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	<title>pólipos &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>pólipos &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Amparo legal nos problemas vocais</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/amparo-legal-nos-problemas-vocais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;O distúrbio da voz relacionado ao trabalho é uma doença do trabalho, como definida pela Lei 8.213/91, em seu artigo 20, inciso II, sem necessidade de recorrer à excepcionalidade do paragrafo segundo do artigo 20 da Lei da Previdência Social. Atualmente, ainda encontramos fatores que ainda&#160;geram problemas para sua aplicação,&#160;constando a falta de preparo da [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;O distúrbio da voz relacionado ao trabalho é uma doença do trabalho, como definida pela Lei 8.213/91, em seu artigo 20, inciso II, sem necessidade de recorrer à excepcionalidade do paragrafo segundo do artigo 20 da Lei da Previdência Social.</p>



<p>Atualmente, ainda encontramos fatores que ainda&nbsp;geram problemas para sua aplicação,&nbsp;constando a falta de preparo da maioria dos técnicos que tratam dessa questão. Tanto os médicos do trabalho, advogados, como os médicos peritos do INSS, ainda não estão totalmente preparados para enfrentar essas questões. O advogado, nestes casos, deve se embasar no laudo técnico e, se este laudo técnico, não informa se esta ou aquela situação ou patologia é ocupacional e se tem ou não reflexo no trabalho, não há como aplicar a Lei e dar os direitos que o trabalhador faz jus&#8221;. Sendo assim, é de fundamental importância que otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos e equipe técnica judicial estejam em sintonia com o caso, de modo a promover um equilíbrio e neutralidade no resultado da questão trabalhista.</p>



<p>Mas não basta apenas isso! Leis que asseguram o acompanhamento e a assistência da saúde vocal do trabalhador em todos os níveis de saúde&nbsp;são fundamentais e básicas em qualquer relação empregatícia. A criação de leis que amparem a assistência ao trabalhador em todos os níveis de saúde são peça chave para de evitar um número infindável de processos trabalhistas, mudanças de funções e o aumento dos gastos da máquina administrativa do governo.</p>



<p>Como o professor, o operador de telemarketing e demais profissões que fazem do uso da voz, como o seu principal instrumento de trabalho; as questões ligadas ao afastamento do serviço provocadas por problema de voz ganham proporções imensuráveis, tamanhos monstruosos,&nbsp;que obrigaram os técnicos a parar para pensar, e mais que isso, propor soluções técnicas e programas de prevenção.</p>



<p>Que possamos refletir e muito mais que isso; rompermos com as barreiras do conformismo e da morosidade. A situação como está não pode continuar. Isso é uma vergonha!! Como cidadãos, devemos ser cidadãos e lutarmos junto com nossos representantes por uma sociedade melhor.</p>



<p>Caso queira se informar melhor sobre essas e demais questões, procure seu fonoaudiólogo!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Desgaste de Ser Educador &#8211; Como vai seu instrumento de trabalho?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-desgaste-de-ser-educador-como-vai-seu-instrumento-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 15:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
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					<description><![CDATA[De manhã em uma escola, durante à tarde, outra escola,&#160;à noite em outra diferente. De uma sala de aula para outra, depois de um intervalo de 50 minutos. Após o trabalho, provas para corrigir, atividades para preparar, estudos, pesquisas e &#160;matérias para explicar no outro dia. No dia seguinte,&#160;serão horas e horas em pé, falando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De manhã em uma escola, durante à tarde, outra escola,&nbsp;à noite em outra diferente. De uma sala de aula para outra, depois de um intervalo de 50 minutos. Após o trabalho, provas para corrigir, atividades para preparar, estudos, pesquisas e &nbsp;matérias para explicar no outro dia.</p>



<p>No dia seguinte,&nbsp;serão horas e horas em pé, falando para a classe e se preparando para as próximas aulas. Apesar de ser um grande desgaste para o professor,&nbsp;é possível se prevenir e evitar complicações que podem tirá-lo da sala de aula por algum tempo.</p>



<p>Neste contexto, sabemos que a principal ferramenta de trabalho dos professores não é o livro e nem uma transparência refletida na parede: é a voz; sem ela, seria muito&nbsp;mais difícil transmitir conhecimento para os alunos.</p>



<p>Com base em uma pesquisa norte-americana, feita por Nelson Roy, da University of Utah, as fonoaudiólogas Fabiana Zambon, do Sinpro-SP (Sindicato dos Professores de São Paulo) e Mara Behlau, do CEV-SP (Centro de Estudos da Voz &#8211; São Paulo) iniciaram uma pesquisa com professores e não-professores para verificar os problemas de voz que a profissão acarreta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Dos 259 professores pesquisados, 62,9% afirmam que já sofreram problemas vocais e mais de 15% acreditam que precisarão mudar de ocupação no futuro por conta de problemas na voz.</p>
</blockquote>



