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	<title>reabilitação &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>reabilitação &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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		<title>Porque algumas pessoas tem a voz do &#8220;Pato Donald&#8221;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/porque-algumas-pessoas-tem-a-voz-do-pato-donald-papilomatose-laringea-vale-a-pena-conhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 22:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[A papilomatose ou papiloma vocal é de etiologia viral, causada pelo vírus do papiloma humano (HPV). Os sinais e sintomas começam, em geral, com disfonia que vai aumentando progressivamente, voz cada vez mais rouca, dia a dia e pode ser acompanhada de um “chiado&#8221; laríngeo e dificuldade respiratória e perca de ar ao falar. Entretanto, [&#8230;]]]></description>
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<p>A papilomatose ou papiloma vocal é de etiologia viral, causada pelo vírus do papiloma humano (HPV). Os sinais e sintomas começam, em geral, com disfonia que vai aumentando progressivamente, voz cada vez mais rouca, dia a dia e pode ser acompanhada de um “chiado&#8221; laríngeo e dificuldade respiratória e perca de ar ao falar. Entretanto, esta doença é melindrosa e muito difícil de se tratar, devido a sua tendência às recidivas localmente e no trato respiratório inferior. O aparecimento dos sintomas é variável; podendo ser desde a fase neonatal até qualquer idade no adulto. Quando um recém-nascido apresenta a doença, geralmente é transmitido de mãe portadora de HPV para o seu filho. Presume-se que o papiloma em crianças, é adquirida pelas crianças no momento do parto a partir da mãe com condilomas genitais, mas há casos de crianças que apesar de terem nascido por cesárea contraíram o HPV, e sofrem de PLR, razão pela qual também se suspeita da via hematogênica como uma importante via de transmissão.</p>



<p>A via de transmissão em adultos mais comum é a sexual, transmitido pelo parceiro contaminado (sexo oral). Os papilomas laríngeos aparecem como tumorações nodulares irregulares, pedunculadas, de tamanhos diferentes. Podem ser simples ou múltiplos, de coloração variável desde cor-de-rosa claro ao vermelho, com consistência firme, friáveis, sangrando facilmente. Com a evolução de caso, conforme mais disfônico, mais a voz do paciente vai ficando rouca e baixa, parecida com a voz do &#8220;pato Donald&#8221;, popularmente falando.</p>



<p>Os tumores são geralmente de crescimento rápido e pode variar em tamanho, causando respiração e problemas de deglutição. Outros sintomas podem incluir tosse e rouquidão. Os tumores tendem a retornar, por isso, constantes cirurgias podem ser necessárias.</p>



<p>A figura abaixo à esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe. A imagem é invertida porque o paciente está de costas, no momento da cirurgia endoscópica. Há um papiloma na face anterior da prega vocal verdadeira esquerda. Se o papiloma não é removido cuidadosamente da prega vocal pode cicatriz e alteração vocal pode ocorrer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/papiloma.jpg" alt="imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe" title="Porque algumas pessoas tem a voz do &quot;Pato Donald&quot;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer. 1"></figure></div>


<p>A figura abaixo à esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe. A imagem é invertida porque o paciente está de costas, no momento da cirurgia endoscópica. Há um papiloma na face anterior da prega vocal verdadeira esquerda. Se o papiloma não é removido cuidadosamente da prega vocal pode deixar uma cicatriz e alteração vocal pode ocorrer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/prega-vocal-cicatriz.gif" alt="esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe" title="Porque algumas pessoas tem a voz do &quot;Pato Donald&quot;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer. 2"></figure></div>


<p>A fonoterapia intensiva é fundamental após a cirurgia, fazendo com que o paciente melhore sua qualidade respiratória e vocal. O acompanhamento é semanal com novos padrões de cuidados vocais dia a dia e exercícios aplicados a cada caso.</p>



<p>É muito importante que ao identificar os sintomas de: cansaço, voz dia a dia mais rouca, dificuldades para respirar em repouso ou em movimento, procure um otorrino e posteriormente ao tratamento com ele (medicamentosa ou cirúrgica), reabilitação fonoaudiológica.</p>



