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	<title>hipotonia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>hipotonia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Quando a chupeta não é vilã??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quando-a-chupeta-nao-e-vila/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Rotineiramente nos deparamos com pais que nos indagam: “Mas enfim, devo introduzir ou não a chupeta?&#8221; E em função dessas indagações e dúvidas, responderei aos pais: Estudos&#160;provam que o uso da chupeta&#160;favorece o desenvolvimento de alterações na arcada dentária e na musculatura da face da criança. A conclusão das pesquisas refere que quanto mais tempo [&#8230;]]]></description>
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<p>Rotineiramente nos deparamos com pais que nos indagam: “Mas enfim, devo introduzir ou não a chupeta?&#8221;</p>



<p>E em função dessas indagações e dúvidas, responderei aos pais:</p>



<p>Estudos&nbsp;provam que o uso da chupeta&nbsp;favorece o desenvolvimento de alterações na arcada dentária e na musculatura da face da criança. A conclusão das pesquisas refere que quanto mais tempo a criança fica com a chupeta na boca, seja&nbsp;só apoiando, sugando de vez em quando ou sugando o tempo inteiro, maiores tendem a ser as alterações dentárias. Junto às alterações dentárias vem alterações na respiração, (criança respirando pela boca alterando a musculatura intra e extra oral, dormindo de boca aberta, roncando/com quadros de apneia) alterações na mastigação (crianças comendo com a boca aberta, empurrando os dentes com a língua e causando alteração nos dentes, novamente) deglutição atípica ou adaptada (tensionado a musculatura de face e pescoço) e alterações na fala (troca de sons na fala, língua encostando nos dentes ao falar &#8211; O famoso “falar como Romário ou o presidente Lula”).</p>



<p>Entretanto, bebês prematuros,&nbsp;hipotônicos ou&nbsp;que apresentem dificuldade para sugar seio materno, podem beneficiar-se do uso da chupeta, desde que esta seja ortodôntica e utilizada com o monitoramento de profissional habilitado para treino de motricidade oral, porque mesmo sendo mais anatômicas e&nbsp;menos prejudiciais aos dentes,&nbsp;não devem ser usadas indiscriminadamente&nbsp;sob o risco de causar&nbsp;as mesmas alterações na arcada dentária do bebê em menor escala. Portanto o uso indiscriminado da chupeta, sem tempo de uso e período, até em crianças hipotônicas pode interferir negativamente no desenvolvimento infantil.</p>



<p>Não fique com dúvidas: Procure seu fonoaudiólogo!!</p>
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		<title>Bebê esperto! Hipotonia não é desculpa para o não desenvolvimento da criança</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/bebe-esperto-hipotonia-nao-e-desculpa-para-o-nao-desenvolvimento-da-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 15:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[hipotonia]]></category>
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					<description><![CDATA[De forma geral, a hipotonia é sinal primário na maioria das desordens neuromusculares ou secundário, consequente às doenças sistêmicas (septicemias) e síndromes complexas. As causas mais frequentes de hipotonia muscular ao nascimento são as doenças sistêmicas devido à septicemia, comprometimento respiratório, patologias intracranianas, infecções do sistema nervoso central, afecções dos nervos periféricos, doença da junção [&#8230;]]]></description>
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<p>De forma geral, a hipotonia é sinal primário na maioria das desordens neuromusculares ou secundário, consequente às doenças sistêmicas (septicemias) e síndromes complexas. As causas mais frequentes de hipotonia muscular ao nascimento são as doenças sistêmicas devido à septicemia, comprometimento respiratório, patologias intracranianas, infecções do sistema nervoso central, afecções dos nervos periféricos, doença da junção neuromuscular, Síndrome de Prader-Wili e intoxicação por drogas administradas cronicamente à mãe durante a gestação ou no momento do parto; dentre outras.</p>



<p>Uma das características observadas no exame clínico é em relação ao momento quando ao tracionados para sentar, os recém-nascidos permanecem com os braços estendidos ou estirados, sem movimentação.</p>



<p>A hipotonia congênita&nbsp; caracterizada por atraso no desenvolvimento motor, de fala, dificuldades para sugar, mastigar/ engolir&nbsp;, aprendizado um pouco mais lento e hipotonia precoce; principalmente. Sendo assim, o termo Síndrome do bebê hipotônico ou Síndrome da criança hipotônica é designada para denotar na infância pobre tono muscular e fraqueza generalizada, afetando membros, tronco, musculatura craniofacial sendo evidenciada ao nascimento ou durante os primeiros meses de vida. Para que a criança possa atingir uma determinada fase do desenvolvimento, ela precisa ser estimulada. A estimulação procura dar-lhe condições para desenvolver suas capacidades desde o nascimento. Isto se aplica a todas as crianças com ou sem atraso.</p>



