curtos (reduzido);</li>



<li>Ansiedade e estresse quando escuta;</li>



<li>Facilmente distraído;</li>



<li>Dificuldade em seguir direção;</li>



<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo;</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização sonora: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li>Síntese binaural: habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li>Figura-fundo: identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li>Separação binaural: habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li>Memória: habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li>Discriminação: habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li>Fechamento: habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li>Atenção: habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li>Associação: habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>Um transtorno no processamento auditivo central só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.</p>



<p>A queixa mais característica desse transtorno, entretanto, é a dificuldade de ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento:</h3>



<p>O fonoaudiólogo ao preparar um plano de terapia para as alterações do processamento auditivo central deve ter como objetivo principal criar condições para que o indivíduo possa se reorganizar quanto aos aspectos envolvidos na comunicação no que se refere a utilização dos fonemas, da prosódia e das regras da língua. Para cada tipo de alteração pode se organizar uma proposta de fonoterapia enfatizando alguns aspectos que deverão ser predominantemente treinados.</p>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica deve enfatizar os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído.</p>



<p>É através do treinamento auditivo que o fonoaudiólogo desenvolverá as habilidades prejudicadas, melhorando a percepção da fala e, consequentemente, aumentando sua competência comunicativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientações de como pais e professores podem ajudar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes de começar a falar, chame, olhe ou toque a criança, garanta que ela está olhando para você;</li>



<li>Fale mais alto, sem gritar, olhando para criança de frente;</li>



<li>Fale pausado, mais articulado;</li>



<li>Repita a ordem várias vezes, garanta que a criança entendeu, pedindo que ela repita o que deve ser feito;</li>



<li>Use frases mais curtas;</li>



<li>Adicione palavras diferentes às da criança, ampliando o vocabulário dela;</li>



<li>No início diminua os barulhos da casa (desligar rádio, TV) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar a janela quando possível), enquanto se fala com a criança;</li>



<li>Criar situações de comunicação com seu filho pelo menos 30 minutos por dia;</li>



<li>Contar histórias, cantar músicas, perguntar sobre atividades do dia.</li>
</ul>



<p>Para saber mais, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Siringomielia &#8211; Você já ouviu falar?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-voce-ja-ouviu-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=302</guid>

					<description><![CDATA[A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna vertebral no cocxis. Quando aparece uma cavidade como um quisto na medula espinhal que afeta principalmente a matéria cinzenta é siringomielia, porque o buraco central muda o aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx, em grego, na maioria dos casos não se sabe por que se forma.</p>



<p>Muitas podem ser as causas, como no caso de trauma, tumor, infecção, fixação da coluna vertebral na região lombar por doenças congênitas, como espinha bífida, meningocele e mielomeningocele. Mas na maioria dos casos a causa é desconhecida, não se detecta causa nenhuma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/siringomielia.jpg" alt="aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx" title="Siringomielia - Você já ouviu falar? 1"></figure></div>


<p>O paciente tem alterações em algumas partes do seu corpo, especialmente nos braços, de tal maneira que nota o tato, mas não a temperatura dos objetos, por isso queima facilmente, porque não sente dor. Há perda de massa muscular e presença fraqueza da força, alterações da marcha, podendo-se chegar à deficiência caso não seja tratado por equipe multidisciplinar: equipe médica, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.</p>



<p>Geralmente, recomenda-se a cirurgia para pacientes com siringomielia. O principal objetivo da cirurgia é o de proporcionar mais espaço para o cerebelo na base do crânio e a parte superior do pescoço, sem passar pelo cérebro ou medula espinhal. Isto permite que a cavidade primária se aplane ou desapareça. Se siringomielia for causada por um tumor, o tratamento de escolha é a remoção do tumor, o que quase sempre elimina as siringes.</p>



<p>A cirurgia permite estabilizar os sintomas ou melhorar ligeiramente na maioria dos pacientes. Atrasos no tratamento pode causar danos irreversíveis à medula espinhal. A recorrência de siringomielia após a cirurgia pode exigir operações adicionais, em alguns casos a cirurgia não gera bons resultados.</p>



