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	<title>linguagem &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Feb 2025 13:51:21 +0000</lastBuildDate>
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	<title>linguagem &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
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	<item>
		<title>Síndrome de Guillain-Barré: conhecer para agir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sindrome-de-guillain-barre-conhecer-para-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré??? A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&#160;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, [&#8230;]]]></description>
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<p>Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré???</p>



<p>A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&nbsp;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, diminuição do tônus muscular e consequentemente, também dos reflexos e da funcionalidade da musculatura envolvida.</p>



<p>O início da doença é antecedido por uma infecção de vias respiratórias altas (nariz, faringe, laringe), de gastroenterite aguda até uma perda de sensibilidade e força dos membros e posteriormente podendo atingir a musculatura de expressões faciais, mastigação, deglutição e voz.</p>



<p>Paciente queixa e não ter  coordenação dos músculos durante a articulação dos fonemas, (ficando os mesmos mais lentos em execução, musculatura pesada, sem ritmo) dificuldade para mastigar, (cansaço, lentidão, incoordenação dos movimentos, diminuição da sensibilidade, resíduo alimentar em cavidade oral) deglutição com alterações, (tosses, engasgos, dificuldades para determinados alimentos) alterações na voz, (perda de potência, projeção e cansaço ao falar) alterações na mímica facial (dificuldades para expressar sentimentos, emoções).</p>



<p>O objetivo da terapia fonoaudiológica é restabelecer o tônus e a mobilidade da musculatura orofacial, adaptação da válvula de fala quando necessária; auxiliar no desmame da ventilação mecânica também quando ele possui, restabelecimento da comunicação e das funções estomatognáticas e acima mencionadas.</p>



<p>Por isso, a avaliação fonoaudiológica para o auxílio nas dificuldades acima mencionadas são fundamentais.</p>



<p>• O prognóstico é favorável com reversibilidade completa ocorre em 60% dos casos, mas, 10% chegam a óbito A maioria das pessoas acometidas se recuperam em três meses após iniciados os sintomas. por isso, a intervenção precoce é muito importante multiplicativamente falando.</p>



<p>Se você foi diagnosticado com Guillain-Barré, não espere, a intervenção assim que se descobre é fundamental para a melhora do paciente.</p>



<p>Quer saber mais?  Estamos ao seu lado. Agende conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Seu filho anda &#8220;voado&#8221; em sala de aula??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-anda-voado-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).</p>



<p>As características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;</li>



<li>Tempo e atenção curtos (reduzido);</li>



<li>Ansiedade e estresse quando escuta;</li>



<li>Facilmente distraído;</li>



<li>Dificuldade em seguir direção;</li>



<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo;</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização sonora: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li>Síntese binaural: habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li>Figura-fundo: identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li>Separação binaural: habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li>Memória: habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li>Discriminação: habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li>Fechamento: habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li>Atenção: habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li>Associação: habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>Um transtorno no processamento auditivo central só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.</p>



<p>A queixa mais característica desse transtorno, entretanto, é a dificuldade de ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento:</h3>



<p>O fonoaudiólogo ao preparar um plano de terapia para as alterações do processamento auditivo central deve ter como objetivo principal criar condições para que o indivíduo possa se reorganizar quanto aos aspectos envolvidos na comunicação no que se refere a utilização dos fonemas, da prosódia e das regras da língua. Para cada tipo de alteração pode se organizar uma proposta de fonoterapia enfatizando alguns aspectos que deverão ser predominantemente treinados.</p>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica deve enfatizar os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído.</p>



<p>É através do treinamento auditivo que o fonoaudiólogo desenvolverá as habilidades prejudicadas, melhorando a percepção da fala e, consequentemente, aumentando sua competência comunicativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientações de como pais e professores podem ajudar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes de começar a falar, chame, olhe ou toque a criança, garanta que ela está olhando para você;</li>



<li>Fale mais alto, sem gritar, olhando para criança de frente;</li>



<li>Fale pausado, mais articulado;</li>



<li>Repita a ordem várias vezes, garanta que a criança entendeu, pedindo que ela repita o que deve ser feito;</li>



<li>Use frases mais curtas;</li>



<li>Adicione palavras diferentes às da criança, ampliando o vocabulário dela;</li>



<li>No início diminua os barulhos da casa (desligar rádio, TV) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar a janela quando possível), enquanto se fala com a criança;</li>



<li>Criar situações de comunicação com seu filho pelo menos 30 minutos por dia;</li>



<li>Contar histórias, cantar músicas, perguntar sobre atividades do dia.</li>
</ul>



