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	<title>Voz &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<description>Thais Diniz de Carvalho, fonoaudióloga. Lavras - MG</description>
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	<title>Voz &#8211; Bless Fonoaudiologia</title>
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	<item>
		<title>Você tem pigarro na garganta? O que fazer com ele?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/voce-tem-pigarro-na-garganta-o-que-fazer-com-ele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2022 18:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Independente se cantor ou não, sempre ouvimos a queixa do pigarro na garganta. &#160;Um dos desafios no atendimento de pessoas com queixa de secreção é que elas que não apresentam queimação no estômago. &#8220;Não tem pigarro, não tem dor, mas tem a região queimada&#8221;. Muitas vezes não temos sinais em exames otorrinolaringológicos. &#160;Uma das queixas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Independente se cantor ou não, sempre ouvimos a queixa do pigarro na garganta.</p>



<p>&nbsp;Um dos desafios no atendimento de pessoas com queixa de secreção é que elas que não apresentam queimação no estômago. &#8220;Não tem pigarro, não tem dor, mas tem a região queimada&#8221;. Muitas vezes não temos sinais em exames otorrinolaringológicos.</p>



<p>&nbsp;Uma das queixas mais recorrentes se formos ranquear o cotidiano clínico do atendimento ao cantor são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O pigarro fica se movimentando, minha voz não é a mesma quando estou cantando, parece carro engasgando-se.</li>



<li>Preciso ficar pigarreando para tentar movimentar essa secreção e depois, parece que minha voz fica mais cansada.</li>



<li>Parece que estou meio entupido quando estou com pigarro, é estranho!</li>



<li>Parece que o agudo não sai direito.</li>
</ul>



<p>&nbsp;Essas e outras queixas são muito frequentes quando atendo cantores do lírico, passando pelo popular, em performances individuais ou coletivas, amadoras ou profissionais.</p>



<p>&nbsp;Precisamos entender que o refluxo tem um lugar e um motivo. Ou ele vem de cima, descendo do nariz, das rinites, sinusites etc.)&nbsp;ou vem debaixo (refluxo laringe faríngeo) vindo do estômago; por exemplo. Lembrando que cada causa precisa ser bem investigada e tem seu tratamento diferenciado.</p>



<p>&nbsp;Além do mais, precisamos entender que em seu pescoço, mais precisamente na laringe, onde estão as pregas vocais, temos estruturas parecidas com cílios que se movimentam para expelir a secreção.</p>



<p>&nbsp;Temos também condições como quem fuma ou respira a fumaça do cigarro que contribui para causar dificuldade na movimentação de muco na garganta, e, esses cílios se movimentando menos tiram menos pigarro. Além de gerar pigarro, claro.</p>



<p>&nbsp;Quando a fumaça chega na garganta por exemplo, duas coisas acontecem: um movimento de defesa (aumento de secreção) e a parada de movimentação destes cílios, o que deposita muco e provoca o pigarro. Além de ser o maior causador da incidência de câncer de laringe e pulmão, prejudicando a voz.</p>



<p> Mas, o que acontece quando pigarreamos?</p>



<p>&nbsp;Quando pigarreamos acabamos por irritar a mucosa e descamar o tecido.</p>



<p>&nbsp;Para ajudar essa questão do pigarro eu sempre rastreio a origem do problema e uma das coisas que recomendo é a hidratação diária com 2 a 3 litros de água ao dia para que esta secreção saia naturalmente. Outra dica é inspirar como se estivesse enchendo um balão com nariz, prender o ar e deglutir em seguida.&nbsp; Os cantores sempre referem melhoras quando adotam medidas de cuidados com a voz e saúde vocal.&nbsp; Quando necessários, encaminhamentos são realizados e continuado o tratamento de voz com a fono.</p>



<p>&nbsp;Mas, como toda pessoa é única e cada caso é um caso, também precisa de uma análise especial.</p>



