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	<title>TDAH &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>TDAH &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Seu filho é hiperativo??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/seu-filho-e-hiperativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas: Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se na escola, em casa, no dia a dia; seu filho, demonstra pelo menos três características abaixo, é bom marcar uma avaliação com seu fonoaudiólogo e marcar seu horário para apresentar suas dúvidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apresenta dificuldade em manter atenção aos sons;</li>



<li>Dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita;</li>



<li>Dificuldade em compreender o que lê;</li>



<li>Necessidade de chamado ser várias vezes (&#8220;parece&#8221; não escutar);</li>



<li>Solicita com frequência a repetição das informações: Ah? O quê?</li>



<li>Dificuldade em entender expressões com duplo sentido ou piadas ou ideias abstratas;</li>



<li>Dificuldade ao dar um recado ou contar uma história;</li>



<li>Problemas de memória para nomes, datas, números etc.</li>



<li>Dificuldade em acompanhar uma conversa, aula ou palestra com outras pessoas falando ao mesmo tempo.</li>



<li>Problemas de fala (troca /L/R/S/E/CH/) &#8211; Dificuldade em localizar a origem dos sons.</li>
</ul>



<p>Tais características muitas vezes são confundidas pelos pais, tios, familiares e muitas vezes por profissionais de saúde e escola como dislexia ou hiperatividade. Mas para ter certeza, apenas uma visita ao fonoaudiólogo, neuropediatra, voltado em transtornos escolares e equipe direcionada pelos mesmos; quando necessária, traçará a melhor conduta para cada caso.</p>



<p>Não espere os anos passarem, ou deixar seu filho (a) repetir a mesma história; passe bons anos com seu filho (a): Marque sua avaliação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distúrbio de Processamento Auditivo (DPAC) pode ser confundido com Hiperatividade &#8211; fique por dentro!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disturbio-de-processamento-auditivo-dpac-pode-ser-confundido-com-hiperatividade-fique-por-dentro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é um distúrbio do processamento auditivo central (DPAC)? É uma falha no desenvolvimento das habilidades perceptivas auditivas, mesmo com audição normal, é totalmente diferente de perda auditiva e hiperatividade. Encontra- se associado a dificuldades de aprendizagem, na maioria das vezes. A hiperatividade é um dos componentes mais conhecidos do TDAH &#8211; Transtorno de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que é um distúrbio do processamento auditivo central (DPAC)?</p>



<p>É uma falha no desenvolvimento das habilidades perceptivas auditivas, mesmo com audição normal, é totalmente diferente de perda auditiva e hiperatividade. Encontra- se associado a dificuldades de aprendizagem, na maioria das vezes.</p>



<p>A hiperatividade é um dos componentes mais conhecidos do TDAH &#8211; Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A criança hiperativa mostra atividade maior que outras crianças da mesma idade. É comum as crianças serem ativas, sem que isto seja uma hiperatividade anormal ou patológica. A diferença é que a criança hiperativa mostra um excesso de comportamentos, em relação às outras crianças, além de dificuldade em manter a concentração, impulsividade e agitação. (Leia na sessão leitura e escrita- dificuldades de aprendizagem, neste site).</p>



<p>Na perda auditiva, o indivíduo apresenta dificuldades em ouvir oque é falado e processos a ela relacionados e consequentemente, a percepção de fala é deficitária, bem como, a escrita e leitura sofrem uma maior necessidade de intervenção em função das dificuldades dele; diferindo do processamento auditivo, onde o indivíduo ouve, mas o caminho em que o som percorre é que está prejudicado em alguns trechos, como descreveremos a seguir.</p>



<p>No que se diz respeito ao processamento auditivo, as características mais comuns dos indivíduos com o Transtorno no processamento auditivo central, são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade para lembrar informações auditivas;</li>



<li>Pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;</li>



<li>Comportamento impulsivo; confundido com indisciplinado.</li>



<li>Dificuldade de organização e sequenciação de estímulos verbais e não-verbais;</li>



<li>Utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;</li>



<li>Tempo e latência aumentados para emissão de respostas;</li>



<li>Respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.</li>
</ul>



<p>A alteração do processamento auditivo central se refere a um transtorno auditivo em que há impedimento da habilidade de analisar e/ou interpretar padrões sonoros. As habilidades testadas são e consequentemente, as habilidades a serem trabalhadas serão (conforme as alterações detectadas):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Localização sonora</strong>: habilidade de localizar auditivamente a fonte sonora;</li>