<p>Em alguns doentes, pode ser necessário drenar a siringe, que pode ser alcançada através de um cateter, drenos e válvulas. Este sistema também é conhecido como derivação ventrículo-peritoneal, muito utilizado nos casos de hidrocefalia. Com a drenagem do excesso de fluidos, alivia-se dor, dores de cabeça (cefaleia) e rigidez. Normalmente, os sintomas continuam, se não corrigir a anomalia.</p>



<p>Não existem medicamentos que podem tratar e curar siringomielia. A radiação é usada frequentemente e produz poucos benefícios exceto na presença de um tumor.</p>



<p>A fisioterapia atua no alívio das dores, principalmente na fase aguda da doença, onde o paciente queixa de dor e formigamento no pescoço e nos ombros.</p>



<p>Em fonoaudiologia várias alterações a nível que altera a qualidade do paciente podem ocorrer, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Disfagia/ *com risco de aspiração silenciosa e risco de pneumonia aspirativa, (tanto de fase oral,</li>



<li>fase *laríngea, fase esofagiana) fala com alterações fonéticas / disartria pela perda de força da musculatura de cabeça de pescoço.</li>



<li>Também verificamos o acúmulo de secreções e dificuldades na execução / produção de tosse produtiva para a drenagem dela, com o objetivo de deixar limpa a região de pregas vocais / traqueia e consequentemente os pulmões do paciente.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o melhor da tecnologia por sua audição</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/conhecendo-o-melhor-da-tecnologia-por-sua-audicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=280</guid>

					<description><![CDATA[O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&#160;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente. O componente interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&nbsp;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente.</p>



<p>O componente interno possui uma antena interna com um ímã, um receptor estimulador e um feixe de eletrodos, envolvido por um tubo de silicone fino e flexível. uma cirurgia, o dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas, mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células.</p>



<p>A cirurgia efetuada, ocorre por meio da introdução do dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. Um mês após a cirurgia de implante, o paciente recebe o componente externo e o dispositivo é ativado. A partir de então, a pessoa ouve pela primeira vez ou volta a ouvir.</p>



<p>Atualmente existem no mundo, mais de 60.000 usuários de implante coclear.</p>



<p>O funcionamento do implante coclear difere do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) mais comumente chamada como prótese auditiva ou aparelhinho auditivo pela população em geral. O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.</p>



<p>O implante coclear é visto como uma boa opção aos portadores de deficiência auditiva neurossensorial de severa a profunda, para os quais o ganho do AASI não é suficiente para compreensão dos sons da fala, ou mesmo que escutando alguns sons, essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Critérios básicos de indicação do implante coclear:</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pré-linguais (que não desenvolveram a linguagem oral):</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo, com reabilitação fonoaudiológica efetiva há pelo menos 3 meses (<strong>crianças de 0 a 18 meses</strong>) ou desde a realização do diagnóstico (<strong>crianças maiores de 18 meses</strong>), que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual (AASI). De preferência, em crianças, a idade ideal é até 2 anos de idade, sendo que quanto mais precocemente o paciente é implantado, mais satisfatórios serão os resultados obtidos.</p>



<p><strong>Entre 2 e 5 anos</strong> os resultados também podem ser bons, porém são inferiores e não tão satisfatórios quanto aos pacientes implantados até 2 anos.</p>



<p><strong>De 5 anos em diante</strong> , os pacientes também podem ser implantados, porém os resultados dependerão de outros fatores como o grau de desenvolvimento da linguagem já adquirida e do trabalho de estimulação auditiva desenvolvida anteriormente, bem como o  como uso de prótese auditiva e capacidade de realização de leitura orofacial e/ou  linguagem de sinais, caso tenha sido trabalhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pós-linguais:</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual/ prótese auditiva (AASI), ou seja, apresentarem escores inferiores a 50% em testes de reconhecimento de sentenças (IRF) em testes logoaudiométricos em cabine / com o uso da melhor propetização bilateral possível.</p>



