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	<title>falar em público &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>falar em público &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Fonoaudiologia aperfeiçoando a TV!!!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fonoaudiologia-aperfeicoando-a-tv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[oratória]]></category>
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					<description><![CDATA[Já dizia Pedro Bloch, importante dramaturgo e fonoaudiólogo: “a voz revela o estado de nossos pensamentos e sentimentos. Revela muito mais do que as palavras”. Que o digam os jornalistas que dependem essencialmente dela como meio de trabalho. Os meios de comunicação exercem grande influência em nossa cultura. Refletem, recriam e disseminam um conteúdo que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já dizia Pedro Bloch, importante dramaturgo e fonoaudiólogo: “a voz revela o estado de nossos pensamentos e sentimentos. Revela muito mais do que as palavras”. Que o digam os jornalistas que dependem essencialmente dela como meio de trabalho.</p>



<p>Os meios de comunicação exercem grande influência em nossa cultura. Refletem, recriam e disseminam um conteúdo que passa a ser relevante para a sociedade, seja em termos de informação, seja em termos de entretenimento. Hoje, a TV representa uma importante ferramenta de comunicação.</p>



<p>Dentro desse contexto, cada vez mais, jornalistas, procuram o atendimento fonoaudiológico sem queixas específicas, com o objetivo de desenvolver o melhor padrão de emissão profissional. A atuação também ganhou maior abrangência, tratando da comunicação como um todo, adequando-se a postura, a expressão facial, uso de gestos, e privilegiando os cuidados com a voz em termos de saúde vocal e expressividade. Um dos exemplos a serem citados na fonoaudiologia telejornalística; é em relação ao sotaque; ele foi “proibido” nos telejornais, pois se tornava grotesco e tirava a atenção do ouvinte para a informação. Hoje se bem trabalhado e, não caricato, o sotaque é bem-visto, como a linguagem coloquial que está sendo muito usada com a função de aproximar o ouvinte do jornalista.</p>



<p>A informação tem que ser entendida do agricultor ao intelectual. Precisa ter um padrão vocal estável e expressivo, para oferecer credibilidade à matéria e obter a confiança de seus telespectadores. Nesse contexto, podemos afirmar que o Telejornalismo e a Fonoaudiologia atuam com o mesmo objetivo: a expressão fonoarticulatória.</p>



<p>Em telejornalismo, algumas das características positivas que mais chamam atenção no meio jornalístico são: Voz grave, intensidade média, ressonância difusa, articulação precisa, regionalismo minimizados, velocidade de fala média, uso de pausas expressivas, harmonia entre voz e expressão facial. Andréa disse que estas são algumas das características mais apreciadas para se trabalhar com TV. Também orientamos em relação aos cuidados com a voz no que se diz respeito aos cuidados com a voz, manutenção e aquisição de uma boa impressão vocal, aquecimento e desaquecimento de seu instrumento de trabalho.</p>



<p>A voz também qualifica e identifica certos profissionais. Para o jornalista de TV é marcante a inserção da voz como seu principal instrumento de trabalho.</p>



<p>Muitas vezes, por não possuir nenhum conhecimento mais específico para utilização da sua fala, o telejornalista acaba por imitar um padrão de articulação de um profissional notadamente conhecido. Usam uma qualidade vocal voltada para frequências mais graves, tentando coordenar respiração, fonação e articulação, o que nem sempre é realizado de maneira saudável.</p>



<p>Atualmente, emissoras de TV adotam o dito “padrão” de jornalismo, adequando conteúdo e forma para a universalização de um padrão. Entretanto, nem todos os profissionais de jornalismo que atuam na televisão estão preparados para esta transmissão, utilizando muitas vezes a fala de forma inadequada, configurando assim um fator de risco para o desenvolvimento de patologias vocais empecilhos durante o processo de comunicação.</p>



<p>A fidelidade da comunicação do jornalista, depende dos padrões de articulação, pronúncia e impostação vocal, visto que a credibilidade é em grande parte garantida pela expressividade vocal durante a transmissão da informação.</p>



<p>Sendo assim, transmitir a notícia mantendo aspectos mínimos de ressonância, frequência e intensidade, articulação, ritmo e velocidade de fala, ênfase, inflexão e uso adequado das pausas se tornam fundamentais para garantir que essa notícia seja transmitida mantendo parâmetros mínimos de qualidade. Desta forma, facilita-se a compreensão da mensagem e mantêm-se a atenção do espectador.</p>