<li><strong>Síntese binaural:</strong> habilidade de integrar estímulos incompletos apresentados simultaneamente ou alternados para orelhas opostas;</li>



<li><strong>Figura-fundo:</strong> identificar mensagem primária na presença de sons competitivos;</li>



<li><strong>Separação binaural:</strong> habilidade para escutar com uma orelha e ignorar a orelha oposta;</li>



<li><strong>Memória:</strong> habilidade de estocar e recuperar estímulos;</li>



<li><strong>Discriminação:</strong> habilidade para determinar se dois estímulos são iguais ou diferentes;</li>



<li><strong>Fechamento:</strong> habilidade para perceber o todo quando partes são omitidas;</li>



<li><strong>Atenção:</strong> habilidade para persistir em escutar sobre um período;</li>



<li><strong>Associação:</strong> habilidade para estabelecer correspondências entre um som não linguístico e sua fonte.</li>
</ul>



<p>A estimulação adequada reforçará as conexões neurais da criança, consequentemente fortalecerá os processos e habilidades auditivas, além de facilitar as estratégias de compensação. Na terapia fonoaudiológica será estabelecido os aspectos de síntese fonêmica para promover a consciência fonológica; estimulação mono e binaural; habilidade auditiva de figura-fundo para dessensibilização da fala em presença de ruído. E como consequência o paciente conseguirá se organizar melhor tendo uma melhor expansão de: memória curto, médio prazo; raciocínio, leitura, resolução de problemas em seu dia a dia, além das particularidades de cada paciente.</p>



<p>Para tal, faz -se fundamental o diagnóstico correto entre: Alteração no processamento auditivo central, distúrbio na escrita (atraso nos níveis da escrita), disgrafia, discalculia, Distúrbio de Aprendizagem /Dislexia, Condutas Típicas, Hiperatividade/ TDAH. Uma avaliação com um neurologista, de preferência com foco em aprendizagem e visão multidisciplinar que enfoque o ser humano em todas as suas necessidades, um fonoaudiólogo que atue nesta área e uma equipe preparada para receber este indivíduo, torna-se uma jogada de mestre, um cheque mate no sucesso se todo e qualquer caso.</p>



<p>Se ainda tem dúvidas e não sabe as razões do insucesso escolar, marque um horário conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/disturbio-no-processamento-auditivo-e-confundido-com-deficit-de-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 20:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Processamento Auditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[audição]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento. Marcelo Camargo/Folhapress Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo. Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitos dos sintomas são iguais: dificuldade de se concentrar, desorganização, esquecimento, mau desempenho na escola e problemas de relacionamento.</p>



<p>Marcelo Camargo/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="367" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg" alt="irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo." class="wp-image-314" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 1" srcset="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo.jpg 500w, https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/marcelo-camargo-folhapress-processamento-auditivo-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>Os irmãos Henrique, 10, e Eduarda Lima, 12, de Brasília, têm o distúrbio de processamento auditivo.</p>



<p>Por isso a dificuldade de saber se uma criança com dificuldade de aprendizagem tem transtorno de déficit de atenção e hiperatividade ou DPAC (distúrbio do processamento auditivo central).</p>



<p>O problema é uma falha na forma como o sistema nervoso central processa o som. Não há deficiência no aparelho auditivo, mas uma dificuldade para compreender o significado da mensagem.</p>



<p>Nomeado oficialmente nos EUA em 1996, o distúrbio ainda está se tornando mais conhecido por pais e professores. Segundo estudos, pode atingir até metade das crianças com dificuldades de aprendizagem.</p>



<p>Ainda se sabe pouco sobre causas &#8211; infecções no ouvido na infância estão entre elas, mas suspeita-se também de alterações neurobiológicas genéticas e meningite.</p>



<p>Crianças inteligentes, interessadas e que, mesmo assim, vão mal em várias matérias são candidatas a ter DPAC. É o caso de Eduarda, 12, de Brasília.</p>



<p>A mãe, Luísa Casado Lima, afirma que a filha sempre foi esforçada, mas não conseguia se concentrar e começou a cometer erros de grafia.</p>



