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	<title>neurologia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>neurologia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Síndrome de Guillain-Barré: conhecer para agir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/sindrome-de-guillain-barre-conhecer-para-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 13:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré??? A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&#160;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, [&#8230;]]]></description>
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<p>Você já ouviu falar sobre a Síndrome de Guillain-Barré???</p>



<p>A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune, ou seja, onde desmielinizante inflamatória das raízes e nervos,&nbsp;ou seja, o sistema imunológico do próprio corpo ataca parte do sistema nervoso, que de onde partem os nervos que conectam o cérebro com outras partes do corpo causando fraqueza, diminuição do tônus muscular e consequentemente, também dos reflexos e da funcionalidade da musculatura envolvida.</p>



<p>O início da doença é antecedido por uma infecção de vias respiratórias altas (nariz, faringe, laringe), de gastroenterite aguda até uma perda de sensibilidade e força dos membros e posteriormente podendo atingir a musculatura de expressões faciais, mastigação, deglutição e voz.</p>



<p>Paciente queixa e não ter  coordenação dos músculos durante a articulação dos fonemas, (ficando os mesmos mais lentos em execução, musculatura pesada, sem ritmo) dificuldade para mastigar, (cansaço, lentidão, incoordenação dos movimentos, diminuição da sensibilidade, resíduo alimentar em cavidade oral) deglutição com alterações, (tosses, engasgos, dificuldades para determinados alimentos) alterações na voz, (perda de potência, projeção e cansaço ao falar) alterações na mímica facial (dificuldades para expressar sentimentos, emoções).</p>



<p>O objetivo da terapia fonoaudiológica é restabelecer o tônus e a mobilidade da musculatura orofacial, adaptação da válvula de fala quando necessária; auxiliar no desmame da ventilação mecânica também quando ele possui, restabelecimento da comunicação e das funções estomatognáticas e acima mencionadas.</p>



<p>Por isso, a avaliação fonoaudiológica para o auxílio nas dificuldades acima mencionadas são fundamentais.</p>



<p>• O prognóstico é favorável com reversibilidade completa ocorre em 60% dos casos, mas, 10% chegam a óbito A maioria das pessoas acometidas se recuperam em três meses após iniciados os sintomas. por isso, a intervenção precoce é muito importante multiplicativamente falando.</p>



<p>Se você foi diagnosticado com Guillain-Barré, não espere, a intervenção assim que se descobre é fundamental para a melhora do paciente.</p>



<p>Quer saber mais?  Estamos ao seu lado. Agende conosco.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doença de Huntington &#8211; A doença da idade adulta</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/doenca-de-huntington-a-doenca-da-idade-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 22:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos [&#8230;]]]></description>
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<p>A doença de Huntington é uma doença hereditária que provoca a degeneração progressiva de células nervosas do cérebro, pode surgir em pessoas de todas as idades, mas a maioria dos casos acontece entre os 30 e os 40 anos. O indivíduo possuidor dessa desordem apresenta em seu material genético repetições anormais da sequência de nucleotídeos citosina, adenina e guanina (CAG), responsáveis pela codificação da glutamina. Na pessoa sã a sequência CAG é encontrada com repetições menores que 20; já em pessoas portadoras da doença de Huntington há sempre mais de 36 repetições, tornando assim o gene defeituoso. Os primeiros sintomas surgem em decorrência da perda progressiva de células nervosas que ficam em uma parte específica do cérebro, os gânglios de base.</p>



<p>Por ser uma doença neurológica, as principais características apresentadas pelos pacientes são os problemas motores e mentais. Além da coréia, são desenvolvidos problemas como rigidez muscular, disartria e disfagia. Outro sintoma importante é a letargia no raciocínio, sendo que os momentos de instabilidade emocional se tornam constantes. A depressão, pode surgir também. Não possui cura. Entretanto, os sintomas podem ser controlados, por meio de medicamentos neurolépticos e antidepressivos e terapias complementares como: Fono, Fisio. To. e Psicologia. Os principais sintomas que necessitarão de suporte contínuo da equipe terapêutica de estimulação são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Impulsividade</li>



<li>Falta de consciência em relação aos próprios comportamentos e capacidades</li>



<li>Lentidão de pensamento e, muitas vezes, dificuldade em estabelecer uma linha de raciocínio e exprimi-la</li>