<p>Dúvidas? Procure por seu fonoaudiólogo!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Curiosidades sobre ronco…</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/curiosidades-sobre-ronco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 20:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando dormimos, passamos por dois estágios do sono: primeiro, o movimento rápido dos olhos (REM) e, a seguir, os estágios de sonolência, sono intermediário e sono de ondas lentas (NREM). Este é o momento em que passamos por um processo de relaxamento do corpo, consequentemente das vias aéreas superiores: língua, palato mole e parede de [&#8230;]]]></description>
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<p>Quando dormimos, passamos por dois estágios do sono: primeiro, o movimento rápido dos olhos (REM) e, a seguir, os estágios de sonolência, sono intermediário e sono de ondas lentas (NREM). Este é o momento em que passamos por um processo de relaxamento do corpo, consequentemente das vias aéreas superiores: língua, palato mole e parede de faringe.&nbsp;</p>



<p>O som ruidoso ocorre quando há uma obstrução da livre passagem de ar através da parte de trás da boca e do nariz. O ronco ocorre quando estas estruturas batem umas nas outras e vibram durante a respiração.</p>



<p>Pessoas que roncam podem ter tônus muscular reduzido na língua e garganta; tecido da garganta excessivamente volumoso; aumento de amídalas e adenoides; excesso de gordura no pescoço (obesidade). E em algumas pessoas o ronco ocorre apenas durante quadro de rinite alérgica ou de sinusite. Deformidades do nariz ou septo nasal também podem levar à obstrução das vias aéreas nasais.</p>



<p>A&nbsp;apneia obstrutiva do sono (AOS) é considerada uma doença crônica, progressiva, incapacitante, podendo até mesmo causar a morte. “Ela é, portanto, um problema de saúde pública e está associada, de forma independente, a doenças cardiovasculares, em especial hipertensão arterial, doenças das artérias coronárias e infarto agudo do miocárdio”.</p>



<p>Quando o ronco barulhento é interrompido por episódios frequentes de parada respiratória, passa a ser conhecido como Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS), muito comum na população, em geral adultos de 30 a 60 anos, com prevalência maior em homens quando comparados a mulheres.&nbsp;</p>



<p>Esses episódios significantes podem durar mais de dez segundos cada e ocorrer mais de sete vezes por hora. Em pacientes graves, essa síndrome ocorre centenas de vezes por noite. Isso reduz a saturação de oxigênio no sangue e o roncador é forçado a ter um sono superficial para manter a tensão muscular e o fluxo aéreo para os pulmões. “Por causa disto não tem um sono adequadamente profundo e reparador, acorda cansado, tem sonolência diurna e redução da capacidade de trabalho.”&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Quem tem esses problemas deve procurar primeiramente um médico. Uma polissonografia (estudo do sono) pode ser necessária para determinar a gravidade do ronco e o efeito deste sobre a saúde do roncador.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Dentre as condutas existentes para o tratamento da síndrome da apneia obstrutiva do sono destacam- se a pressão positiva em vias aéreas superiores, que é reconhecidamente eficaz e, usualmente, o método de primeira escolha, as dietas, os aparelhos ortodônticos intraorais e as cirurgias que têm indicação em casos especiais”</p>
</blockquote>



<p>Porém, esse tipo de tratamento geralmente é de difícil adesão pelos pacientes devido a fatos como a dificuldade de adaptação, o alto custo e a manutenção em longo prazo. Assim, a intervenção fonoaudiológica em pacientes roncadores com e sem apneia obstrutiva do sono, por meio da terapia miofuncional oral, torna-se também uma nova opção, com resultados satisfatórios, como melhora de paradas respiratórias e uma diminuição considerável do ronco e da sonolência diurna.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Sem dúvida, após o tratamento, o paciente vai poder dormir sem a preocupação de roncar e incomodar o parceiro ou até as pessoas que estão em outros ambientes. E hábitos saudáveis também contribuem para a qualidade do sono. Uma noite de sono bem dormida faz toda a diferença, por isso, é importante investir em qualidade de vida. Quando se dorme bem, vive-se mais e melhor.”</p>
</blockquote>