<p>Quer saber mais? Entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo (a).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Spray nasal/Bombinhas com corticoide e sua garganta: Você sabe dos efeitos??</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/spray-nasal-bombinhas-com-corticoide-e-sua-garganta-voce-sabe-dos-efeitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 17:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[A&#160;concentração do corticoide inalatório é a soma do que é absorvido pelo pulmão e pela boca e tubo digestivo, considerando-se a inativação hepática. Quando é usado o spray, somente 10% distribui-se no pulmão, e 80% na orofaringe. Com o uso de espaçadores, 20% vão para as vias aéreas e 70% a 80% para a orofaringe. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp;concentração do corticoide inalatório é a soma do que é absorvido pelo pulmão e pela boca e tubo digestivo, considerando-se a inativação hepática.</p>



<p>Quando é usado o spray, somente 10% distribui-se no pulmão, e 80% na orofaringe. Com o uso de espaçadores, 20% vão para as vias aéreas e 70% a 80% para a orofaringe.</p>



<p>Quando se usa o dispositivo Turbohaler (a base de pó), 40% vão para a orofaringe e sua maior porção é absorvida no pulmão, o que aumenta a eficácia do corticoide e pode diminuir a absorção sistêmica.</p>



<p>No entanto, precisamos saber que um dos efeitos adversos causados pelo medicamento é a miopatia,&nbsp;onde, o sintoma mais característico, presente em praticamente todos os tipos de miopatia, é a fraqueza muscular. E como a região mais afetada, conforme vimos acima é a região da garganta; observamos muitas vezes fraqueza na voz e cansaço pelo uso do medicamento.</p>



<p>Se você estiver sentindo voz cansada, fraqueza ao falar ou até dificuldade para engolir, procure um fonoaudiólogo especialista em voz e disfagia.</p>



<p>Tem mais dúvidas? Quer me perguntar algo?</p>



<p>Entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A retirada das Amígdalas e Alterações na Voz</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/a-retirada-das-amigdalas-e-alteracoes-na-voz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontramos no dia a dia, frequentemente, pacientes que retiraram suas amígdalas e no após amigdalectomia,&#160;referindo problemas na voz. Froeschels (1951) refere a possibilidade&#160;de sobrevir rinolalia (voz pelo nariz) no pós-operatório após algum período.&#160;Essa rinolalia, ou, voz nasalada, também conhecida como&#160;voz fanha, que podem vir muitas vezes acompanhada por rouquidão,&#160;sendo resultantes da não passagem do ar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Encontramos no dia a dia, frequentemente, pacientes que retiraram suas amígdalas e no após amigdalectomia,&nbsp;referindo problemas na voz. Froeschels (1951) refere a possibilidade&nbsp;de sobrevir rinolalia (voz pelo nariz) no pós-operatório após algum período.&nbsp;Essa rinolalia, ou, voz nasalada, também conhecida como&nbsp;voz fanha, que podem vir muitas vezes acompanhada por rouquidão,&nbsp;sendo resultantes da não passagem do ar pelo nariz, ou da passagem excessiva do ar por ele.</p>



<p>Há autores na área médica que são muito prudentes no indicar a operação em cantores, se o paciente é cantor tendo um determinado o seu registro vocal; em nenhuma hipótese se opera, segundo eles; operando apenas os que ainda não têm classificação definida da voz.&nbsp; Após a amigdalectomia, a tendência da voz se tornar mais grave.&nbsp;Após a cirurgia, a voz pode ficar mais grave / grossa, nasal e disfônica/rouca; porém ela costuma voltar ao normal conforme o paciente vai se readaptando à nova situação, o que ocorre em geral nas primeiras semanas após a cirurgia (em média de 15 dias a um mês).</p>



<p>Quando esta readaptação não ocorre espontaneamente; é recomendado avaliação por um fonoaudiólogo com especialização em voz e se necessário, orientações específicas e realização de sessões de fonoterapia como tratamento para correção das alterações vocais.</p>



<p>Uma amigdalectomia que lese as estruturas vizinhas, principalmente nos músculos, produzindo tecido cicatricial extenso, devido a destruição traumática das fibras musculares.&nbsp; Também se torna porta de entrada para infecções subsequentes, produzindo celulites do tecido conjuntivo da região bem como miosites.</p>



<p>Muitas vezes, não temos lesão, mas, uma alteração no funcionamento&nbsp;do pilar posterior que aloja o músculo palatofaríngeo pertencente a musculatura extrínseca da laringe; causando alterações na ressonância&nbsp;ou esforço&nbsp;vocal compensatório.</p>