<p>Sendo assim, não existe limite de tempo para a realização do implante coclear neste grupo, no entanto, quanto maior o tempo de surdez, piores serão os resultados.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, ele será sempre seu melhor amigo! Visite também seu otorrino frequentemente&#8230; Cuide de sua audição!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já passou dos 50? Melhor conhecer sobre a Atrofia de Múltiplos Sistemas &#8211; veja como a fonoaudiol</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ja-passou-dos-50-melhor-conhecer-sobre-a-atrofia-de-multiplos-sistemas-veja-como-a-fonoaudiol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=278</guid>

					<description><![CDATA[A AMS (sigla em inglês) Atrofia de Múltiplos Sistemas, é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala; do ponto de vista fonoaudiológico. Atrofia de múltiplos sistemas (MSA) é uma desordem neurodegenerativa rara, causada pela perda celular em certas áreas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A AMS (sigla em inglês) Atrofia de Múltiplos Sistemas, é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala; do ponto de vista fonoaudiológico.</p>



<p>Atrofia de múltiplos sistemas (MSA) é uma desordem neurodegenerativa rara, causada pela perda celular em certas áreas do cérebro e da medula espinal, provocando uma variedade de sintomas que afetam especialmente as funções do sistema nervoso autónomo e no sistema motor.</p>



<p>Pouco se sabe sobre a patogênese da MSA até os últimos 5 anos. Sabe-se agora a ser caracterizado por amplas gliais inclusões citoplasmáticas (GCIS), que são a marca registrada da doença. Mais recentemente, a misfolded, hiperfosforilada fibrilar α-sinucleína foi identificado como o principal componente de GCIS. A densidade de GCI contendo α-sinucleína correlaciona-se significativamente com a deterioração neuronal e duração da doença. Outra proteína importante, p25α foi encontrado para estimular α-sinucleína in vitro. Pensa-se que pode haver dois processos genéticos e ambientais que contribuem para estes processos patológicos.</p>



<p>A presença de GCIS está associada à perda neuronal nos gânglios da base, cerebelo, ponte, núcleos olivares inferior e da medula espinhal, por conseguinte, dando origem ao espectro de sintomas e resultados clínicos. A doença é muitas vezes definida no momento da manifestação inicial de qualquer motor ou recursos autonômicos, embora subclínica neuropatologia é provável que comece vários anos antes que a doença manifesta.</p>



<p>A fala tende a ficar mais lenta, mais baixa, menos precisa na articulação e há maior de esforço para comunicar-se, na AMS Normal Também podemos encontrar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Face: hipomímica, com movimento simétrico, lento e de amplitude diminuída.</li>



<li>Mandíbula: movimentação lenta, de amplitude diminuída no sentido vertical e horizontal.</li>



<li>Língua: presença de tremor em repouso e posturas sustentadas, movimento lentificado e de amplitude reduzida em movimento.</li>



<li>Velofarínge: sem escape nasal na emissão.</li>
</ul>



<p>As caraterísticas vocais mais encontradas e com mais necessidades de se trabalhar nestes pacientes são: audiologicamente chamada de monopitch e monoloudness), flutuação de intensidade, ressonância laríngea com compensação nasal, jatos de fala, pausas inadequadas, imprecisão articulatória e diadococinesia da fala alterada em ritmo e precisão.</p>



<p>Os sintomas de fala e voz aparecem por volta de 1 ano após o início dos sintomas motores; a disartrofonia apresentada é do tipo mista, mesclando os componentes hipocinético, atáxico e espástico, com predomínio do componente hipocinético; e deste modo diferenciando-se da disartrofonia parkinsoniana, principalmente quanto à gravidade em relação ao tempo de doença e o tipo de disartrofonia.</p>



<p>Disfagia causada por atrasos nas fases oral e faríngea da deglutição, em combinação com distúrbios do esfíncter laringe (via aérea e sensorial) e esofágica pode levar tanto pneumonia por aspiração e aspiração aguda, caso não tratada, por fonoaudiólogo, podendo levar a óbito.</p>