<p>Luísa, que é dentista, levou a filha a uma fonoaudióloga, a um neurologista e a um ortopedista. No exame de audiometria, feito em cabine acústica, o processamento auditivo estava alterado.</p>



<p>Eduarda ouvia bem, mas não entendia o que era dito.</p>



<p>Editoria de Arte/Folhapress/Editoria de Arte/Folhapress</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="500" height="346" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/processamento-auditivo.gif" alt="Processamento auditivo, entenda o problema." class="wp-image-315" title="Distúrbio no processamento auditivo é confundido com déficit de atenção 2"></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Moda</strong></h2>



<p>A mãe acha que o DPAC é moda. &#8220;Todo aluno tem alguma coisa, qualquer dificuldade é atribuída a alterações.&#8221;</p>



<p>O filho dela, Henrique, 10, também foi diagnosticado com o problema.</p>



<p>O neuropediatra Paulo Junqueira também percebe um crescimento no número de diagnósticos.</p>



<p>Para a fonoaudióloga Vera Lúcia Garcia, diretora secretária da Associação Brasileira de Fonoaudiologia, os diagnósticos vão ficando mais específicos com a evolução da neurociência.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Hoje a disseminação do distúrbio é maior e há mais recursos para avaliá-lo.&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Nicholas Araujo, 9, do Rio, também foi diagnosticado com o DPAC. A mãe, Rachel, demorou para descobrir quais eram as dificuldades.</p>



<p>O que chamava a atenção da mãe é que qualquer frase era interpretada “ao pé da letra”. &#8220;O Nicholas não entendia brincadeiras, piadas, algo com duplo sentido&#8221;, diz.</p>



<p>O tratamento é feito com fonoterapia, para ajudar a criança a separar e entender o que ouve.</p>



<p>Além de terem sintomas similares, o déficit de atenção e o distúrbio auditivo podem coexistir &#8211; o que é muito comum, segundo o neuropediatra Paulo Alves Junqueira. &#8220;É preciso tomar muito cuidado ao colocar um rótulo porque as características são similares. Há uma linha muito tênue entre os dois.</p>



<p><strong>FOLHA DE SÃO PAULO, 3-1-11</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratamento direcionado a Taquifemia (Fala acelerada)</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratamento-direcionado-a-taquifemia-fala-acelerada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[A taquifemia é um distúrbio de fala onde o&#160;paciente tende a falar muito rápido, tropeçando nas palavras, perdendo o controle. Este assunto é muito pouco divulgado devido aos poucos profissionais que trabalham com o tema e pesquisas na área em andamento. &#160;&#160;&#160;&#160; O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A taquifemia é um distúrbio de fala onde o&nbsp;paciente tende a falar muito rápido, tropeçando nas palavras, perdendo o controle. Este assunto é muito pouco divulgado devido aos poucos profissionais que trabalham com o tema e pesquisas na área em andamento.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo com o mundo em que vive, priorizando a redução da velocidade, a diminuição das disfluências e o aumento da inteligibilidade da fala.&nbsp;A complexidade dos sintomas apresentados, a motivação do taquifêmico em se tratar, sua determinação em seguir ao que é proposto, sua frequência no tratamento;&nbsp;bem como a compreensão e colaboração da família influenciam no prognóstico terapêutico (positivamente ou negativamente).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No&nbsp;início de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados: a motivação do paciente,&nbsp;a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade/ clareza&nbsp;da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo, propiciando a compreensão dos objetivos propostos pelo fonoaudiólogo&nbsp;e estratégias que serão trabalhados na intervenção,&nbsp;bem como o favorecimento&nbsp;do automonitoramento da fala, que, por sua vez, deve ser enfatizado desde o início do processo de intervenção, para que o paciente consiga transferir e manter a fala obtida na terapia para o ambiente domiciliar, escolar e social. Os registros auditivos e audiovisuais de sua fala podem ser utilizados como estratégias terapêuticas visando a identificação de trechos da fala no qual o taquifêmico não conseguiu manter o monitoramento.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O trabalho de redução, regularização e controle da velocidade da fala pode ser realizado junto com a precisão e amplitude articulatória, assim como a coordenação pneumo-fono-articulatória. Devemos trabalhar em conjunto; o controle respiratório, a velocidade da fala e a articulação, além de facilitar o monitoramento da fala, aumentará a inteligibilidade dela. Vale ressaltar que o taquifêmico apresenta muita dificuldade em reduzir e manter uma nova velocidade de fala. Portanto, o terapeuta deve utilizar vários recursos com o paciente, como a gravação e a apresentação da fala registrada, a transcrição desta amostra, mostrando as consequências da velocidade de fala aumentada, entre outros. O metrônomo também é um instrumento que tem sido utilizado com sucesso para alcançar estes objetivos relacionados a uma fala melhor. Fala compassada, prolongamento das vogais, atenção aos finais de palavras, vogais e sílabas não tônicas, bem como o uso do mascaramento e feedback auditivo atrasado são outras estratégias terapêuticas.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A prosódia e a naturalidade da fala devem ser enfatizadas para obter como resultado uma fala próxima do normal em termos de velocidade, articulação, fluência e prosódia.&nbsp; Deve-se evitar a fala robotizada e programada. A prosódia da fala é trabalhada de acordo com cada paciente, podendo enfocar tanto o estresse silábico das palavras, como também a curva melódica das frases. Neste trabalho, assim como no anterior, é necessário seguir uma hierarquia de complexidade das dificuldades (aumento gradual do tamanho e da complexidade das emissões e diminuição gradativa das pistas oferecidas).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nos casos de alteração da linguagem, frequentemente enfatizamos a organização das frases, a sequência dos eventos, o ater-se ao tema e a realização adequada de trocas de turnos. Narrativas coerentes e sentenças sintaticamente aceitáveis podem ser eliciadas inicialmente com frases mais simples e curtas, progredindo para sentenças maiores e mais complexas. O trabalho de linguagem escrita, quando necessário, deve ser realizado com a utilização de técnicas específicas. A experiência clínica tem mostrado que este trabalho de linguagem oral e escrita deve ser associado, visando maior eficácia terapêutica (técnica muito eficaz).</p>