<li>Dificuldade de aprendizagem e de guardar novas informações.</li>



<li>Irritabilidade</li>



<li>Tristeza</li>



<li>Apatia emocional</li>



<li>Retraimento social</li>



<li>Insônia</li>



<li>Fadiga e perda de energia</li>



<li>Dificuldade em organizar, priorizar ou focar determinadas tarefas</li>



<li>Tendência em ficar preso a um pensamento, comportamento ou ação específicos (perseveração)</li>



<li>Espasmos e outros movimentos involuntários (coreia)</li>



<li>Problemas musculares, como rigidez e contração muscular (distonia)</li>



<li>Movimentos oculares lentos ou anormais</li>



<li>Anormalidades da marcha, problemas de postura e de equilíbrio</li>



<li>Dificuldade para engolir ou falar.</li>
</ul>



<p>Para a disartria, alterações de concentração, memória o Fonoaudiólogo se faz necessário, assim como nas questões que estão relacionadas à disfagia; que melhoram a qualidade de vida do paciente acometido, fazendo com que as funções que o mesmo executa , relacionados à comunicação, memória, alimentação, voz e fala melhorem consideravelmente; após estimulação contínua fonoaudiológica. Exercícios cognitivos diários ajudam a preservar as habilidades mentais reduzindo a perda de memória, percepção e orientação em terapia fonoaudiológica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Emoções como uma das prováveis causas do mal de Parkinson</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/emocoes-como-uma-das-provaveis-causas-do-mal-de-parkinson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 20:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Doença neurodegenerativa, provocada pela perda de células nervosas presentes na região da substância negra do cérebro (Essa região é responsável pelos estímulos dos movimentos, &#8220;onde o paciente deixa de responder por seus movimentos, de acordo com o estágio da quadro clínico&#8221;) também caracterizada; por tremores intensos e rigidez dos membros superiores e inferiores, o Mal de Parkinson, doença que&nbsp;<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/Mal-de-Parkinson" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>atinge, em geral, pessoas com idade acima dos 55 anos e tem como causa principal problemas de origem emocional, pessoas que sofrem com ansiedade e angústia, que passam por intensos&nbsp; sofrimentos/ traumas/ dores na alma.</p>



<p>Não adianta apenas tratar os sintomas com remédios. O ideal é saber a causa do problema<a href="http://www.minhavida.com.br/temas/sofrimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> </a>e agir sobre ela, só assim os sintomas sentidos pelo paciente serão amenizados.</p>



<p>O Tratamento tem seu início com diagnóstico neurológico após exame clínico e exames específicos como tomografias, ressonância magnética; (dentre outros que se fizerem necessários) onde dentre vários achados clínicos, onde a substância negra do cérebro será analisada e verificada se há perda ou não da mesma (relacionando com o quadro de Parkinson).</p>



<p>Após ser diagnosticado o quadro de Parkinson, o paciente deverá entrar com medicamentos específicos para o caso e, também, com o principal; tratamento de reabilitação: Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia ocupacional e Psicologia para melhor suporte de caso. A equipe cuidará para que o paciente não perda suas funções normais de: Falar, andar, organização e expressão de discurso / comunicação vocal, respiração, mímica facial / tiques faciais / disfagia; (Fono), Terapia ocupacional (atividades de vida diária, como por exemplo: paciente que não consegue mais executar tarefas finas como dirigir, pentear cabelo, dirigir, escovar os dentes, dentre outros. A TO cuidará destas funções para que o paciente no venha a perder) Fisioterapia (marcha / andar/ força muscular; dentre outros) e aspectos Psicológicos (depressão, ansiedade do paciente e familiares).</p>



<p>No que se diz respeito aos aspectos emocionais, devemos lembrar que:</p>



<p>&#8220;A dor emocional provoca um aumento na produção de salsolinol, substância que mata as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos. Situações traumáticas, angústia, ansiedade, cobrança excessiva e pessimismo aumentam a produção dessa substância e são grandes indicadores de um possível paciente com Mal de Parkinson&#8221;, conforme descreve o Dr. Cícero Coimbra neurologista da Unifesp, autoridade no assunto.</p>