<p>A estimulação precoce é uma série de exercícios para desenvolver as capacidades da criança, de acordo com a fase do desenvolvimento em que ela se encontra. Não se trata de nada complicado, mas de uma série de ações que toda pessoa faz normalmente com os bebês, além de outras atividades mais específicas que se pode aprender facilmente .</p>



<p>A maior parte dos programas de estimulação precoce são dirigidos a crianças de 0 a 3 anos e devem ser iniciados o quanto antes para que a criança possa se desenvolver o quanto antes e chegar&nbsp;o mais próximo da normalidade, respeitando as características de cada indivíduo.</p>



<p>Os pais&nbsp;devem observar o que seu filho faz com facilidade e o que é difícil para ele; cada criança é única e individual. Assim, a estimulação deve ser feita de acordo som suas capacidades. E todas as novidades e necessidades devem ser comunicadas ao terapeuta.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os pais devem estar dispostos e com tempo para estimular a criança. É importante que essas atividades sejam agradáveis para ambos. Assim, você estará dando carinho e atenção para seu filho e poderá também observá-lo, compreendendo melhor suas dificuldades e habilidades.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O desenvolvimento global da criança depende muito do ambiente em que ela vive. Ele deve ser tranquilo, mas dever fornecer-lhe estímulos variados, um de cada vez e em diferentes períodos do dia. Qualquer coisa pode ser um estímulo conveniente para a criança: brinquedos coloridos, música, conversa, ou o próprio movimento da casa. Porém, não é interessante fornecer muitos estímulos ao mesmo tempo. Por exemplo, muitos brinquedos, rádios e televisão ligados, outras crianças brincando. O excesso de estímulos pode confundir a criança.</p>



<p>O bebê receberá mais estímulos se o mudarmos de posição diversas vezes durante o dia, enquanto estiver acordado. Cada nova posição, de bruços ou de lado, fará com que ele perceba partes diferentes de seu corpo e o relacione com o ambiente. A mudança de local onde o bebê fica também ajuda a estimulação, de modo que é bom deixá-lo um pouco em vários lugares da casa. A criança deve ficar sempre que possível perto de seus pais e irmãos, enquanto estivem trabalhando, conversando ou brincando. Assim, ela vai tomando contato com o que acontece na casa e gradualmente começará a participar das atividades e se desenvolvendo.</p>



<p>E não se esqueça: Procure seu fonoaudiólogo e esteja sempre em sintonia com sua equipe! Conte sempre conosco!!</p>
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		<title>Síndrome do Bebê Hipotônico</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sindrome-do-bebe-hipotonico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 14:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[hipotonia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[sucção]]></category>
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					<description><![CDATA[As doenças neuromusculares na infância referem-se a distúrbios cuja patologia primária afeta qualquer parte da unidade motora, desde células do corno anterior até o próprio músculo. Assim as doenças neuromusculares podem ser classificadas como hereditárias ou como adquiridas. Além da hipotonia neonatal e atraso no desenvolvimento motor, estas crianças podem apresentar uma fase inicial com [&#8230;]]]></description>
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<p>As doenças neuromusculares na infância referem-se a distúrbios cuja patologia primária afeta qualquer parte da unidade motora, desde células do corno anterior até o próprio músculo. Assim as doenças neuromusculares podem ser classificadas como hereditárias ou como adquiridas.</p>



<p>Além da hipotonia neonatal e atraso no desenvolvimento motor, estas crianças podem apresentar uma fase inicial com debilidade proximal não progressiva que simula uma distrofia muscular. Sendo assim, o termo Síndrome do bebê hipotônico ou Síndrome da criança hipotônica é designado para denotar na infância pobre tono muscular e fraqueza generalizada, afetando membros, tronco, musculatura craniofacial sendo evidenciada ao nascimento ou durante os primeiros meses de vida.</p>



<p>Como algumas das causas da Síndrome do Bebê Hipotônico, podemos citar um sumário de possíveis doenças neuromusculares na infância como Distrofia Miotônica Congênita, Neuropatia Periférica, atrofia espinhal Muscular, Doenças Glicogenoses, Miastenia Gravis, Doença Córtico Espinhal, Miopatias Mitocondriais e Distrofia Muscular Congênita. No entanto essas doenças neuromusculares na infância ocorrem com certa prevalência e variam quanto aos graus de comprometimento. A hipotonia neonatal é uma condição clínica e está frequentemente associada com anormalidades do Sistema Nervoso Periférico (SNP) ou do Sistema Nervoso Central (SNC).</p>