<p>Dúvidas?? Entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratando as disfluências &#8211; Gagueira, taquifemia, outros</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tratando-as-disfluencias-gagueira-taquifemia-outros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas. Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&#160;o terapeuta deve tornar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando falamos em tratamento das dificuldades de fala devemos levar em consideração uma série de aspectos que irão conduzir o paciente a uma série de melhoras gradativas.</p>



<p>Em primeiro lugar, além da avaliação minuciosa relação a hereditariedade, hábitos de vida diária, condições emocionais e demais fatores desencadeantes das dificuldades de fala,&nbsp;o terapeuta deve tornar o ambiente profissional acolhedor. Ele é o mediador, o facilitador do tratamento em que o paciente terá, bem como&nbsp;de sua fala, de suas relações de comunicação e das técnicas a serem empregadas, promovendo, ou facilitando, a fluência (fala sem bloqueios).</p>



<p>No processo terapêutico, torna-se importante trabalhar com a propriocepção, o relaxamento psicofísico, a coordenação pneumo-fono-articulatória, a lentificação da fala, o aumento da amplitude articulatória, o contato de olho, entre outros. Estratégias como o cancelamento, o pull-out, o de redução gradativa de tensão, gagueira voluntária, início de fonação suave, fala ritmada ou silabada, fala sob mascaramento, atraso do feedback auditivo associado à alteração da frequência da fala, são excelentes aliados no trabalho de promoção de fluência e/ou modificação da gagueira.</p>



<p>O paciente deverá ser estimulado a participar ativamente, executando as atividades prescritas pelo terapeuta no seu dia a dia. O terapeuta levará o paciente a compreender melhor a gagueira, a sentir como ela acontece em seu corpo. Leva-o a tomar consciência de seus sentimentos em relação à sua fala e à gagueira. Durante todo o processo, o terapeuta irá orientar e acolher, tendo sempre em mente que ali as pessoas estão tratando de um ponto de dor para elas: a gagueira.</p>



<p>A terapia fonoaudiológica promove mudanças lentas e gradativas&nbsp;na maneira como o cérebro processa a fala. Em outras palavras, após a terapia fonoaudiológica, algumas regiões cerebrais estão mais ativadas e outras menos ativadas. Na verdade, as melhoras obtidas (tanto na fluência em si, como na forma de lidar com a gagueira) são devidas às mudanças funcionais no cérebro desencadeadas pelas técnicas terapêuticas fonoaudiológicas.</p>