<p>Agende seu horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Siringomielia e/ou Hidromielia &#8211; Conhecendo para melhor tratar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-e-ou-hidromielia-conhecendo-para-melhor-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição. Qualquer alteração no complexo processo já descrito é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alimentação tem a função básica e primordial de manter o indivíduo com vida. Quando alguma alteração interfere direta ou indiretamente em qualquer etapa do processo de nossa alimentação, sentimos de forma intensa. Essa interferência pode ocorrer por alguma inadequação no sistema estomatognático, ou seja, na deglutição.</p>



<p>Qualquer alteração no complexo processo já descrito é chamada de disfagia, que pode ter causas mecânicas, neurológicas e/ou psicológicas, além de acometer diferentes fases da deglutição.</p>



<p>As disfagias neurogênicas são transtornos de deglutição e/ou alimentação causados por doença ou trauma neurológico. As disfunções neurológicas podem afetar a ação muscular responsável pelo transporte do bolo alimentar da boca para o esôfago.</p>



<p>As disfagias orofaríngeas manifestam-se através de vários sintomas como: distúrbios na mastigação, dificuldade em iniciar a deglutição, regurgitação nasal, tosse e/ou engasgos durante as refeições.</p>



<p>Na siringomielia e/ou hidromielia; quando a lesão afeta a área bulbar, o paciente pode ter sintomas de disartria, disfagia e acometimento dos músculos da face. Como alguns autores referem, a siringomielia e/ou hidromielia deve ser considerada no diagnóstico diferencial quando ocasiona disfagia, constipação crônica e outros. Muitas vezes a disfagia pode estar associada a uma dessas patologias e iniciar o quadro por apresentar causas mais perceptíveis como: refluxo gastroesofágico, esofagites e dificuldade na coordenação da deglutição devida ao comprometimento do sistema nervoso central.</p>



<p>A reabilitação da disfagia orofaríngea como manifestação objetiva do quadro de malformação depende diretamente da precoce atuação conjunta multidisciplinar, de modo a promover um adequado desenvolvimento das estruturas e funcionalidade delas, no paciente a ser trabalhado. além do mais, fatores subjetivos como: estado emocional do paciente, suporte familiar e situação socioeconômico-cultural vão interferir diretamente na evolução da disfagia. O paciente deverá procurar algo que o satisfaça e o deixe bem consigo mesmo no âmbito corpo e mente. Caso não esteja conseguindo, o suporte psicológico será fundamental nestes casos de modo a não contribuir negativamente na miofuncionalidade do paciente.</p>



<p>Em clínica, paciente e família serão orientados quanto a novas condutas a serem adotadas diariamente com o paciente.</p>



<p>Para saber mais, agende seu horário conosco!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mielomeningocele &#8211; implicações para a vida!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/mielomeningocele-implicacoes-para-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A mielomeningocele é um defeito congênito em que a espinha dorsal e o canal espinhal não se fecham antes do nascimento. É um defeito do tubo neural em que os ossos da coluna não se formam completamente, resultando em um canal da espinha dorsal incompleto. Isso faz com que a medula espinhal e as meninges [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A mielomeningocele é um defeito congênito em que a espinha dorsal e o canal espinhal não se fecham antes do nascimento. É um defeito do tubo neural em que os ossos da coluna não se formam completamente, resultando em um canal da espinha dorsal incompleto. Isso faz com que a medula espinhal e as meninges (tecidos que cobrem a medula espinhal) se projetem pelas costas da criança. A mielomeningocele pode afetar 1 em cada 800 bebês.</p>



<p>A causa da mielomeningocele é desconhecida. No entanto, acredita-se que baixos níveis de ácido fólico no corpo da mulher antes e durante a gravidez possam ter alguma influência nesse tipo de defeito de nascimento. O ácido fólico (ou folato) é importante para o desenvolvimento do cérebro e da medula espinhal. Assim sendo, se uma criança nasce com mielomeningocele, os futuros bebês dessa família têm maior risco do que a população geral. No entanto, em muitos casos, não há conexão com a família.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Alguns pesquisadores acreditam que um vírus possa ter alguma influência, pois há maior taxa desse distúrbio em crianças nascidas nos primeiros meses de inverno. Pesquisas também indicam possíveis fatores ambientais, como a radiação.</p>