<p>O trabalho fonoaudiológico inserido neste ambiente tem se difundido pelo Brasil e a manutenção deste tipo de serviço dentro das emissoras de TV, mostra como este trabalho pode ser extremamente proveitoso e apresentar resultados excepcionais na audiência e qualidade final do trabalho jornalístico.</p>



<p>Conte com seu fonoaudiólogo durante sua expressão!! Conte conosco para se aperfeiçoar!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tenho nódulos (&#8220;Calos&#8221;) na voz. E agora?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tenho-nodulos-calos-na-voz-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
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					<description><![CDATA[No tratamento dos nódulos vocais a primeira opção é a reabilitação vocal. A segunda opção, é a cirúrgica. A tendência moderna é a não utilização do repouso vocal como modalidade de tratamento dos nódulos, contudo, em casos selecionados, podendo-se propor um repouso vocal modificado, ou um uso de voz controlado e programado, o que visa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No tratamento dos nódulos vocais a primeira opção é a reabilitação vocal. A segunda opção, é a cirúrgica.</p>



<p>A tendência moderna é a não utilização do repouso vocal como modalidade de tratamento dos nódulos, contudo, em casos selecionados, podendo-se propor um <em>repouso vocal modificado</em>, ou um <em>uso de voz controlado e programado,</em> o que visa à redução da sobrecarga fonatória. Pode ainda ser empregada a voz de higiene vocal ou iniciar o tratamento do paciente com a abordagem de voz confidencial, seguida pela terapia de ressonância (Verdolini,-Marston, Burke, Lessac, Glaze e Caldwell, 1995), o que favorece uma redução rápida a abordagem vocal posterior, reduzindo o tempo de tratamento.</p>



<p>A reabsorção dos nódulos depende da reabilitação vocal ministrada, que deve ser direta e objetiva, da dedicação verdadeira e total&nbsp;do paciente aos exercícios propostos e da modificação do comportamento vocal inadequado, visando um novo e correto padrão de prática vocal.</p>



<p>Nódulos fibróticos podem eventualmente ser reabsorvidos em reabilitação vocal, porém a longo prazo e com grande participação e motivação do paciente.</p>



<p>Quando o paciente consegue ser suficientemente orientado e conscientizado sobre a importância da reabilitação, dedicando-se aos exercícios e realizando as mudanças comportamentais sugeridas, o tempo previsto de terapia pode ser bastante reduzido. Em contrapartida, se não faz oque lhe é pedido, pode perdurar por meses a fim.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quanto mais você esperar para iniciar a reabilitação, menores vão ficando as suas chances de sucesso na fonoterapia e maiores às probabilidades de ser submetido a uma cirurgia se aproximam.</p>
</blockquote>



<p>A cirurgia é indicada apenas quando os nódulos são antigos fibróticos, ou quando o paciente necessita de uma mudança vocal rápida e não tem tempo suficiente para se dedicar à reabilitação. No entanto<em>, trabalhar em locais barulhentos pode aumentar a recorrência de nódulos 30% de pacientes operados.</em> <em>Além disso, há maior recorrência de nódulos em pacientes que não recebem fonoterapia</em>. Sendo assim, mesmo quando se opta por um tratamento cirúrgico para nódulos, a fonoterapia deverá ser ministrada no pós-operatório, a fim de modificar os ajustes laríngeos inadequados e trabalhar as questões comportamentais.</p>



<p>Pense nisso, procure seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professor: comunicando com sucesso!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/professor-comunicando-com-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 16:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[oratória]]></category>
		<category><![CDATA[professor e aluno]]></category>
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					<description><![CDATA[A comunicação é um aspecto muito valorizado e trabalhado&#160;atualmente. O professor usa a voz e a comunicação no trabalho. Para aprimorar sua comunicação, existem algumas estratégias que são fundamentais. Para aprimorar a comunicação é importante que prestemos atenção na nossa comunicação e na comunicação das outras pessoas. Sendo assim, algumas dicas&#160;serão ministradas abaixo com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A comunicação é um aspecto muito valorizado e trabalhado&nbsp;atualmente. O professor usa a voz e a comunicação no trabalho. Para aprimorar sua comunicação, existem algumas estratégias que são fundamentais. Para aprimorar a comunicação é importante que prestemos atenção na nossa comunicação e na comunicação das outras pessoas.</p>



