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	<title>memória &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
	<lastBuildDate>Sat, 15 Feb 2025 01:48:00 +0000</lastBuildDate>
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	<title>memória &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
	<link>https://fonoaudiologia.med.br</link>
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	<item>
		<title>Terapia miofuncional ou Terapia Fonoaudiológica X Mioterapia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/terapia-miofuncional-ou-terapia-fonoaudiologica-x-mioterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 13:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[A terapia miofuncional orofacial é considerada um método de tratamento que pode aumentar a força muscular, podendo devolver a estabilidade morfofuncional às estruturas orofaciais. A terapia pode provocar mudanças nos padrões funcionais, e assim prevenir desvios no desenvolvimento craniofacial, pois promove nova postura de estruturas em repouso e durante a realização das funções do sistema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A terapia miofuncional orofacial é considerada um método de tratamento que pode aumentar a força muscular, podendo devolver a estabilidade morfofuncional às estruturas orofaciais. A terapia pode provocar mudanças nos padrões funcionais, e assim prevenir desvios no desenvolvimento craniofacial, pois promove nova postura de estruturas em repouso e durante a realização das funções do sistema estomatognático.</p>



<p>Vários pacientes podem se beneficiar da atuação fonoaudiológica nestes casos, por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pacientes que se cansam para mastigar;</li>



<li>Paciente que sentem dores no rosto/ face, pescoço, ombros, na cabeça;</li>



<li>Pacientes que falam e sentem dificuldades na hora de conversarem, para cantar;</li>



<li>Que respiram pela boca e se sentem sufocados de respirar pelo nariz / falta de ar / sensação de sufocamento;</li>



<li>Que roncam;</li>
</ul>



<p>Dentre outros. Quer saber mais? Entre em contato.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu filho é hiperativo??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-e-hiperativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas: Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apresenta dificuldade em manter atenção aos sons;</li>



<li>Dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita;</li>



<li>Dificuldade em compreender o que lê;</li>



<li>Necessidade de chamado ser várias vezes (&#8220;parece&#8221; não escutar);</li>



<li>Solicita com frequência a repetição das informações: Ah? O quê?</li>



<li>Dificuldade em entender expressões com duplo sentido ou piadas ou ideias abstratas;</li>



<li>Dificuldade ao dar um recado ou contar uma história;</li>



<li>Problemas de memória para nomes, datas, números etc.</li>



<li>Dificuldade em acompanhar uma conversa, aula ou palestra com outras pessoas falando ao mesmo tempo.</li>



<li>Problemas de fala (troca /L/R/S/E/CH/) &#8211; Dificuldade em localizar a origem dos sons.</li>
</ul>



<p>Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou hiperatividade. Mas para ter certeza, apenas uma visita ao fonoaudiólogo, neuropediatra, voltado em transtornos escolares e equipe direcionada pelos mesmos; quando necessária, traçará a melhor conduta para cada caso.</p>



<p>Não espere os anos passarem, ou deixar seu filho (a) repetir a mesma história; passe bons anos com seu filho (a): Marque sua avaliação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distúrbio de Processamento Auditivo (DPAC) pode ser confundido com Hiperatividade &#8211; fique por dentro!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disturbio-de-processamento-auditivo-dpac-pode-ser-confundido-com-hiperatividade-fique-por-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é um distúrbio do processamento auditivo central (DPAC)? É uma falha no desenvolvimento das habilidades perceptivas auditivas, mesmo com audição normal, é totalmente diferente de perda auditiva e hiperatividade. Encontra- se associado a dificuldades de aprendizagem, na maioria das vezes. A hiperatividade é um dos componentes mais conhecidos do TDAH &#8211; Transtorno de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que é um distúrbio do processamento auditivo central (DPAC)?</p>



<p>É uma falha no desenvolvimento das habilidades perceptivas auditivas, mesmo com audição normal, é totalmente diferente de perda auditiva e hiperatividade. Encontra- se associado a dificuldades de aprendizagem, na maioria das vezes.</p>