<p>Para saber mais, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Neuropatia auditiva &#8211; como lidar com ela</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/neuropatia-auditiva-como-lidar-com-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central. O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As perdas auditivas na primeira infância são as mais difíceis de serem detectadas devido ao comportamento comum dos bebês. É neste período que se inicia o processo de maturação do sistema auditivo central.</p>



<p>O desenvolvimento do sistema nervoso auditivo inicia-se no útero; ao redor das vinte e quatro semanas gestacionais ocorre a maturação do sistema auditivo periférico e após o nascimento a maturação das vias auditivas ao longo do sistema nervoso central, completando-se aproximadamente aos dezoito meses de idade.</p>



<p>Há não muitos anos um grupo especial de pacientes, principalmente crianças, tem chamado a atenção de estudiosos devido à “incompatibilidade” entre os resultados obtidos nos exames (Potenciais Evocados Auditivos, de forma combinada a anamnese com os seguintes exames para um diagnóstico preciso: medidas de imitância acústica, audiometria tonal, logoaudiometria, audiometria de observação comportamental, emissões otoacústicas (EOAs) transitórias e por produto de distorção e audiometria de tronco encefálico (ABR).</p>



<p>A audição é importante na comunicação humana. Perda auditiva na criança pode acarretar distúrbios na aquisição da fala, linguagem e no desenvolvimento emocional, educacional e social. O diagnóstico precoce de deficiência auditiva permite a intervenção e o ideal é que ambos ocorram nos primeiros 6 meses de vida.</p>



<p>A triagem auditiva neonatal universal é recomendada pois avalia todos os recém-nascidos e não apenas aqueles com indicadores de risco para perda auditiva. Embora existam testes comportamentais para a avaliação auditiva, os exames ideais são os objetivos, tais como as emissões otoacústicas e os (EOA) potenciais evocados auditivos de tronco cerebral, pois são exames eletrofisiológicos que não dependem da participação da criança, sendo úteis em recém-nascidos e crianças pequenas.</p>



<p>As emissões otoacústicas avaliam a função coclear e o potencial auditivo evocado avalia a função auditiva até o tronco cerebral. Ambos são usados na triagem auditiva neonatal embora o registro das EOA seja o mais comum por ser de aplicação mais fácil e rápida.</p>



<p>Crianças portadoras de “a neuropatia auditiva, que, é uma condição que pode ser encontrada em pacientes de todas as idades, adultos e crianças, que apresentem funcionamento normal de células ciliadas externas e função neural alterada”. Existem&nbsp; alguns possíveis locais de alterações como: células ciliadas internas, sinapse das células ciliadas internas com o VIII nervo craniano, VIII nervo craniano (vestíbulo coclear), aferência e eferência das fibras do VIII nervo craniano, neurônios do gânglio espiral e/ ou anormalidades bioquímicas dos neurotransmissores destaca como fatores etiológicos a prematuridade, herança genética (recessiva/dominante), neuropatia sensorial motora hereditária,<br>neuropatias periféricas e hiperbilirrubinemia.</p>



<p>A icterícia, por exemplo, destaca-se por ser um acometimento frequente em recém-nascidos a termo e pré-termo, ocorrendo em 60% dos neonatos, mas somente 10% evoluem para hiperbilirrubinemia. A captação reduzida ou a incapacidade de captar a bilirrubina causa inibição da síntese mitocondrial e síntese proteica, interfere na síntese de DNA, impede a condução nervosa interferindo nos sinais neuroexitatórios, diminui níveis de glicose celular e impede o metabolismo da glicose cerebral.</p>



<p>A estimulação precoce, após a realização dos exames complementares auditivos, consultas médicas e fonoaudiológicas / detecção da perda auditiva objetivam a&nbsp; se evitar ou minimizar os distúrbios do desenvolvimento neuropsicomotor e possibilitar à criança desenvolver-se em todo o seu potencial.</p>



<p>Quanto mais imediata for a intervenção, preferencialmente antes dos 3 anos de idade, maiores as chances de prevenir e/ou minimizar a instalação de padrões posturais e movimentos anormais de linguagem/ comunicação/ expressão, cognitivo e comportamental/ motor. A intervenção precoce baseia-se em exercícios<br>que visam ao desenvolvimento da criança de acordo com a fase em que ela se encontra.</p>



<p>Onde, um conjunto de atividades estimulatórias; destinadas a proporcionar à criança desenvolvimento, nos primeiros anos de vida, são montadas de modo a se promover o pleno alcance do&nbsp; desenvolvimento da criança em si, na escola e em todas as áreas de sua vida. E todo o universo que rodeia a criança é trabalhado de modo a inserir a criança em sociedade, desenvolvendo todas as suas potencialidades.</p>



