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	<title>gagueira &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>gagueira &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Quatro dicas principais a se fazer quando uma pessoa estiver gaguejando</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quatro-dicas-principais-a-se-fazer-quando-uma-pessoa-estiver-gaguejando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
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					<description><![CDATA[Em primeiro lugar devemos nos concentrar no conteúdo da mensagem e não na forma em que a pessoa está falando. Tentar completar, mostrar tensão ou impaciência, pedir para respirar, são atitudes que só dificultam a fala de fluir. A melhor forma é nos mantermos tranquilos e atentos, demonstrando&#160;serenidade no olhar e fazendo alguns comentários em [&#8230;]]]></description>
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<p>Em primeiro lugar devemos nos concentrar no conteúdo da mensagem e não na forma em que a pessoa está falando. Tentar completar, mostrar tensão ou impaciência, pedir para respirar, são atitudes que só dificultam a fala de fluir.</p>



<p>A melhor forma é nos mantermos tranquilos e atentos, demonstrando&nbsp;serenidade no olhar e fazendo alguns comentários em relação ao que é falado para demonstrar interesse ao tema.</p>



<p>Dê preferência a pessoa que fala, deixe-a falar.</p>



<p>E por último, fale com tranquilidade com a pessoa que tem dificuldades, reduzindo levemente a velocidade de fala e assim, a fala do outro tenderá a fluir como a sua fala.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratando as disfluências &#8211; Gagueira, taquifemia, outros</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratando-as-disfluencias-gagueira-taquifemia-outros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas. Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&#160;o terapeuta deve tornar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas.</p>



<p>Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&nbsp;o terapeuta deve tornar o ambiente profissional acolhedor. Ele é o mediador, o facilitador do tratamento em que o paciente terá, bem como&nbsp;de sua fala, de suas relações de comunicação e das técnicas a serem empregadas, promovendo, ou facilitando, a fluência (fala sem bloqueios).</p>



<p>No processo terapêutico, torna-se importante trabalhar com a propriocepção, o relaxamento psicofísico, a coordenação pneumo-fono-articulatória, a lentificação da fala, o aumento da amplitude articulatória, o contato de olho, entre outros. Estratégias como o cancelamento, o pull-out, o de redução gradativa de tensão, gagueira voluntária, início de fonação suave, fala ritmada ou silabada, fala sob mascaramento, atraso do feedback auditivo associado à alteração da frequência da fala, são excelentes aliados no trabalho de promoção de fluência e/ou modificação da gagueira.</p>



<p>O paciente deverá ser estimulado a participar ativamente, executando as atividades prescritas pelo terapeuta no seu dia a dia. O terapeuta levará o paciente a compreender melhor a gagueira, a sentir como ela acontece em seu corpo. Leva-o a tomar consciência de seus sentimentos em relação à sua fala e à gagueira. Durante todo o processo, o terapeuta irá orientar e acolher, tendo sempre em mente que ali as pessoas estão tratando de um ponto de dor para elas: a gagueira.</p>



<p>A terapia fonoaudiológica promove mudanças lentas e gradativas&nbsp;na maneira como o cérebro processa a fala. Em outras palavras, após a terapia fonoaudiológica, algumas regiões cerebrais estão mais ativadas e outras menos ativadas. Na verdade, as melhoras obtidas (tanto na fluência em si, como na forma de lidar com a gagueira) são devidas às mudanças funcionais no cérebro desencadeadas pelas técnicas terapêuticas fonoaudiológicas.</p>



<p>O tempo total&nbsp;de terapia depende de uma série de fatores, tais como: intensidade da gagueira, presença de outros distúrbios de fluência e/ou de linguagem, presença de outros distúrbios neurológicos ou psiquiátricos, idade do paciente, aderência do paciente ao tratamento e grau de especialização do fonoaudiólogo. Em média, os tratamentos duram de seis meses (casos mais leves) até dois anos (casos mais graves). Lembrando que cada caso é único e seu tempo varia também.</p>



<p>A participação de paciente, família, social é muito importante durante todo o tratamento. Quanto maior a participação de todos nós, menor o tempo de tratamento. Não quebrar o tratamento é muito importante em todo e qualquer caso. Faltar ao tratamento é quebrar todo o processo de reabilitação e retardar a alta do paciente.</p>