<p>A fonoaudiologia nestes casos ajuda o paciente, favorecendo o equilíbrio da musculatura do trato vocal que foi acometida, auxiliando o paciente que muitas vezes que se queixa no pós cirúrgico de: voz cansada, falhando ao final do dia, voz pelo nariz/nasal, aguda/fina, por exemplo; a voltar a suas funções normais no pós cirúrgico.</p>



<p>Se você conhece alguém que apresenta essa dificuldade ou se identificou com este artigo, entre em contato conosco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a fonoaudiologia pode te fazer cantar melhor</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/como-a-fonoaudiologia-pode-te-fazer-cantar-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 17:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[canto]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[voz]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente a fonoaudiologia muito tem sido solicitada no uso profissional da voz em voz cantada, mais especificamente para o cantor, seja ele do estilo popular (nos mais diferentes estilos: o funk, sertanejo ao gospel, por exemplo) ou erudito (solo ou coral). A atuação do fonoaudiólogo&#160;especialista em voz cantada tem sido muito importante nos cantores que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Atualmente a fonoaudiologia muito tem sido solicitada no uso profissional da voz em voz cantada, mais especificamente para o cantor, seja ele do estilo popular (nos mais diferentes estilos: o funk, sertanejo ao gospel, por exemplo) ou erudito (solo ou coral).</p>



<p>A atuação do fonoaudiólogo&nbsp;especialista em voz cantada tem sido muito importante nos cantores que desejam alta performance. Porém, pouco se fala sobre qual o momento esse profissional deve fazer um exame apurado sobre sua condição vocal, qual o melhor treino com os exercícios mais adequados para cada cantor, do ponto de vista fisiológico, muscular e de desempenho, como melhorar sua performance de forma&nbsp;individualizada podendo se assim; quais as necessidades de cada cantor: explosão, resistência; dentre outros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Porque algumas pessoas tem a voz do &#8220;Pato Donald&#8221;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer.</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/porque-algumas-pessoas-tem-a-voz-do-pato-donald-papilomatose-laringea-vale-a-pena-conhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 22:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[voz]]></category>
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					<description><![CDATA[A papilomatose ou papiloma vocal é de etiologia viral, causada pelo vírus do papiloma humano (HPV). Os sinais e sintomas começam, em geral, com disfonia que vai aumentando progressivamente, voz cada vez mais rouca, dia a dia e pode ser acompanhada de um “chiado&#8221; laríngeo e dificuldade respiratória e perca de ar ao falar. Entretanto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A papilomatose ou papiloma vocal é de etiologia viral, causada pelo vírus do papiloma humano (HPV). Os sinais e sintomas começam, em geral, com disfonia que vai aumentando progressivamente, voz cada vez mais rouca, dia a dia e pode ser acompanhada de um “chiado&#8221; laríngeo e dificuldade respiratória e perca de ar ao falar. Entretanto, esta doença é melindrosa e muito difícil de se tratar, devido a sua tendência às recidivas localmente e no trato respiratório inferior. O aparecimento dos sintomas é variável; podendo ser desde a fase neonatal até qualquer idade no adulto. Quando um recém-nascido apresenta a doença, geralmente é transmitido de mãe portadora de HPV para o seu filho. Presume-se que o papiloma em crianças, é adquirida pelas crianças no momento do parto a partir da mãe com condilomas genitais, mas há casos de crianças que apesar de terem nascido por cesárea contraíram o HPV, e sofrem de PLR, razão pela qual também se suspeita da via hematogênica como uma importante via de transmissão.</p>



<p>A via de transmissão em adultos mais comum é a sexual, transmitido pelo parceiro contaminado (sexo oral). Os papilomas laríngeos aparecem como tumorações nodulares irregulares, pedunculadas, de tamanhos diferentes. Podem ser simples ou múltiplos, de coloração variável desde cor-de-rosa claro ao vermelho, com consistência firme, friáveis, sangrando facilmente. Com a evolução de caso, conforme mais disfônico, mais a voz do paciente vai ficando rouca e baixa, parecida com a voz do &#8220;pato Donald&#8221;, popularmente falando.</p>