<p>Que tal melhorar sua qualidade de vida?? Pense nisso e conte com nossa ajuda!!</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamentos para o ronco</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratamentos-para-o-ronco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 20:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[Dentre as condutas existentes para o tratamento da SAOS destacam-se a pressão positiva em vias aéreas superiores (CPAP) que é reconhecidamente eficaz e, usualmente, o método de primeira escolha, as dietas, os aparelhos ortodônticos intra-orais e as cirurgias que têm indicação em casos especiais. A terapia miofuncional oral fonoaudiológica pode representar uma nova opção terapêutica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dentre as condutas existentes para o tratamento da SAOS destacam-se a pressão positiva em vias aéreas superiores (CPAP) que é reconhecidamente eficaz e, usualmente, o método de primeira escolha, as dietas, os aparelhos ortodônticos intra-orais e as cirurgias que têm indicação em casos especiais. A terapia miofuncional oral fonoaudiológica pode representar uma nova opção terapêutica para pacientes roncadores com ou sem SAOS .</p>



<p>O CPAP,&nbsp; é o tratamento de pressão positiva contínua nas vias aéreas superiores (VAS) por meio de uma máscara nasal ou oronasal. Esta modalidade terapêutica é considerada a mais eficaz nos casos de pacientes portadores de SAOS, principalmente aqueles que apresentam queda expressiva da saturação de oxigênio (SaO2), SAOS moderada e SAOS grave. Algumas limitações à sua utilização estão ligadas à máscara que pode causar desconforto, rejeição pelo cônjuge, vazamento de ar gerando alergias e irritações cutâneas que ocorrem em pacientes respiradores orais em decorrência de obstrução nasal o que pode culminar com a baixa adesão.</p>



<p>A perda de peso corporal por meio de dietas ou cirurgias é outra opção terapêutica. Reduções ponderais de 10% do peso corporal podem levar à redução de até 50% do índice de apnéia/hipopnéia (IAH), e com 20% de perda do peso corporal, o paciente pode tornar-se assintomático. Esse fato é explicado pela perda de tecido adiposo em todo o corpo, incluindo na região orofaríngea. Entretanto, as taxas de sucesso a longo prazo são desanimadoras com recuperação do peso e reaparecimento ou agravamento da SAOS .</p>



<p>Os aparelhos intra-orais, retentores linguais e posicionadores mandibulares, são indicados para pacientes portadores de SAOS leve a moderada e retrognatas que não estejam acima do peso ideal e que não tenham grave dessaturação da oxihemoglobina. Além dessas contraindicações, pacientes com número insuficiente de dentes para ancorar o aparelho, uso de próteses extensas, problemas periodontais, disfunção aguda da articulação temporomandibular (ATM) e portadores de alterações anatômicas importantes nas VAS, não devem ser tratados com o aparelho intraoral por não alcançarem bons resultados.</p>



<p>As técnicas cirúrgicas variam desde cirurgias otorrinolaringológicas a cirurgias ortopédicas funcionais dos maxilares, que apresentam resultados variáveis. Os procedimentos mais comuns atingem entre 40% e 50% de eficiência (9), e muitas vezes devem ser combinadas mais de uma técnica no mesmo tempo cirúrgico ou em dois tempos separados para que os resultados possam ser mais satisfatórios.</p>



<p>As modalidades de tratamento descritas anteriormente podem atuar apenas de maneira paliativa, uma vez que podem não tratar efetivamente o fator que principiou a instalação da SAOS ou são de difícil adesão pelos pacientes (alto custo, difícil manutenção a longo prazo, etc.). Assim, na busca de outros métodos terapêuticos, levantou-se a hipótese da intervenção fonoaudiológica em pacientes roncadores com e sem SAOS por meio da terapia miofuncional oral trazer benefícios para estes pacientes.</p>



<p>A contribuição da fonoaudiologia nesses casos fundamenta-se no fato de que pacientes roncadores e apneicos apresentam um comprometimento neuromuscular e/ou estrutural de suas VAS, culminando em uma redução significativa do tônus muscular e aumento da resistência das VAS durante o sono .Acredita-se também que a força dilatadora dos músculos das VAS é a única força responsável por contrabalançar as forças que promovem o colapso, representadas pela pressão negativa transmural da faringe e pelo peso das estruturas formadoras das VAS , fato que justifica a reabilitação da musculatura orofacial e faríngea desses indivíduos.</p>



<p>Após consulta inicial, um plano é construído para cada paciente; uma mudança de hábitos também deverá fazer parte do dia a dia&nbsp;dos pacientes.</p>



<p>Encontros semanais são realizados não somente para realização de terapias, mas, a discussão das dificuldades do paciente e a solução prática para eles.</p>