<p>Sendo assim, algumas dicas&nbsp;serão ministradas abaixo com o objetivo de melhorar a sua comunicação:·</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Faça contato visual</strong> com todos os alunos, olhe nos olhos deles e não olhe para o teto. Perceba se eles estão prestando atenção na sua aula ou se você precisa mudar a estratégia (mostrar um vídeo, solicitar a participação dos alunos&#8230;); ·&nbsp;</li>



<li><strong>Mantenha uma postura reta e relaxada</strong>; não colocando as mãos na cintura, no quadro ou nos bolsos. Preste atenção para usar gestos de acordo com o seu discurso, sempre na região entre os ombros e abdome; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Articule bem as palavras</strong>. &#8211; Uma articulação mais precisa ajuda com que os alunos entendam melhor o professor e aumenta a credibilidade do discurso; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Cuidado com os muros verbais</strong>, como as gírias, erros de português, hesitações (é, né, então, ta&#8230;). Essas barreiras podem comprometer a credibilidade do seu discurso e desviar a atenção dos alunos; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Cuidado com o uso excessivo</strong> dos gerúndios, por exemplo, vou estar fazendo ou invés de vou fazer, vou estar realizando ao invés de vou realizar; ·</li>



<li><strong>Preste atenção na objetividade</strong> de sua aula; é importante que ela tenha início, meio e fim; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Preste atenção se você muda sua voz</strong> de acordo com as diferentes emoções; A voz é uma importante ferramenta de comunicação, por meio dela os alunos devem perceber se o professor está fazendo uma brincadeira, dando uma bronca, falando de um assunto sério&#8230;</li>



<li><strong>Treine sua escuta</strong> em relação ao discurso do outro. Procure qualidades e os defeitos que não quer em sua fala.</li>
</ul>



<p>Converse com seu fonoaudiólogo!&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professor, aqui vão algumas dicas de como não deixar seu dia de &#8220;baixo astral&#8221;</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/professor-aqui-vao-algumas-dicas-de-como-nao-deixar-seu-dia-de-baixo-astral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 15:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[professor e aluno]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem alguns hábitos, ou, algumas ações que o professor, em seu dia a dia, faz sem ver. E isso, acaba aos poucos com seu instrumento de trabalho: Sua voz.&#160;Abaixo, algumas práticas que você, professor faz e que não deveria fazer:&#160;·&#160; Saiba como cuidar melhor de sua voz: Procure seu fonoaudiólogo!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem alguns hábitos, ou, algumas ações que o professor, em seu dia a dia, faz sem ver. E isso, acaba aos poucos com seu instrumento de trabalho: Sua voz.&nbsp;Abaixo, algumas práticas que você, professor faz e que não deveria fazer:&nbsp;·&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gritar</strong>. É importante que o professor evite concorrer com ruídos que acarretem um aumento no volume (intensidade) da voz (carros, aviões, retroprojetor, ventilador, entre outros); ·&nbsp;</li>



<li><strong>Sussurrar</strong>. Essa ação força as pregas vocais; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Pigarrear.</strong> essa ação causa um forte atrito nas pregas vocais, irritando-as; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Falar de lado ou de costas para os alunos</strong>. Quando fazemos isso, a tendência é aumentarmos o volume (intensidade) vocal; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Falar enquanto escreve na lousa</strong>. Isso faz com que o professor tenha que aumentar o volume (intensidade) de sua voz e que aspire o pó de giz; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Chupar uma bala forte</strong> quando estiver com a garganta irritada. Isso mascara o sintoma e o professor tende a forçar a voz sem perceber. Quando o efeito da bala passa a irritação na garganta aumenta;</li>



<li><strong>Roupas</strong> pesadas e que apertem a região do pescoço e abdômen.</li>
</ul>



<p>Saiba como cuidar melhor de sua voz: Procure seu fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Desgaste de Ser Educador &#8211; Como vai seu instrumento de trabalho?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-desgaste-de-ser-educador-como-vai-seu-instrumento-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 15:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[sulco vocal]]></category>
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					<description><![CDATA[De manhã em uma escola, durante à tarde, outra escola,&#160;à noite em outra diferente. De uma sala de aula para outra, depois de um intervalo de 50 minutos. Após o trabalho, provas para corrigir, atividades para preparar, estudos, pesquisas e &#160;matérias para explicar no outro dia. No dia seguinte,&#160;serão horas e horas em pé, falando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De manhã em uma escola, durante à tarde, outra escola,&nbsp;à noite em outra diferente. De uma sala de aula para outra, depois de um intervalo de 50 minutos. Após o trabalho, provas para corrigir, atividades para preparar, estudos, pesquisas e &nbsp;matérias para explicar no outro dia.</p>