<p>Quer saber mais?? Marque uma consulta conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o melhor da tecnologia por sua audição</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/conhecendo-o-melhor-da-tecnologia-por-sua-audicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
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					<description><![CDATA[O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&#160;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente. O componente interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta complexidade tecnológica, também conhecido por ouvido biônico, este dispositivo consiste em eletrodos minúsculos implantados cirurgicamente na cóclea, situada no interior da orelha, um receptor inserido no crânio, atrás e acima da orelha.&nbsp;Um microfone, um processador de som e um transmissor são usados externamente.</p>



<p>O componente interno possui uma antena interna com um ímã, um receptor estimulador e um feixe de eletrodos, envolvido por um tubo de silicone fino e flexível. uma cirurgia, o dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas, mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células.</p>



<p>A cirurgia efetuada, ocorre por meio da introdução do dispositivo da antena e do ímã fica sob o couro cabeludo, ancorado no crânio, que é levemente escavado e o filamento de eletrodos é introduzido na cóclea.</p>



<p>Já o dispositivo externo do implante, é composto por microfone direcional, processador de fala, antena transmissora e dois cabos. Um mês após a cirurgia de implante, o paciente recebe o componente externo e o dispositivo é ativado. A partir de então, a pessoa ouve pela primeira vez ou volta a ouvir.</p>



<p>Atualmente existem no mundo, mais de 60.000 usuários de implante coclear.</p>



<p>O funcionamento do implante coclear difere do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) mais comumente chamada como prótese auditiva ou aparelhinho auditivo pela população em geral. O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.</p>



<p>O implante coclear é visto como uma boa opção aos portadores de deficiência auditiva neurossensorial de severa a profunda, para os quais o ganho do AASI não é suficiente para compreensão dos sons da fala, ou mesmo que escutando alguns sons, essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Critérios básicos de indicação do implante coclear:</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pré-linguais (que não desenvolveram a linguagem oral):</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo, com reabilitação fonoaudiológica efetiva há pelo menos 3 meses (<strong>crianças de 0 a 18 meses</strong>) ou desde a realização do diagnóstico (<strong>crianças maiores de 18 meses</strong>), que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual (AASI). De preferência, em crianças, a idade ideal é até 2 anos de idade, sendo que quanto mais precocemente o paciente é implantado, mais satisfatórios serão os resultados obtidos.</p>



<p><strong>Entre 2 e 5 anos</strong> os resultados também podem ser bons, porém são inferiores e não tão satisfatórios quanto aos pacientes implantados até 2 anos.</p>



<p><strong>De 5 anos em diante</strong> , os pacientes também podem ser implantados, porém os resultados dependerão de outros fatores como o grau de desenvolvimento da linguagem já adquirida e do trabalho de estimulação auditiva desenvolvida anteriormente, bem como o  como uso de prótese auditiva e capacidade de realização de leitura orofacial e/ou  linguagem de sinais, caso tenha sido trabalhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pacientes pós-linguais:</h3>



<p>Deficiência auditiva neurossensorial bilateral de grau severo a profundo que não se beneficiarem do aparelho de amplificação sonora individual/ prótese auditiva (AASI), ou seja, apresentarem escores inferiores a 50% em testes de reconhecimento de sentenças (IRF) em testes logoaudiométricos em cabine / com o uso da melhor propetização bilateral possível.</p>



<p>Sendo assim, não existe limite de tempo para a realização do implante coclear neste grupo, no entanto, quanto maior o tempo de surdez, piores serão os resultados.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, ele será sempre seu melhor amigo! Visite também seu otorrino frequentemente&#8230; Cuide de sua audição!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações para melhorar a fala prejudicada pós AVC</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-para-melhorar-a-fala-prejudicada-pos-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção gramatical. É difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. &#8220;É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse &#8216;surda&#8217; para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas&#8221;, que, conforme a extensão e localização da lesão cerebral, o paciente pode apresentar um ou mais sintomas, entre eles a perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras.&nbsp;</p>



<p>A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também pode se manifestar. O paciente pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. &#8220;Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer, fazer o nome do pai ao rezar, dentre outros.&#8221;</p>



<p>Para melhor auxiliar o paciente em casa, o familiar deverá&nbsp;escolher as tarefas, do grau de dificuldade mais simples e assim ir-se aumentando gradativamente o número de itens a serem oferecidos ou o grau de dificuldade, de acordo com o tipo de afasia que se está tratando.</p>



<p>Abaixo, algumas orientações primordiais que promoverão melhora do paciente a curto tempo:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Usar uma gravura, foto ou ilustração de uma cena do cotidiano / dia a dia  do paciente; utilizando frases que contenham a estrutura SVP (sujeito-verbo-predicado) &#8211; Ex.: João bebe água. Quanto mais simples e clara a foto / desenho / ilustração mais fácil para o paciente, ou seja, fotos onde a cena que se quer trabalhar esteja muito cheia de detalhes poderão confundir o paciente e dificultar o processo terapêutico. Articular claramente de modo que haja compreensão do paciente todo o tempo. Certifique que esteja olhando para você sempre que for dar uma ordem de ação.</li>