<p>Os tumores são geralmente de crescimento rápido e pode variar em tamanho, causando respiração e problemas de deglutição. Outros sintomas podem incluir tosse e rouquidão. Os tumores tendem a retornar, por isso, constantes cirurgias podem ser necessárias.</p>



<p>A figura abaixo à esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe. A imagem é invertida porque o paciente está de costas, no momento da cirurgia endoscópica. Há um papiloma na face anterior da prega vocal verdadeira esquerda. Se o papiloma não é removido cuidadosamente da prega vocal pode cicatriz e alteração vocal pode ocorrer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/papiloma.jpg" alt="imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe" title="Porque algumas pessoas tem a voz do &quot;Pato Donald&quot;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer. 1"></figure></div>


<p>A figura abaixo à esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe. A imagem é invertida porque o paciente está de costas, no momento da cirurgia endoscópica. Há um papiloma na face anterior da prega vocal verdadeira esquerda. Se o papiloma não é removido cuidadosamente da prega vocal pode deixar uma cicatriz e alteração vocal pode ocorrer.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://fonoaudiologia.med.br/wp-content/uploads/2025/02/prega-vocal-cicatriz.gif" alt="esquerda exibe uma imagem de fibra óptica de uma laringe normal. A imagem à direita mostra uma imagem de um papiloma de laringe" title="Porque algumas pessoas tem a voz do &quot;Pato Donald&quot;? Papilomatose laringea- Vale à pena conhecer. 2"></figure></div>


<p>A fonoterapia intensiva é fundamental após a cirurgia, fazendo com que o paciente melhore sua qualidade respiratória e vocal. O acompanhamento é semanal com novos padrões de cuidados vocais dia a dia e exercícios aplicados a cada caso.</p>



<p>É muito importante que ao identificar os sintomas de: cansaço, voz dia a dia mais rouca, dificuldades para respirar em repouso ou em movimento, procure um otorrino e posteriormente ao tratamento com ele (medicamentosa ou cirúrgica), reabilitação fonoaudiológica.</p>



<p>Dúvidas? Procure por seu fonoaudiólogo!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teste de Voz</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/teste-de-voz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 14:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
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					<description><![CDATA[O teste de voz que se segue serve para avaliar a sua voz, contudo ele não substitui a avaliação vocal que só poderá ser feita por um profissional qualificado. Este profissional é o otorrinolaringologista, que vai avaliar se existe alguma lesão no seu aparelho fonatório, e o fonoaudiólogo, que tem a função de avaliar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O teste de voz que se segue serve para avaliar a sua voz, contudo ele não substitui a avaliação vocal que só poderá ser feita por um profissional qualificado. Este profissional é o otorrinolaringologista, que vai avaliar se existe alguma lesão no seu aparelho fonatório, e o fonoaudiólogo, que tem a função de avaliar a qualidade da sua voz.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<ul class="wp-block-list">
<li>O teste foi desenvolvido por pesquisadores do Centro de Voz da Universidade de Pittsburgh* nos Estados Unidos e é bem simples.</li>
</ul>
</blockquote>



<pre class="wp-block-verse">* The Voice Handicap Index (VHI): Development and Validation, Barbara H. Jacobson, Alex Johnson, Cynthia Grywalski, Alice Silbergleit. Gary Jacobson, Michael S. Benninger, American Journal of Speech-Language Pathology, Vol 6(3), 66-70, 1997.</pre>



<p>Para fazer o teste, siga as instruções abaixo:</p>



<p>1) Assinale a opção corresponde à situação vivenciada por você com relação à sua voz.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Índice de Problema Vocal</strong></h3>



<p>A minha voz faz com que seja difícil os outros me ouvirem.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>As pessoas têm dificuldade em compreender o que eu falo em um local ruidoso .</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>As pessoas perguntam: “O que se passa com a sua voz?”</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>Sinto como se tivesse de me esforçar para produzir a voz.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>As minhas dificuldades com a voz limitam a minha vida pessoal e social.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>A clareza da minha voz é imprevisível.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>Sinto-me fora das conversas por causa da minha voz.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>O meu problema de voz me causa problemas econômicos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>O meu problema de voz me deixa preocupado (a).</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>A minha voz faz com que eu me sinta deficiente.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a) Nunca&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) Quase&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nunca c) às vezes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) Quase sempre&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) Sempre</li>
</ul>