<p>No dia seguinte,&nbsp;serão horas e horas em pé, falando para a classe e se preparando para as próximas aulas. Apesar de ser um grande desgaste para o professor,&nbsp;é possível se prevenir e evitar complicações que podem tirá-lo da sala de aula por algum tempo.</p>



<p>Neste contexto, sabemos que a principal ferramenta de trabalho dos professores não é o livro e nem uma transparência refletida na parede: é a voz; sem ela, seria muito&nbsp;mais difícil transmitir conhecimento para os alunos.</p>



<p>Com base em uma pesquisa norte-americana, feita por Nelson Roy, da University of Utah, as fonoaudiólogas Fabiana Zambon, do Sinpro-SP (Sindicato dos Professores de São Paulo) e Mara Behlau, do CEV-SP (Centro de Estudos da Voz &#8211; São Paulo) iniciaram uma pesquisa com professores e não-professores para verificar os problemas de voz que a profissão acarreta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Dos 259 professores pesquisados, 62,9% afirmam que já sofreram problemas vocais e mais de 15% acreditam que precisarão mudar de ocupação no futuro por conta de problemas na voz.</p>
</blockquote>



<p>O desgaste do&nbsp;professor é consequência de um sistema que não funciona, no qual o professor é mal remunerado, tem pouco tempo para cuidar da saúde, não se alimenta adequadamente e muito exigido em sala de aula. &#8220;Ele dá mais aula do que deveria, trabalha quando deveria descansar, quando deveria recondicionar seus conhecimentos&#8221;.</p>



<p>Muitas vezes o professor entra no mercado de trabalho sem ter informações básicas de como cuidar da voz, e assim, ele não procura ajuda profissional para prevenir, e sim para tratar um problema que já existe. &#8220;Seria interessante que o professor tivesse, durante a sua formação, algo para aprender a cuidar da voz&#8221;, conforme resultados de uma pesquisa que efetuei em meu curso de especialização em 2007, no UNILAVRAS.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Por meio de simples mudanças no dia a dia já é mais fácil cuidar da saúde, mas falta consciência, até mesmo para quem já sofreu com desgastes.</p>
</blockquote>



<p>Para não fazer sua voz sofrer, procure por seu Fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fala acelerada: Conheça um pouco mais sobre esta alteração</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fala-acelerada-conheca-um-pouco-mais-sobre-esta-alteracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio na velocidade de fala.</p>



<p>A taquifemia é caracterizada pela velocidade  aumentada de fala, prejudicando a compreensão da mensagem falada .</p>



<p>Codificada na &#8220;Classificação Internacional de Doenças&#8221; (CID-10) com os caracteres F98.6; é considerada  um distúrbio ou transtorno de fluência.</p>



<p>A maioria das pessoas com taquifemia refere outros familiares que também apresentam fala rápida (pais, irmãos, tios, primos e/ou avós). Desta forma, há indícios de que a taquifemia seja transmitida geneticamente de geração em geração. As mutações genéticas relacionadas à taquifemia ocasionariam mau funcionamento de áreas do cérebro relacionadas à fala e, principalmente, ao ritmo da fala.</p>



<p>A taquifemia ocorre quatro vezes mais em homens do que em mulheres.Podem ser observadas as seguintes características:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Velocidade muito rápida de fala;</li>



<li>Uma frase emenda na outra no discurso, ao falar, sem respirações ou pausas maiores.</li>



<li>Evita falar e diferentes situações.Evitando situações de leitura, apresentações orais, seminários, responder a lista de presença; dentre outros. Também observamos presença de interjeições, sons de preenchimento, repetições de palavras no sentido de auto correção. Ex: É, é eu fui lá na cidade de Sã &#8211; São Leopoldo, é São Leopolpoldo sim.</li>



<li>Pouca percepção das dificuldades de fala, não reconhecendo o que faz na fala.</li>
</ol>



<p>Entretanto, dois outros sintomas também são obrigatórios para o diagnóstico de taquifemia: aumento considerável no número de hesitações/disfluências comuns e pouca ou nenhuma consciência do distúrbio de fluência. Apesar de não serem sintomas obrigatórios, costumam estar presentes na taquifemia, os seguintes pontos positivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Genético /Hereditário favorável para alterações na linguagem</li>



<li>Troca de letras na fala e/ou na escrita</li>



<li>Dificuldade para encontrar as palavras ao falar e ao escrever</li>



<li>Dificuldades na construção do discurso, coerência e coesão baixa, discurso confuso</li>