<li>Mudar de figura sempre que os objetivos da figura anterior forem concluídas.</li>
</ol>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Técnicas de Auxílio em casa:</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A) Compreensão de linguagem</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão auditiva</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Usar desenhos, pictogramas ou figuras</li>



<li>Usar objetos reais</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Dizemos /demonstramos a função do objeto (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Ajudar o Paciente dizendo o artigo correspondente, fazendo o debloqueamento</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Compreensão de leitura</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso de pictogramas, desenhos ou figuras + palavra escrita</li>



<li>Usar gestos e mímica</li>



<li>Usar objetos reais + palavra escrita</li>



<li>No treino de uma frase, marcar as palavras-chaves ou substantivos ou verbos de uma cor diferente (frases tipo SVP)</li>



<li>No treino de um texto, dividir o texto em frases curtas e claras</li>



<li>Usar figuras ou desenhos como feedback visual</li>



<li>Marcar as passagens mais importantes</li>



<li>Marcar os verbos com um rotulador verde (ou de outra cor)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">B) Produção verbal</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falar junto com o terapeuta</li>



<li>Leitura labial</li>



<li>Cantar com o Paciente para fazer o desbloqueamento (canções infantis ou conhecidas)</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia da palavra ou frase</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do Paciente e com ele falar a palavra ou frase de forma melódica</li>



<li>Repetição</li>



<li>Enfatizar o ritmo e a melodia das palavras ou frases, cantando a palavra</li>



<li>Leitura labial (nós  só fazemos os movimentos da boca, sem voz)</li>



<li>Paciente procura repetir</li>



<li>Acompanhar o ritmo da frase tocando com as pontas dos dedos na mesa</li>



<li>Pegar na mão do P e com ele falar de forma melódica a palavra ou frase </li>



<li>Nós repetimos com o Paciente , depois o Paciente sozinho</li>



<li>Nomear objetos (usando gravuras, desenhos ou objetos reais)</li>



<li>Dizer ao Paciente o número de letras que tem a palavra<br>Mostrar ao Paciente o número de sílabas no papel (o número de lacunas correspondentes)</li>



<li>Dizer o artigo da palavra (o ou a / um ou uma)</li>



<li>Usar gestos e mímica, mostrando a função pragmática do objeto</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Toda manhã eu tomo&#8230;&#8221; a palavra desejada é, no caso, café/banho etc. Dizemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o P possa dizê-la</li>



<li>Dizer ao P a primeira letra da palavra</li>



<li>Mostrar a gravura/foto ao Paciente<br>Dar a ele 2 ou 3 palavras, relacionadas semanticamente</li>



<li>Ex.: a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o terapeuta diz então manteiga &#8211; queijo &#8211; mel e &#8212;&#8211;</li>



<li>Mostrando a gravura dizer 2 palavras rimadas dando ao P uma ideia de como a palavra &#8220;soa&#8221;. Ex. a palavra desejada é &#8220;pão&#8221; &#8211; o T diz então chão &#8211; mão e &#8230; (pão)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">C) Leitura em voz alta</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Numa frase cobrir todas as palavras e só deixar uma palavra visível e com fácil acesso (no caso, a última) para que o P possa ler. Ex: Paulo toma /café/. Lemos: &#8220;Paulo toma&#8230;&#8221; e o Paciente completa lendo a palavra-chave</li>



<li>Usar palavras escritas na forma maiúscula ou de imprensa</li>



<li>Tocar com a ponta dos dedos na mesa acompanhando o número de sílabas da palavra, enfatizando a sílaba tônica</li>



<li>Começamos pronunciando a primeira sílaba da palavra, o Paciente continue a ler</li>



<li>Usar frases tipo : &#8220;Eu penteio os &#8230; (a palavra desejada é , no caso, cabelos)</li>



<li>Lemos a frase e deixando a última palavra em aberto para que o Paciente possa ler</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">D) Escrita</h2>



<p>Cópia &#8211; O Paciente deve formar/copiar a palavra que mostramos a ele:</p>



<ol style="list-style-type:upper-roman" class="wp-block-list">
<li>Colocamos na mesa todas as letras que a palavra contém, o paciente as coloca na ordem certa.</li>



<li>O paciente deve ele mesmo procurar as letras que precisa, escolhendo aquelas que constam da palavra (se a palavra tem 5 letras, dá-se ao P um total de 8 letras para que ele escolha as que ele necessita)</li>



<li>O Paciente escolhe sozinho as letras que ele precisa (da caixa de letras do alfabeto)</li>