<p>A hiperatividade é um dos componentes mais conhecidos do TDAH &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A criança hiperativa mostra atividade maior que outras crianças da mesma idade. É comum as crianças serem ativas, sem que isto seja uma hiperatividade anormal ou patológica. A diferença é que a criança hiperativa mostra um excesso de comportamentos, em relação às outras crianças, além de dificuldade em manter a concentração, impulsividade e agitação. (Leia na sessão leitura e escrita- dificuldades de aprendizagem, neste site).</p>



<p>Na perda auditiva, o indivíduo apresenta dificuldades em ouvir oque é falado e processos a ela relacionados e consequentemente, a percepção de fala é deficitária, bem como, a escrita e leitura sofrem uma maior necessidade de intervenção em função das dificuldades dele; diferindo do processamento auditivo, onde o indivíduo ouve, mas o caminho em que o som percorre é que está prejudicado em alguns trechos, como descreveremos a seguir.</p>



<p>No que se diz respeito ao processamento auditivo, as características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno no processamento auditivo central, são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo; confundido com indisciplinado.</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são e consequentemente, as habilidades a serem trabalhadas serão (conforme as alterações detectadas):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Localização sonora</strong>: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li><strong>Síntese binaural:</strong> habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li><strong>Figura-fundo:</strong> identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li><strong>Separação binaural:</strong> habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li><strong>Memória:</strong> habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li><strong>Discriminação:</strong> habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li><strong>Fechamento:</strong> habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li><strong>Atenção:</strong> habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li><strong>Associação:</strong> habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica será estabelecido os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído. E como consequência o paciente conseguirá se organizar melhor tendo uma melhor expansão de: memória curto, médio prazo; raciocínio, leitura, resolução de problemas em seu dia a dia, além das particularidades de cada paciente.</p>



<p>Para tal, faz -se fundamental o diagnóstico correto entre: Alteração no processamento auditivo central, distúrbio na escrita (atraso nos níveis da escrita), disgrafia, discalculia, Distúrbio de Aprendizagem /Dislexia, Condutas Típicas, Hiperatividade/ TDAH. Uma avaliação com um neurologista, de preferência com foco em aprendizagem e visão multidisciplinar que enfoque o ser humano em todas as suas necessidades, um fonoaudiólogo que atue nesta área e uma equipe preparada para receber este indivíduo, torna-se uma jogada de mestre, um cheque mate no sucesso se todo e qualquer caso.</p>



<p>Se ainda tem dúvidas e não sabe as razões do insucesso escolar, marque um horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disturbio-no-processamento-auditivo-e-confundido-com-deficit-de-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento. Marcelo Camargo/Folhapress Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo. Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento.</p>



<p>Marcelo Camargo/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="367" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg" alt="irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo." class="wp-image-314" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 1" srcset="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg 500w, https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo.</p>



<p>Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade ou DPAC (distúrbio do processamento auditivo central).</p>



<p>O problema é uma falha na forma como o sistema nervoso central processa o som. Não há deficiência no aparelho auditivo, mas uma dificuldade para compreender o significado da mensagem.</p>



<p>Nomeado oficialmente nos EUA em 1996, o distúrbio ainda está se tornando mais conhecido por pais e professores. Segundo estudos, pode atingir até metade das crianças com dificuldades de aprendizagem.</p>



<p>Ainda se sabe pouco sobre causas &#8211; infecções no ouvido na infância estão entre elas, mas suspeita-se também de alterações neurobiológicas genéticas e meningite.</p>



<p>Crianças inteligentes, interessadas e que, mesmo assim, vão mal em várias matérias são candidatas a ter DPAC. É o caso de Eduarda, 12, de Brasília.</p>



<p>A mãe, Luísa Casado Lima, afirma que a filha sempre foi esforçada, mas não conseguia se concentrar e começou a cometer erros de grafia.</p>



<p>Luísa, que é dentista, levou a filha a uma fonoaudióloga, a um neurologista e a um ortopedista. No exame de audiometria, feito em cabine acústica, o processamento auditivo estava alterado.</p>



<p>Eduarda ouvia bem, mas não entendia o que era dito.</p>



<p>Editoria de Arte/Folhapress/Editoria de Arte/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="500" height="346" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/processamento-auditivo.gif" alt="Processamento auditivo, entenda o problema." class="wp-image-315" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 2"></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Moda</strong></h2>