<p>O exame pré-natal pode ajudar a diagnosticar esse problema. Durante o segundo trimestre, as mulheres grávidas podem fazer um exame de sangue chamado teste quádruplo. Esse teste verifica a presença de mielomeningocele, síndrome de Down e outras doenças congênitas no bebê. A maioria das mulheres grávidas, mães de bebês com espinha bífida, tem níveis acima do normal de uma proteína chamada alfafetoproteína maternal (AFP).</p>



<p>Se o teste quádruplo for positivo, serão necessários mais testes para confirmar o diagnóstico. Tais testes podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ultrassonografia na gravidez</li>



<li>Amniocentese</li>
</ul>



<p>A mielomeningocele pode ser vista após o nascimento do bebê. Um exame neurológico pode mostrar que a criança apresenta perda de funções relacionados a sensibilidade ao toque e a capacidade de sentir dor. Também poderá ser solicitado pelo médico os seguintes exames: raios X, ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética da região da coluna para detecção da alteração.</p>



<p>Procure o médico se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma bolsa se projetar pelas costas de um bebê recém-nascido.</li>



<li>A criança demorar para andar ou engatinhar</li>



<li>Surgirem sintomas de hidrocefalia, incluindo moleira saliente, irritabilidade, sonolência extrema e dificuldades na alimentação</li>



<li>Surgirem sintomas de meningite, incluindo febre, rigidez no pescoço, irritabilidade e choro agudo</li>
</ul>



<p>Observando-se sempre: se uma criança demora para andar, provavelmente terá atrasos na fala, leitura e escrita, procure seu fonoaudiólogo e marque sua avaliação!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Siringomielia &#8211; Você já ouviu falar?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/siringomielia-voce-ja-ouviu-falar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[disartria]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A constituição da medula espinhal é como o cérebro, uma parte central em forma de borboleta da matéria cinzenta onde predominam células nervosas e fibras nervosas envolvidas predominantemente na matéria branca. Durante todo o caminho da medula, nascem todos os nervos sensitivos e motores a partir da base da cabeça até o fim da coluna vertebral no cocxis. Quando aparece uma cavidade como um quisto na medula espinhal que afeta principalmente a matéria cinzenta é siringomielia, porque o buraco central muda o aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx, em grego, na maioria dos casos não se sabe por que se forma.</p>



<p>Muitas podem ser as causas, como no caso de trauma, tumor, infecção, fixação da coluna vertebral na região lombar por doenças congênitas, como espinha bífida, meningocele e mielomeningocele. Mas na maioria dos casos a causa é desconhecida, não se detecta causa nenhuma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/siringomielia.jpg" alt="aspecto da medula espinhal numa flauta ou syrinx" title="Siringomielia - Você já ouviu falar? 1"></figure></div>


<p>O paciente tem alterações em algumas partes do seu corpo, especialmente nos braços, de tal maneira que nota o tato, mas não a temperatura dos objetos, por isso queima facilmente, porque não sente dor. Há perda de massa muscular e presença fraqueza da força, alterações da marcha, podendo-se chegar à deficiência caso não seja tratado por equipe multidisciplinar: equipe médica, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.</p>



<p>Geralmente, recomenda-se a cirurgia para pacientes com siringomielia. O principal objetivo da cirurgia é o de proporcionar mais espaço para o cerebelo na base do crânio e a parte superior do pescoço, sem passar pelo cérebro ou medula espinhal. Isto permite que a cavidade primária se aplane ou desapareça. Se siringomielia for causada por um tumor, o tratamento de escolha é a remoção do tumor, o que quase sempre elimina as siringes.</p>



<p>A cirurgia permite estabilizar os sintomas ou melhorar ligeiramente na maioria dos pacientes. Atrasos no tratamento pode causar danos irreversíveis à medula espinhal. A recorrência de siringomielia após a cirurgia pode exigir operações adicionais, em alguns casos a cirurgia não gera bons resultados.</p>



<p>Em alguns doentes, pode ser necessário drenar a siringe, que pode ser alcançada através de um cateter, drenos e válvulas. Este sistema também é conhecido como derivação ventrículo-peritoneal, muito utilizado nos casos de hidrocefalia. Com a drenagem do excesso de fluidos, alivia-se dor, dores de cabeça (cefaleia) e rigidez. Normalmente, os sintomas continuam, se não corrigir a anomalia.</p>