<li>Mostramos a palavra e a soletramos, o Paciente deve escrever/pintar ou desenhar a palavra no papel</li>



<li>O Paciente copia a palavra &#8220;outra vez&#8221; &#8211; a palavra já está escrita com letras recortadas em papel lixa, o P apenas &#8220;copia&#8221; a palavra novamente passando o/os dedo/os sobre a palavra (estímulo tátil e visual)</li>



<li>Copiar letra por letra da palavra ( cobrimos as outras letras enquanto o P copia uma após outra)</li>



<li>Mostramos um objeto/foto/desenho com a palavra escrita &#8211; o Paciente copia a palavra no papel ou pinta com o dedo/pincel, etc</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Ditado</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>O paciente escreve/pinta ou desenha a letra que o terapeuta lhe diz</li>



<li>O Paciente forma a palavra dita pelo terapeuta com as letras na mesa (ver acima opções com 3 graus de dificuldade)</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a sílaba dita pelo terapeuta</li>



<li>O Paciente escreve/pinta ou desenha a palavra dita pelo terapeuta</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Nomear de forma escrita</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mostramos ao Paciente 2 ou 3 desenhos de objetos da mesma área semântica</li>



<li>O Paciente deve escrever/pintar ou desenhar o nome do objeto descrito por nós</li>



<li>Usamos gestos e mímica mostrando a função da palavra que está sendo procurada &#8211; o P escreve/pinta ou desenha a palavra</li>



<li>Escrevemos a primeira sílaba da palavra &#8211; o P completa escrevendo/desenhando ou pintando a palavra</li>



<li>Usar frases tipo: &#8220;Eu penteio o &#8230;&#8221;a palavra desejada é , no caso, cabelo. O terapeuta lê a frase e deixa a última palavra em aberto para que o P possa escrevê-la</li>



<li>Soletramos a palavra e o P escreve/pinta ou desenha letra por letra no papel</li>



<li>Mostrar ao Paciente a figura de um objeto.</li>



<li>Também mostramos os nomes de 2 ou 3 palavras que se relacionam de forma semântica com a palavra procurada (ou palavras rimadas) O Paciente então escreve/pinta ou desenha a palavra que está sendo procurada.</li>
</ul>



<p>FAMILIARES: Sempre estejam em contato com sua Fonoaudióloga!! Ela será sempre sua melhor companhia!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orientações aos familiares de Afásicos</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/orientacoes-aos-familiares-de-afasicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 15:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia é a perda total ou parcial da faculdade de se expressar pensamentos por meio da fala, escrita ou gestos, podendo também interferir na compreensão daquilo que é falado. Ou seja, além do paciente possuir dificuldades na fala, escrita ou gestos; ele pode também apresentar dificuldades em entender aquilo que as pessoas falam com ele. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia é a perda total ou parcial da faculdade de se expressar pensamentos por meio da fala, escrita ou gestos, podendo também interferir na compreensão daquilo que é falado. Ou seja, além do paciente possuir dificuldades na fala, escrita ou gestos; ele pode também apresentar dificuldades em entender aquilo que as pessoas falam com ele. De nada tendo a ver com um problema de inteligência ou dificuldades auditivas /surdez.</p>



<p>A Afasia pode ser consequências diversas: AVCs, infartos, embolias, aneurismas, tumores cerebrais, lesando uma determinada área do cérebro responsável pelos movimentos voluntários e até mesmos involuntários, dependendo do caso.</p>



<p>O tratamento é feito multidisciplinar: Médico, fonoaudiólogo e áreas afins a patologia.</p>



<p>A Afasia não gera apenas prejuízos na área de linguagem, mas também, na psicológica (os indivíduos se tornam introvertidos, mal-humorados, nervosos, tristes e desanimados) o desejo sexual continua presente, mas, a impotência para ereção pode aparecer; dentre outras características.</p>



<p>É sempre bom conversar com seu fonoaudiólogo para que possa melhor direcioná-lo, junto à equipe, a melhor conduta a ser praticada.</p>



<p>Nestes casos a família deverá ter conhecimento sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As perdas que o Afásico sofre no dia &#8211; a &#8211; dia e como ajudar</li>



<li>Como pode melhorar a relação com o familiar em casa</li>



<li>A melhora do paciente e sua recuperação depende da lesão e do quanto ele é estimulado. É importante assim, dar sequência e sem faltar o tratamento, para não atrapalhar a organização cerebral do paciente e sua melhora. Para tanto qualquer falta, poderá comprometer SERIAMENTE o desenvolvimento do paciente.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<ul class="wp-block-list">
<li>Não tratar o paciente como criança.</li>
</ul>
</blockquote>