<p>Marque com seu otorrino, faça uma polissonografia e demais exames e converse com ele sobre o que você conheceu agora!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A possibilidade de tratamento para o ronco!!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-possibilidade-de-tratamento-para-o-ronco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[A síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma condição patológica que implica em sérias repercussões negativas à saúde e funcionalidade do indivíduo como, sonolência excessiva diurna (SED), arritmias cardíacas, hipertensão arterial, além de consequências comportamentais (irritação qualquer coisa, mau humor, desânimo, dentre outras) e sociais (Isolamento e intolerância a certos tipos de convivências [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma condição patológica que implica em sérias repercussões negativas à saúde e funcionalidade do indivíduo como, sonolência excessiva diurna (SED), arritmias cardíacas, hipertensão arterial, além de consequências comportamentais (irritação qualquer coisa, mau humor, desânimo, dentre outras) e sociais (Isolamento e intolerância a certos tipos de convivências em sociedade).</p>



<p>A fonoaudiologia se mostra como a mais nova alternativa no tratamento de pacientes com síndrome da apneia obstrutiva do sono (o ronco) partir da terapia de reabilitação de funções como mastigação, deglutição e respiração. A terapia consiste na realização de exercícios de respiração, sucção, deglutição, mastigação e musculares visando o aumento do tônus e mobilidade das estruturas orais e cervicais, que em pacientes apneicos podem estar comprometidas.</p>



<p>O tempo de reabilitação varia conforme cada caso e suas necessidades individuais, além, da frequência e periodicidade&nbsp;semanal.</p>



<p>Após a reabilitação do paciente, ele retornará de 6 em seis meses para um check up geral e dependendo do caso, anualmente.</p>



<p>Para pacientes que não conseguem dormir com uma máscara de oxigênio durante a noite e não conseguem se adaptar a essa alternativa, a terapia fonoaudiológica é excelente opção.</p>



<p>Marque sua avaliação conosco!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você ronca? Possibilidades para essa alteração!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voce-ronca-possibilidades-para-essa-alteracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motricidade]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem ronca, não descansa durante o sono, passa o dia cansado e não rende durante o dia. Além disso, existem consequências a médio e longo prazo, como a dificuldade de memória, concentração e até mesmo alterações no humor. Alguns casais sentem seu relacionamento afetado e chegam até a dormir em quartos separados (com alterações em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem ronca, não descansa durante o sono, passa o dia cansado e não rende durante o dia. Além disso, existem consequências a médio e longo prazo, como a dificuldade de memória, concentração e até mesmo alterações no humor. Alguns casais sentem seu relacionamento afetado e chegam até a dormir em quartos separados (com alterações em seu psicológico).</p>



<p>O hábito de roncar ataca uma grande parcela das pessoas, e está relacionada à problemas como respiração, cansaço ou distúrbios do sono. Mas afinal, como fazer para parar de roncar? Existe cura para o ronco? O que causa este difícil &#8216;barulhinho&#8221;?</p>



<p>O ronco tem inúmeras causas, uma das principais é uma perda da tensão na língua e no maxilar inferior, ou simplesmente obstrução parcial das vias respiratórias superiores, também chamado de Ressono. Em geral ocorre durante sonos profundos ou sonhos, e algumas posições facilitam a ocorrência, como dormir de costas.</p>



<p>Existem fatores que aumentam a incidência do ronco, como por exemplo, o consumo de bebidas ou tabagismo (fumo) bem como amídalas volumosas ou adenoides em tamanho maior do que o normal. Resfriados também levam ao ronco.</p>



<p>Sendo assim um trabalho multiprofissional é fundamental no tratamento do ronco: otorrinolaringologista, fonoaudiólogo, nutricionista; dentre outros.</p>



<p>O fonoaudiólogo irá realizar uma investigação dos fatores que ocasionam o ronco do ponto de vista fonoaudiológico; como uma má respiração (respiração oral) que poderá gerar flacidez nos músculos do nariz, boca e garganta, uma mastigação ineficiente e rápida que não proporciona um bom trabalho muscular, flacidez ou tensão excessiva de pescoço; dentre outros.</p>



<p>A reabilitação é feita com base na reeducação das funções alterações alteradas e melhora da qualidade de vida do paciente.</p>



<p>Venha, conheça nossas modernas instalações e veja o que podemos contribuir em sua vida, em sua qualidade de vida: Esperamos por você!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem pode ser beneficiado pela equoterapia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quem-pode-ser-beneficiado-pela-equoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 18:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[ELA]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular). A equoterapia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular).</p>