<p>Não existem medicamentos que podem tratar e curar siringomielia. A radiação é usada frequentemente e produz poucos benefícios exceto na presença de um tumor.</p>



<p>A fisioterapia atua no alívio das dores, principalmente na fase aguda da doença, onde o paciente queixa de dor e formigamento no pescoço e nos ombros.</p>



<p>Em fonoaudiologia várias alterações a nível que altera a qualidade do paciente podem ocorrer, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Disfagia/ *com risco de aspiração silenciosa e risco de pneumonia aspirativa, (tanto de fase oral,</li>



<li>fase *laríngea, fase esofagiana) fala com alterações fonéticas / disartria pela perda de força da musculatura de cabeça de pescoço.</li>



<li>Também verificamos o acúmulo de secreções e dificuldades na execução / produção de tosse produtiva para a drenagem dela, com o objetivo de deixar limpa a região de pregas vocais / traqueia e consequentemente os pulmões do paciente.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já passou dos 50? Melhor conhecer sobre a Atrofia de Múltiplos Sistemas &#8211; veja como a fonoaudiol</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ja-passou-dos-50-melhor-conhecer-sobre-a-atrofia-de-multiplos-sistemas-veja-como-a-fonoaudiol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A AMS (sigla em inglês) Atrofia de Múltiplos Sistemas, é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala; do ponto de vista fonoaudiológico. Atrofia de múltiplos sistemas (MSA) é uma desordem neurodegenerativa rara, causada pela perda celular em certas áreas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A AMS (sigla em inglês) Atrofia de Múltiplos Sistemas, é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala; do ponto de vista fonoaudiológico.</p>



<p>Atrofia de múltiplos sistemas (MSA) é uma desordem neurodegenerativa rara, causada pela perda celular em certas áreas do cérebro e da medula espinal, provocando uma variedade de sintomas que afetam especialmente as funções do sistema nervoso autónomo e no sistema motor.</p>



<p>Pouco se sabe sobre a patogênese da MSA até os últimos 5 anos. Sabe-se agora a ser caracterizado por amplas gliais inclusões citoplasmáticas (GCIS), que são a marca registrada da doença. Mais recentemente, a misfolded, hiperfosforilada fibrilar α-sinucleína foi identificado como o principal componente de GCIS. A densidade de GCI contendo α-sinucleína correlaciona-se significativamente com a deterioração neuronal e duração da doença. Outra proteína importante, p25α foi encontrado para estimular α-sinucleína in vitro. Pensa-se que pode haver dois processos genéticos e ambientais que contribuem para estes processos patológicos.</p>



<p>A presença de GCIS está associada à perda neuronal nos gânglios da base, cerebelo, ponte, núcleos olivares inferior e da medula espinhal, por conseguinte, dando origem ao espectro de sintomas e resultados clínicos. A doença é muitas vezes definida no momento da manifestação inicial de qualquer motor ou recursos autonômicos, embora subclínica neuropatologia é provável que comece vários anos antes que a doença manifesta.</p>



<p>A fala tende a ficar mais lenta, mais baixa, menos precisa na articulação e há maior de esforço para comunicar-se, na AMS Normal Também podemos encontrar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Face: hipomímica, com movimento simétrico, lento e de amplitude diminuída.</li>



<li>Mandíbula: movimentação lenta, de amplitude diminuída no sentido vertical e horizontal.</li>



<li>Língua: presença de tremor em repouso e posturas sustentadas, movimento lentificado e de amplitude reduzida em movimento.</li>



<li>Velofarínge: sem escape nasal na emissão.</li>
</ul>



<p>As caraterísticas vocais mais encontradas e com mais necessidades de se trabalhar nestes pacientes são: audiologicamente chamada de monopitch e monoloudness), flutuação de intensidade, ressonância laríngea com compensação nasal, jatos de fala, pausas inadequadas, imprecisão articulatória e diadococinesia da fala alterada em ritmo e precisão.</p>



<p>Os sintomas de fala e voz aparecem por volta de 1 ano após o início dos sintomas motores; a disartrofonia apresentada é do tipo mista, mesclando os componentes hipocinético, atáxico e espástico, com predomínio do componente hipocinético; e deste modo diferenciando-se da disartrofonia parkinsoniana, principalmente quanto à gravidade em relação ao tempo de doença e o tipo de disartrofonia.</p>



