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	<title>ortodontia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>ortodontia &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Fases da atuação fonoaudiológica frente ao trabalho do buco maxila</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fases-da-atuacao-fonoaudiologica-frente-ao-trabalho-do-buco-maxila/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A atuação fonoaudiológica nos casos de cirurgia ortognática pode ser delimitada em três fases principais. Para efeito didático, separamos as fases e explicamos cada caso a seguir:  Se o paciente é encaminhado antes da cirurgia, além da avaliação, o fonoaudiólogo pode realizar algumas orientações prévias que serão úteis ao paciente, inclusive durante o bloqueio inter-maxilar [&#8230;]]]></description>
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<p>A atuação fonoaudiológica nos casos de cirurgia ortognática pode ser delimitada em três fases principais. Para efeito didático, separamos as fases e explicamos cada caso a seguir: </p>



<p>Se o paciente é encaminhado antes da cirurgia, além da avaliação, o fonoaudiólogo pode realizar algumas orientações prévias que serão úteis ao paciente, inclusive durante o bloqueio inter-maxilar tais como: dieta alimentar, higiene bucal e relaxamentos da região facial e cervical, geralmente tensionadas pelo desconforto do bloqueio. Tais orientações são normalmente efetuadas pelo cirurgião. </p>



<p>Em equipes interdisciplinares estas orientações tem sido realizadas pelo fonoaudiólogo. Isto tem possibilitado que o paciente possa expor suas dúvidas e ansiedades uma vez que os encontros com o fonoaudiólogo são sistemáticos criando inclusive um maior vínculo entre o terapeuta e o paciente.<br><br>Caso o encaminhamento seja feito pouco tempo após a liberação do bloqueio, o trabalho fonoaudiológico inicia-se direcionando as adaptações que vão ocorrendo espontaneamente. Nestes casos a redução da amplitude de movimentos mandibulares e da força mastigatória ainda podem ser observadas. A musculatura deve ser analisada cuidadosamente devido a possibilidade de edemas ainda presentes. Nesta fase, a evolução é rápida e os padrões funcionais adequados à nova forma são direcionados através da sistematização de seu uso, dentro dos limites da recuperação de cada paciente. Caso sejam necessários, apenas exercícios de mobilidade e tonicidade de língua podem ser utilizados.<br><br>Uma terceira opção é o encaminhamento tardio do paciente. Este normalmente ocorre por alguma característica de recidiva ou à apresentação de funções atípicas. A situação de recidiva deve ser observada também com relação aos aspectos ortodônticos e possíveis limitações cirúrgicas, já que nem sempre são de causa unicamente funcional. Existindo realmente situações atípicas, estas são mais difíceis de serem trabalhadas tardiamente, uma vez que este novo padrão inadequado encontra-se agora internalizado.</p>



<p>Após o exame fonoaudiológico, a terapia fonoaudiológica costuma ser indicada ao se constatar a manutenção de padrões adaptativos prévios que não são mais condizentes à nova forma, ou quando existam dificuldades referentes à estabilidade de respiração e vedamento labial, de mastigação, deglutição e articulação da fala, devido a presença de alterações neuromusculares.</p>



<p>Para saber qual é o seu caso, marque sua avaliação!!</p>
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		<title>Atuação fonoaudiológica nos casos de cirurgia ortognática</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/atuacao-fonoaudiologica-nos-casos-de-cirurgia-ortognatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aparelhos ortodônticos]]></category>
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					<description><![CDATA[A anamnese é o ponto de partida de nosso exame. Nela conhecemos o histórico do paciente, suas dificuldades e anseios; também suas motivações para o tratamento. Já na entrevista inicial ou anamnese começamos nossa avaliação. A observação do paciente é fundamental principalmente enquanto ele não se sente examinado. Após a anamnese, vamos examinar o paciente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A anamnese é o ponto de partida de nosso exame. Nela conhecemos o histórico do paciente, suas dificuldades e anseios; também suas motivações para o tratamento. Já na entrevista inicial ou anamnese começamos nossa avaliação. A observação do paciente é fundamental principalmente enquanto ele não se sente examinado. Após a anamnese, vamos examinar o paciente tendo em mente as características esperadas em cada desproporção maxilo-mandibular.</p>



<p>Tentar compreender já neste primeiro exame quais foram as compensações criadas pelo paciente. Examinar as estruturas duras e moles separadamente descrevendo-as para depois relacioná-las. Ao analisar as funções de mastigação, deglutição, fala, voz, respiração e funcionamento da ATM analisá-las em separado e sequencialmente. Nenhum órgão está determinado para a realização de uma só função. Cada função quando considerada individualmente será diferente do que quando integrada com outras.</p>



<p>O mesmo princípio não é aplicado a análise separada das funções. O objetivo é verificar como o paciente faz a função que está sendo avaliada, sob comando e isoladamente dentro de um contexto. Sabemos que inconscientemente e em sequência, a função poderá ser realizada de maneira diferente daquela realizada isoladamente. É importante saber quais são as possibilidades que cada estrutura tem de fazer a mesma função das duas formas. Esta distinção já nos dirige em relação ao plano terapêutico.</p>