<p>O desgaste do&nbsp;professor é consequência de um sistema que não funciona, no qual o professor é mal remunerado, tem pouco tempo para cuidar da saúde, não se alimenta adequadamente e muito exigido em sala de aula. &#8220;Ele dá mais aula do que deveria, trabalha quando deveria descansar, quando deveria recondicionar seus conhecimentos&#8221;.</p>



<p>Muitas vezes o professor entra no mercado de trabalho sem ter informações básicas de como cuidar da voz, e assim, ele não procura ajuda profissional para prevenir, e sim para tratar um problema que já existe. &#8220;Seria interessante que o professor tivesse, durante a sua formação, algo para aprender a cuidar da voz&#8221;, conforme resultados de uma pesquisa que efetuei em meu curso de especialização em 2007, no UNILAVRAS.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Por meio de simples mudanças no dia a dia já é mais fácil cuidar da saúde, mas falta consciência, até mesmo para quem já sofreu com desgastes.</p>
</blockquote>



<p>Para não fazer sua voz sofrer, procure por seu Fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nódulos, Pólipos, Cistos, Edemas, Sulcos Vocais &#8211; O que fazer agora?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/nao-tem-voz-para-falar-conheca-um-pouco-sobrenodulos-polipos-cistosedemas-sulcos-vocais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 13:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[cistos]]></category>
		<category><![CDATA[edemas]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos]]></category>
		<category><![CDATA[sulco vocal]]></category>
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					<description><![CDATA[As patologias vocais que podem surgir após o abuso ou mau uso da voz são: nódulos, pólipos, cistos, edema, sulco vocal e fendas. Para cada uma dessas alterações vocais, um tratamento diferente, conforme descrito a seguir: Nódulos Os nódulos vocais em adulto são crescimentos benignos localizados nas pregas vocais, sendo uma reação do tecido devido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As patologias vocais que podem surgir após o abuso ou mau uso da voz são: nódulos, pólipos, cistos, edema, sulco vocal e fendas. Para cada uma dessas alterações vocais, um tratamento diferente, conforme descrito a seguir:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nódulos</h2>



<p>Os nódulos vocais em adulto são crescimentos benignos localizados nas pregas vocais, sendo uma reação do tecido devido ao constante movimento brusco das pregas vocais, tais como: falar alto, gritar, imitar vozes; dentro outros. Os nódulos iniciais são relativamente macios e flexíveis.Neste estagio inicial, o nódulo pode estar evidente apenas unilateral e pode facilmente ser confundido com um pólipo.Os nódulos crônicos são geralmente duros, brancos, espessos e fibrosados, geralmente bilaterais, e nem sempre simétrico em tamanho. O principal sintoma vocal é a rouquidão e foco ressonantal de voz&nbsp; concentrada na garganta, com tom baixo;&nbsp;podendo também se queixar de dor na garganta; esforço para falar. O tratamento pode ser cirúrgico quando os nódulos ainda estão pequenos e recém-adquiridos, já os maiores podem ser tratados por cirurgias com um breve período de descanso vocal seguido de terapia fonoaudiológica para uma reeducação vocal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pólipos</h2>



<p>Os pólipos de pregas vocais são massas pedunculares ou sésseis, geralmente unilaterais,que se apresentam com aspecto por vezes gelatinoso,hialinos ou fibrosados. Se localizam entre o terço anterior e o terço médio do bordo livre da prega vocal.Uma vez que um pólipo pequeno inicie, qualquer abuso ou mau uso vocal repetido irritará a área contribuindo para seu crescimento continuo.Os principais sintomas são a ausência de timbre,rouquidão e soprosidade. O tratamento&nbsp; inicial, geralmente é cirúrgico seguido de um tratamento fonoaudiológico. No pré-cirúrgico o fonoaudiólogo deve favorecer a vibração da mucosa para facilitar a retirada do pólipo e no pós-cirúrgico o objetivo é suavizar o abuso vocal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cistos</h2>



<p>Os cistos são tumores constituídos por secreções amareladas por um epitélio claro e transparente. O principal sintoma vocal é a rouquidão,há um enfraquecimento vocal e esforço na emissão. A incidência é maior em mulheres adultas jovens e também muito frequente em profissionais da voz. O tratamento é cirúrgico com intervenção fonoaudiológica (pré e pós-cirúrgico). Também observamos cansaço ao falar e dificuldades para coordenar o ar durante a fala, e cansaço. A propriocepção do paciente deverá ser observada e caso necessária, trabalhada durante todo o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Edema</h2>