<p>A mãe acha que o DPAC é moda. &#8220;Todo aluno tem alguma coisa, qualquer dificuldade é atribuída a alterações.&#8221;</p>



<p>O filho dela, Henrique, 10, também foi diagnosticado com o problema.</p>



<p>O neuropediatra Paulo Junqueira também percebe um crescimento no número de diagnósticos.</p>



<p>Para a fonoaudióloga Vera Lúcia Garcia, diretora secretária da Associação Brasileira de Fonoaudiologia, os diagnósticos vão ficando mais específicos com a evolução da neurociência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Hoje a disseminação do distúrbio é maior e há mais recursos para avaliá-lo.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Nicholas Araujo, 9, do Rio, também foi diagnosticado com o DPAC. A mãe, Rachel, demorou para descobrir quais eram as dificuldades.</p>



<p>O que chamava a atenção da mãe é que qualquer frase era interpretada “ao pé da letra”. &#8220;O Nicholas não entendia brincadeiras, piadas, algo com duplo sentido&#8221;, diz.</p>



<p>O tratamento é feito com fonoterapia, para ajudar a criança a separar e entender o que ouve.</p>



<p>Além de terem sintomas similares, o déficit de atenção e o distúrbio auditivo podem coexistir &#8211; o que é muito comum, segundo o neuropediatra Paulo Alves Junqueira. &#8220;É preciso tomar muito cuidado ao colocar um rótulo porque as características são similares. Há uma linha muito tênue entre os dois.</p>



<p><strong>FOLHA DE SÃO PAULO, 3-1-11</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu filho anda &#8220;voado&#8221; em sala de aula??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-anda-voado-em-sala-de-aula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Processamento Auditivo Central é um conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som; discriminação e reconhecimento de padrões auditivos; aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação; performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).</p>



<p>As características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;</li>



<li>Tempo e atenção curtos (reduzido);</li>



<li>Ansiedade e estresse quando escuta;</li>



<li>Facilmente distraído;</li>



<li>Dificuldade em seguir direção;</li>



<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo;</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Localização sonora: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li>Síntese binaural: habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li>Figura-fundo: identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li>Separação binaural: habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li>Memória: habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li>Discriminação: habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li>Fechamento: habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li>Atenção: habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li>Associação: habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>Um transtorno no processamento auditivo central só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.</p>



<p>A queixa mais característica desse transtorno, entretanto, é a dificuldade de ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento:</h3>



<p>O fonoaudiólogo ao preparar um plano de terapia para as alterações do processamento auditivo central deve ter como objetivo principal criar condições para que o indivíduo possa se reorganizar quanto aos aspectos envolvidos na comunicação no que se refere a utilização dos fonemas, da prosódia e das regras da língua. Para cada tipo de alteração pode se organizar uma proposta de fonoterapia enfatizando alguns aspectos que deverão ser predominantemente treinados.</p>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica deve enfatizar os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído.</p>



<p>É através do treinamento auditivo que o fonoaudiólogo desenvolverá as habilidades prejudicadas, melhorando a percepção da fala e, consequentemente, aumentando sua competência comunicativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Orientações de como pais e professores podem ajudar:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes de começar a falar, chame, olhe ou toque a criança, garanta que ela está olhando para você;</li>



<li>Fale mais alto, sem gritar, olhando para criança de frente;</li>



<li>Fale pausado, mais articulado;</li>



<li>Repita a ordem várias vezes, garanta que a criança entendeu, pedindo que ela repita o que deve ser feito;</li>



<li>Use frases mais curtas;</li>



<li>Adicione palavras diferentes às da criança, ampliando o vocabulário dela;</li>



<li>No início diminua os barulhos da casa (desligar rádio, TV) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar a janela quando possível), enquanto se fala com a criança;</li>



<li>Criar situações de comunicação com seu filho pelo menos 30 minutos por dia;</li>



<li>Contar histórias, cantar músicas, perguntar sobre atividades do dia.</li>
</ul>