<p>O fato de ter feito um tratamento fonoaudiológico para&nbsp;as dificuldades de fala&nbsp;não implica nunca mais cogitar um outro tratamento: a gagueira pode se modificar ou se agravar com o passar do tempo devido ao surgimento de outras doenças, traumas e a novas experiências estressantes que foram vivenciadas ao longo da vida ou ao próprio envelhecimento.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esteja sempre em contato com seu fonoaudiólogo e siga sempre suas orientações!!! Ainda restam dúvidas? Entre em contato e agende sua consulta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>20 atitudes proibidas de se praticar com o gago (disfluente de fala):</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/20-atitudes-proibidas-de-se-praticar-com-o-gago-disfluente-de-fala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias são as atitudes que dificultam ou até mesmo chegam a impedir que uma pessoa fale normalmente. Tais atitudes devem ser abolidas de nossas atitudes diárias, são elas: Pare de fingir que a gagueira não existe! Que ela vai passar&#8230;procure seu fonoaudiólogo antes que piore!!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Várias são as atitudes que dificultam ou até mesmo chegam a impedir que uma pessoa fale normalmente. Tais atitudes devem ser abolidas de nossas atitudes diárias, são elas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Dizer para ela relaxar, acalmar-se, respirar ou pensar antes de falar.</li>



<li>Chama-la de gaga.</li>



<li>Criticar ou corrigir a fala à sós ou na frente dos outros.</li>



<li>Completar o que está falando ou interrompê-la enquanto fala.</li>



<li>Apressa-la enquanto estiver tentando falar.</li>



<li>Preocupar-se demasiadamente com a gagueira, mostrando tensão.</li>



<li>Falar muito rápido e de forma “difícil”.</li>



<li>Gritar, ficar bravo, quando ela gaguejar.</li>



<li>Tornar as atividades do dia a dia desagradáveis e tensas.</li>



<li>Fazer sentir-se envergonhada ou diminuída.</li>



<li>Forçar a falar em público.</li>



<li>Comparações desnecessárias com pessoas que falam corretamente.</li>



<li>Pressionar com muitas atividade ou tarefas ao mesmo tempo.</li>



<li>Superproteger o problema.</li>



<li>Exigir mais que a pessoa possa dar no momento.</li>



<li>Responder pela pessoa ou completar suas frases</li>



<li>Demonstrar estar constrangido ou com pena</li>



<li>Mandar a pessoa parar de falar e começar de novo.</li>



<li>Sugerir que evite ou substitua palavras “difíceis” de se pronunciar (a disfluência não está diretamente associada à produção de alguns fonemas ou ao conteúdo semântico).</li>



<li>E o pior: fingir que a disfluência não existe.</li>
</ol>



<p>Pare de fingir que a gagueira não existe! Que ela vai passar&#8230;procure seu fonoaudiólogo antes que piore!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atitudes práticas ao ajudar um disfluente (gago) a falar melhor:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atitudes-praticas-ao-ajudar-um-disfluente-gago-a-falar-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem algumas atitudes que podem auxiliar o indivíduo que apresenta dificuldades na fala (gago), contribuindo assim, para que sua fala fique fluente; são as seguintes: E o mais importante: Tenha sempre o suporte de um fonoaudiólogo!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem algumas atitudes que podem auxiliar o indivíduo que apresenta dificuldades na fala (gago), contribuindo assim, para que sua fala fique fluente; são as seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prestar mais atenção ao conteúdo do que a pessoa está falando do que à forma com que ela o faz, ou seja: seu nervosismo, sua gagueira, seu piscar de olhos; dentre outras características referentes a mesma.</li>



<li>Ajude-o a falar mais suavemente, deixe sua voz mais calma, intensidade mais baixa; evitando ansiedade para que ele termine logo de falar.</li>



<li>Parar um segundo ou mais antes de responder, isso contribui para uma melhor organização do seu pensamento e da outra pessoa, diminuindo a ansiedade e consequentemente, a disfluência.</li>



<li>Reservar um tempo, diariamente, para dar atenção exclusiva a pessoa. Conversar sobre seu dia, suas ansiedades, expectativas, ou, até mesmo, jogar conversa fora</li>



<li>Encoraje-o a falar sobre sua gagueira com vocês: medos, dificuldades, frustrações, evoluções e progressos.</li>



<li>Fazer atividades com a pessoa disfluente ou propor situações de distração e relaxamento.</li>



<li>Promover um ambiente familiar de conversação não competitivo.</li>



<li>Lembrar que as disfluências são naturais à fala de qualquer pessoa, utilizando-se de exemplos do dia a dia.</li>



<li>Manter contato de olho natural enquanto está falando, não ignore ou transmita ansiedade a pessoa.</li>



<li>Encorajar o a falar.</li>
</ul>



<p>E o mais importante: Tenha sempre o suporte de um fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gagueira na infância é normal?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/gagueira-na-infancia-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 17:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[lúdico]]></category>
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					<description><![CDATA[Na faixa etária de dois a&#160;três anos e meio de idade, muitas crianças gaguejam, mas com o passar dos anos, com a aquisição completa da fala, a gagueira desaparece. A gagueira tende a desaparecer até os 4 anos de idade. No entanto, alguns casos devem ser avaliados precocemente, principalmente, quando há casos de gagueira na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na faixa etária de dois a&nbsp;três anos e meio de idade, muitas crianças gaguejam, mas com o passar dos anos, com a aquisição completa da fala, a gagueira desaparece. A gagueira tende a desaparecer até os 4 anos de idade. No entanto, alguns casos devem ser avaliados precocemente, principalmente, quando há casos de gagueira na família ou gagueira repentina em função de um acontecimento na vida da criança, que marque negativamente sua vida ou trague alguma ansiedade para ela.</p>