<p>O edema refere-se a um acúmulo de fluido em algum lugar na prega vocal.Ele pode ocorrer profundamente na prega vocal ou em camadas mais superficiais. Quando ocorre na primeira camada da lâmina própria, é referido como edema de Reinke, pois o espaço de Reinke ocorre nessa camada. Edema é uma reação natural do tecido a trauma e mau uso da voz. Além de abuso vocal, o edema de Reinke crônico é mais frequentemente associado ao fumo. Os sintomas típicos de um edema incluem um nível de frequência abaixo do normal e rouquidão. O tratamento é cirúrgico e fonoaudiológico. A evolução do paciente depende de inúmeros aspectos inclusive da motivação do paciente para seguir corretamente o tratamento. Conhecer as motivações do paciente e averiguá-las periodicamente é imprescindível nestes casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sulco</h2>



<p>O sulco vocal refere-se a uma valeta ao longo da margem mediana superior das prega vocais. Sua extensão e profundidade é variável,quando muito profundo parece dividir a prega na metade. A etiologia do sulco vocal é incerta embora alguns autores a atribua ao mau uso e abuso vocal. Os sintomas incluem uma qualidade de voz rouca e soprosa aparentemente devido ao fechamento incompleto das pregas vocais. O tratamento é a fonoterapia nos casos em que o sulco é relativamente raso, quando se apresenta profundo e com limites bem definidos a cirurgia esta indicada.</p>



<p>Agente uma consulta para conversar com seu fonoaudiólogo.</p>



<p>Saiba mais:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-bless-fonoaudiologia wp-block-embed-bless-fonoaudiologia"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="FYxXFBnfB3"><a href="https://fonoaudiologia.med.br/teste-de-voz/">Teste de Voz</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Teste de Voz&#8221; &#8212; Bless Fonoaudiologia" src="https://fonoaudiologia.med.br/teste-de-voz/embed/#?secret=edbVFgB8Vw#?secret=FYxXFBnfB3" data-secret="FYxXFBnfB3" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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			</item>
		<item>
		<title>Voz: Você se encaixa nesse grupo de risco?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voz-voce-se-encaixa-nesse-grupo-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 22:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[A voz é o instrumento de trabalho de aproximadamente 25% da população economicamente ativa, que dela depende todos os dias para alcançar o sucesso em suas ocupações. Por outro lado, o Brasil é o segundo país do mundo em incidência de câncer da laringe. Esta doença é evitável, pois está associada ao vício de fumar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A voz é o instrumento de trabalho de aproximadamente 25% da população economicamente ativa, que dela depende todos os dias para alcançar o sucesso em suas ocupações. Por outro lado, o Brasil é o segundo país do mundo em incidência de câncer da laringe. Esta doença é evitável, pois está associada ao vício de fumar em aproximadamente 95% dos casos. É um câncer de fácil diagnóstico e altamente curável na fase inicial, quando se expressa apenas por uma rouquidão. Rouquidão persistente é considerada um dos 7 sinais de alerta de câncer, segundo a união internacional contra o câncer – UICC. A voz do professor, do radialista, do advogado, médicos, agentes de saúde, assistentes sociais, professores de academia, pastores e padres, cantores, atores, políticos, dentre outros profissionais que usam sua voz; é vulnerável ao tempo e ao uso inadequado, sem cuidados especiais, devendo ser tratada como voz profissional.</p>



<p>As condições de sua rotina de vida e trabalho apresentam situações estressantes e fatores de risco para a sua saúde vocal e geral. Existem relações entre a saúde vocal, os distúrbios da voz (disfonias) e as condições de trabalho. Doenças profissionais são as que resultam do exercício do trabalho, inerentes a determinadas ações profissionais. Uma disfonia representa qualquer dificuldade na emissão vocal que impeça a produção natural da voz. Os principais tipos de lesões orgânicas resultantes das disfonias funcionais, ou seja, do uso inadequado da voz; são: nódulos, pólipos e edemas das pregas vocais. O indivíduo que padece de um distúrbio vocal sofre limitações de ordens física, emocional e profissional. Pode se manifestar por meio de uma série de alterações: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Esforço para falar</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade em manter a voz em uma mesma altura e intensidade</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cansaço ao falar </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Variações na freqüência habitual (A voz muda freqüentemente, baixo/alto,Grave/aguda)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rouquidão </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diminuição de volume e projeção da voz</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda da eficiência vocal </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda de resistência ao falar </li>
</ul>



<p>O ideal é que se faça a avaliação periódica de seis em seis meses, pelo menos. Caso seja detectada alguma alteração, acompanhamento conjunto entre fonoaudiólogo e otorrinolaringologista. Abaixo, algumas orientações para melhor seu desempenho vocal:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Beber 7 a 8 copos de água por dia</li>



<li>Procurar atendimento especializado se usar a voz na profissão</li>



<li>Evitar Pastilhas, <em>sprays</em> ou medicamentos, pois, anestesiam a voz, favorecendo abusos vocais.</li>



