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	<title>frênulo &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>frênulo &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Cuidados com bebê na regurgitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[frênulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Você acha que seu filho tem refluxo? Tenha calma. Não é qualquer volta de leite que o bebê apresenta que pode indicar que ele tem o problema. &#8220;Os adultos confundem a regurgitação comum, que ocorre com cerca de 50% dos bebês e não interfere em seu desenvolvimento, com o refluxo gastroesofágico, que merece atenção especial. [&#8230;]]]></description>
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<p>Você acha que seu filho tem refluxo? Tenha calma. Não é qualquer volta de leite que o bebê apresenta que pode indicar que ele tem o problema. &#8220;Os adultos confundem a regurgitação comum, que ocorre com cerca de 50% dos bebês e não interfere em seu desenvolvimento, com o refluxo gastroesofágico, que merece atenção especial.</p>



<p>Problemas alimentares são queixas clínicas frequentes em consultórios fonoaudiológicos. Seu estudo é importante pois, mesmo quando não determinam repercussões nutricionais ou déficit de crescimento, podem comprometer a qualidade de vida da criança e da família e prejudicar a administração das dietas. Do ponto de vista fonoaudiológico, pode-se dizer que o padrão alimentar não está adequado quando os alimentos que constituem o cardápio da criança não favorecem a evolução das funções motoras orais ou quando há risco de aspiração alimentar.</p>



<p>O principal sintoma do refluxo gastresofagiano é a regurgitação que ocorre após as mamadas. No entanto, em muitos casos, o refluxo gastresofagiano e suas consequências nefastas podem existir mesmo que as regurgitações não sejam visíveis para a família. Isso ocorre principalmente à noite, quando a criança dorme em posição que facilite o refluxo.</p>



<p>A presença de problemas alimentares não indica necessariamente a existência de uma entidade clínica específica, de origem orgânica ou não-orgânica<br>possível de ser identificada.</p>



<p>Avaliação das estruturas estomatognáticas, visando a identificação de alterações de forma, tamanho e postura, capazes de interferir no desempenho das funções de sucção, mastigação e deglutição, exame das seguintes estruturas: lábios, língua, palatos duro e mole, frênulos labiais e lingual, dentes, gengiva, bochechas e amígdalas também são muito importantes nestes casos para tratamento e melhor conduta diversificada para cada caso.</p>



<p>O que causa o refluxo gastresofagiano em crianças pequenas é a hipotonia (fraqueza) de um pequeno músculo situado entre o estômago e o esôfago, chamado cárdia, que, em situação normal, impede que o conteúdo ácido do estômago reflua para o esôfago durante o processo digestório.</p>



<p>As principais orientações posturais a serem praticadas em casa são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Colocar sempre a criança para arrotar após as mamadas.</li>



<li>Nunca deixar a criança deitada na posição horizontal.</li>



<li>Elevar a cabeceira do berço em ângulo de quarenta e cinco graus, seja pela colocação de calço nos pés do berço, seja pela colocação de cobertores e travesseiros por baixo do colchão.</li>



<li>Confeccionar pequeno suporte de pano, costurando quatro tiras sobre as extremidades de um quadrado de pano, o qual será colocado por entre as pernas da criança e amarrado à cabeceira do berço, de modo que a criança não escorregue, durante o sono, mudando de posição.</li>



<li>Deitar a criança em decúbito lateral, sobre o lado direito ou de bruços, sem travesseiro.</li>



<li>Não usar roupas apertadas. Não movimentar muito a criança.</li>
</ul>



<p>O tratamento do refluxo gastresofagiano prolonga-se por alguns meses e requer perseverança e paciência dos pais, uma vez que nem sempre se conseguem resultados a curto prazo. A cirurgia é reservada a número muito pequeno de casos, depois da não adaptação ao tratamento clínico. A maioria das vezes, no entanto, o problema se resolve com o decorrer do tempo, à medida que a musculatura da cárdia começa a se fortalecer e após suporte fonoterápico especializado e acompanhamento pediátrico de rotina. Venha conhecer mais.<br><br>Agende seu horário conosco, será um prazer receber usa visita!!!</p>
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		<item>
		<title>Eu tenho língua presa? E agora, o que fazer??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/eu-tenho-lingua-presa-e-agora-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 14:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[anquiloglossia]]></category>
		<category><![CDATA[frênulo]]></category>
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					<description><![CDATA[A anquiloglossia, popularmente conhecida como “língua presa”, é uma anomalia do desenvolvimento caracterizada por alteração no frênulo da língua resultando em limitações dos movimentos desta estrutura, podendo ainda gerar alterações de fala. A alteração da inserção pode variar desde a ponta da língua até o rebordo alveolar lingual sendo visível desde o nascimento até a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A anquiloglossia, popularmente conhecida como “língua presa”, é uma anomalia do desenvolvimento caracterizada por alteração no frênulo da língua resultando em limitações dos movimentos desta estrutura, podendo ainda gerar alterações de fala. A alteração da inserção pode variar desde a ponta da língua até o rebordo alveolar lingual sendo visível desde o nascimento até a idade adulta.</p>



<p>Quando existe alteração do frênulo da língua pode-se encontrar como consequência, boca entreaberta, alterações oclusais e periodontais, dificuldade nos movimentos realizados pela língua, assim como postura baixa da mesma na cavidade oral.</p>



<p>As funções de mastigar, deglutir e a produção dos sons da fala podem se alterar. As alterações de fala mais comumente encontradas são as distorções dos fones [s] e [z] e do vibrante alveolar simples em todas as suas posições. Como adaptações ou compensações durante a fala observa-se ainda a ocorrência da diminuição do espaço entre maxilares, aumento da salivação, movimentos mandibulares excessivos de lateralização e anteriorização, o que pode gerar imprecisão da fala.</p>



<p>A amamentação e a fala são as alterações mais frequentes quando o frênulo da língua se encontra alterado.</p>



<p>O fonoaudiólogo atua avaliando as condições do frênulo da língua via inspeção visual, verificando os  movimentos da língua e avaliando as funções orofaciais de mastigação, deglutição e fala. Quando necessário  sugere avaliação de outro profissional, intervenção cirúrgica ou fonoterapia para correção das alterações  encontradas.</p>



<p>Alguns profissionais intervêm cirurgicamente para corrigir as alterações do frênulo da língua, sendo mais frequente odontólogos e otorrinolaringologistas.</p>



<p>A frenectomia nos bebês costuma ser indicada quando o frênulo da língua dificulta a movimentação da mesma ou a amamentação . No entanto não é comum nos consultórios dos odontólogos ou dos otorrinolaringologistas aparecerem pacientes nessa faixa etária. Em crianças maiores a frenectomia lingual está indicada quando a inserção do frênulo pode provocar problemas periodontais, ou quando a falta de mobilidade da língua prejudicar a fala.</p>



<p>Caso você tenha se identificado com esse artigo, escreva pra gente e marque uma consulta!</p>
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