<p>A equoterapia é um tratamento complementar de apoio a pessoas especiais, portadoras de dificuldades ou deficiências físicas, mentais e/ou psicológicas. Segue uma relação das dificuldades, deficiências e doenças que podem ser auxiliadas por meio do uso da equoterapia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Paralisia Cerebral,</li>



<li>Acidente Vascular Encefálico;</li>



<li>Atraso no desenvolvimento Neuropsicomotor;</li>



<li>Síndrome de Down e outras Síndromes;</li>



<li>Traumatismo Cranioencefálico;</li>



<li>Lesão Medular;</li>



<li>Esclerose Múltipla;</li>



<li>Disfunção na integração sensorial;</li>



<li>Dificuldades da aprendizagem ou linguagem;</li>



<li>Distúrbios do comportamento;</li>



<li>Hiperatividade;</li>



<li>Autismo;</li>



<li>Traumas;</li>



<li>Depressão;</li>



<li>Stress, etc).</li>
</ul>



<p>Equoterapia (Equo: do latim aequus, relativo à Equus, ‘cavalo’/ Terapia: relativo à terapêutica, que é a parte da medicina que estuda e põe em prática os meios adequados para aliviar ou curar os doentes) é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais. Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais.</p>



<p>Que tal ser mais um beneficiário? Procure o centro mais próximo de você!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Curiosidades sobre Equoterapia e os impactos sobre sua vida</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/curiosidades-sobre-equoterapia-e-os-impactos-sobre-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 17:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os destinos do cavalo e do homem são inseparáveis. É conhecido e admirado o valor do cavalo na vida do homem e quanto tem sido útil no progresso da humanidade associado à nossa evolução. O cavalo foi utilizado como meio de conquista, de imigração, de transporte, de trabalho, de veneração e de crença, na mitologia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os destinos do cavalo e do homem são inseparáveis. É conhecido e admirado o valor do cavalo na vida do homem e quanto tem sido útil no progresso da humanidade associado à nossa evolução. O cavalo foi utilizado como meio de conquista, de imigração, de transporte, de trabalho, de veneração e de crença, na mitologia, na fabricação de soro e vacina, no lazer e no esporte. Hoje, lhe é dado um grande destaque como agente terapêutico e de grande impacto na reabilitação de recuperação dos pacientes.</p>



<p>O praticante (por suas necessidades de alegrar-se, amar e estabelecer limites) e o cavalo estabelecem uma relação harmoniosa e conseguem atuarem juntos. O código de comunicação utilizado nesta relação é o de afetividade, estabelecida pela desinibição e confiança recíprocas (ANDE-BRASIL, 2000).</p>



<p>O uso do exercício equestre, com a finalidade de reeducação psicomotora dos portadores de deficiência, não é uma descoberta recente, como faria pensar o interesse surgido há algum tempo por esta prática. Hipócrates de Loo (458-370 a.C.), no seu livro “Das Dietas”, aconselhava a equitação para regenerar a saúde e preservar o corpo humano de muitas doenças, mas, sobretudo para o tratamento da insônia.</p>



<p>Após a primeira Guerra Mundial, o cavalo entrou definitivamente na área da reabilitação, sendo empregado como instrumento terapêutico nos soldados sequelados do pós-guerra. Os países escandinavos foram os primeiros a utilizá-lo com tal finalidade, obtendo resultados muito satisfatórios, estimulando o nascimento de outros centros terapêuticos na Alemanha, França e Inglaterra.</p>



<p>Na Equoterapia, o sujeito participa de seu processo de reabilitação, na medida em que interage com o cavalo (ANDE-BRASIL,2000).</p>



<p>O cavalo possui três andaduras naturais: passo, trote e galope. O trote e o galope são andaduras saltadas, portanto, entre um lance e outro, seja no trote (um tempo de suspensão) ou no galope (dois tempos de suspensão), o cavalo não toca com seus membros no solo.</p>



<p>Contudo, na Equoterapia utilizamos com maior frequência o cavalo ao passo, pois esta é uma andadura que possui movimento tridimensional. As áreas de aplicação da Equoterapia são: reabilitação, para pessoas portadoras de deficiência física e/ou mental; educação/reeducação, para pessoas com necessidades educativas especiais e outros; e social, para pessoas com distúrbios evolutivos ou comportamentais (ANDEBRASIL, 2000).</p>