<p>O tempo total&nbsp;de terapia depende de uma série de fatores, tais como: intensidade da gagueira, presença de outros distúrbios de fluência e/ou de linguagem, presença de outros distúrbios neurológicos ou psiquiátricos, idade do paciente, aderência do paciente ao tratamento e grau de especialização do fonoaudiólogo. Em média, os tratamentos duram de seis meses (casos mais leves) até dois anos (casos mais graves). Lembrando que cada caso é único e seu tempo varia também.</p>



<p>A participação de paciente, família, social é muito importante durante todo o tratamento. Quanto maior a participação de todos nós, menor o tempo de tratamento. Não quebrar o tratamento é muito importante em todo e qualquer caso. Faltar ao tratamento é quebrar todo o processo de reabilitação e retardar a alta do paciente.</p>



<p>O fato de ter feito um tratamento fonoaudiológico para&nbsp;as dificuldades de fala&nbsp;não implica nunca mais cogitar um outro tratamento: a gagueira pode se modificar ou se agravar com o passar do tempo devido ao surgimento de outras doenças, traumas e a novas experiências estressantes que foram vivenciadas ao longo da vida ou ao próprio envelhecimento.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esteja sempre em contato com seu fonoaudiólogo e siga sempre suas orientações!!! Ainda restam dúvidas? Entre em contato e agende sua consulta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quem pode ser beneficiado pela equoterapia</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/quem-pode-ser-beneficiado-pela-equoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 18:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[AVE]]></category>
		<category><![CDATA[ELA]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular). A equoterapia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Baseada na prática de atividades equestres e técnicas de equitação, a equoterapia constitui um tratamento complementar de recuperação e reeducação motora e mental, trazendo benefícios físicos e psíquicos no tratamento de portadores de dificuldades sensoriais (audio-fono-visuais), distúrbios evolutivos e/ou comportamentais, patologias ortopédicas (congênitas ou acidentais), deficiências causadas por lesões neuro-motoras (cerebral ou medular).</p>



<p>A equoterapia é um tratamento complementar de apoio a pessoas especiais, portadoras de dificuldades ou deficiências físicas, mentais e/ou psicológicas. Segue uma relação das dificuldades, deficiências e doenças que podem ser auxiliadas por meio do uso da equoterapia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Paralisia Cerebral,</li>



<li>Acidente Vascular Encefálico;</li>



<li>Atraso no desenvolvimento Neuropsicomotor;</li>



<li>Síndrome de Down e outras Síndromes;</li>



<li>Traumatismo Cranioencefálico;</li>



<li>Lesão Medular;</li>



<li>Esclerose Múltipla;</li>



<li>Disfunção na integração sensorial;</li>



<li>Dificuldades da aprendizagem ou linguagem;</li>



<li>Distúrbios do comportamento;</li>



<li>Hiperatividade;</li>



<li>Autismo;</li>



<li>Traumas;</li>



<li>Depressão;</li>



<li>Stress, etc).</li>
</ul>



<p>Equoterapia (Equo: do latim aequus, relativo à Equus, ‘cavalo’/ Terapia: relativo à terapêutica, que é a parte da medicina que estuda e põe em prática os meios adequados para aliviar ou curar os doentes) é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais. Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais.</p>



<p>Que tal ser mais um beneficiário? Procure o centro mais próximo de você!!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Até que ponto falar rápido é normal?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/ate-que-ponto-falar-rapido-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 22:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Rotineiramente nos deparamos com pessoas que falam rápido e nos perguntamos se podem apresentar ou não algum problema em sua fala e  se indicamos que procure ajuda do fonoaudiólogo ou não. Por essas e outras indagações, conversaremos neste artigo, sobre o assunto.      Primeiramente, precisamos saber o que é normal e o que é patológico, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Rotineiramente nos deparamos com pessoas que falam rápido e nos perguntamos se podem apresentar ou não algum problema em sua fala e  se indicamos que procure ajuda do fonoaudiólogo ou não. Por essas e outras indagações, conversaremos neste artigo, sobre o assunto.</p>