<p>A retomada da alimentação pastosa e sólida gradativa, os movimentos utilizados durante a articulação da fala e a própria exploração pelo paciente se incumbem de reverter a “atrofia” muscular e restabelecer a amplitude dos movimentos. Devemos ter isto em mente durante a nossa avaliação.<br><br>Dependendo do procedimento cirúrgico, após osteotomias mandibulares, podem ocorrer alterações de sensibilidade na região do queixo, região dento-alveolar inferior e lábio inferior. Estas alterações, caracterizadas por redução ou perda da sensibilidade nestas regiões são normalmente reversíveis, porém observam-se casos onde a demora neste restabelecimento é responsável por dificuldades funcionais como controle de saliva, alteração dos pontos articulatórios na fala e adaptações inadequadas quanto à mastigação e à deglutição especialmente de líquidos. Além do desconforto, a falta de sensibilidade significa uma grande perda proprioceptiva, indispensável para a reorganização funcional.</p>



<p>Uma vez reposicionadas as bases ósseas, o fonoaudiólogo tem condições de restabelecer as funções estomatognáticas, dentro dos limites individuais, caso este equilíbrio não tenha sido alcançado espontaneamente.</p>



<p>Como percebemos no artigo, a intervenção fonoaudiológica é individual e direcionada a cada caso. Para saber qual o seu caos, entre em contato conosco.</p>
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		<title>A Fonoaudiologia e a Cirurgia Ortognática &#8211; A hora certa de agir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-fonoaudiologia-e-a-cirurgia-ortognatica-a-hora-certa-de-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[aparelhos ortodônticos]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[Como sabemos, tanto as &#160;pequenas&#160;como as alterações ósseas&#160; ou dentárias de maiores proporções&#160;&#160;podem interferir nas funções de mastigar, deglutir, falar e respirar. A saúde oral, a ATM e a digestão também podem estar comprometidas assim como a própria aparência facial/corporal&#160;do indivíduo. Cada vez mais, tem reabilitado funções de pacientes, que irão fazer ou já fizeram [&#8230;]]]></description>
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<p>Como sabemos, tanto as &nbsp;pequenas&nbsp;como as alterações ósseas&nbsp; ou dentárias de maiores proporções&nbsp;&nbsp;podem interferir nas funções de mastigar, deglutir, falar e respirar. A saúde oral, a ATM e a digestão também podem estar comprometidas assim como a própria aparência facial/corporal&nbsp;do indivíduo.</p>



<p>Cada vez mais, tem reabilitado funções de pacientes, que irão fazer ou já fizeram cirurgia ortognática.</p>



<p>O reposicionamento das bases ósseas conseguido por meio da cirurgia ortognática, em muitos casos, modifica a musculatura orofacial induzindo novas respostas adaptativas, em sua maioria benéficas.</p>



<p>Entretanto, algumas questões ainda ficam a ser respondidas, tais como: a alteração muscular pode trazer efeitos prejudiciais à cirurgia? Apesar da modificação da forma (parte óssea), a musculatura pode, de alguma maneira, forçar as estruturas ósseas recém &#8211; operadas? O esquema proprioceptivo pode se adaptar rapidamente ou a manutenção dos padrões funcionais antigos tendem a se manter ?</p>



<p>Em pacientes com desproporções maxilo-mandibulares, tanto a forma do esqueleto quanto as funções estomatognáticas devem ser corrigidas, uma vez que tecidos moles e duros tem uma intrigante inter &#8211; relação. Neste contexto, observamos que nem sempre após a cirurgia as modificações musculares já estão presentes onde, se acompanharmos estes pacientes durante um tempo maior verificamos que existe uma modificação que ocorre lentamente e mais tardiamente. Sendo extremamente necessário e funcional, o trabalho do fonoaudiólogo.</p>



<p>A avaliação fonoaudiológica pode ser um importante fator contribuinte para um melhor prognóstico do cirurgião buco maxila. Quando falamos em avaliação isto não significa obrigatoriamente em  tratamento pós avaliação. Ao avaliarmos antes da cirurgia ortognática verificamos quais são os padrões funcionais utilizados, documentado-os através de filmagens e ou fotos. Após a cirurgia realizamos uma nova reavaliação e constatamos quais mudanças que ocorreram, se estas estão adequadas, se é necessário algum tipo de orientação ou de um tratamento.</p>