<p>Para saber mais, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marque os pontos: Você pode ser um respirador bucal</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/marque-os-pontos-voce-pode-ser-um-respirador-bucal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 22:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando não respiramos pelo nariz e sim pela boca, podemos causar desde uma simples irritação da mucosa oral até graves alterações de crescimento. A língua irá posicionar-se diversamente dentro da boca, e não cumprirá seu papel de modelador dos arcos dentários. Quando nascemos, respiramos pelo nariz e, caso não aconteçam interferências como rinites, bronquites, alergias, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando não respiramos pelo nariz e sim pela boca, podemos causar desde uma simples irritação da mucosa oral até graves alterações de crescimento. A língua irá posicionar-se diversamente dentro da boca, e não cumprirá seu papel de modelador dos arcos dentários.</p>



<p>Quando nascemos, respiramos pelo nariz e, caso não aconteçam interferências como rinites, bronquites, alergias, hipertrofia de amígdalas ou adenoides, a respiração nasal deverá continuar até o final da vida.</p>



<p>Quando não respiramos pelo nariz e sim pela boca, podemos causar desde uma simples irritação da mucosa oral, problemas na arcada dentária,&nbsp;crises de tosse ao falar, dificuldades no aprendizado e até graves alterações de crescimento. A língua irá posicionar-se diversamente dentro da boca, e não cumprirá seu papel de modelador dos arcos dentários. E consequentemente, toda a musculatura de face&nbsp;fica flácida/hipotônica e&nbsp;se altera.</p>



<p>Algumas características chamam nossa atenção para uma respiração oral e uma série de consequências negativas vindas em seguinte. As principais características a serem observadas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Roncar e babar a noite;</li>



<li>Sensação de boca seca ao acordar (Xerostomia);</li>



<li>Redução do rendimento físico;</li>



<li>Diminuição do olfato e paladar;</li>



<li>Gengivas com tamanho aumentado;</li>



<li>Olheiras;</li>



<li>Lábios hipotônicos (moles);</li>



<li>Nariz constantemente entupido;</li>



<li>Língua muito flácida e anteriorizada; &#8220;Língua do Romário&#8221;, &#8220;Língua do Lula&#8221; ao falar; projetando-se para frente.</li>



<li>Assimetrias faciais; um lado diferente do outro.</li>



<li>Deglutição atípica;</li>



<li>Respiração ruidosa;</li>



<li>mastigação ruidosa;</li>



<li>Cabeça mal posicionada; tendendo a ir para frente em sua posição de repouso;</li>



<li>Mordidas alteradas; cruzadas unilaterais; etc&#8230;</li>
</ul>



<p>Se por um acaso tenha marcado 4 ou mais característica, você se encontra no resultado: candidato potencial a respirador bucal. Para confirmar, marque sua avaliação com um fonoaudiólogo.</p>



<p>Marque uma consulta conosco para avaliação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Melhorar a Sua Memória:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/como-melhorar-a-sua-memoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
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		<category><![CDATA[memória]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar a sua memória, entre as quais o uso de determinadas técnicas mentais, e os cuidados com a nutrição e os medicamentos. Daí a importância de vários profissionais envolvidos com o paciente portador de dificuldades com a memória. Neurologistas, geriatras, fonoaudiólogos e psicólogos. A fonoaudiologia pode auxiliar [&#8230;]]]></description>
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<p>Existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar a sua memória, entre as quais o uso de determinadas técnicas mentais, e os cuidados com a nutrição e os medicamentos. Daí a importância de vários profissionais envolvidos com o paciente portador de dificuldades com a memória. Neurologistas, geriatras, fonoaudiólogos e psicólogos.</p>



<p>A fonoaudiologia pode auxiliar o paciente ao resgate ou ampliação de sua memória. Uma vez que para utilizarmos a comunicação para com o mundo, a memória é fundamental.</p>



<p>Abaixo, algumas dicas para você do outro lado do monitor:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A contínua atividade intelectual como a leitura, exercícios de memória, palavras cruzadas e jogo de xadrez auxiliam a manutenção da memória.</li>