<p>     Primeiramente, precisamos saber o que é normal e o que é patológico, ou seja, o que foge do normal e é indicação para terapia fonoaudiológica. Falar rápido não é problema desde que não afete a inteligibilidade da mensagem, isto é, a compreensão da mensagem pelo interlocutor.    </p>



<p>        Quando a pessoa é frequentemente solicitada a repetir o que falou, porque os interlocutores não compreenderam, é possível ser um caso de taquifemia. O taquifêmico não se dá conta de sua locução acelerada, por isso não sofre com seu processo de fluência.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A taquifemia além de apresentar uma fala acelerada, é caracterizada também por supressão de sílabas e até mesmo de palavras, podendo manifestar esses traços na escrita.&nbsp;Conforme o radical grego “taqui”, que significa aceleração, rapidez, geralmente descreve o comportamento do paciente taquifêmico. “Essas alterações, chamadas omissões fonológicas, podem revelar um comportamento no dia-a-dia mais acelerado. Além de tudo, o taquifêmico também transfere essa característica para a escrita, o que torna a letra e o texto também incompreensíveis”.</p>



<p>     Para o diagnóstico da taquifemia, avalia-se a fluência da fala em si, a existência de alterações fonéticas, distorções ou substituições na articulação, o processo de respiração junto à fala, alteração de deglutição e da linguagem. O tratamento é realizado com exercícios locutórios, para que ele passe a falar dentro de um padrão de locução normal, e que, dessa forma, as pessoas possam compreendê-lo. “Para isso, é necessário um acompanhamento frequente de fonoaudiologia, com sessões de uma a duas vezes por semana.</p>



<p>Quer saber mais? Procure seu fonoaudiólogo!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fala acelerada: Conheça um pouco mais sobre esta alteração</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/fala-acelerada-conheca-um-pouco-mais-sobre-esta-alteracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fala e Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muitas vezes nos deparamos com pessoas que constantemente as rotulamos: &#8220;fulano é um narrador esportivo ao narrar um gol&#8221;, &#8220;fala rápido demais&#8221;, &#8220;fala tão rápido que fala enrolado&#8221;, &#8220;não entendemos o que ele fala&#8221;. Nestes casos, falamos que estas pessoas podem apresentar taquifemia e precisam ser avaliadas por um fonoaudiólogo para a confirmação do distúrbio na velocidade de fala.</p>



<p>A taquifemia é caracterizada pela velocidade  aumentada de fala, prejudicando a compreensão da mensagem falada .</p>



<p>Codificada na &#8220;Classificação Internacional de Doenças&#8221; (CID-10) com os caracteres F98.6; é considerada  um distúrbio ou transtorno de fluência.</p>



<p>A maioria das pessoas com taquifemia refere outros familiares que também apresentam fala rápida (pais, irmãos, tios, primos e/ou avós). Desta forma, há indícios de que a taquifemia seja transmitida geneticamente de geração em geração. As mutações genéticas relacionadas à taquifemia ocasionariam mau funcionamento de áreas do cérebro relacionadas à fala e, principalmente, ao ritmo da fala.</p>



<p>A taquifemia ocorre quatro vezes mais em homens do que em mulheres.Podem ser observadas as seguintes características:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Velocidade muito rápida de fala;</li>



<li>Uma frase emenda na outra no discurso, ao falar, sem respirações ou pausas maiores.</li>



<li>Evita falar e diferentes situações.Evitando situações de leitura, apresentações orais, seminários, responder a lista de presença; dentre outros. Também observamos presença de interjeições, sons de preenchimento, repetições de palavras no sentido de auto correção. Ex: É, é eu fui lá na cidade de Sã &#8211; São Leopoldo, é São Leopolpoldo sim.</li>



<li>Pouca percepção das dificuldades de fala, não reconhecendo o que faz na fala.</li>
</ol>



<p>Entretanto, dois outros sintomas também são obrigatórios para o diagnóstico de taquifemia: aumento considerável no número de hesitações/disfluências comuns e pouca ou nenhuma consciência do distúrbio de fluência. Apesar de não serem sintomas obrigatórios, costumam estar presentes na taquifemia, os seguintes pontos positivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Genético /Hereditário favorável para alterações na linguagem</li>