<p>Dúvidas?? Agende seu horário conosco!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como garantir o sucesso do tratamento ortodôntico com o apoio da Fono</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/como-garantir-o-sucesso-do-tratamento-ortodontico-com-o-apoio-da-fono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aparelhos ortodônticos]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[Como sabemos, a integração entre odontologia e fonoaudiologia tem como objetivo normalizar o equilíbrio estomatognático, garantindo o sucesso do tratamento ortodôntico. Quando tentamos corrigir a arcada dentária com aparelhos móveis ou fixos, seja por estética, funcionalidade ou ambos, não podemos esquecer de toda a musculatura envolvente e de todas as funções que a cavidade bucal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como sabemos, a integração entre odontologia e fonoaudiologia tem como objetivo normalizar o equilíbrio estomatognático, garantindo o sucesso do tratamento ortodôntico.</p>



<p>Quando tentamos corrigir a arcada dentária com aparelhos móveis ou fixos, seja por estética, funcionalidade ou ambos, não podemos esquecer de toda a musculatura envolvente e de todas as funções que a cavidade bucal realiza.</p>



<p>A fonoaudiologia avaliará como as partes moles (músculos)  e funções de mastigação, deglutição, fala e respiração estão interferindo no trabalho do ortodontista;contribuindo consideravelmente para o sucesso do tratamento. Após avaliação, caso seja necessário intervenção, será traçado um planejamento individual e tratamento fonoaudiológico para a correção das alterações e adaptação a um novo padrão de vida do paciente.</p>



<p>O trabalho concomitante entre a fonoaudiologia e a ortodontia&nbsp;é necessário para que os músculos faciais se adaptem a nova situação dentária e não interfiram na movimentação dos dentes.</p>



<p>Sem essa integração fono-ortodontia, o tratamento poderá não só ficar lento, como o problema reincidir após a retirada do aparelho. Com isto, o trabalho da fonoaudiologia contribuirá para garantir ao seu paciente com alterações dentárias, uma cavidade bucal com movimentação equilibrada dos músculos, associada a uma arcada dentária com oclusão satisfatória, garantindo o sucesso do tratamento.</p>



<p>Sendo assim, antes de reclamar que seu &#8220;tratamento ortodôntico está lento&#8221; ou que &#8220;você faz uso de aparelho há 10 anos e nunca termina&#8221;; procure fazer uma avaliação fonoaudiológica e ortodôntica detalhada: Esperamos por você!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que o fonoaudiólogo tem haver com o ortodontista? Como o paciente poderá ser beneficiado?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-que-o-fonoaudiologo-tem-haver-com-o-ortodontista-como-o-paciente-podera-ser-beneficiado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 17:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[briquismo]]></category>
		<category><![CDATA[bruxismo]]></category>
		<category><![CDATA[ortodontia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando pensamos em tratamento ortodôntico, logo relacionamos a atuação sempre presente na maioria dos casos, entre fonoaudiólogo e ortodontista. Nestes casos, fonoaudiólogo trabalha a &#8220;função&#8221; e o ortodontista a &#8220;forma&#8221;, aspectos intimamente intrínsecos. Desse modo o fonoaudiólogo, atuará em conjunto com o ortodontista, realizando um trabalho miofuncional de adequar os órgãos fonoarticulatórios e funções neurovegetativas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando pensamos em tratamento ortodôntico, logo relacionamos a atuação sempre presente na maioria dos casos, entre fonoaudiólogo e ortodontista. Nestes casos, fonoaudiólogo trabalha a &#8220;função&#8221; e o ortodontista a &#8220;forma&#8221;, aspectos intimamente intrínsecos. Desse modo o fonoaudiólogo, atuará em conjunto com o ortodontista, realizando um trabalho miofuncional de adequar os órgãos fonoarticulatórios e funções neurovegetativas. E o ortodontista, o reposicionamento dos dentes e a parte óssea.</p>



<p>O principal objetivo da avaliação Fonoaudiológica em motricidade oral é verificar a existência de desequilíbrios musculares e funcionais que possam interferir de maneira negativa na funcionalidade do sistema estomatognático e, consequentemente, no processo de tratamentos que venham a ser realizados ou que já estejam em andamento, como otorrinolaringológico e/ou odontológico/ortodôntico. A Odontologia e a Fonoaudiologia trabalham em conjunto, quando as alterações das funções orofaciais estão, de alguma forma, interferindo no posicionamento dos dentes ou também para a retirada de hábitos bucais parafuncionais (Como por exemplo, roer unhas, chupar chupeta e ou mamadeira, bruxismo ou o ranger de dentes, o briquismo ou apertamento de dentes; dentre outros).</p>



<p>Pacientes portadores de problemas periodontais, utilizando próteses dentárias ou implantes, com disfunções das articulações temporomandibulares ou que tenham realizado cirurgias ortognáticas, também podem ser encaminhados para o trabalho conjunto entre estas duas profissões. Sendo assim, quando for fazer uma visita ao seu dentista, converse com ele sobre essa interação entre fonoaudiólogo e ortodontista e saiba dos benefícios de um trabalho conjunto. E também as possíveis consequências de um tratamento ortodôntico sem a interação com seu fonoaudiólogo. Fique atento!</p>
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