<p>2) Faça o somatório dos pontos referente a cada opção que você assinalou nas questões acima, atribuindo os seguintes pontos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nunca = 0 ponto</li>



<li>Quase Nunca = 1 ponto</li>



<li>Ás Vezes = 2 pontos</li>



<li>Quase Sempre= 3 pontos</li>



<li>Sempre = 4 pontos.</li>
</ul>



<p>3) Com base no total de pontos obtidos, leia abaixo a interpretação proposta pelo teste:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>0 a 10 pontos:</strong> Mais baixo escore. Indica que você provavelmente não tem qualquer alteração vocal ou tem uma alteração vocal muito leve. Procure o otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo para fazer um trabalho de prevenção, ou seja, para manter a saúde da sua voz.</li>



<li><strong>11 a 20 pontos:</strong> Escore médio. Indica que você tem uma alteração vocal moderada. É possível que você venha a desenvolver se não cuidar da sua voz um “calo” nas pregas vocais como um nódulo ou pólipo. Você já deve procurar ajuda profissional para que seu caso não se agrave.</li>



<li><strong>Mais de 20 pontos:</strong> Escore alto. Indica que já existe uma patologia vocal instalada. Não espere mais. Procure agora mesmo o seu otorrinolaringologista e o seu fonoaudiólogo, não perca mais tempo. Lembre que a voz é seu instrumento de trabalho.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>LEMBRETE IMPORTANTE: este teste (o VHI) apenas faz uma triagem muito preliminar do estado de saúde de sua voz; pode ser interpretado como um aviso de que medidas de atenção à sua saúde vocal devem ser tomadas ou que você necessita procurar ajuda especializada para tratamento do problema indicado.</p>
</blockquote>



<p>Novamente lembramos que a forma adequada de avaliar sua voz é procurar um profissional de fonoaudiologia ou de otorrinolaringologia.</p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="8vv1wsHESU"><a href="https://fonoaudiologia.med.br/nao-tem-voz-para-falar-conheca-um-pouco-sobrenodulos-polipos-cistosedemas-sulcos-vocais/">Nódulos, Pólipos, Cistos, Edemas, Sulcos Vocais &#8211; O que fazer agora?</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Nódulos, Pólipos, Cistos, Edemas, Sulcos Vocais &#8211; O que fazer agora?&#8221; &#8212; Bless Fonoaudiologia" src="https://fonoaudiologia.med.br/nao-tem-voz-para-falar-conheca-um-pouco-sobrenodulos-polipos-cistosedemas-sulcos-vocais/embed/#?secret=Rch2qMDDiI#?secret=8vv1wsHESU" data-secret="8vv1wsHESU" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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			</item>
		<item>
		<title>Tenho nódulos (&#8220;Calos&#8221;) na voz. E agora?</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/tenho-nodulos-calos-na-voz-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[No tratamento dos nódulos vocais a primeira opção é a reabilitação vocal. A segunda opção, é a cirúrgica. A tendência moderna é a não utilização do repouso vocal como modalidade de tratamento dos nódulos, contudo, em casos selecionados, podendo-se propor um repouso vocal modificado, ou um uso de voz controlado e programado, o que visa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No tratamento dos nódulos vocais a primeira opção é a reabilitação vocal. A segunda opção, é a cirúrgica.</p>



<p>A tendência moderna é a não utilização do repouso vocal como modalidade de tratamento dos nódulos, contudo, em casos selecionados, podendo-se propor um <em>repouso vocal modificado</em>, ou um <em>uso de voz controlado e programado,</em> o que visa à redução da sobrecarga fonatória. Pode ainda ser empregada a voz de higiene vocal ou iniciar o tratamento do paciente com a abordagem de voz confidencial, seguida pela terapia de ressonância (Verdolini,-Marston, Burke, Lessac, Glaze e Caldwell, 1995), o que favorece uma redução rápida a abordagem vocal posterior, reduzindo o tempo de tratamento.</p>