<li>Troca de letras na fala e/ou na escrita</li>



<li>Dificuldade para encontrar as palavras ao falar e ao escrever</li>



<li>Dificuldades na construção do discurso, coerência e coesão baixa, discurso confuso</li>



<li>Dificuldades de leitura e escrita</li>



<li>Atraso no desenvolvimento de linguagem</li>



<li>Desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade (TDAH).</li>
</ul>



<p>No início do processo de terapia com o taquifêmico, alguns objetivos podem ser priorizados,tais como: a motivação, a identificação das características da comunicação e a conscientização das dificuldades relativas à velocidade e a inteligibilidade da fala. Este trabalho facilitará a percepção do distúrbio por parte do indivíduo e uma melhor atuação conjunta entre fonoaudiólogo, paciente, família e social.</p>



<p>       O objetivo geral da intervenção fonoaudiológica na taquifemia é melhorar a comunicação do indivíduo, priorizando a redução da velocidade de fala, a diminuição da disfluência e o aumento da inteligibilidade da da mesma. A continuidade do trabalho em casa é fundamental e de suma importância.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dificuldades escolares de A a Z:</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/dificuldades-escolares-de-a-a-z/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[discalculia]]></category>
		<category><![CDATA[disgrafia]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[disortografia]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas. É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A área da educação nem sempre é cercada somente por sucessos e aprovações. Muitas vezes, no decorrer do ensino, nos deparamos com problemas que deixam os alunos paralisados diante do processo de aprendizagem, assim são rotulados pela própria família, professores e colegas.</p>



<p>É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem há algum tempo.</p>



<p>As dificuldades podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo se estão associadas à preguiça, cansaço, sono, tristeza, agitação, desordem, dentre outros, considerados fatores que também desmotivam o aprendizado.</p>



<p>A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dificuldades na fala, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).</p>



<p>O que podemos observar, de modo geral, em alunos com dificuldades de aprendizagem incluem problemas mais localizados nos campos da conduta e da aprendizagem, dos seguintes tipos (exemplos mais comuns):</p>



<p>Atividade motora: hiperatividade ou hipoatividade, dificuldade de coordenação…,</p>



<p>Atenção: baixo nível de concentração, dispersão…,</p>



<p>Área matemática: problemas em seriações, inversão de números, reiterados erros de cálculo …,</p>



<p>Área verbal: problemas na codificação/ decodificação simbólica, irregularidades na lectoescrita, disgrafias …,</p>



<p>Emoções: desajustes emocionais leves, baixa autoestima …,</p>



<p>Memória: dificuldades de fixação …,</p>



<p>Percepção: reprodução inadequada de formas geométricas, confusão entre figura e fundo, inversão de letras …,</p>



<p>Sociabilidade: inibição participativa, pouca habilidade social, agressividade.</p>



<p>Fala: Troca de sons na fala, distorção de sons ; dentre outros.</p>



<p>Audição: perda auditiva, alteração no processamento auditivo central com dificuldades em compreender o que é falado, sem perda auditiva.</p>



<p>A dificuldade mais conhecida e que vem tendo grande repercussão na atualidade é a dislexia, porém, é necessário estarmos atentos a outros sérios problemas: disgrafia, discalculia, dislalia, disortografia e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).</p>



<p>Abaixo, um breve resumo do que vem a ser estas alterações:</p>



<p><strong>&#8211; Dislexia:</strong> é a dificuldade que aparece na leitura, impedindo o aluno de ser fluente, pois faz trocas ou omissões de letras, inverte sílabas, apresenta leitura lenta, dá pulos de linhas ao ler um texto, etc. Estudiosos afirmam que sua causa vem de fatores genéticos, mas nada foi comprovado pela medicina.</p>



<p><strong>&#8211; Disgrafia:</strong> normalmente vem associada à dislexia, porque se o aluno faz trocas e inversões de letras consequentemente encontra dificuldade na escrita. Além disso, está associada a letras mal traçadas e ilegíveis, letras muito próximas e desorganização ao produzir um texto.</p>



<p><strong>&#8211; Discalculia:</strong> é a dificuldade para cálculos e números, de um modo geral os portadores não identificam os sinais das quatro operações e não sabem usá-los, não entendem enunciados de problemas, não conseguem quantificar ou fazer comparações, não entendem sequencias lógicas e outros.</p>