<ul class="wp-block-list">
<li>Respeite sua opinião e vontades, ele tem sentimentos como você. A independência futura dele começa pelas suas atitudes.</li>



<li>Se o paciente possuir dificuldades em suas atividades íntimas, como o banho ou ir ao banheiro, procure um familiar que já o ajudava anteriormente para não constranger ainda mais o mesmo.</li>



<li>Faça com que ele retorne suas atividades paulatinamente, e aos poucos. Ex: Ao invés de ficar de pijama o dia todo, peça que ele troque de roupas e ajude nas atividades fáceis em casa.</li>



<li>Não obrigue o mesmo a participar de atividades que não queira.</li>



<li>Evitar assuntos como doenças, cobranças, que possam atrapalhar o desenvolvimento do paciente.</li>



<li>É normal ora o paciente responder corretamente, ora não conseguir. O importante é sempre encorajá-lo a participar.</li>



<li>Mesmo que o paciente apresente dificuldades no manuseio de objetos, encorajá-lo a fazer sempre, mesmo que não saia 100 % correto. Ele chegará lá.</li>



<li>Quanto a comunicação, sempre se assente de frente ao mesmo, dando importância ao que o paciente fale.</li>



<li>Quando a família perceber que o paciente estiver apresentando dificuldades para compreender uma ação, faça uso de objetos concretos. Ex: Pergunte: &#8220;Que almoçar? -Segure o prato e pergunte!&#8221;</li>



<li>Fale com o paciente com velocidade normal, sem cortar ou separar sílabas lentamente.</li>



<li>Quando o paciente estiver reunido com muitas pessoas, fale uma pessoa de cada vez; falando sempre frases curtas e simples.</li>



<li>Quando não conseguir falar uma palavra ou se expressar muito bem, não cobre, apenas dê o modelo correto.</li>



<li>Elogie seus progressos, nunca demonstre ansiedade ou critique.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do Bebê Hipotônico</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sindrome-do-bebe-hipotonico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 14:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[hipotonia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[sucção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=161</guid>

					<description><![CDATA[As doenças neuromusculares na infância referem-se a distúrbios cuja patologia primária afeta qualquer parte da unidade motora, desde células do corno anterior até o próprio músculo. Assim as doenças neuromusculares podem ser classificadas como hereditárias ou como adquiridas. Além da hipotonia neonatal e atraso no desenvolvimento motor, estas crianças podem apresentar uma fase inicial com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As doenças neuromusculares na infância referem-se a distúrbios cuja patologia primária afeta qualquer parte da unidade motora, desde células do corno anterior até o próprio músculo. Assim as doenças neuromusculares podem ser classificadas como hereditárias ou como adquiridas.</p>



<p>Além da hipotonia neonatal e atraso no desenvolvimento motor, estas crianças podem apresentar uma fase inicial com debilidade proximal não progressiva que simula uma distrofia muscular. Sendo assim, o termo Síndrome do bebê hipotônico ou Síndrome da criança hipotônica é designado para denotar na infância pobre tono muscular e fraqueza generalizada, afetando membros, tronco, musculatura craniofacial sendo evidenciada ao nascimento ou durante os primeiros meses de vida.</p>



<p>Como algumas das causas da Síndrome do Bebê Hipotônico, podemos citar um sumário de possíveis doenças neuromusculares na infância como Distrofia Miotônica Congênita, Neuropatia Periférica, atrofia espinhal Muscular, Doenças Glicogenoses, Miastenia Gravis, Doença Córtico Espinhal, Miopatias Mitocondriais e Distrofia Muscular Congênita. No entanto essas doenças neuromusculares na infância ocorrem com certa prevalência e variam quanto aos graus de comprometimento. A hipotonia neonatal é uma condição clínica e está frequentemente associada com anormalidades do Sistema Nervoso Periférico (SNP) ou do Sistema Nervoso Central (SNC).</p>



<p>Sendo assim, o recém-nascido deve ser acompanhado por equipe multidisciplinar: Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapeuta Ocupacional, Psicólogo, dentista, neurologista pediatra e equipe médica ao dispor.</p>



<p>Em fonoaudiologia, serão desenvolvidas habilidades de fala, linguagem/comunicação, motricidade e mobilidade oral, sucção, respiração, posturas corretas para a melhor alimentação e treinamento aos cuidadores.</p>



<p>Quer saber mais? Marque para conversarmos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Afasia após AVC: como ajudar o paciente</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/afasia-apos-avc-como-ajudar-o-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 23:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Afasia, é por si só a perda da capacidade e das habilidades de linguagem falada e escrita. Podendo ser a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, e de fala, de causa neurológica central decorrentes de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Conforme a extensão e localização da lesão o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afasia, é por si só a perda da capacidade e das habilidades de linguagem falada e escrita. Podendo ser a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, e de fala, de causa neurológica central decorrentes de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Conforme a extensão e localização da lesão o paciente pode apresentar um ou mais sintomas.</p>