<p>Que tal conhecer um pouco sobre este trabalho e os benefícios para sua vida? Procure o centro mais próximo de sua casa!!!</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programas básicos em Equoterapia (conforme ANDE)</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/programas-basicos-em-equoterapia-conforme-ande/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 17:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[É sabido que cada indivíduo, com deficiência e/ou com necessidades especiais, tem o seu &#8220;perfil&#8221;, o que o torna único. Isto evidencia a necessidade de formular programas individualizados, que levem em consideração as demandas daquele indivíduo, naquela determinada fase de seu processo evolutivo. A equoterapia é aplicada por intermédio de programas individualizados organizados de acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É sabido que cada indivíduo, com deficiência e/ou com necessidades especiais, tem o seu &#8220;perfil&#8221;, o que o torna único. Isto evidencia a necessidade de formular programas individualizados, que levem em consideração as demandas daquele indivíduo, naquela determinada fase de seu processo evolutivo.</p>



<p>A equoterapia é aplicada por intermédio de programas individualizados organizados de acordo com as necessidades e potencialidades do praticante; a finalidade do programa;</p>



<p>Os objetivos a serem alcançados, com duas ênfases:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a primeira, com intenções especificamente terapêuticas, utilizando técnicas que visem, principalmente, à reabilitação física e/ou mental;</li>



<li>a segunda, com fins educacionais e/ou sociais, com a aplicação de técnicas pedagógicas aliadas às terapêuticas, visando à integração ou reintegração sociofamiliar.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Programa Hipoterapia:</h2>



<p>Programa essencialmente da área de saúde, voltado para as pessoas com deficiência física e/ou mental; é chamado em várias partes do mundo de hipoterapia; a ANDE-BRASIL também adota tal nome para este programa da Equoterapia.</p>



<p>Neste caso o praticante não tem condições físicas e/ou mentais para se manter sozinho a cavalo. Portanto, não prática equitação.</p>



<p>Necessita de um auxiliar guia para conduzir o cavalo. Na maioria dos casos, também do auxiliar lateral para mantê-lo montado, dando-lhe segurança.</p>



<p>A ênfase das ações é dos profissionais da área de saúde, precisando, portanto, de um terapeuta ou mediador, a pé ou montado, para a execução dos exercícios programados.</p>



<p>O cavalo é usado principalmente como instrumento cinesioterapêutico.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na implantação da equoterapia no Brasil, traçada antes da divulgação e da fundação da ANDE-BRASIL, ficou decidido adiar a prática esportiva a cavalo, para PCD e/ou PNE, para época mais oportuna, inclusive sob o controle de outras entidades.</li>
</ul>



<p>Leva-se em consideração:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a falta de cultura equestre no país;</li>



<li>a necessidade de desmistificar o cavalo como animal perigoso, principalmente para PCD e/ou PNE;</li>



<li>a não existência de escolas regulamentadas, na formação de cavaleiros e muito menos instrutores de equitação;</li>



<li>a existência, somente da Escola de Equitação do Exército na formação de professores de equitação, na sua grande maioria para o próprio Exército e Polícias Militares Montadas;</li>



<li>a despreocupação dos órgãos competentes de hipismo, com a capacitação e controle das &#8220;escolinhas&#8221; de clubes hípicos preocupando-se tão somente, com a competição hípica e,</li>



<li>principalmente porque se desejava implantar a Equoterapia em Centros de Reabilitação e Educação e não meramente locais de esporte e lazer.</li>
</ul>



<p>Após quinze anos de institucionalização da ANDE-BRASIL, já tendo apoiado competições Paraolímpicas e o aparecimento da atividade chamada de Hipismo Adaptado, resolveu criar o Programa Prática Esportiva Paraequestres.</p>



<p>Após o Programa Pré-esportivo, que já tem um sentido de inserção social, abre o caminho para o Programa Prática Esportiva Paraeqüestre.</p>



<p>Este programa tem como finalidade preparar a pessoa com deficiência para competições paraequestres com os seguintes objetivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>prazer pelo esporte enquanto estimulador de efeitos terapêuticos;</li>