<p><strong>&#8211; Dificuldades na fala:</strong> é a dificuldade na emissão da fala, apresenta pronúncia inadequada das palavras, com trocas de fonemas e sons errados, tornando-as confusas. Manifesta-se mais em pessoas com problemas no palato, flacidez na língua ou lábio leporino.</p>



<p><strong>&#8211; Disortografia:</strong> é a dificuldade na linguagem escrita e também pode aparecer como consequência da dislexia. Suas principais características são: troca de grafemas, desmotivação para escrever, aglutinação ou separação indevida das palavras, falta de percepção e compreensão dos sinais de pontuação e acentuação.</p>



<p><strong>&#8211; TDAH:</strong> O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um problema de ordem neurológica, que trás consigo sinais evidentes de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade. Hoje em dia é muito comum vermos crianças e adolescentes sendo rotulados como DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção), porque apresentam alguma agitação, nervosismo e inquietação, fatores que podem advir de causas emocionais. É importante que esse diagnóstico seja feito por equipe multidisciplinar.</p>



<p>Dúvidas?? Agende sua consulta ou convoque nossa consultoria.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Hiperativo&#8221; ou &#8220;Imperativo&#8221;??? &#8211; Descubra a seguir</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/hiperativo-ou-imperativo-descubra-a-seguir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 13:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura, Escrita e Dificuldades Escolares]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperatividade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://fonoepsi.com.br/?p=115</guid>

					<description><![CDATA[Atualmente ao falarmos em TDAH, encontramos ainda, muitas pessoas com dúvidas em relação à criança ou ao aluno que não para quieto e que não tem limites no dia a dia; seja na escola, na família ou na sociedade. Para responder a essas questões, uma forma bem objetiva e direta de se responder logo abaixo: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="115" class="elementor elementor-115">
				<div class="elementor-element elementor-element-5b0940ae e-flex e-con-boxed e-con e-parent" data-id="5b0940ae" data-element_type="container">
					<div class="e-con-inner">
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				<div class="elementor-widget-container">
									
<p>Atualmente ao falarmos em TDAH, encontramos ainda, muitas pessoas com dúvidas em relação à criança ou ao aluno que não para quieto e que não tem limites no dia a dia; seja na escola, na família ou na sociedade.</p>



<p>Para responder a essas questões, uma forma bem objetiva e direta de se responder logo abaixo:</p>



<p><em>Sintomas relacionados à desatenção:</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>não prestar atenção a detalhes;</li>



<li>ter dificuldade para concentrar-se;</li>



<li>não prestar atenção ao que lhe é dito;</li>



<li>ter dificuldade em seguir regras e instruções;</li>



<li>desvia a atenção com outras atividades;</li>



<li>não terminar o que começa;</li>



<li>ser desorganizado;</li>



<li>evitar atividades que exijam um esforço mental continuado;</li>



<li>perder coisas importantes;</li>



<li>distrair-se facilmente com coisas alheias ao que está fazendo;</li>



<li>esquecer compromissos e tarefas.</li>



<li>Problemas financeiros,</li>



<li>Tarefas complexas se tornam entediantes e ficam esquecidas</li>



<li>Dificuldade em fazer planejamento de curto ou de longo prazo</li>
</ul>



<p><em>&nbsp;Os sintomas relacionados à hiperatividade/impulsividade</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;</li>



<li>não permanecer sentado por muito tempo;</li>



<li>pular, correr excessivamente em situações inadequadas;</li>



<li>sensação interna de inquietude;</li>



<li>ser barulhento em atividades lúdicas;</li>



<li>ser muito agitado;</li>



<li>falar em demasia;</li>



<li>responder às perguntas antes de concluídas;</li>



<li>ter dificuldade de esperar sua vez;</li>



<li>intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.</li>
</ul>



<p>Para se diagnosticar um caso de TDAH é necessário que o indivíduo em questão apresente pelo menos seis dos sintomas de desatenção e/ou seis dos sintomas de hiperatividade; além disso os sintomas devem manifestar-se em pelo menos dois ambientes diferentes e por um período superior a seis meses.</p>



<p>Se ainda persistirem dúvidas procure seu fonoaudiólogo!!!</p>
								</div>
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				</div>
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		]]></content:encoded>
					
		
		
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