<p>Dentre os sintomas estão a perda total ou parcial da ou das habilidades de: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>articulação das palavras; </li>



<li>perda da fluência verbal; </li>



<li>dificuldade de expressar-se verbalmente; </li>



<li>dificuldade em nomear objetos; </li>



<li>repetir palavras; contar; </li>



<li>nomear por exemplo os dias da semanas, meses do ano; </li>



<li>ou ainda perda da noção gramatical; </li>



<li>interpretar o que ouve, é como se a pessoa mesmo ouvindo, ficasse &#8220;surda&#8221; para as palavras, não reconhecendo o significado das mesmas.</li>
</ul>



<p>Muitas vezes consegue perceber alguma palavra e deduz o restante da comunicação;  ler; escrever; organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. Por exemplo o paciente não consegue com gestos mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading">A Afasia é classificada e trabalhada conforme sua localização</h2>
</blockquote>



<p>Existem peculiaridades que diferenciam as afasias e proporcionam ao médico uma determinação da topografia da região afetada, independente da causa, portanto podemos dividi-las em:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia de Broca</h2>



<p>A afasia de Broca caracteriza-se por grande dificuldade em falar, porém a compreensão da linguagem encontra-se preservada. Essa síndrome é também dita como afasia não fluente, de expressão ou motora: os pacientes conseguem executar normalmente a leitura silenciosa, mas a escrita está comprometida. Esses pacientes possuem, ainda, fraqueza na hemiface e membro superior direito (devido à proximidade das regiões afetadas pelo distúrbio circulatório). Os pacientes têm consciência do seu déficit e se deprimem com facilidade (frustração). Entretanto, o prognóstico é bom quanto à recuperação de parte da linguagem falada, embora sejam necessários meses para a realização de uma fala simples, abreviada, ainda que não fluente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia de Wernicke</h2>



<p>A afasia de Wernicke caracteriza-se por dificuldade na compreensão da linguagem, a fala é fluente e faz pouco sentido. Essa síndrome é também denominada afasia fluente, de recepção ou sensorial. Diferente dos pacientes com afasia de Broca, os pacientes com essa síndrome começam a falar espontaneamente, embora de modo vago, fugindo do objetivo da conversa. Pode existir parafasias, isto é, uma palavra substituindo outra, como chamar uma colher de garfo (parafasia literal), ou um som substituindo outro, como ao chamar uma colher de mulher (parafasia verbal); geralmente, não apresentam fraqueza associada, os pacientes não se dão conta de seu déficit e a recuperação é mais difícil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia de Condução</h2>



<p>Na afasia de condução, a compreensão está relativamente preservada e a fala é fluente e espontânea. Existe, entretanto, incapacidade de repetir palavras corretamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afasia Global</h2>



<p>Afasia global é a perda de todas as capacidades de linguagem: compreensão, fala, leitura e escrita, sendo causado geralmente por um infarto completo no território da artéria cerebral média esquerda; os pacientes, sendo assim, também apresentam geralmente hemiplegia direita (total perda de força no lado direito do corpo), além de demência associada; o prognóstico é mais reservado.</p>



<p>O tratamento consiste na estimulação e treino de linguagem, percepção visual e auditiva, treino articulatório, de leitura, fala, memória e atenção. Visa estimular o cérebro de forma global pela ginástica cerebral e de forma focalizada na fala e linguagem.</p>



<p>Marque sua avaliação para investigar melhor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fala acelerada: Conheça um pouco mais sobre esta alteração</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fala-acelerada-conheca-um-pouco-mais-sobre-esta-alteracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=134</guid>

					<description><![CDATA[Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio na velocidade de fala.</p>



<p>A taquifemia é caracterizada pela velocidade  aumentada de fala, prejudicando a compreensão da mensagem falada .</p>



<p>Codificada na &#8220;Classificação Internacional de Doenças&#8221; (CID-10) com os caracteres F98.6; é considerada  um distúrbio ou transtorno de fluência.</p>



<p>A maioria das pessoas com taquifemia refere outros familiares que também apresentam fala rápida (pais, irmãos, tios, primos e/ou avós). Desta forma, há indícios de que a taquifemia seja transmitida geneticamente de geração em geração. As mutações genéticas relacionadas à taquifemia ocasionariam mau funcionamento de áreas do cérebro relacionadas à fala e, principalmente, ao ritmo da fala.</p>



<p>A taquifemia ocorre quatro vezes mais em homens do que em mulheres.Podem ser observadas as seguintes características:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Velocidade muito rápida de fala;</li>