<p>Disfagia causada por atrasos nas fases oral e faríngea da deglutição, em combinação com distúrbios do esfíncter laringe (via aérea e sensorial) e esofágica pode levar tanto pneumonia por aspiração e aspiração aguda, caso não tratada, por fonoaudiólogo, podendo levar a óbito.</p>



<p>Como percebemos, muito há o que se trabalhar em múltiplos sistemas. O paciente necessita ser avaliado e uma conduta/ planejamento individual e contínua deve ser aplicado em cada caso, para uma boa evolução de caso/ qualidade de vida e evitarmos ao máximo uma progressão negativa de caso a curto prazo.</p>



<p>Consulte seu fonoaudiólogo, marque um horário, aguardamos por você e temos sempre o melhor pelo seu caso!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS)… Doença rara de meia idade &#8211; como a fonoaudiologia pode ajudar</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atrofia-de-multiplos-sistemas-ams-doenca-rara-de-meia-idade-como-a-fonoaudiologia-pode-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS é considerada uma doença rara, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando. A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Atrofia de Múltiplos Sistemas – AMS</em></strong> <strong>é <em>considerada uma doença rara</em></strong>, pois a sua incidência afeta um número limitado de pessoas em relação à população total, definido como menos de uma em cada 2.000 pessoas, exemplificando.</p>



<p><em>A AMS é uma doença neurodegenerativa que afeta muitos dos sistemas que são tidos como vitais em nosso dia a dia, como: respiração, deglutição e fala</em>.</p>



<p>O tratamento farmacológico é limitado, e a resposta à levodopa (fármaco usado no tratamento das síndromes parkinsonianas), conforme algumas pesquisas demonstram, quando acontece, só é observada nos estágios iniciais da doença. O tratamento também aponta para a necessidade de apoio multidisciplinar ao paciente, com fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e enfermeiros.</p>



<p><br>A AMS é também conhecida como degeneração estriatonigral, atrofia olivopontocerebelar ou síndrome de Shy-Dragger. Não é considerada uma doença hereditária e geralmente afeta homens e mulheres de meia idade. A falta de conhecimento sobre a doença leva a falhas no diagnóstico e tratamentos incorretos.</p>



<p>Os sintomas podem aparecer em várias combinações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>perda de equilíbrio e coordenação,</li>



<li>problemas na marcha,</li>



<li>dificuldades na alimentação*,</li>



<li>tosse,</li>



<li>engasgos,</li>



<li>*riscos de aspiração/ *pneumonia aspirativa e *até levar a óbito, e , se após um determinado período;</li>
</ul>



<p>Caso o paciente não seja assistido adequadamente por equipe médica</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>(neurologista, fisiologista, pneumologista, geriatra),</li>



<li>fonoaudiólogo, (atuando nos aspectos *alimentares/ *deglutição, respiração, manutenção de secreção não produtiva no tudo laríngeo, fala, voz e organização destes sistemas)</li>



<li>fisioterapeuta (respiratório inferior/ pulmão, marcha/ membros inferiores, superiores, etc.)</li>



<li>psicólogo (suporte emocional)</li>



<li>terapeuta ocupacional (manutenção das atividades diárias do paciente).</li>
</ul>



<p>A atrofia de múltiplos sistemas (AMS) é caracterizada pela presença de sinais parkinsonianos, cerebelares, autonômicos e piramidais, em várias combinações. O aparecimento de disartria e disfagia no primeiro ano de manifestação de parkinsonismo, sugere o diagnóstico de AMS.</p>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico.</p>



<p>O grau de conhecimento de uma doença rara determina tanto a rapidez com que é diagnosticada como a qualidade das coberturas médica e social. A percepção do doente da sua qualidade de vida está mais ligada à qualidade dos cuidados do que à gravidade da doença ou ao grau das deficiências associadas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><em>Ajude ao próximo, se ajude!! Se ame, ame ao outro!! Seja multiplicador do saber!!!</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Sabe-se que o aparecimento de disartria e disfagia durante o primeiro ano de doença, em paciente com parkinsonismo de etiologia degenerativa, sugere fortemente o diagnóstico de AMS ou outras formas de parkinsonismo atípico</p>