<li>Evitar automedicarão e soluções caseiras (gengibre, romã, etc.)</li>



<li>Repouso da voz, após cada &#8220;apresentação&#8221; pública (Proporcional ao tempo falado.)</li>



<li>Usar roupas leves e evitar refrigerantes, gorduras e condimentos e temperos.</li>



<li>Realizar exercícios regulares de relaxamento, avaliações auditivas e fonoaudiológicas periódicas.</li>



<li>Caso queira efetuar um Check Up Vocal; agende uma consulta conosco, marque sua avaliação e saiba como melhorar seu desempenho vocal e as melhores orientações para seu caso.</li>



<li>Será um prazer Ter você conosco!!</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Karaokê eleva casos de tumor nas cordas vocais no Japão</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/karaoke-eleva-casos-de-tumor-nas-cordas-vocais-no-japao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 14:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Performance Musical]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos]]></category>
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					<description><![CDATA[Frequentadores de karaokês no Japão ficaram preocupados depois que médicos alertaram que o excesso da atividade tem levado a um aumento dos casos de pólipos nas cordas vocais. Batizado de “pólipo de karaokê”, o problema é definido como uma inflamação nas cordas vocais causada pelo uso excessivo e incorreto da voz. A inflamação dá origem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Frequentadores de karaokês no Japão ficaram preocupados depois que médicos alertaram que o excesso da atividade tem levado a um aumento dos casos de pólipos nas cordas vocais.</p>



<p>Batizado de “pólipo de karaokê”, o problema é definido como uma inflamação nas cordas vocais causada pelo uso excessivo e incorreto da voz.</p>



<p><br>A inflamação dá origem a pequenos caroços que precisam ser removidos por cirurgia. Sem a operação, os pólipos não chegam a evoluir para algo mais grave, como câncer, mas o paciente corre o risco de ficar sem voz.</p>



<p>Os médicos advertiram ainda que a garganta sofre por causa cigarro e do ar condicionado das salas de karaokê – que deixam as cordas vocais secas – e do álcool, que agride a membrana e facilita a formação do caroço.<br>“Abusar do karaokê uma noite já basta para o aparecimento de pólipos”, diz o médico otorrino Toshiyuki Kusuyama, do Centro de Voz de Tóquio.<br>O karaokê é a diversão preferida de 47 milhões de japoneses, um terço da população do país.</p>



<p>Esforço</p>



<p>Em uma conversa trivial, as cordas vocais, que têm forma de V, cerca de 1,5 cm de comprimento por 0,5 cm de largura, vibram de 100 a 250 vezes por segundo.<br>Mas no karaokê, dependendo do tom da música, as vibrações podem chegar a mil por segundo – próximo do desempenho de um soprano.</p>



<p>O esforço é grande demais para quem não ganha a vida na ópera.<br>“Depois de cantar três músicas, o melhor é largar o microfone e descansar por alguns minutos”, aconselha o otorrino Hiroyuki Fukuda, diretor da Universidade Internacional de Saúde e Bem-estar, em Tóquio, e criador do termo “pólipo de karaokê”.</p>



<p>Ele recomenda que os cantores amadores chupem uma bala e evitem conversar com os amigos enquanto esperam a vez de cantar novamente.<br>O limite, diz o médico, é dez músicas por noite, no máximo três de tom alto.</p>



<p>Pop afinado</p>



<p>As cirurgias para retirada dos pólipos se multiplicam. Apenas no ano passado, foram 170 no Centro de Voz de Osaka, o dobro de 2004.<br>Fukuda diz que notou uma diferença entre o perfil de seus pacientes no início dos anos 80, quando ele diagnosticou o “pólipo de karaokê”, e hoje.</p>



<p>Naquela época, o paciente típico era o funcionário de escritório que soltava a voz no karaokê depois do trabalho para aliviar o estresse. O problema também atinge profissionais que costumam forçar a voz, como professores, advogados e cantores.<br>Agora, segundo os médicos, um número cada vez maior de jovens estudantes e donas de casa aparecem roucos nos consultórios com pólipos nas cordas vocais causados por excesso de karaokê.</p>



<p>A culpa, desconfiam os médicos, pode ser das músicas de notas altas que fazem sucesso no pop japonês.<br>Cantores como Ken Hirai, cujos agudos fariam inveja aos Bee Gees, dominam os rankings de popularidade das salas de karaokê. A maioria dos fãs querem cantar igualzinho aos ídolos.<br>“Jamais tente imitar o tom de voz de seus cantores favoritos”, avisa Fukuda. “As cordas vocais deles não são iguais às suas.”</p>



<p>FONTE: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070227_karaoke_polipo_rwpu.shtml" target="_blank" rel="noopener">http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070227_karaoke_polipo_rwpu.shtml</a></p>
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