<p>A reabsorção dos nódulos depende da reabilitação vocal ministrada, que deve ser direta e objetiva, da dedicação verdadeira e total&nbsp;do paciente aos exercícios propostos e da modificação do comportamento vocal inadequado, visando um novo e correto padrão de prática vocal.</p>



<p>Nódulos fibróticos podem eventualmente ser reabsorvidos em reabilitação vocal, porém a longo prazo e com grande participação e motivação do paciente.</p>



<p>Quando o paciente consegue ser suficientemente orientado e conscientizado sobre a importância da reabilitação, dedicando-se aos exercícios e realizando as mudanças comportamentais sugeridas, o tempo previsto de terapia pode ser bastante reduzido. Em contrapartida, se não faz oque lhe é pedido, pode perdurar por meses a fim.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quanto mais você esperar para iniciar a reabilitação, menores vão ficando as suas chances de sucesso na fonoterapia e maiores às probabilidades de ser submetido a uma cirurgia se aproximam.</p>
</blockquote>



<p>A cirurgia é indicada apenas quando os nódulos são antigos fibróticos, ou quando o paciente necessita de uma mudança vocal rápida e não tem tempo suficiente para se dedicar à reabilitação. No entanto<em>, trabalhar em locais barulhentos pode aumentar a recorrência de nódulos 30% de pacientes operados.</em> <em>Além disso, há maior recorrência de nódulos em pacientes que não recebem fonoterapia</em>. Sendo assim, mesmo quando se opta por um tratamento cirúrgico para nódulos, a fonoterapia deverá ser ministrada no pós-operatório, a fim de modificar os ajustes laríngeos inadequados e trabalhar as questões comportamentais.</p>



<p>Pense nisso, procure seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Problemas de voz em bebês e crianças menores</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/problemas-de-voz-em-bebes-e-criancas-menores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[disfonia]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[higiene vocal]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
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					<description><![CDATA[Mamães, fiquem alertas para as alterações na voz dos seus filhos! São as chamadas disfonias causadas por fatores orgânicos ou funcionais. É importante salientar que alterações de voz são sintomas a serem observados e avaliados. A presença de nódulo vocal (calo nas pregas vocais) é significativa na infância, mais frequente nos meninos, e merece tratamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mamães, fiquem alertas para as alterações na voz dos seus filhos! São as chamadas disfonias causadas por fatores orgânicos ou funcionais.</p>



<p>É importante salientar que alterações de voz são sintomas a serem observados e avaliados. A presença de nódulo vocal (calo nas pregas vocais) é significativa na infância, mais frequente nos meninos, e merece tratamento especializado. A caracterização da família é fundamental neste processo, modificando eventuais características ambientais e auxiliando a criança na identificação de seus abusos. Seria interessante que os pais, ao detectarem que a voz da criança se altera com frequência, não importando a faixa etária, investigassem. Os profissionais especializados para avaliar e indicar o melhor tratamento para o seu filho são o fonoaudiólogo e o médico otorrinolaringologista. O trabalho fonoaudiológico junto as crianças contam com a participação ativa da família para que os comportamentos da criança com relação à sua voz sejam modificados.</p>



<p>Do ponto de vista orgânico, há as anomalias estruturais, geralmente congênitas, e os traumatismos laríngeos. Quando há alteração vocal evidente desde o nascimento, estes fatores devem ser investigados por um otorrinolaringologista, que, posteriormente, poderão ser encaminhados para o fonoaudiólogo para reabilitação. Há ainda problemas relacionados às alergias, principalmente do aparelho respiratório.</p>



<p>As causas funcionais, ou seja, relativas ao uso da voz, são as mais frequentes. O abuso vocal é fato frequentemente observável na maior parte das crianças, o que pode ser facilmente detectável nas atividades diárias da criança como em festinhas infantis, durante o horário de recreio da escola, durante a realização de esportes como o futebol, vôlei, handball e basquete.</p>



<p>Mamãe, procure observar&nbsp;em seu filho os seguintes comportamentos e os cuidados que podem ser realizados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando o bebê chora muito forte, gritando forte e alto, poderá ficar rouco, o que poderá ocasionará alterações em sua voz. E se contínuo, problemas mais sérios e que merecem cuidados.</li>