<p>Como percebemos, muito há o que se trabalhar em múltiplos sistemas. O paciente necessita ser avaliado e uma conduta/ planejamento individual e contínua deve ser aplicado em cada caso, para uma boa evolução de caso/ qualidade de vida e evitarmos ao máximo uma progressão negativa de caso a curto prazo.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, marque um horário, aguardamos por você e temos sempre o melhor pelo seu caso!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações para melhorar a fala prejudicada pós AVC</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-para-melhorar-a-fala-prejudicada-pos-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=272</guid>

					<description><![CDATA[Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção gramatical. É difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. &#8220;É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse &#8216;surda&#8217; para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas&#8221;, que, conforme a extensão e localização da lesão cerebral, o paciente pode apresentar um ou mais sintomas, entre eles a perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras.&nbsp;</p>



<p>A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também pode se manifestar. O paciente pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. &#8220;Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer, fazer o nome do pai ao rezar, dentre outros.&#8221;</p>



<p>Para melhor auxiliar o paciente em casa, o familiar deverá&nbsp;escolher as tarefas, do grau de dificuldade mais simples e assim ir-se aumentando gradativamente o número de itens a serem oferecidos ou o grau de dificuldade, de acordo com o tipo de afasia que se está tratando.</p>



<p>Abaixo, algumas orientações primordiais que promoverão melhora do paciente a curto tempo:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Usar uma gravura, foto ou ilustração de uma cena do cotidiano / dia a dia  do paciente; utilizando frases que contenham a estrutura SVP (sujeito-verbo-predicado) &#8211; Ex.: João bebe água. Quanto mais simples e clara a foto / desenho / ilustração mais fácil para o paciente, ou seja, fotos onde a cena que se quer trabalhar esteja muito cheia de detalhes poderão confundir o paciente e dificultar o processo terapêutico. Articular claramente de modo que haja compreensão do paciente todo o tempo. Certifique que esteja olhando para você sempre que for dar uma ordem de ação.</li>



<li>Mudar de figura sempre que os objetivos da figura anterior forem concluídas.</li>
</ol>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Técnicas de Auxílio em casa:</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A) Compreensão de linguagem</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão auditiva</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Usar desenhos, pictogramas ou figuras</li>



<li>Usar objetos reais</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Dizemos /demonstramos a função do objeto (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Ajudar o Paciente dizendo o artigo correspondente, fazendo o debloqueamento</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão de leitura</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso de pictogramas, desenhos ou figuras + palavra escrita</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Usar objetos reais + palavra escrita</li>



<li>No treino de uma frase, marcar as palavras-chaves ou substantivos ou verbos de uma cor diferente (frases tipo SVP)</li>



<li>No treino de um texto, dividir o texto em frases curtas e claras</li>



<li>Usar figuras ou desenhos como feedback visual</li>



<li>Marcar as passagens mais importantes</li>



<li>Marcar os verbos com um rotulador verde (ou de outra cor)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">B) Produção verbal</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falar junto com o terapeuta</li>



<li>Leitura labial</li>



<li>Cantar com o Paciente para fazer o desbloqueamento (canções infantis ou conhecidas)</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia da palavra ou frase</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do Paciente e com ele falar a palavra ou frase de forma melódica</li>



<li>Repetição</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia das palavras ou frases, cantando a palavra</li>



<li>Leitura labial (nós  só fazemos os movimentos da boca, sem voz)</li>



<li>Paciente procura repetir</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do P e com ele falar de forma melódica a palavra ou frase </li>



<li>Nós repetimos com o Paciente , depois o Paciente sozinho</li>



<li>Nomear objetos (usando gravuras, desenhos ou objetos reais)</li>



<li>Dizer ao Paciente o número de letras que tem a palavra<br>Mostrar ao Paciente o número de sílabas no papel (o número de lacunas correspondentes)</li>



<li>Dizer o artigo da palavra (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Usar gestos e mímica, mostrando a função pragmática do objeto</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Toda manhã eu tomo&#8230;&#8221; a palavra desejada é, no caso, café/banho etc. Dizemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o P possa dizê-la</li>