<p>No entanto, uma porcentagem dessas crianças que gagueja na infância não recupera a fluência. Muitas crianças possuem disfluência normal quando estão na aquisição da fala, entretanto a maioria delas a supera. No caso das crianças que não superam, é necessária a terapia de gagueira, que é feita com os fonoaudiólogos.</p>



<p>Essa desordem não possui cura, mas existem tratamentos eficazes que promovem a fluência da fala, ou seja, um controle na execução da fala/comunicação em situações de vida diária.</p>



<p>Para o tratamento da gagueira procure um fonoaudiólogo. Atualmente, existem inúmeros recursos e abordagens para o tratamento da gagueira: Desde o lúdico até a utilização de equipamentos eletrônicos para controle dela.</p>



<p>A terapia de gagueira&nbsp;possui uma grande importância&nbsp;no dia a dia e nas vivências das crianças; sendo também de fundamental base para a criação de estratégias de comunicação, permitindo a amenização da desordem e não a cura. Sendo assim, pais e professores precisam compreender sobre o impacto da gagueira na vida delas.</p>



<p>Abaixo, algumas dicas para pessoas que convivem com esse problema:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Falar com a criança devagar, pausando frequentemente. Esperar alguns segundos quando a criança termina de falar para você iniciar.</li>



<li>Reduzir o número de perguntas.</li>



<li>Usar expressão facial e outras linguagens corporais para conduzir a conversa.</li>



<li>Separe alguns minutos para você dar uma atenção individual e especial para a criança.</li>



<li>Ajudar os membros da família a ter paciência para escutá-la.</li>



<li>Observar a sua interação com a criança, evitando crítica, interrupções, falar rápido e muitas questões.</li>



<li>Sobretudo, buscar aceitar a criança e investir para que ela se aceite.</li>
</ol>



<p>Não se esqueça do mais importante: Procure seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel de professores e pais na gagueira</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-papel-de-professores-e-pais-na-gagueira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A gagueira infantil ainda é tema de muitas dúvidas por parte de pais e professores e, tratada, erroneamente, como uma coisa normal, ou como um problema exclusivamente de fundo emocional, causado pelos pais, pelo nervosismo ou pela timidez. Gagueira é um distúrbio da fala que tem como principais manifestações as disfluências, ocasionando interrupções e reduzindo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gagueira infantil ainda é tema de muitas dúvidas por parte de pais e professores e, tratada, erroneamente, como uma coisa normal, ou como um problema exclusivamente de fundo emocional, causado pelos pais, pelo nervosismo ou pela timidez.</p>



<p>Gagueira é um distúrbio da fala que tem como principais manifestações as disfluências, ocasionando interrupções e reduzindo o fluxo de informação. Além das disfluências podem ocorrer os concomitantes físicos. A gravidade da gagueira pode variar de um quadro leve a muito grave, de acordo com a frequência de rupturas na fala, com o tempo médio gasto nas disfluências, bem como com a presença de concomitantes físicos. A qualidade de vida do indivíduo que gagueja poderá ser prejudicada dependendo da gravidade do distúrbio e a forma de aceitação da gagueira por parte do próprio indivíduo e dos ouvintes.</p>



<p>Na idade pré-escolar os &#8220;erros&#8221; na fala ainda são bastante comuns e, até certo ponto, aceitáveis dentro do processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem. Os mais relacionados à gagueira e que merecem atenção são as repetições de palavras, sílabas e sons, os prolongamentos de vogais e os bloqueios, principalmente quando acompanhados de esforço, movimentação facial ou corporal. É comum crianças apresentarem estes comportamentos típicos da gagueira por apenas alguns meses e depois voltarem ao normal sem nenhuma intervenção. Mas se dentro de seis meses não houver melhora pode ser um indicativo de que realmente seja um caso de gagueira.</p>



<p>Já na idade escolar as disfluências são sempre preocupantes e essas crianças precisam de ajuda especializada imediata. Sem essa ajuda a gagueira poderá realmente afetar seu desempenho na escola e seu bem-estar pessoal.</p>



<p>Algumas atitudes fazem por agravar o quadro da gagueira gerando um impacto negativo como, por exemplo: falar para a criança parar de gaguejar, pensar antes de falar, respirar, ter calma, começar a frase de novo, mudar seu tom de fala, sugerir que a criança evite as palavras difíceis, responder pela criança ou completar suas frases. Além disso, demonstrar estar desconfortável, impaciente ou irritado com a forma da criança falar pode ser tão prejudicial como fingir que a disfluência não existe.</p>



<p>Não espere, procure o quanto antes o suporte profissional &#8211; Procure por seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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