<li>A agressividade aliada ao abuso da voz, insegurança representada pela tensão dos músculos da fala/de voz, imitação de animais, imitação de personagens de desenhos também podem provocar alterações na voz dos pequenos.</li>



<li>Nestes casos, um dos conselhos é alertar a criança para que não grite, mas para isso, devemos prestar atenção ao que ela tem para dizer ao dar significado a causa de seus gritos e de seus abusos de voz.</li>



<li>Interessar-se por suas atividades. Perguntar o que estão fazendo, se estão gostando, por exemplo, o que você fez na escola hoje? Diminui as ansiedades e tensões sobreo mecanismo fonador.</li>



<li>Reduzir a competição vocal: evitar tornar o ambiente agitado e evitar frequentar sempre locais agitados, onde todos querem falar ao mesmo tempo.</li>



<li>Identificar certos abusos vocais: imitar animais, lutas, monstros, carros. Tentar substituí-los por estalos de língua e vibrações de lábios e língua, que tem como objetivo, o relaxamento dos músculos vocais e de fala também são orientações importantes.</li>



<li>Combinar com a criança certos sinais para quando ela estiver cometendo um abuso, para não chamar sua atenção na frente das outras pessoas.</li>



<li>Crianças alérgicas à poeira, perfumes, talcos, e até produtos de limpeza podem ter alterações vocais, bem como as crianças gripadas. Evitar o contato com essas substâncias e adotar medidas preventivas é uma excelente saída nestes casos. </li>



<li>A criança que possui uma deficiência auditiva pode apresentar um tom de voz mais elevado, isso porque ela não escuta ou escuta muito pouco a sua voz tendo que falar mais alto para se ouvir. Em contrapartida, crianças ou adultos que convivem com deficientes auditivos devem prestar atenção ao seu tom de voz elevado para não prejudicarem suas pregas vocais com alterações por esforço ao falar.</li>
</ul>



<p>Cuide da voz do seu filho. Qualquer alteração consulte seu fonoaudiólogo. Assim você poderá evitar sérias complicações futuras e consequentemente, traumas para seu pequeno.</p>



<p>Modificar o comportamento vocal de uma criança não é tarefa fácil. Para essas e outras dificuldades, conte com a ajuda de seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amparo legal nos problemas vocais</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/amparo-legal-nos-problemas-vocais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[pólipos]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
		<category><![CDATA[sulco vocal]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;O distúrbio da voz relacionado ao trabalho é uma doença do trabalho, como definida pela Lei 8.213/91, em seu artigo 20, inciso II, sem necessidade de recorrer à excepcionalidade do paragrafo segundo do artigo 20 da Lei da Previdência Social. Atualmente, ainda encontramos fatores que ainda&#160;geram problemas para sua aplicação,&#160;constando a falta de preparo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;O distúrbio da voz relacionado ao trabalho é uma doença do trabalho, como definida pela Lei 8.213/91, em seu artigo 20, inciso II, sem necessidade de recorrer à excepcionalidade do paragrafo segundo do artigo 20 da Lei da Previdência Social.</p>



<p>Atualmente, ainda encontramos fatores que ainda&nbsp;geram problemas para sua aplicação,&nbsp;constando a falta de preparo da maioria dos técnicos que tratam dessa questão. Tanto os médicos do trabalho, advogados, como os médicos peritos do INSS, ainda não estão totalmente preparados para enfrentar essas questões. O advogado, nestes casos, deve se embasar no laudo técnico e, se este laudo técnico, não informa se esta ou aquela situação ou patologia é ocupacional e se tem ou não reflexo no trabalho, não há como aplicar a Lei e dar os direitos que o trabalhador faz jus&#8221;. Sendo assim, é de fundamental importância que otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos e equipe técnica judicial estejam em sintonia com o caso, de modo a promover um equilíbrio e neutralidade no resultado da questão trabalhista.</p>