<li>melhoria da autoestima, autoconfiança e da qualidade de vida;</li>



<li>inserção social;</li>



<li>preparar atletas de alta performance.</li>
</ul>



<p>Este programa abre caminho para competições paraequestres tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Hipísmo Adaptado</strong> modalidade de competição, dentro de um conceito festivo, adaptada ao praticante de equoterapia, normatizada, coordenada, em âmbito nacional pela Associação Nacional de Desportes para Deficientes e que já realiza competições desta modalidade.<ul><li><strong>Paraolimpíadas</strong> organizadas paralelamente às Olimpíadas e que se destinam às pessoas com deficiência física. Nela, os atletas competem em provas olímpicas em particular no &#8220;adestramento paraolímpico&#8221;. É regulada pela Federação Equestre Internacional (FEI) e no Brasil pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), em parceria com o Comitê Paraolímpico Brasileiro.</li></ul><ul><li><strong>Olimpíadas Especiais</strong>, criada para pessoas com deficiência mental que buscam somente a participação e não a alta performance. Esta modalidade está sendo regulamentada pela SPECIAL OLYMPICS BRASIL.</li></ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Volteio Eqüestre Adaptado</strong>, são exercícios realizados sobre o cavalo que se movimenta em círculos, conduzido por um cavaleiro por intermédio de uma &#8220;guia longa&#8221;. Deverá ser regulamentado pela FEI, tornando-se, portanto, mais uma modalidade Paraolímpica. O Volteio Equestre Adaptado, provavelmente terá um progresso bem maior que o Adestramento Paraolímpico, pelos seguintes motivos:<ul><li>poderá ser praticado individualmente, em dupla e o mais importante, em equipe;</li></ul><ul><li>a utilização de um mesmo cavalo por várias equipes, tornando a competição mais fácil de organizar e mais econômica em relação ao Adestramento;</li></ul>
<ul class="wp-block-list">
<li>o número de atletas beneficiados pela competição será bem maior, reforçando os conceitos de colaboração, respeito e espírito de equipe.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p><a></a><strong>Programa Educação/Reeducação</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Este programa pode ser aplicado tanto na área de saúde quanto na de educação/reeducação.</li>



<li>Neste caso o praticante tem condições de exercer alguma atuação sobre o cavalo e pode até conduzi-lo, dependendo em menor grau do auxiliar-guia e do auxiliar lateral.</li>



<li>A ação dos profissionais de equitação tem mais intensidade, embora os exercícios devam ser programados por toda a equipe, segundo os objetivos a serem alcançados.</li>



<li>O cavalo continua propiciando benefícios pelo seu movimento tridimensional e multidirecional e o praticante passa a interagir com o animal e o meio com intensidade. Ainda não prática equitação e/ou hipismo.</li>



<li>O cavalo atua como <strong>instrumento pedagógico</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Programa Pré-Esportivo </strong>:</h2>



<p>Também pode ser aplicado nas áreas de saúde ou educativa.</p>



<p>O praticante tem boas condições para atuar e conduzir o cavalo e embora não pratique equitação, pode participar de pequenos exercícios específicos de hipismo, programados pela equipe.</p>



<p>A ação do profissional de equitação é mais intensa, necessitando, contudo, da orientação dos profissionais das áreas de saúde e educação.</p>



<p>O praticante exerce maior influência sobre o cavalo.</p>



<p>O cavalo é utilizado principalmente como <strong>instrumento de inserção social</strong>.</p>



<p><a></a><strong>Programa Prática Esportiva Paraeqüestre</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Benefícios da Equoterapia ao trabalho Fonoaudiológico e recuperação curto prazo dos pacientes</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/beneficios-da-equoterapia-ao-trabalho-fonoaudiologico-e-recuperacao-curto-prazo-dos-pacientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 17:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Na fonoaudiologia sabemos que para produção da fala (condução da linguagem) precisamos ter um tônus postural adequado, padrões normais de movimento, ritmo, posicionamento correto de cabeça e corpo, controle respiratório, coordenação fono-respiratória. O movimento tridimensional do cavalo influencia diretamente em músculos do controle postural, nos músculos da cavidade oral, nos músculos da laringe e nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na fonoaudiologia sabemos que para produção da fala (condução da linguagem) precisamos ter um tônus postural adequado, padrões normais de movimento, ritmo, posicionamento correto de cabeça e corpo, controle respiratório, coordenação fono-respiratória. O movimento tridimensional do cavalo influencia diretamente em músculos do controle postural, nos músculos da cavidade oral, nos músculos da laringe e nos músculos da respiração. Portanto, temos a ação direta do cavalo favorecendo na adequação de tônus, da postura, da sensibilidade, da propriocepção e da respiração.</p>