<li>O estilo de vida ativo com atividade física feita com regularidade e uma dieta saudável são básicas para a manutenção da memória.</li>



<li>Exercícios cerebrais feitos de maneira rotineira apresentam efeitos muito positivos sobre a memória. Semelhante ao que ocorre com exercícios musculares realizados para se manter a forma física, a atividade cerebral também deve ser realizada com frequência, sempre procurando estimular nossos principais sentidos: olfato, paladar, tato, visão e audição, bem como nossa memória e inteligência. Esse tipo de exercício pode ser denominado &#8220;Fitness&#8221; Cerebral, que é a capacidade de se manter um estado adequado, em forma. Todo dia procure observar um objeto ou pessoa e desenhe suas principais características. No fim de semana procure recordar as figuras. É um tipo de exercício de memória.</li>



<li>Procure identificar ingredientes dos alimentos pelo gosto e pelo cheiro. Faça isto diariamente e depois procure recordar dos mesmos.</li>



<li>Memorize os preços das coisas sempre que possível e procure recordá-las mais tarde.</li>



<li>Procure identificar as pessoas pela voz ao usar o telefone, por exemplo.</li>



<li>Memorize números de telefones.</li>



<li>Memorize no fim do dia as pessoas com quem falou. Depois, procure lembrar-se do mesmo para toda semana.</li>



<li>Utilize sempre de anotações para consultas posteriores.</li>



<li>Praticar jogos de xadrez, palavras cruzadas, exercícios simples como recordar fatos do dia a dia (o que comeu no almoço, o que leu no jornal do dia, o que ocorreu no último capítulo da novela, etc.)</li>



<li>Aprender novas habilidades: computador, pintura, música, etc.</li>



<li>Ater-se aos fatos mais importantes dos que ocorreram durante o dia e procurar guardá-los; exercitar-se com objetos simples mantendo a concentração (pegue um relógio, por exemplo, e procure concentrar-se no mesmo, observando suas características, etc); exercitar-se com um texto e procurar refletir somente sobre o mesmo (um poema, um salmo, etc).</li>



<li>Associar fatos a imagens e procurar guardá-los na memória. Imaginar um alimento suculento e imaginar todas as suas características a ponto de sentir prazer.</li>
</ul>



<p>O repouso cerebral é muito importante para se ter uma boa memória. Quem sofre de insônia tem sua memória prejudicada.</p>



<p>Se está lendo este artigo, precisa de ajuda ou quer melhorar sua memória&#8230; agende sua consulta conosco!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Memória e seus mistérios…</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/memoria-e-seus-misterios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&#160;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc. Existem três tipos básicos de memória: Memória de curto prazo: Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos [&#8230;]]]></description>
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<p>A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&nbsp;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc.</p>



<p>Existem três tipos básicos de memória:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de curto prazo:</strong></h2>



<p>Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos de retenção e consolidação de informações novas. Hoje em dia também se supõe que a consolidação temporária da informação envolve estruturas como o hipocampo, a amígdala, o córtex entorrinal e o giro para-hipocampal, sendo depois transferida para as áreas de associação do neocórtex parietal e temporal. As vias que chegam e que saem do hipocampo também são importantes para o estudo da anatomia da memória. A partir daí ocorre então, o armazenamento de informações que reverberam no circuito ainda por algum tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória operacional:</strong></h2>



<p>Compreende um sistema de controle de atenção (executivo central), auxiliado por dois sistemas de suporte (de natureza vísuo-espacial e outro de natureza fonológica) que ajudam no armazenamento temporário e na manipulação das informações. O executivo central tem capacidade limitada e função de selecionar estratégias e planos, tendo sua atividade relacionada ao funcionamento do lobo frontal, que supervisiona as informações. Também o cerebelo está envolvido na memória operacional. No sistema fonológico, a articulação subvocal auxilia na manutenção da informação; lesões nos giros supra marginal e angular do hemisfério esquerdo geram dificuldades na memória verbal auditiva de curta duração. Esse sistema está relacionado à aquisição de linguagem.</p>