<li>Dizer ao P a primeira letra da palavra</li>



<li>Mostrar a gravura/foto ao Paciente<br>Dar a ele 2 ou 3 palavras, relacionadas semanticamente</li>



<li>Ex.: a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o terapeuta diz então manteiga &#8211; queijo &#8211; mel e &#8212;&#8211;</li>



<li>Mostrando a gravura dizer 2 palavras rimadas dando ao P uma ideia de como a palavra &#8220;soa&#8221;. Ex. a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o T diz então chão &#8211; mão e &#8230; (pão)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">C) Leitura em voz alta</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Numa frase cobrir todas as palavras e só deixar uma palavra visível e com fácil acesso (no caso, a última) para que o P possa ler. Ex: Paulo toma /café/. Lemos: &#8220;Paulo toma&#8230;&#8221; e o Paciente completa lendo a palavra-chave</li>



<li>Usar palavras escritas na forma maiúscula ou de imprensa</li>



<li>Tocar com a ponta dos dedos na mesa acompanhando o número de sílabas da palavra, enfatizando a sílaba tônica</li>



<li>Começamos pronunciando a primeira sílaba da palavra, o Paciente continue a ler</li>



<li>Usar frases tipo : &#8220;Eu penteio os &#8230; (a palavra desejada é , no caso, cabelos)</li>



<li>Lemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o Paciente possa ler</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">D) Escrita</h2>



<p>Cópia &#8211; O Paciente deve formar/copiar a palavra que mostramos a ele:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Colocamos na mesa todas as letras que a palavra contém, o paciente as coloca na ordem certa.</li>



<li>O paciente deve ele mesmo procurar as letras que precisa, escolhendo aquelas que constam da palavra (se a palavra tem 5 letras, dá-se ao P um total de 8 letras para que ele escolha as que ele necessita)</li>



<li>O Paciente escolhe sozinho as letras que ele precisa (da caixa de letras do alfabeto)</li>



<li>Mostramos a palavra e a soletramos, o Paciente deve escrever/pintar ou desenhar a palavra no papel</li>



<li>O Paciente copia a palavra &#8220;outra vez&#8221; &#8211; a palavra já está escrita com letras recortadas em papel lixa, o P apenas &#8220;copia&#8221; a palavra novamente passando o/os dedo/os sobre a palavra (estímulo tátil e visual)</li>



<li>Copiar letra por letra da palavra ( cobrimos as outras letras enquanto o P copia uma após outra)</li>



<li>Mostramos um objeto/foto/desenho com a palavra escrita &#8211; o Paciente copia a palavra no papel ou pinta com o dedo/pincel, etc</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Ditado</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O paciente escreve/pinta ou desenha a letra que o terapeuta lhe diz</li>



<li>O Paciente forma a palavra dita pelo terapeuta com as letras na mesa (ver acima opções com 3 graus de dificuldade)</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a sílaba dita pelo terapeuta</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a palavra dita pelo terapeuta</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nomear de forma escrita</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mostramos ao Paciente 2 ou 3 desenhos de objetos da mesma área semântica</li>



<li>O Paciente deve escrever/pintar ou desenhar o nome do objeto descrito por nós</li>



<li>Usamos gestos e mímica mostrando a função da palavra que está sendo procurada &#8211; o P escreve/pinta ou desenha a palavra</li>



<li>Escrevemos a primeira sílaba da palavra &#8211; o P completa escrevendo/desenhando ou pintando a palavra</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Eu penteio o &#8230;&#8221;a palavra desejada é , no caso, cabelo. O terapeuta lê a frase e deixa a última palavra em aberto para que o P possa escrevê-la</li>



<li>Soletramos a palavra e o P escreve/pinta ou desenha letra por letra no papel</li>



<li>Mostrar ao Paciente a figura de um objeto.</li>



<li>Também mostramos os nomes de 2 ou 3 palavras que se relacionam de forma semântica com a palavra procurada (ou palavras rimadas) O Paciente então escreve/pinta ou desenha a palavra que está sendo procurada.</li>
</ul>



<p>FAMILIARES: Sempre estejam em contato com sua Fonoaudióloga!! Ela será sempre sua melhor companhia!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