<p>Sendo assim, o recém-nascido deve ser acompanhado por equipe multidisciplinar: Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapeuta Ocupacional, Psicólogo, dentista, neurologista pediatra e equipe médica ao dispor.</p>



<p>Em fonoaudiologia, serão desenvolvidas habilidades de fala, linguagem/comunicação, motricidade e mobilidade oral, sucção, respiração, posturas corretas para a melhor alimentação e treinamento aos cuidadores.</p>



<p>Quer saber mais? Marque para conversarmos.</p>
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		<title>O trabalho com a criança hipotônica: como agir e evoluir.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-trabalho-com-a-crianca-hipotonica-como-agir-e-evoluir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 15:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[hipotonia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bebês hipotônicos descansam com seus cotovelos e joelhos frouxamente estendidos, enquanto bebês com tônus normal tendem a flexionar os cotovelos e joelhos. O controle da cabeça pode ser deficiente ou inexistente em bebês com flacidez. Ao carregarmos o bebê temos a sensação de se estar carregando uma boneca de pano e percebemos que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os bebês hipotônicos descansam com seus cotovelos e joelhos frouxamente estendidos, enquanto bebês com tônus normal tendem a flexionar os cotovelos e joelhos. O controle da cabeça pode ser deficiente ou inexistente em bebês com flacidez.</p>



<p>Ao carregarmos o bebê temos a sensação de se estar carregando uma boneca de pano e percebemos que o corpo da criança é flácido, como uma boneca de pano.&nbsp;</p>



<p>Ao compararmos um bebê normal com o hipotônicos; os bebês com tônus normal podem ser levantados colocando-se as mãos embaixo das axilas, enquanto os bebês hipotônicos tendem a deslizar entre as mãos da pessoa que o segura, à medida que se levantam os braços do bebê.</p>



<p>Segundo os conceitos de Bobath, o mesmo, define a paralisia cerebral como uma lesão no cérebro imaturo, comprometendo o movimento e a postura. Essa lesão está frequentemente associada a problemas de fala, visão e audição, assim como a vários tipos de distúrbios da percepção e a certo grau de retardo mental e/ou epilepsia.</p>



<p>No caso da deficiência física, mais especificamente daquela que é consequência da paralisia cerebral, atualmente conhecida como disfunção neuromotora e encefalopatia crônica não progressiva (ECNP).</p>



<p>Quando as crianças apresentam, além do motor, outro tipo de comprometimento, relacionado a outros sistemas, como visual, auditivo, tátil, cognitivo ou a distúrbios (neurológico, emocional, linguagem e&nbsp; conduta), trata-se da múltipla deficiência sensorial, ou seja: é a deficiência auditiva ou a deficiência visual associada a outras deficiências (mental e/ou física), como também a distúrbios (neurológico, emocional, linguagem e desenvolvimento global) que causam atraso no desenvolvimento educacional, vocacional, social e emocional, dificultando a sua autossuficiência.</p>



<p>Os&nbsp;comprometimentos que comumente são encontrados na clínica fonoaudiológica referem-se à mímica facial, aos reflexos orais, à alimentação, sialorréia, respiração, articulação, voz, audição e linguagem. O comprometimento da comunicação é bem variável, por isso, é possível encontrar pacientes com poucas dificuldades de linguagem, com distúrbios moderados e até com graves retardos na aquisição da fala.</p>



<p>No que se refere ao desenvolvimento da linguagem, a preocupação maior deve recair na possibilidade de crianças com múltiplas deficiências se comunicarem, mais do que na adequação articulatória e/ou fonêmica, de acordo com o padrão da língua.</p>



<p>É importante ressaltar que o trabalho do fonoaudiólogo com múltipla deficiência, além do desenvolvimento da linguagem, precisa dar conta de todo o funcionamento do sistema estomatognático (doravante SEG). Nesse aspecto, a maior preocupação de muitos profissionais da área diz respeito à alimentação e suas dificuldades, podendo levar a um quadro de disfagia. O termo disfagia refere-se a todos os danos de qualquer parte de unidade de deglutição.</p>



<p>Não poderíamos de citar, com louvor, o papel dos pais neste processo de reabilitação. Nesse contexto, a função materna é fundamental, não só para a manutenção da integridade física, mas também para o desenvolvimento psíquico do bebê, pois o ego imaturo precisa ser fortalecido pelo “apoio egóico” dado pela mãe – é ela que tem em mente a criança como uma pessoa completa.</p>



<p>Sendo assim,&nbsp;o trabalho fonoaudiológico deve estar voltado para esses limites e possibilidades das mães e suas relações com seu filho, devendo procurar ampliá-los, pois assim estará também cuidando da criança.</p>



<p>Procure avaliação especializada e veja como poderemos ajudar seu filho!! Marque seu horário!</p>
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