<p>Mas não basta apenas isso! Leis que asseguram o acompanhamento e a assistência da saúde vocal do trabalhador em todos os níveis de saúde&nbsp;são fundamentais e básicas em qualquer relação empregatícia. A criação de leis que amparem a assistência ao trabalhador em todos os níveis de saúde são peça chave para de evitar um número infindável de processos trabalhistas, mudanças de funções e o aumento dos gastos da máquina administrativa do governo.</p>



<p>Como o professor, o operador de telemarketing e demais profissões que fazem do uso da voz, como o seu principal instrumento de trabalho; as questões ligadas ao afastamento do serviço provocadas por problema de voz ganham proporções imensuráveis, tamanhos monstruosos,&nbsp;que obrigaram os técnicos a parar para pensar, e mais que isso, propor soluções técnicas e programas de prevenção.</p>



<p>Que possamos refletir e muito mais que isso; rompermos com as barreiras do conformismo e da morosidade. A situação como está não pode continuar. Isso é uma vergonha!! Como cidadãos, devemos ser cidadãos e lutarmos junto com nossos representantes por uma sociedade melhor.</p>



<p>Caso queira se informar melhor sobre essas e demais questões, procure seu fonoaudiólogo!!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professor: comunicando com sucesso!</title>
		<link>https://fonoaudiologia.med.br/professor-comunicando-com-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Thais Diniz de Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2009 16:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações]]></category>
		<category><![CDATA[Voz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[falar em público]]></category>
		<category><![CDATA[oratória]]></category>
		<category><![CDATA[professor e aluno]]></category>
		<category><![CDATA[profissional da voz]]></category>
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					<description><![CDATA[A comunicação é um aspecto muito valorizado e trabalhado&#160;atualmente. O professor usa a voz e a comunicação no trabalho. Para aprimorar sua comunicação, existem algumas estratégias que são fundamentais. Para aprimorar a comunicação é importante que prestemos atenção na nossa comunicação e na comunicação das outras pessoas. Sendo assim, algumas dicas&#160;serão ministradas abaixo com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A comunicação é um aspecto muito valorizado e trabalhado&nbsp;atualmente. O professor usa a voz e a comunicação no trabalho. Para aprimorar sua comunicação, existem algumas estratégias que são fundamentais. Para aprimorar a comunicação é importante que prestemos atenção na nossa comunicação e na comunicação das outras pessoas.</p>



<p>Sendo assim, algumas dicas&nbsp;serão ministradas abaixo com o objetivo de melhorar a sua comunicação:·</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Faça contato visual</strong> com todos os alunos, olhe nos olhos deles e não olhe para o teto. Perceba se eles estão prestando atenção na sua aula ou se você precisa mudar a estratégia (mostrar um vídeo, solicitar a participação dos alunos&#8230;); ·&nbsp;</li>



<li><strong>Mantenha uma postura reta e relaxada</strong>; não colocando as mãos na cintura, no quadro ou nos bolsos. Preste atenção para usar gestos de acordo com o seu discurso, sempre na região entre os ombros e abdome; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Articule bem as palavras</strong>. &#8211; Uma articulação mais precisa ajuda com que os alunos entendam melhor o professor e aumenta a credibilidade do discurso; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Cuidado com os muros verbais</strong>, como as gírias, erros de português, hesitações (é, né, então, ta&#8230;). Essas barreiras podem comprometer a credibilidade do seu discurso e desviar a atenção dos alunos; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Cuidado com o uso excessivo</strong> dos gerúndios, por exemplo, vou estar fazendo ou invés de vou fazer, vou estar realizando ao invés de vou realizar; ·</li>



<li><strong>Preste atenção na objetividade</strong> de sua aula; é importante que ela tenha início, meio e fim; ·&nbsp;</li>



<li><strong>Preste atenção se você muda sua voz</strong> de acordo com as diferentes emoções; A voz é uma importante ferramenta de comunicação, por meio dela os alunos devem perceber se o professor está fazendo uma brincadeira, dando uma bronca, falando de um assunto sério&#8230;</li>



<li><strong>Treine sua escuta</strong> em relação ao discurso do outro. Procure qualidades e os defeitos que não quer em sua fala.</li>
</ul>



<p>Converse com seu fonoaudiólogo!&nbsp;</p>
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