<li>Uma frase emenda na outra no discurso, ao falar, sem respirações ou pausas maiores.</li>



<li>Evita falar e diferentes situações.Evitando situações de leitura, apresentações orais, seminários, responder a lista de presença; dentre outros. Também observamos presença de interjeições, sons de preenchimento, repetições de palavras no sentido de auto correção. Ex: É, é eu fui lá na cidade de Sã &#8211; São Leopoldo, é São Leopolpoldo sim.</li>



<li>Pouca percepção das dificuldades de fala, não reconhecendo o que faz na fala.</li>
</ol>



<p>Entretanto, dois outros sintomas também são obrigatórios para o diagnóstico de taquifemia: aumento considerável no número de hesitações/disfluências comuns e pouca ou nenhuma consciência do distúrbio de fluência. Apesar de não serem sintomas obrigatórios, costumam estar presentes na taquifemia, os seguintes pontos positivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Genético /Hereditário favorável para alterações na linguagem</li>



<li>Troca de letras na fala e/ou na escrita</li>



<li>Dificuldade para encontrar as palavras ao falar e ao escrever</li>



<li>Dificuldades na construção do discurso, coerência e coesão baixa, discurso confuso</li>



<li>Dificuldades de leitura e escrita</li>



<li>Atraso no desenvolvimento de linguagem</li>



<li>Desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade (TDAH).</li>
</ul>



<p>No início do processo de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados,tais como: a motivação, a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo e uma melhor atuação conjunta entre fonoaudiólogo, paciente, família e social.</p>



<p>       O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo, priorizando a redução da velocidade de fala, a diminuição da disfluência e o aumento da inteligibilidade da da mesma. A continuidade do trabalho em casa é fundamental e de suma importância.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento Auditivo da criança &#8211; 0 a 5 anos.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/desenvolvimento-auditivo-da-crianca-0-a-5-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[perda auditiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=124</guid>

					<description><![CDATA[Do nascimento aos 3 meses: Entre 4 a 6 meses: Entre 7 meses a 1 ano Entre 1 a 2 anos Entre 2 a 3 anos Entre 3 a 4 anos Entre 4 a 5 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Do nascimento aos 3 meses:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cala-se ao reconhecer sua voz;</li>



<li>Sorri ou fica calado quando conversam com ele;</li>



<li>Se assusta com ruídos fortes, piscando os olhinhos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Produz sons de balbucio;</li>



<li>Sorri quando vê familiares em seu cotidiano;</li>



<li>Cada choro tem um significado e conforme sua necessidade;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 4 a 6 meses:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem uma melhor percepção;</li>



<li>Presta atenção a sons;</li>



<li>Olha em direção dos som;</li>



<li>Responde a mudanças no tom de voz;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na fala aparece muitos sons de p, b e m;</li>



<li>Emite expressão de alegria ou tristeza com a fala;</li>



<li>Emite sons quando está brincando ou sozinha;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 7 meses a 1 ano</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem atenção quando alguém lhe fala, olhando em direção do som;</li>



<li>Responde a perguntas simples, como &#8220;vem cá&#8221; e &#8220;quer mais&#8221;;</li>



<li>Tem interesse em  canções e rimas acompanhadas de gestos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Começa a aparecer os sons curtos, como &#8220;baba&#8221;, &#8220;tata&#8221;;</li>



<li>Utiliza os sons para chamar a atenção imitando diferentes sons da fala;</li>



<li>Surgem as primeiras palavras &#8220;mamãe&#8221;, &#8220;papai&#8221;;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 1 a 2 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diferencia as diferentes partes do próprio corpo;</li>



<li>Já entende perguntas simples;</li>



<li>Indica as figuras em um livro quando as nomeiam;</li>



<li>Presta atenção em canções;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Conforme o decorrer dos meses utilizam mais palavras;</li>



<li>Fazem perguntas com uma ou duas palavras;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 2 a 3 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obedece a ordens como &#8220;coloque a bola no chão&#8221;;</li>



<li>Começa a entender o significado de algumas palavras como &#8220;Vem/vai&#8221;, &#8220;Entra/Sai&#8221;;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pessoas mais próximas já entendem a sua fala;</li>



<li>Pede objetos indicando ou chamando pelo nome;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 3 a 4 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escuta ser chamado mesmo estando em outro cômodo da casa;</li>



<li>Escuta sons no mesmo volume que o resto de sua família;</li>



<li>Relata seu dia, como as atividades  que desenvolveu na escola;</li>
</ul>



<p><strong>Entre 4 a 5 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escuta e entende a maior parte do que se é falado;</li>



<li>Faz perguntas simples referente as historinhas que ouve;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunica-se com facilidade com adultos e outras crianças;</li>



<li>Utiliza o mesmo vocabulário que o resto da família;</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