<p>Se você conhece alguém que possui sintomas como: diminuição da mímica facial/ capacidade para se expressar por meio da musculatura facial, expressando sentimentos; dificuldades na mastigação, deglutição/dificuldades para engolir alimentos (sólidos , líquidos, pastosos), fala robotizada, voz áspera, ou pastosa; lentificada, diferente da habitual, dificuldades na linguagem gestual ,(como escovar os dentes, pentear o cabelo, fazer o sinal da cruz) respiração com dificuldades, tremor em mãos; dentre outros&#8230; É hora de procurar suporte médico&#8230; É hora de procurar por seu fonoaudiólogo!!!</p>



<p>A qualidade de vida e o atendimento precoce garantirá uma melhor qualidade de vida para o paciente que necessita do suporte multidisciplinar de caso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Memória e seus mistérios…</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/memoria-e-seus-misterios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gerontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&#160;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc. Existem três tipos básicos de memória: Memória de curto prazo: Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A memória pode ser definida como a capacidade de adquirir,&nbsp;guardar e lembrar informações, sempre que precisamos recordar de algo acontecido. Essas informações podem ser armazenadas por períodos diferentes: segundos, meses, anos; etc.</p>



<p>Existem três tipos básicos de memória:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de curto prazo:</strong></h2>



<p>Depende do sistema límbico, o centro das emoções, que está envolvido nos processos de retenção e consolidação de informações novas. Hoje em dia também se supõe que a consolidação temporária da informação envolve estruturas como o hipocampo, a amígdala, o córtex entorrinal e o giro para-hipocampal, sendo depois transferida para as áreas de associação do neocórtex parietal e temporal. As vias que chegam e que saem do hipocampo também são importantes para o estudo da anatomia da memória. A partir daí ocorre então, o armazenamento de informações que reverberam no circuito ainda por algum tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória operacional:</strong></h2>



<p>Compreende um sistema de controle de atenção (executivo central), auxiliado por dois sistemas de suporte (de natureza vísuo-espacial e outro de natureza fonológica) que ajudam no armazenamento temporário e na manipulação das informações. O executivo central tem capacidade limitada e função de selecionar estratégias e planos, tendo sua atividade relacionada ao funcionamento do lobo frontal, que supervisiona as informações. Também o cerebelo está envolvido na memória operacional. No sistema fonológico, a articulação subvocal auxilia na manutenção da informação; lesões nos giros supra marginal e angular do hemisfério esquerdo geram dificuldades na memória verbal auditiva de curta duração. Esse sistema está relacionado à aquisição de linguagem.</p>



<p>Através dela armazenamos temporariamente informações que serão úteis apenas para o raciocínio imediato e a resolução de problemas, ou para a elaboração de comportamentos, podendo ser esquecidas logo a seguir. Em outras palavras, ela mantém a informação viva durante poucos segundos ou minutos, enquanto ela está sendo percebida ou processada. Armazenamos em nossa memória operacional, por exemplo, o local onde estacionamos o automóvel, uma informação que será necessária até o momento de chegarmos até o carro. Esta forma de memória é sustentada pela atividade elétrica de neurônios do córtex pré-frontal (a área do lobo frontal anterior ao córtex motor).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória de Longo Prazo:</strong></h2>



<p><strong>Memória explícita</strong>: Depende de estruturas do lobo temporal medial (incluindo o hipocampo, o córtex entorrinal e o córtex para-hipocampal) e do diencéfalo. Pacientes com disfunção dos lobos frontais têm mais dificuldades para a memória episódica do que para a memória semântica; ou seja, paciente apresenta menores dificuldades para lembrar nomes e significados de várias nomenclaturas ou classes do que para lembrar situações ou momentos de sua vida. Já lesões no lobo parietal esquerdo apresentam prejuízos na memória semântica, relativo ao significado das coisas.</p>



<p>Abaixo, algumas considerações importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Memória episódica</strong> &#8211; quando envolve eventos datados, isto é relacionado ao tempo. Usamos a memória episódica, por exemplo, quando lembramos do ataque terrorista em 11 de setembro.</li>