<p>Através dela armazenamos temporariamente informações que serão úteis apenas para o raciocínio imediato e a resolução de problemas, ou para a elaboração de comportamentos, podendo ser esquecidas logo a seguir. Em outras palavras, ela mantém a informação viva durante poucos segundos ou minutos, enquanto ela está sendo percebida ou processada. Armazenamos em nossa memória operacional, por exemplo, o local onde estacionamos o automóvel, uma informação que será necessária até o momento de chegarmos até o carro. Esta forma de memória é sustentada pela atividade elétrica de neurônios do córtex pré-frontal (a área do lobo frontal anterior ao córtex motor).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de Longo Prazo:</strong></h2>



<p><strong>Memória explícita</strong>: Depende de estruturas do lobo temporal medial (incluindo o hipocampo, o córtex entorrinal e o córtex para-hipocampal) e do diencéfalo. Pacientes com disfunção dos lobos frontais têm mais dificuldades para a memória episódica do que para a memória semântica; ou seja, paciente apresenta menores dificuldades para lembrar nomes e significados de várias nomenclaturas ou classes do que para lembrar situações ou momentos de sua vida. Já lesões no lobo parietal esquerdo apresentam prejuízos na memória semântica, relativo ao significado das coisas.</p>



<p>Abaixo, algumas considerações importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Memória episódica</strong> &#8211; quando envolve eventos datados, isto é relacionado ao tempo. Usamos a memória episódica, por exemplo, quando lembramos do ataque terrorista em 11 de setembro.</li>



<li><strong>Memória semântica </strong>&#8211; Abrange a memória do significado das palavras (do latim &#8220;significado&#8221;). É a coparticipação partilhada do significado de uma palavra que possibilita às pessoas manterem conversas com significado. A memória semântica ocorre quando envolve conceitos atemporais. Usamos este tipo de memória ao aprender que Einstein criou a teoria da relatividade, ou que a capital da Itália é Roma.</li>
</ul>



<p><strong>Memória implícita</strong>: relativo ao aprendizado de atos motores. A aprendizagem de habilidades motoras depende de aferências corticais de áreas sensoriais de associação para o corpo estriado ou para os núcleos da base. O condicionamento das respostas da musculatura esquelética depende do cerebelo, enquanto o condicionamento das respostas emocionais depende da amígdala. É a memória para procedimentos e habilidades, por exemplo, a habilidade para dirigir, jogar bola, dar um nó no cordão do sapato e da gravata etc. Pode ser de quatro subtipos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>memória adquirida</strong> e evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (Priming) (ou memória de representação perceptual) &#8211; que corresponde à imagem de um evento, preliminar à compreensão do que ele significa. Um objeto, por exemplo, pode ser retido nesse tipo de memória implícita antes que saibamos o que é, para que serve etc. Considera-se que a memória pode ser evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (fragmentos de uma imagem, a primeira palavra de uma poesia, certos gestos, odores ou sons).</li>



<li><strong>memória de procedimentos</strong> &#8211; refere-se às habilidades e hábitos. Conhecemos os movimentos necessários para dar um nó em uma gravata, nadar, dirigir um carro, sem que seja preciso descrevê-lo verbalmente.</li>



<li><strong>memória associativa</strong></li>



<li><strong>memória não-associativa</strong> &#8211; Estas duas últimas estão estreitamente relacionadas a algum tipo de resposta ou comportamento. Empregamos a memória associativa, por exemplo, quando começamos a salivar pelo simples fato de olhar para um alimento apetitoso, por termos, em algum momento de nossa vida associado seu aspecto ou cheiro à alimentação. Por outro lado, usamos a memória não associativa quando, sem nos darmos conta, aprendemos que um estímulo repetitivo, por exemplo, o latido de um cãozinho, não traz riscos, o que nos faz relaxar e ignorá-lo.</li>
</ul>



<p>Qualquer evento que altere o estado normal da memória, poderá resultar na dificuldade em reter, manter ou resgatar fatos, situações, nomes de pessoas, objetos dentre outros. Quando isso ocorre a indicação é sempre o trabalho multidisciplinar base&nbsp;envolvendo: neurologista, fonoaudiólogo, psicólogo e geriatra.</p>



<p>Alterações na memória? Marque sua avaliação conosco!</p>
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	</channel>
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