<li>Dificuldades de leitura e escrita</li>



<li>Atraso no desenvolvimento de linguagem</li>



<li>Desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade (TDAH).</li>
</ul>



<p>No início do processo de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados,tais como: a motivação, a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo e uma melhor atuação conjunta entre fonoaudiólogo, paciente, família e social.</p>



<p>       O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo, priorizando a redução da velocidade de fala, a diminuição da disfluência e o aumento da inteligibilidade da da mesma. A continuidade do trabalho em casa é fundamental e de suma importância.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Oratória com sucesso</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/oratoria-com-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 22:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[oratória]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[O que você pensa e sente ao ver uma pessoa discursando e gesticulando de forma rápida, com as mãos aos bolsos, às vezes fica de braços escondidos por de trás do corpo?Escondido por de trás dos móveis ou à frente da tela de projeção?Provavelmente esta mensagem que o orador transmite é de insegurança, medo, nervosismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que você pensa e sente ao ver uma pessoa discursando e gesticulando de forma rápida, com as mãos aos bolsos, às vezes fica de braços escondidos por de trás do corpo?Escondido por de trás dos móveis ou à frente da tela de projeção?<br>Provavelmente esta mensagem que o orador transmite é de insegurança, medo, nervosismo e inabilidade para se falar em público.</p>



<p>Para esses momentos existe um profissional à disposição para ajudar-lhe a sanar as dificuldades em relação ao público, no que diz respeito à comunicação: O Fonoaudiólogo!</p>



<p>Ele atua nas dificuldades de comunicação oral, gestual, escrita, gráfica e visual; respeitando sempre, o estilo de se comunicar de cada pessoa.</p>



<p>Abaixo algumas das muitas orientações sobre oratória:</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" id="system-readmore"/>



<ol class="wp-block-list">
<li>Antes das apresentações procure evitar esforços físicos intensos que possam prejudicar sua voz e sua respiração durante as mesmas.</li>



<li>Fale olhando sempre para o publico focalizando pontos na platéia ( medial, lateral ).</li>



<li>Quanto ao microfone, posicione-o na distancia de um palmo a frente do queixo e transmite a mensagem em intensidade habitual.</li>



<li>A primeira impressão é a que fica. As pessoas geralmente, em uma apresentação, são avaliadas nos primeiros 15 ou 30 minutos iniciais em profundidade, é importante que esta primeira impressão seja a mais envolvente possível. Para as mulheres, evitar maquiagens ousadas e para os homens, barba por fazer; evitando-se fumar ou mascar balas ou chiclete, antes, durante ou após as apresentações.</li>



<li>Não se apresente com uma postura humilde, de alguém já derrotado, nem com prepotência.</li>



<li>Quanto ao movimento das mãos; dê preferência a apoiar a mão uma sobre a outra, em repouso, indicando tranquilidade. Cuidado com as mãos fechadas com força, pode denunciar insegurança. Falar com as mãos nos bolsos também pode ser mal visto, indicando que está pouco à vontade. Ficar de braços cruzados pode indicar que você está na defensiva, escondendo algo ou indisponível para o contato. É necessário que varie a gesticulação, evitando realizar diversas vezes o mesmo movimento.</li>



<li> Procure gesticular normalmente, olhando sempre para onde deseja projetar a voz. Desta maneira refletirá segurança e persuasão.</li>



<li>Direcione sua voz ao ambiente sem precisar gritar e realizar esforço vocal, de modo que no final da apresentação esteja com a voz rouca ou cansada;</li>



<li>Antes de iniciar a palestra, o treinamento ou o curso saber:
<ul class="wp-block-list">
<li>Quem é este outro (s)?</li>



<li>Qual o nível de conhecimento que este(s) ouvinte(s) possui(em) sobre o tema abordado?</li>



<li>Qual a expectativa que ele(s) possui(em) sobre este tema que será abordado?</li>



<li>Durante a abordagem, a interação&#8230; Saber que tipo de comunicador é este ouvinte, no intuito de construir, com eficiência a interação com o outro, dando-lhe a devida importância.</li>
</ul>
</li>



<li>O falar bem, com voz firme, velocidade adequada, adquirem um enorme valor, transmitindo nesses momentos, transmitirá energia e dinamismo, confiança.</li>



<li>E por último, seja sempre assessorado por um profissional especialista em comunicação: Seu Fonoaudiólogo.</li>
</ol>
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