<li><strong>Memória semântica </strong>&#8211; Abrange a memória do significado das palavras (do latim &#8220;significado&#8221;). É a coparticipação partilhada do significado de uma palavra que possibilita às pessoas manterem conversas com significado. A memória semântica ocorre quando envolve conceitos atemporais. Usamos este tipo de memória ao aprender que Einstein criou a teoria da relatividade, ou que a capital da Itália é Roma.</li>
</ul>



<p><strong>Memória implícita</strong>: relativo ao aprendizado de atos motores. A aprendizagem de habilidades motoras depende de aferências corticais de áreas sensoriais de associação para o corpo estriado ou para os núcleos da base. O condicionamento das respostas da musculatura esquelética depende do cerebelo, enquanto o condicionamento das respostas emocionais depende da amígdala. É a memória para procedimentos e habilidades, por exemplo, a habilidade para dirigir, jogar bola, dar um nó no cordão do sapato e da gravata etc. Pode ser de quatro subtipos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>memória adquirida</strong> e evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (Priming) (ou memória de representação perceptual) &#8211; que corresponde à imagem de um evento, preliminar à compreensão do que ele significa. Um objeto, por exemplo, pode ser retido nesse tipo de memória implícita antes que saibamos o que é, para que serve etc. Considera-se que a memória pode ser evocada por meio de &#8220;dicas&#8221; (fragmentos de uma imagem, a primeira palavra de uma poesia, certos gestos, odores ou sons).</li>



<li><strong>memória de procedimentos</strong> &#8211; refere-se às habilidades e hábitos. Conhecemos os movimentos necessários para dar um nó em uma gravata, nadar, dirigir um carro, sem que seja preciso descrevê-lo verbalmente.</li>



<li><strong>memória associativa</strong></li>



<li><strong>memória não-associativa</strong> &#8211; Estas duas últimas estão estreitamente relacionadas a algum tipo de resposta ou comportamento. Empregamos a memória associativa, por exemplo, quando começamos a salivar pelo simples fato de olhar para um alimento apetitoso, por termos, em algum momento de nossa vida associado seu aspecto ou cheiro à alimentação. Por outro lado, usamos a memória não associativa quando, sem nos darmos conta, aprendemos que um estímulo repetitivo, por exemplo, o latido de um cãozinho, não traz riscos, o que nos faz relaxar e ignorá-lo.</li>
</ul>



<p>Qualquer evento que altere o estado normal da memória, poderá resultar na dificuldade em reter, manter ou resgatar fatos, situações, nomes de pessoas, objetos dentre outros. Quando isso ocorre a indicação é sempre o trabalho multidisciplinar base&nbsp;envolvendo: neurologista, fonoaudiólogo, psicólogo e geriatra.</p>



<p>Alterações na memória? Marque sua avaliação conosco!</p>
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		<item>
		<title>Quem pode ser beneficiado pela equoterapia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quem-pode-ser-beneficiado-pela-equoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 18:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[ELA]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular). A equoterapia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular).</p>



<p>A equoterapia é um tratamento complementar de apoio a pessoas especiais, portadoras de dificuldades ou deficiências físicas, mentais e/ou psicológicas. Segue uma relação das dificuldades, deficiências e doenças que podem ser auxiliadas por meio do uso da equoterapia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Paralisia Cerebral,</li>



<li>Acidente Vascular Encefálico;</li>



<li>Atraso no desenvolvimento Neuropsicomotor;</li>



<li>Síndrome de Down e outras Síndromes;</li>



<li>Traumatismo Cranioencefálico;</li>



<li>Lesão Medular;</li>



<li>Esclerose Múltipla;</li>



<li>Disfunção na integração sensorial;</li>



<li>Dificuldades da aprendizagem ou linguagem;</li>



<li>Distúrbios do comportamento;</li>



<li>Hiperatividade;</li>



<li>Autismo;</li>



<li>Traumas;</li>



<li>Depressão;</li>



<li>Stress, etc).</li>
</ul>



<p>Equoterapia (Equo: do latim aequus, relativo à Equus, ‘cavalo’/ Terapia: relativo à terapêutica, que é a parte da medicina que estuda e põe em prática os meios adequados para aliviar ou curar os doentes) é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais. Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais.</p>



<p>Que tal ser mais um beneficiário? Procure o centro mais próximo de você!!!</p>
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