<p>Conforme as necessidades de cada paciente, o fonoaudiólogo aproveita a estimulação no meio ambiente e do cavalo, proporcionando uma terapia lúdica e prazerosa.</p>



<p>O deslocamento do cavalo impõe ao praticante um movimento doce, ritmado, repetitivo e simétrico. Para manter o equilíbrio, o tônus muscular deve adaptar-se alternadamente ao tempo de repouso e de atividade.</p>



<p>A Fonoaudióloga, como integrante desta equipe transdisciplinar, tem sua atuação na avaliação e diagnóstico do praticante, verificação e encaminhamento para exames específicos, quando necessário, além de, juntamente com a equipe, traçar o processo terapêutico, os planos de sessão específicos da fonoaudiologia, orientar e informar os pais sobre sua atuação na equipe, trocar informações entre outros profissionais da área fonoaudiológica que atendam o praticante fora do setting equoterápico e fazer reavaliações constantes.</p>



<p>Cabe à fonoaudióloga utilizar o cavalo como um recurso terapêutico, aplicando seus conhecimentos para desenvolver uma variedade de benefícios físicos, mentais, sociais, educacionais e comportamentais. Por integrar tantos estímulos, o tempo de permanência do paciente em tratamento é reduzido consideravelmente.</p>



<p>Visite um centro de equoterapia mais próximo de você e veja os resultados!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O poder da Fonoaudiologia aliada à Equoterapia: Vencendo os limites da recuperação!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/o-poder-da-fonoaudiologia-aliada-a-equoterapia-vencendo-os-limites-da-recuperacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 17:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de conversarmos sobre o tema, que tal conhecermos de perto o que é Equoterapia? A Associação Nacional de Equoterapia (ANDE &#8211; BRASIL) em 1999, define essa terapia como &#8220;(&#8230;) um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Antes de conversarmos sobre o tema, que tal conhecermos de perto o que é Equoterapia?</p>



<p>A Associação Nacional de Equoterapia (ANDE &#8211; BRASIL) em 1999, define essa terapia como &#8220;(&#8230;) um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais&#8221;.</p>



<p>A variedade de movimentos disponíveis pelo cavalo favorece o terapeuta a graduar a quantidade de informações sensoriais a serem enviadas ao praticante, associadamente a outras técnicas terapêuticas para chegar a um objetivo comum.</p>



<p>Mas como essas informações sensoriais podem de fato ajudar o paciente a melhorar em um tempo menor que nas terapias convencionais?</p>



<p>As informações chegam ao cérebro em várias regiões ao mesmo tempo e a partir daí, os neurônios&nbsp; são estimulados e utilizados, fixando e, com isso, fazem novas conexões para que outras informações sejam armazenadas. As conexões formadas podem levar a uma mudança na arquitetura cerebral o que causa uma série de novos ajustes, dando-se, assim, o desenvolvimento do cérebro. Os neurônios aumentam ou diminuem sua atividade, de acordo com a excitação ou inibição de impulsos elétricos com outros neurônios a eles conectados; por meio da prática da equoterapia.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Enquanto estamos montando, nosso cérebro está em constante atividade para que os ajustes posturais, motores, respiratórios etc., sejam feitos. Isso coloca o praticante em alerta e sua atenção trabalha a nosso favor, permitindo que sejam feitas as estimulações necessárias.</p>



<p>Bem, e&nbsp;a relação da Fonoaudiologia com tudo isso? No acaso da Fonoaudiologia, procura-se propor situações de comunicação. Aproveitando o cavalo e o ambiente terapêutico diferenciado, podemos trabalhar desde o aumento do vocabulário até, em casos mais graves, gestos comunicativos.</p>



<p>Para que ocorra a produção da fala também é necessário a adequação do tônus postural, ritmo, posicionamento correto de cabeça e corpo, sem esquecer a importância da coordenação fono-respiratória. E, o movimento tridimensional que o cavalo produz, influenciará diretamente nestes músculos, controlando a postural, os músculos da cavidade oral, os músculos da laringe e a respiração.</p>



<p>Quando aliados à prática da musicoterapia, produzem resultados ainda melhores.</p>



<p>Vença suas próprias barreiras e renda-se ao poder de recuperação imensurável da fonoaudiologia e equoterapia!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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